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]\\IINISTDRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS


-\\TINISTf,RE DELEGUE CHARGE DES TR,{NSPORTS


DIRECTTON NATIONALf, DES TR{NSPORTS


OBSERvATOIRE DES TRANSPORTS


REPUBLIQUE DU NTALI


UN PEUPLE - UN Bt iT - Une FOI


TRANSPORT


RECUEIL DES TEXTES LEGISLATIFS ET REGLEMBNTAIRES


2002 , 2003


Tome VII




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TABLE DES MATIERES


Déclaration de polit ique Générale dans le domaine des Transports. du 2 novembre


1 9 9 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I


Pro je t Sec tor ie l des Transpor ts \\4anue l de n l i se en ceuvre . . . . . . . . . . . . i6


l -e t t rc de po l i t ique du scc teu t des t ranspor ts dL t 2 i '10 1990 . . . . . . . . 11


Décre t n "90-512. /P-RM du 2 l novenrbre lqg0 dé te f ln inan l leCadre organ ic lue de la D i rec t ion \\a t io r ra l r r ies
f ran .po l ts l :


Ar rê té I n te rm in i s té r ie l n ' l -2708 iv lATEU MEf- -MICT du l6 oc tobrc l00 l por tan t rés lemen la t ion dc
I' importation et de I 'uti l isation des substances qui appauvrissenl la couche d'ozone ainsi que des produits et
equrpements contenant ces
s u b : t a n c c s . . . . . . . . . . . . . . 8 1


Annexes de I 'anêté n"l-2708 MEAI'EU-MEF-MICT du l6 Oct.200l podant réglementation de I ' inrportatior et
de I 'uti l isation des substances qui appauvrissent la couche d'ozone ainsi que des produits et équipements
contenant ces
s u b s l a n c e s . . . . . . . . . . . . . 8 " 1


Loi N'076 du I 8 Juil let 2001
R é g i s s a n t l e s s o c i é t é s C o o p € r a t i v e s e n R é p u b l i q u e d u M 4 1 i . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 8


Décret N'02-270 P-RM du 24 Mai 2002.
Podant mod i f i ca t ion de l 'anne\\e I l aLr déc le t n '142, 'PC-R\\4 du l . l Août 1975 f i ran t les cond i t ions c ' t rnoda l i tes
d o c t r o i d e s i n d e m n i t é s a l l o u é e s a u x l o n c t i o n n a i r e s e t a g e n t s d e l E t a t . . . . . . . . . . . . . . . l 0 l


Décret n'02-498r P-RM du 05 Nov .2t102
F ixant les a t t r ibu t ions spéc i f iques c lcs n renrbresdu Courernenrcn t . . . . . . . .10?


.Décret N'02 499/PM-RM du 05 Nov.2002
P o f t a n t R é p a r l i t i o n d e s s e r v i c e s p u b l i c s e n t r e l a P r i m a t u r e e t l e s D é p a n e r n e n t s M i n i s t é r i e l s . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 9


Décre l N '02- 5O3/P-RM du 07 n-ov .2002
Fixant les in té r i rns des membres du Gouvernemcnt . . . . . . . . . l l l


Décret r '2-504 rPM-RM du 07 Nov 2001
Déternrinani les services publics mis à la disposition des Ministres Délégués pour I 'exercice de leirrs
a n r i b u t i o r ' . . . . . . . . . . 1 i 9


Déc is ion n '0 i -0034 lMET-SC dLr l7 Avr i l l00 i
Pof tan t c réa t ion du conr i té de su i r i dcs pr -o ie rs de dér 'e lopper ren t du lV l in is tè re d I ' l - -qLr iper ren t c t des T |anspor ts
l inancés ur les c réd i ts de l ' i n i l i a t i \\e de rédrc i ron de la de t te en là \\cur des pa \\s pau\\ res 1rès L lnder rés


l l l


DECISION n '00018 i MEF-SC du 8 av i i l 2U0- l
Por tan t noD) ina t ion du r re r rb re du conr i té


' l
echn ique dc su i r i c t de cont r 'ô le du p fogr i l lnnre de \\ ' . r r l i c . r t io r r , , le :


I n p o r t a r i o n s . . . . l l 5


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TRANSPORT ROUTI ER


Déc is ion '0? - 0 l l4 i MET, ISC du 28 Nor l00 l
F ixant la l i s te nonr ina t ive des membres du cor l i té Nat iona l d 'asrénren l des veh icu les rou t ie rs . . . . . . . . .111


Décr€t n"02-324/PRM du 05 Juin 2002
l n s t i t u a n t l e s r e d e v a n c e s d ' u s a g e r o u l i e r . . . . . . . . . . . . . . . . r + 6


Arrêté n'02- 22 16,/MlCl-SG du 0 | Oct 2002
Fixant la l iste nominative des membres de la commission Nationale chargée d'organiser Ies,exarnens pour
l 'ob ten t ion de d ip lô rnes pou l I 'ense ignenrent de la condu i te des véh icu les . . . . . . . . . . . . . . i51


Anêté n'02-012 /HCDB-CAB l0 Juin 2002
Portant création et implantation des postes de contrôle ,des carrefours de circulation et des canefour de fluidité
d a n s l e P é r i m è t r e U r b a i n d u D i s t r i c t d e B a m a k o . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 5 i


Arréfé lntenrinistériel n'02-2519-MSll 'C-MET-l\\4EF-Sc lixanr Ie nombre er l ' impianrarjon des posres de


Arrêté n"02 2247 .'MEI-"SG du i I ocrobre 2002
F i x a n t l e r é g i n r e f i s c a l e t d o u a n i e r a p p l i c a b l e a L r r n r a r c h é s e t c o n l r a t s f c l a t i t ! a u l ) r o i e t S c ' c l o r i c l . i c : I r a I s p o r r :
du Mal i sur le t lnancerneDt IDA-AFD-BOAD Japona is Canad ien . 165


Décre t n "00-503/P-RM du l6 Oc lobre 2000 F ixan l es moda l i tés d app l i ca t ion de la lo i n ' '00-0 .11 du 0T. lU i l le r
2000 régissant la pr.ofession de Transporleur routier. .. 169


Arrêré n'02 l267iMICT-SG du 06 Juin 2002
Fixant les modalités de délivrance de I 'attestation de capacité professionnelle à I ' exercice de Ia profession de
l r a n s p o n e u r r o u l i e r . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l ' 7 2


Arrêté n"02 1268/MlC"|-SG du 06 Juin 2002 fixant les modalités d'exercice des acrivités de Transporlcuf
r o u l i e r . . . . . . . . . . . . . . . . . . l 1 J


Anêté D '02- I269r 'MICT SC DL 6 JUlN 2002
R é g i s s a n t I a p r o f t s s i o n d c l o u e u r s e t d e l o c a t a i f e s d ev é h i c u l e s d e l r a n s p o r r R o u t i e r . . . . . . . . . . . l i 6


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I Arrêté Interministeriel N"02 1306/MICT-M ATCL-SG du7 juin 2002


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Por tan t c féa t ron de la cornmiss ion Rég iona le dcs l - ranspof ts Rour ie rs lg0 V:


A r r ê t é N " 0 2 1 8 8 I M l c l - S C d U U l S c p L l 0 l ) l
F ixan t le modè le de Formula i le de la der rande, l in rc r ip t ron au re r is t re dcs l ran .n t r i leLr ls oLr t re r r iS l


Ar ré té n '02 1882, ' t \\4 lC l -SC du 05 Sept 2002
Fixant les conditions de passage aux épreuves d exanren pour la délivrances de l alteslation de la capacité
professionnelle à l 'exercice de la professlon de Ilaltsporleur routjer.... . . . . . . . . . . . . . . 1 8,t


Arê té In te r rn in i s té r ie l N"02- 07 l l M ICT-MSPC-MEF-MEATEU,MATCL,SC du l? Avr i t 2001
Détenninant les modalités pratiques de I ' inrplantation et du fonctionnenrenr des posres de contrôle. des
car re fours de c i rcu la t ion e tdes car re fours de f lu id i té dans les pér imèt res urba ins . . . . . . . . . . . . . . . . . .188


Arrêté Intenninislér' icl N'02- 24921MET-M F-1"-MJ-MS IPC du l0 Déc 2002
F i x a n t l e s t a L r x d e s a n t e n d e s f o r f a i t a i r e s n m a t j è r e d e c i r c u l a t i o n r o u t i è r e . . . . . . . . . . . . . . . . . . l 9 l


Instruciiolr In{erir] t istéfielle n'01 0001 1\\'1F- l \\..1tF du l5 l\\4afs l00l
Re lz i t i !e a t t \\ p roc t idures de tecour ren ten l c t i le n r ise à la r l i spos i t roD dc ' IaLr r r r | t t c rL .u r iè rc du pro i l r r i t c1e lu
redevance d ' r rsage rou t re r sur la ch . l fge i i l ' t ss ieLr Jcs rch icLr les . r t l l ' s i l i r c ru r i l r ! ( ,$ 198




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I TRANSPORT MARITIME


Ordonnance N'026/P-RM du 07 Fév.2001
Autor isan t I 'adhés ion de la Répub l ique du lv ia l i à la Sécur i té de la Nav iga t ion Mar i t ime. conc lue à Ronre ie l0
M a r s 1 9 9 8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 0 1


Ordonnance N '01-027?-Rl \\4 du 07 Fét . l0 t l l
Au tor isan t l ' adhés ion de la Repub l rqLre du \\ leLr au p fo loco le po i l | . la rcpress on d r rc tes r l l r c r tc ' cor ] l fe lu \\ . (L I r l .
d e s p l a t e s - f o r m e s f i x e s s i r u é e s s u r l e p l a l c a u . ù n l i n e n l a l . a d o p l e a R o n r e l e l l . J l \\ , l a r s 1 9 8 t j . . . . . . . . . . . l o j


Ordonnance N"99-036/P-RM du 23 Sep. 1999
P o r t a n t c r é a t i o n d u C o n s e i l M a l i e n d e s C h a r g e u r . s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 0 6


Décret N'99-426 /P-RM du 29 Déc. 1999
Fixant l 'organisation et les modalités de fonctionnenent du conseil Matien des chargeurs. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 l 0


Anêté N '01-0592/ MICT-SG du 30 Mars 2001
Fixant la composition du Conseil Malien des Chargeurs et organisant les élections des lnembres du Conseil 217


Décision N"l -51/MICT-SG du 20 Sept 2001
Fixant la prorogation de la date de clôture des l istes électorales et de candidatures en vue des élections à
I ' A s s e m b l é e C o n s u l a i r e d u C o n s e i l M a l i e n d e s C h a r s e u r s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 1


Décision N'70.rM ICT-S(] du l0 Nor 200 |
F ixant Ia da te des é lec t ions à l 'Assenrb lée Ct rn :u la i l c lu Consc i l N la l i cn dcs ( lha f lc l r fs l l1


Ins t ruc t ion Min is té f ie l le N ' .17 , /MICT-SG du l9 Déc 1999
Rela t ive à I 'o rgan isa t ion de l 'évacuat ion des l r ' l a rchand ises Mal iennes en Trans i l dans les l )o r ts . . . . . . . . . . . .125


Ins t ruc t ion Min is té r ie l le N"52 lMICT-SG du l0 Aout 2002
R€la t ive à I 'o rgan isa t ion de l 'évacuat ion dcs mafchand ises Mal iennes en l rans i t dans les Por rs . . . . . . 2 )1


TRANSPORT AERIEN


Arrêté n' 03-0540 MET-SG du 27 mars 200i
Portant retrait de l 'autorisation d'exploitation de services aérien réguliers et non réguliers de transport public par
fa compagn ie aér ien a i r Ma l i S .A. . . . . . . . . . . . . . . . . . .229


Arrêté n"03-0541 MET-SG du 27 rnars 2003
PoÉant re t ra i t de I 'au tor isa t ioD d 'exp lo i la t ion d( ' serv ices aér ien régu l ie r e t non résu l ie r de t lanspon pub l ic pa f Ia
( o r r p a | n r e J ë f i e l n ( N \\ S À l R S . A ' . . . . . . . . - . : I


Ar rê1é n '01-05 .12 MEl -SC du l7 Mars l00 l
Por tan l re t ra i l dc I 'au tor isa t ion d 'exp lo i ta t ion r le serv ices aé f iens régu l ie r dc t rans l lo r t pLrb l i c par la cor lpagr t rc


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I l'tinistère des 'I'r:rnsports


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Républ ique du N{a l i
Un Peuple - Un But - Une Foi


I pâcrâRÀ'tî*it *tr ît*i.,rrïer-E +ËllËRêI.î


:}êNS EÆ SECTEUR B8S TRÂNEtr{}RT.ç




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I. !.,^'TRODUCTION


L-e À4ali poursult depurs 1982 une série de programmes
de stabilisation et d'ajustellent


économiquea'ecnoumment;; ' ; ; i lp;; i ; ' t i"" 'aeitov*depuis
1988 *.l i?:l" l l"-1,1:tp"t


du commerce. la s impi i f icat ion du cat i re régiementaire
régissant les act iv i tés écononl iques )a


réforme des droits de porte, de 1a ta-ration inrerne' et du
secteur des entreprises publiques' ont


eu pour résu)tats l ,amétioratron àu cl imat de rravai l dans
le secreur de I 'adnr inistrat ion, et un


al légement des charges provenant des enrrepr ises publ iques
Ceci a permis à ' l 'Etat de consacrer


davantage de ressources pour les secterr is pr ior i ta ires
er de nieux équi l ibrer les f i r ta lces


publ iques. En 1990, d"s .ondi t ion' c i in lai iques favorables
conjuguées aux nlesures cj tée!


ci-dessus. onl contr ibué à des résulrats éiononl iques
dépassant les prévisrons' avec ul l


accroissentent r iu PIB réel de 2'1 " t '


L 'année 1991 a été marque- ' par les nra'r i feslal lon \\ du
nlois de inars ' 1 'avènenlent d-un


Gouvememenr de transir ion ie 5-a"r i l ' lggl , la tenue de la
conférence Nat ionale du 29. iui l let au


12 aoùt 1991. et létabl issement d 'un cadre tnacro-écononl ique
en consultat ion avec les


Par tena i l esduN, fa l i . don t ]esob iec t i iSé la ie l r t de l i n ] i t e r l esconsécuencesdesér ,é I l e t t l en tsde t l l a r s
sur lacroissarce éco; lonl tque. l i s i tuat ion bud'eétaire e ' ! la balance


des paiements. I -es éren- nlent '


conjugués à ut te nlauvatse canrpaqne agr icole ont condui l
à Llne baisse du PIB réel de O 2 ' ' 'â


L ' a n n é e ] g g 2 a e É r l a r q u é e p a r i . a d o p t i o n d e l a C o n s t i t u | i o n l o r s d u R é f é r e n d u n r d r l i 2
iarr , ier 1992. les éiect ions,nunit iput" ' ' légi i lat ives et président iel)es


de janVicr à arr i l et la


const i tut ion ci 'un nouveau Gouvernenlent le 09
ju in 1992


P o u r l i m i t e r ] e s p e i t e s d e r e c c t t e s . ] e c o u r , e r n e m e n | a t l t s ] . a c c e t t t s t l r l a t e c o n s l r L t . - t i c ' l t
e i le r3n force l ] , ] en t deS admlnjstra| ionS f iscales et doUanières- ct ] -anlé1]orat]oI i


dU recoLl\\ . Ie-n]ent


d e s r e c e t t e s . P a r a i l l e u r s , d i v e r s e s r é f o r n l e s f i s c a l e s o n t é l é l t t i s e s t r l o e t l v r e v r s : l n t à r e n f o r c e r
] . é ] a s t i c i t é d u s y s t è n l e f i s c a l , à | a t i o n a i i s e l e t s l n p i i f i e r l e s t a r r f s d o u a n i e r s e l f a c l l l t e l l e s
énr issiorrs et reco.uvrements. Élusi"urs drsposi t ions ont été égalenlent


pr ises af in.de renforcer le


conirôle et le suivt des procédures budgétaires' et de supprimer les
contrôles des prlx et


d.anrél iorer I 'organisat ion de I 'Administrar ion. La mise en o3u\\te du Prograt l l t t le
d ajLtstenrel t t


c iu secteur des entrepr ises publ iques (PASEP)' de divers aut ies programnles
ector iels e1 de5


progran1ntes et bLrdgets d ' inuesr isse,r ie,r t publ ic (pIP er BSI). \\ , isant à une plus srar ' ,de
nraîtr ise


des dépenses et de l ' invest issemert publ ics. se s0nt poursul \\ ' les '


À { a l g l é l e s c ] i i f l c u ! r é s c j u e s à i a b a i s s e d e s p r i x d L r c o l o l i . i e G o u r , e r l l e n l e n t e s t C j é t e r I l , l n È
z ; r c l l r e e n n ( u \\ ' l c l o L l t e ) l e s I c i o l n c \\ ( ' : \\ ' l \\ d P r 1 5 L j a n s l e ' . 1 i r e c " p r o g r â l l l n l c


e l à J r r ' r t ' r i r t -


une pol i t iqLre ntacro économique p)us pr i rc iente. I rs object i fs à ntoven
- tern le ( 1992- )995) v iser l i


; approfo, . ,a i r ies réformes st iucture l les ea 'Lre d at t té i iorer ies inc j ta t jons
pot t r 1e secteLtr p t t *e


,"n ià.a. , lâ : :est ion dcs ressou. .ces pubi iqLrcs. . iÉ\\ ,3 lopper l s res-soLrrces
hunra ines et a t l lé l io fe i


la gest ion des res iources nature l les, iout .n poL,rsu i t ,ant lcs po) i r ic i res f inancières
v isar l t à r -édui re


l c s d é p e n s r ' r i u C n r l r e i n e t l t e n ' e - : r ( ' t t a r . 1 ' " c ' a i f a r ' ' - t t ' : t l ; ' l o t : r a ; r c e e c o n o l l : l u r r e ' : l : i :
o é r i o d e 1 9 9 2 1 9 9 5


l ' agc I




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Dans cette stratégie, le secteur des transports joue un rôle
pnmordial' p- tli"


.1:-:
s i t ua t i ond ,enc lavemen tdupays , l ad i spe rs iondesac t i v i t éséconomiquessUrUnvas te temto l re '
la croissarie rapide des centres urbains, l'importance du commlrce


extérieur et la forte


intégration dans les échanger Jgionuur. Constiruant un élément important
du développemenl du


pays et de ia compéritivité de sin economie. la politique du Gouv;rnement
vise I'amélioration


àe- I'efficacité du fonctionnement à moyen ternre du secteur
des ransports' pzr


i
"pp-fonairr"tent


des actions tendant à déveiopper sur une base saine la concurrence
entre


n]od'.,
"t


entreprises de transports et l'amélioration de l'étzt des infrastructures
e)ilstanles'


noumment routières et ferroviaires, par une politique adequate d'entre
en' Èt la poursuiie du


désenclavement.


l - esac t tonsV lsen t ,en t reau t res . l a réso rp t i ondessu rcapac i tésde i . i ndus t r i edes t ranspor l s
rout lers, l ,amél iorar ion du fonct ionnernent des cor l idors de transports


internat ionaux, ia pot l rsul te


de la restructuratlon des enlreprises publiques du secteur, I'améLioration
du recouvremenl des


charges d,usage des i n frastructu res. )a ,éorgaaisation de l'àdministrâtion
des trallspolts .-i de


I'entretien des i n frastructu res. I'antélioration de Ia securité er des conditions
de prise en charse


du transpon et des pis les dans le nlonde rural


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F o n d é e e s s e n t i e l l e m e n t s u l t l n e a - q r i c u l t u r e d e s u b s i s t a n c e s o u n l i s e à 6 | 9 f o 1 i 5 a 1 é a s
ciimatiques, I'écononlie malienne dépend entièrement des importatrons'


et' partant' du


foncr ionnemerrt ef f icace du s) 's lènrc ces transporlS internat ionaux. Pour sor l
approvjs ionr)Pnrc ) l


en de nombreux produits stratégiqtres (notamÛent les hydrocarbures) ' de
consonlmatron et


d,equipentent. l-e recours aux intDoi-lalions de produits alimentaires devient
rltême une qilestlon


a" * * ; "pou r lepaysdans )espé i - i oc iesdeséc 'he resse , te l l eq t rece l l econnuedans )a -p re r r r re re
moitié des années'ts8o. Le fonctionnement efficace des transporls


jnternationaux est é-qalilrnenl


impératif pour permettre aux exportations maliennes (plus particu lièrement
1e coton-fihre


première
"rport


t ion du pays. qui co,, tpte pour 85 7o des tonnages exportés) d 'être conpétr i ives


sur le marché international. l-a tirp.riion'des activités sur un itnntense territoire
(plus de i'2


millions kilomèties carrés) , Ies fories disparités de densité de peuplement, la croissance
rapide


d e s c e n t r e s u r b a . t n s e t ) e d é v e l o p p e n l e n t d e s e c h a n g e s q u i s . e n s u i t . d o n n e n t é g a l e l n e n I L t t l e
inrportânce particulière uu, tr"nrpo,t, intérieurs de niarchandises colrllre de voyageurs'


l-e


traosport inten,ient pour 20 à 30% dans Ie coûl de la plupan des produits essentiels-Pout
irne


part notable, le déve)oppement futur de la compétitivité de l'économie malienne dépendra
d une


amélioration de l'efficacité du fonctionnemenl du système des transports'


Au cours des décennies 70 er 80, le l'{ali, avec l'alde de ses partenarres
aLt


développement, a consenti d'importants efforls pour le dér'eloppement des infrastructurcs
r:je


,r-.pért, pnncipalement dans le domaine des routes L-a densité du réseau routler
resie


."p" ia-t 1,un" 'd"s plus faib)es d'Afr ique. L ' jnsuff isance des ressources disponibles
oour


i'entretlen des rése-aux routlef et fenovja.tre, et la faible efficacité du nrode d'exécution
des


travaux rout iers onl entraîné d' intportants relards d'entret ien. et ont accenlué la dégradat ion
des


réseâux existants.


Page 2 fl--




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t , 4


La Direct ion Nat jonale des Transpor ts
(DNT) '


i -a Di rect ion Nar ionale de l 'Aéronaut ique
Civ i le (Dt 'vAC) '


La Direct jor r Nat ionale des Travaux Publ ics
(DNTP)


L: Direction Nationale de la N{étéorologre
( DNlt4)'


I-es entreprises de ransporr ont'
quant.à elles' sutrl une évolution contrastée lors


des


dernières années. Si l'tft't"iiT;;;ittài"
a"


l":
o::] fes transports internationaux


s'est


amélioree senSiblement, l"' "nt'"p'i'"'
de transport^rolli'err continuent à souffrir de


surcapaclte'


héntzee pour l 'essenÙel Ot 'u ' - !quiptnt tnt
consécul i f : - lu ton" demande ngendrée


par )es


rransDorrs massifs d'ade "t,nt"n'li'"
"'"t'


le milieu o:t^::l*t 80' Les adapurions de
capacité


néceisaires e heurtent à tlil 'ers comportements
aux conséquences p"*"t'"t et l'industrie


des


rransports routiers connait o'"ti'*
Ërise notable Q'1n' 1l


transpofl aérien' le lr'lali a adhéré


en Avril 1992 au traité de Yaoundé
créant la compagnie Air Afrique'


L 'évolut ion récenie ou secteur des l ransPons'
aussi bien qus ses Perspect ives de


dÉr,eloppemenr à moYen t-;rnre. s inscrivenl
dans le cacire de )a poiiti-que. ci'aj L's:elttenl::u:ture


j


in i i j& au débur de la décr:r l rc isgO'. i
. "" i , . r* depuis lors. iusqu'à Ja f in des années


80 le


foncr ionnement du svstenle ut i t '^" 'pout
érai t étroi ierrent contrÔlé par ) 'Etat ' pai ) rnlernrédlatre


no'lall:rnent de l Oifice f ^t'o*l'a""f'unsport
(ONT) Les fortes rigidités inhérentes à ce t1'pe


de fonct ionnement .n oin] ,nuui . , , t , ra, , .nr iut"r .nr
I 'efùcaci té, et en augnenaient le coÛt potrr


l ,économie nat ionale. La gest ion
du secteur s 'appuie désormais essent iel letnent


sur les


mécanismes du marché t' t;;;;"t;;"
tét"nte de'i oNt et la libéralisation des arifs


des


trensports const iLuent à cel égard une
éupe i rnpoinnte et pern' let tent déjà une tesl ion


pl t rs souple


dLr svstènle. Toutefois de--ntanière
généraie ' la concttrrence entre nlodes ei en"repr ises


de


transpon resle encore insLt l t tsante


Le secteul des t'ansports relève de quarre
direcrions du lr'linistère cles Transports el t1e


celui de la Construct ion de I 'Urbanisme
et di l Loselnenl :


\\


L-


[ ' a L ! c i




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A.Intensification de lâ concurrence sur le marché des transports
terrestres de marchandises


l-es mécanrsmes concurrentiels fonctionnent de manière
très imparfaite t" .ltt-,1t"]91::


international et national d*
";;;il;t;


'""t"t"' de marchandises Les mesures
protectronnrstes


des pays de Ja région, 1., quoài de répartition du tra{lc
entre transporteurs avec les pa)'s de


transit, le tour de rôle lnstruré par ies syndicats
et. permettant aux opérateurs les moins


performanrs de se maintentr oa's iJ'na'cng, empechant
l;ajustement de I'offre et de la dernande


e tdesp r i xqU ine le t l è ten tpas lescoÛts ree l sdesopéra t i onsde t ranspor t ,nécess i ten tdes t l esu tes
vrsanr à inrensrf ier la concurrence dans le cadre d'un


programme à mol 'en ternle Parni i ces


mesures, le Gouvernement :


1. conrinuera à inciter au recours systématique à
1a pioc.édure


I -1fL"]-O-:-tlTt
O""t


tous les trarsports de )ols importants effectués par )es
organtsnles elailques ou


para-étatiques ou potrr )e conlPte de I'Etat ;


2. engagera vec les pa\\ s vois ins et dans le contexte
r i 'une intégrat ion régior lale des


négocialons en riue âe modifier les dispositions des
accords relatifs a.u;,lransports


des marchandlsei æ'qt ' t I ' industr ie mal ienne dts
t ransports rout iers atrra été


a s s a i n j e ; e t


3. amél iorera I ' rnformarion écononrique et f inancière
des opérateurs de trar lspor l sur


1a strucrure de l ' ind,rstr ie t les càndit ions du trrnsport . -La
Drrect ion Nat ionale


des ' l r anspor t s ,enassoc ia t i onavec leso rgan isa i to r t sp ro fess io r l t t e l l cs - : i t l r g l ro re ra
son rôle d-obsen'atoire d s transports" pour l l let t re une


infornlat ion adéqua' te à )a


disposi t ion des opérateurs de transport dans une forme la
rendant accessjble à tous


les oPérateurs. zur les capaci tés de transport disponibles'
l 'ér 'o lLrt ion


'pa'ssée
des


trafjcs. la structure 6u nrarché et ses perspectivei cie déueloppenlett
t - les accords


avec )es Pa1 ' s vo i s lns c l - ' '


B. Re,sorpt ion des surcapaci tés de t ' industr ie des transporls
rout iers


L 'e rcès pe rs i sun t c i o l f re pa j I dppo f l à - l a demande de f re l
rou l re r en t rà l r re depu is


plusieurs années une barsse cont inue dei pr ix de transport qui ne
couvr iraient plus qu tLne


fract ion des coût réels des opérateurs. empêchant toute modernisat ion
du.parc roLr lant et


entraînart c ies pratrques o",ur! t^.g", t iès nuisibies au. réseau
iout ief . Aussi ia résorpl ion des


surcapaci tés dans un délar , , ' ,onn. 'o i" e| la ]ut te contre ]eS surcha.rges
const i tuent un o, l l .ect i i dLt


Gouvernement oxi nlet t ra en o3uvre à coun ter l l le :


L L r l l e i e i e c t u r e d u C o c e r i c - l a r o t t t e e t d e s e s t e x t e s c i ' a p p l l c a t i o n ;


2. une opérar ion de ré in l l l ratr icuiat ion du parc auloi l rot ' i le :


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Pase -:


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l 6


3. une opération continue de contrôle
technique des véhicules' sous-traitée à des


structures de contrôle privees' de Droit malien' agréées
par I'Etat et indépend^antes


. des trarsponeurs- une opération de contrôle aura
lieu concomltalnnlent a


i'oPération ré-i m matriculation ;


.{. un renforcement des opérations actuelles de contrôle des charges
de camtons ;


-i. une campagne de sensibilisation des transponeurs ;


6 . ] ' é i a b o r a t i o n C j e t e x | e s r é g l e m e n t a r r e s p o u l s a n c t i o n n e r l e s i n f t ' a c | r o n s . a p r è s u n
exanren des premiers résul tats des opérat ions 2' f et 4 c l-desst ls :


7. la mlse en oeuvie par les structures visées au point 3 cr-dessus'
des opérat ions de


réimmatncu lat ton, de contrôle technioue t de contrôie de la charge â
l 'essleu


6 . ] ' l n t e r d i c t i o n . p o U r U n e p é r i o d e t r a n s l t o i r e d e t i o i s a n s . s U s c e p t i [ r ] e é v e n t u e i ] e n t e n t
d'êlre renouvelée' de ioute imporut ion de véhicules


gros porteurs d occasion


ayant plus de qLrai ie ans d,âge. (- \\ /éhicule c1'un poids total en chaice
sup3rreur


à 1 5 0


P a r a i l ] e u r s , l e c o u r , e r t l e n l e n I C o n s e n , e i a l e s d i s p o s l t i o r r s ] i b é r a l e s a c t u e ] l e s i e l a l t t e s a
I 'entrée da' ]s la branct le. et n ' i l l t roduira aucune réglenientat ion


restr ic l iYe i l i r tc i tcra à


] ' é m e r g e n c e à m o y e n t e r m e . d a n s i e s e c t e u r b a n c a i r e . d e n l é c a n i s r n e s a d é q L l a t s d e { l n a n c e n r e n t
cies ac{uis i t ions de véhicules. qui devraient f reiner _1ou1


accroissenlsnt de capacrté our I re serart


just i f ié que par des perspect ives de renrabi l i té sat jsfaisante


C. Amél iOrat iOn du fonct ionnentcnt des corr idors de transport i l l t e rr lât lor lât l \\


La diminut ion des couts des transPorts internal ionaux Sera lecherchée ssenl ic l le l l leni
les


prochaines années dans I 'amél iorat ion du fonct ionnemenl des corr idols existants ' et
à pl t rs long


terme, dans la recherche d'autres conidors répondant aux oblect i fs de désenclavenren
t ' oe


conrpÉt i t iv i té, de rentabi l i té, et d ' intégrat ion économique sous-régiona)e- Pour ce faire
les acl tons


suivantes eront en,qagées :


1. recherche. en c, - ionérat ion avec les au ' ,or i tés des pa; 's de t ransi t de la n l ise
en


oeuVre ef ie : t ivc c le la procédure TR- lE pour Ie t ransi t Io ' r t ier . e l ra t r icat ion
de


l 'accord ror t t ier conclu avec Je Sérégal en n lars dern ier :


7 . poursui te de la s i r tp l t f icat ion c ies p iocécjLrres douanières c1 . je la l in^r i ta l ion des


contrô les oc l ic i : :s et r ie I 'anté i io ia i io i r c le la cot t lDélence l c ics condi t io t ls r ie


t ra i ,a i l c ies a-sen: : chargés du contrô le .


3 . fac i l i tar ron lor r r ie dér ,e)oppenteni d ' t rs ta i la t ions fe i rov la i rcs t l l ; l t r ina- les dans la


zone de B:- : l la kc :


o I , ; o p i




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r t t


4. suPpression des procédures de programmation du trafic et de délivrance
des


aurorisations de ci"rg"rent par ia Direction Nationale des Transports
(DNT) et


les EntrepÔts Maliens dans les pons de transit


5. Abol i t ion de I 'obl igatron pour les marchandises mal iennes de transi ter par les


i n s u l l a t i o n d e s E n t r e p ô t s m a l i e n s à A b i d j a l , D a l a r e t L o m é e t t r a n s f e r t d e c e s
insral lat ions à la Chambre de Commerce t d ' Indusir ie c iu Mal i ou pr ivat isat ion


de leur gesdon, ou restructu ratl on , ou retrocession aux autorités portuaires


concernées en echange de conditions paJticulières de trajtemenI du fret malien,


après évaluation des meilleures alternatives et renégocjation des 4nciens accords;


6. poursuite de la conceruiion avec les pays de la région sLrr l'é\\'olution à mo;'en


ternte de I 'organisat ion du trai tc ntar i t inre t examen de i ' inf luencedu svstèt t te


actuel de répartition du trafic sui le coût de transDcrl naritime supporte par


l 'économie mal ienne :


7. ges' l ion directenreDt par I 'Elat . dans l 'at tente d'une solut ion régiona)e. des droi ts


de traf ic mari t i rne nat ionaux non exploi tés par les arnentents nal ionaux nlal le l ls:


el


l -a rnise en Oeuvre de CeS nlesuieS est el lVisagée danS le cadre de renégociat ions aYec les


pays de trarsi t des condit ions de trai tement du fret nrai ien en vrre d 'en faci l i ter le t ransi t e l d en


assurer la maîtrise.


f)- Transports de persotrnes


Les i ransports urbains el inter urbains <1e personnes Sont assulés de nlanière prépondé-rar l le


par 1a route dans le cadre de I ' in i t iatrve pr i r 'ée et des trécar isnles du ntarché. En ciépi t dLt


contexte de cr ise des dernières années. le développenlent de l 'act iv i té est in]portant. Les services


offerts sonf parfois d 'un niveau de qual i té rudinrenta. i re, mais i ls permettent de sat isfaire la de


mande solvable sans contribution financière des Pouvoirs Publics. Le meilleur état des


infrastructures atrendu de I 'amél iorat ion de l 'entret ien rout ier devrai t accélérer dans les


prochaines années la ntise en service par Jes opérateurs privés de véhicules de nleilletrre qualrté.


ià où le niveau cie la demande le jusr i f ie. De nlanjère générale. le secteur cont inuerâ a \\e


ciévelopper sur les bases actuel les et I 'act jon du Gouvernenreot consistera à amél iorer la sécrtr l te


cies transports, essen t ie l let ler : L par l ' i rstaurat ion d une contrôle technique des r 'éhlcules. dé, ià


rn3nt ionnée à propos r ies transports de marchanci ises et par des campao-les de prevcnt io; l rL,ui iè ie.


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1


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E. læs TransPorts ruraux


Les pistes et transPorts ruraux
constituent un facteur important du


développement des


zonesrura lese tdudésÈnc laven len t l -eGouvememenlp 'o ; ; " ;àun inventa i redurése-aude
ces pistes (ciont ia long-ueu' upp'fli'"'"it


tt 9,ol:'l' ,':'ffi:::"r.|îÏiÏï ;ï:]l':::il
. ; ; t ! ; . ; tà, moa"t de f inancert terrr


c ie leur enlretren et oe t


i n i t i e rapa ra i l ] eu rs .en . " ' ^uonu ' " . ] esco l i ec r i r , i t és loca lese tavec l .appu idesespar le r ,a t res
audér ' e loppemen t ,d t sop" tu t ' on t i n tég reesdedésenc lavemen te tdé te loppemen tag r i co lee ides
opérations piiotes d'aide aux. collectiv-ités


locales pour la prise en charge directe
de l entretten


des pistes. Par ai i leurs, ' " t tJJ "n-"* ice
de nouueaux bacs pour le f ranchissement


des cours


a,. t , , <erz re_cherchée * oa, p" i ,u, judic ieusement
cho!srs. pour contr ibuer da'antese


au


neî"n.r . r ." . ' , t ' de> populat ions et
i ;c i l i ter les échanges


cr, i - rD nô,,r érre exr lorr , . i . de
l æ s b a c s s i i L r é s s u i r . , , o u . " , . . t o . . r e s s C r o n t . o n . " J é , a t r S À , l T P p o L r r ê t r e e x p l o i t é s d e i a ç o n
arLtononls et co ll nrerciale'


F. TransPorts aér ' ieIs


La clenlande de trar lsport aéi ien se développe
raDtt lenrenl au l r {al i ' tant pol i r lc i ra ic


internai ior la l quc poLrr te t 'a; l t
j ; l rér ieLrr ' qLt i est t t ' ' l conrplélnent aux tr todes dt


i ;a:rsfor is


terfestres. noial l ln lent oun'* i " '
tont '


"nt i "ué"s
le dé\\: loPpett tel t t c iu toLrf lsni '


\\otrrcre


apptJa;a, t l " c le devises' accenttre
cette tendance


A p r è s l a d i s s o l u t j o n d . A i r l ' , l a l i e t ] ' e n i r é e d u l r { a l i r j a n s l a c o n r p a g n i e r r r u l t i n a t i o n a ] e A i r
Al i ique. le Gouvernement cr iet t ie sa


polr t ique actuel le.sur la pronlol ion de l rni t iat ive
prr \\ -e et


l .accroissement a. iu.oop"ru, ion-re-ei lnul" .
dans le cacire c l r rn plan aéronau t ique*r lat i .or t : l


établr


sous ié-eide du Programme des Nat ions
Unies porrr le dételoppenent (PNUD)


Èt de


i :ôrg.ni* , ion cle i 'aviat ion civ i ls i r r tenr at iorrale
(O'{CI)


Par z- i l leurs. le Couvernenlcnt renforcera les
t t tesures r ie sécLrr i té aur aérogares poLi '


lut ter


c o n t r e l e s t i a f i c s d e d r o g u e s e t a u t l e s e t c o n l r e ] e t e r r o l i s l ] l e ' } - e G o u r e r n e t r l e n t s . a l | a c h e r a
l-r^u.,.-ourda, les infrastructures et ies


équipernents erlsianls


Ces opérar ions conlDrennent ess-: t l t ie l lenrent
:


t . les infrastrucru:es aérc,nor luaires el les éqtr iPements
des. aerodrottr^".1-


l : i l l t t t "
t "


c i rculat ion aér i :nne pLlblrque t recevanl oes l ja isons
aér ielnes dol l les: lq i les '


) . les radio- té léconr t l l , r i l ic : ' l ions et ies a idcs
à 1a radtot lar tga i lon :


la né ' ,éoro logte :


' ^ . . ' . " z e r i e n l l l c r ' - - r : ' ' t ' : : l a L l l L ' i ; r l ( ' l i i " ' i ' i c Î - e


l : fo i t ra l ion i l l P: ls l r r - : i '




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t g


G. Restructuration des entreprises publiques
du secleur des trarsports


L ,E ta tqu l s ,es tdésengagéde ] , i ndus r r i edes t ranspons rou t i e rsdu ran t ]adécenn ie80 ,ne
continue à être impliqué dans li production de


services de transport que par I'intermédiaire de


la Résie du chemin de Fer du'lr4ali (RCFM)' des
Aéroports 1:.n1{r. i l-11,]":: lyu=n'"'^i;;;"";"-N;;ç,i."


tcôtnoneÇ;, qui-onr des starurs d'érablissenents
pubiics. Le


Gouvemement poursuivra la restrùcturation de ces
établissements avec un double obiectif : d'une


Dad , Ies t rans fo rmerenen t rep r i sesàca rac tè re . réso lun ten tcommerc ia l , e t , d ' au t repa r t ' s t l p_
irimer les concours financiers de I'Etat à leur fonctionnement'


Régie dtr Chemin de Fer du \\ ' la l i


I-a RCFN'I a réahsé d importants progrès de geslion Pendant
)a période i986/90- La


qualiré des sen,ices offerts s.esr anréliorée et a perlnjS
au Chemin de Fer d'z.ugnrenter


sensiblement sa paft de *u'l' 'é "n
ce qui concernË le trzfic marcilandises international' La


poi i t ique de r lgueur act lvemeni pourstr iv ie ' noÉmnlenl en-mal ière
de rémLrnérat ion dLr personnel '


a permis de dégager un resulret 'J exploi tar ion posi t i f en
1990 f-e Chemin de Fer cont intrera de


j o u e r à l , a r ' e n i r u n r ô l e e s s e n r i e l d a n s l e s l , s t è m e d e s r r a n s p o r t s d u l r , I a ] i . T o L r t e f o i s . p o l l r ] e S
transports Lnternatlonaux oe rrarchandrses. qui représentent


une part prépondérante de son


ac t i \\ , l t é , i ] se rasounr i sà laconcu r renceacc ruedes t l anspor teu rs iou i i e rsassu ran l ]a l j a i sona r ,ec
Abidjan. L,e dér,eloppemenr de l acr iv i té ferroviaire impi ique


donc la poursui te de I 'anrél iorat iot t


cle l,efficacité et de la compérttivité du transport ierroviaire.
qui sera reclterchée par la


transformation de la RCFM en entreprise à caractère résolument
comnlercial' gérée de mantere


autonome selon les pr incipes et )es ègles appl icables au secteur
concurrenl ie l '


Les mesures à mettre en oeuvre au titre de la reslructuration
de la RCFN'l en entreprls€


conrmerciale o;r i été défrnles par ie Conrrat-Plan Etat-RCFI\\ ' I
pour la pér iode 1,a92/93' Ce contrat


orér,oit notatrnent :


l. la refonte, du cadre institutionnel de l'activité ferroviaire'
par l'adoption d'un^nouveau


Cahier c ies Char_qes et l 'adopt ion d'un nouve-au statut , luf id iqLle
pour la. RCFIT{ ' en


remplacemenr de l .acruel sLtur d,Etabl issenten t publ ic à
caractère i r ldustr ie l et


comnre ;c ia l . a f i nd 'acc ro î t re l ' au tonomiedeges t i onde l ' en i i epnse ;


2 . ] a r a t i o ; a l j s a t i o n d e s e f f e c t i f s . a e i U e ] ] e l n e n t l a r g e l t l e n t e x c é d e n t a i r e s . e t ] a r e f o n l e c u
statut c. l personnel et de son sYstème de rémunerat lon ;


3 . ] a n i i s e e n p ] a c e d e C o n \\ e n t i o n a v e c l ' E t a t p o L l r l , e x p i o i t a r i o n . à t i t r e d . o b l i S a t r o n L i e
' sen' ice pt lb l lc, des senices " 'oVageurs


déf ic i tz ' i res dort I 'Etat lLrgerai t le tnai t l i iet i


indrspe;: iable au p)arr social e l dù p; int c je vLre de 1a pol i i rque de désenclavenrent


rég)one.: el


/ ' ;
/ \\ 1\\ - . . ,


I 'age E


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1 0


4. le recours à Ia sous-rrartance
au secteur privé de certa-ines activités de support'


en


p a r t i c u l i e r d a r r s l e à o À l n . d e l ' e n t r e t i e n d u m a t é r i e l e t d e s i n f r a s t r u c t u r e s .
L'amélioratron de la coordinatiol i:chnique -et


commercial avec la Société t''*ationale des


Chemins de Fer du Sénégal
(SNCS) est aussMe^composante essentielie d'une


meilleure


efftcacitêdes transports internatjonaux
A cet égard' la RCFIr{ oeuvrera pour mettre


en


place , avec Ia SNCS' dans une
première


lrale-'-.uloreanisme
con.rmun pour la gestion


er le sr.rivi du parc tnternarional '*'agons.
Cet organisme- gounait u ltér


je! reri:::^"'.,i'*'t t"'


attributions à la gestion technique t à
la com mercralisation ' pour le colnple des deux


réseaux. des ser!rces nrarchandises internaiionaux'
Dans le o:'nuiL:


-Ot: -,1:1ltoottt
vo)'ageurs rntematrona;; la creer'ion ^d'unt


nlt-qt commune: à gostion pnvee' sera


recherchée par la RCF\\ ' f avec la SNCS en
associat ion avec des partenalres exleTreurs'


Enf in. à plus long t t 'nr" ' ié"tnt" t le uni f lcar ion
de l 'exploi tat ion des cieux réseaux sera


exalliné-e. la propnété cies infrastruclures étant
consen'ée par chacun ries Etats


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Aé ro po I ls du \\{al i


L e s A é r o p o r t s d u M a l r ( A D N I ) a v e c u n s t â l u l . d ' E l a b l i s s e n l e n t p L r b l i c à c a r a c t è r e r r l d u s -
tr ie l et conlnlercial (EI ' iC) t ' t t " t t i ' -gesr ion


de I 'aér ' rporr internat ional de Bai l tako-Sénor ' t e i


c i esaé ropor t sna | i onauX.pgnc 'g r .e l l esn loca ] i t ésdeges t i o r t son tac tue l ]e l l t e l i t à ] . é t r r c je .a l , ec ]a
' . ransformat lon à court- ternle J. :" t Oe'opo" ' r iu l r la l i en société


d 'éconol l l ie nl ixte ' dotée d rLne


grande auto:romie de gest ion '


Compagnie t \\ Ia l ien ne dc Navigat ion


Le transport f luvial loue un rôle non négl igeabie dans
le t ransport des ntarcl landises t


c ies voyageurs ur la sectton avigable Koui ikorolGao cl t ' , f :u""
Niger ' I ) est assuré en partre par


les af t isans pirogurers, " ,
p"t ' ' p"t i i t pot 1a Co;rpagnie Nlahenne de NaVigat ion


(COi\\ ' lANAV)'


qui exploi te également un .n.nl i . , n" i .ur "r
u, , . ur in-. t ie fabncat ion de fûts AlLrrs que l act i ! i1é


des art isans piro-euiers senble connaître une croissatrce
ont inue' cel le de la COÀ4ANAV a ete


réduite de moirié durant l" dé;;;ô, tandii que le déficit
engendré par l'entreprise attei.'qnait


d e s n i v e a u x n o n n é g l i g e a b l e s - o U t ' e l e s p r o b ] è m e s i n t e m e s d e g e s t i o n i n h é r e r i t s à s o n s t a t t t t
d.entrepr ise pubi ique. le dechn de lact i i i ré de la coN4ANAV


est aussi dù à l inadaptatton


c r o i s s a n t e d e s a f l o t t e a u x c o n c j j l i o n s c i e n a v i g a t i o n s u r l e f l e u r , e . L , a c t j t i t é d e s a r t i s a n s
piro-guiers sera non seulenleni p:ésen'ée, mais.encouragée'


et une étude sur )e t ransporl- f luvtal


sera nrenée dars ce sens. D.s i iu. ,au" de grande anpleur
pernretLant d anrél icrrer la naYigabi l r té


du f l eu r ,enécess iLan tdes tn r ,es I i ssen len ts i . n rpo . ran ts ' ] ana r , i . ga t i on f l uv ia l cs .appLr ie radep lLLse t l
piLrs à I'avenir st,r )a naurgatioi iegè'" -Q1"nt


à la CO\\'lANAV "ll"
']t Ô"]:-'- t."-


:tt'.'.t:t:u
t"tjo '


i i " ipr i "* sur la pr ivar isat ion des acr iv i tés de constrLrct ion mét-al l ique
el autres âclr \\ ' r tes annexes


e l j e redép ]o ien len Ide ] ' ac . | l \\ , i I é i ; ansDor t f l L r r i a lencn t i -ep r i seàca rac tè recc l : : . t l l e t c ja ]de - ta i l ] e
plus rér iut te. Ces acr ions coirenl êire concrét isées à orève échéance




20 20

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H. Financement du secteur des transports et amélioration du recouvrement des cltarges


d'infrastructu re.


[â politique de désengagenient de I'Elat des entreprises publiques de transport conduira


dans I 'avenir à supprimer toute contr ibut ion f inancière de I 'Etat dans le domaine de I 'exécut ion


Jes opérations de iiansports proprement rjites, à la seule exception des éventuelles contribulions


pour obligation de sen,ice puutic, qri seraient versées en contlepartie des obli-gations


àu'imposeiait I'Eur en mâtière d'exploiration des services voyageurs inlérieurs structurellernent


iéf,t"it ir"t pour les zones enclavées


L,aspect essentiel de la stratésie des relations financières entre I'Etat et
je secteur


concerne ie recou\\ ' rement deS charges d infrastruCtureS. Le GOuvernemel) l fera en sor le que, à


moyen terme. le recouvrement des charges relat ives à j 'entret ien et au renoUvel le lnent des


inf iastructures ol t assulé en toul i té su; )cs usagers, el que chaque usager contr ibrre à ce


recouvrement, en fbnct ion des coûts ensendrés par i 'ut i l isat ion qu' i l ef fectue de I ' infrastructure.


Le Gouvernement effectuera Une étude déailiée Sur le finanCement dLl Secteur et le recou\\.rerrlenl


du coût d 'usage des in f rastructu res, et prendra les disposi t ions âdéqtrates'


En particuller pour le sous-secteur ferroviaire' la RCFI'{ sLrpportera la chârqe cie


l 'entret ien et du renouvel lernent des infrasrrLrctures dont el le assure la sest ion et en répercutera
Ile coût sur Ies usasers par I ' intermédiaire d s tar i fs de transport .


La f iscal i té des transports rout iers qui . actuel lement ref lète ntal le coût d 'ut i l rsat ion des


infrastructures engenciré par les divers utiLisâteurs des infrastructures routières, Sera réexattitttee


de manière à assurer un mei l leur ecouvlement deS coûtS d'entret ien el de renou r . 'e l le| I ren I des


infrastructures, notânl trent pour les l ransports rout iers lourcis de nlarclrandises t de voYaqeurs


I . RéOrganisat ion de l 'administrat ion et de I 'entret ien des infrastructures rout ières


[æ réseau routier du lr'{ali compone environ 15 000 km de routes, dont 2 500 krn de


routes bitumées et I -500 km de routes modernes en terre platicables en toutes saisons. Ce réseau


représente un des actifs les plus importants du pays, sa vale-ur de renouvellenlent étant estlnlee


à ànviron 300 mi l l iards FCFA. L 'agressiv i té du traf ic des poids lourds. et tout spécialenrent la


désastreuse prat ique des surcharqes. l ' lnsuff isance d I 'entret ien courant el pér iodique rr la lgré les


efforts consànt is. antènent le Couvernement à poursuivre le redressement de la s i tuat ion par une


lut te réel iement ef f icace cOntre Ies surcharges deS poids lourds, une at lé i iorat ion et une


réOr -gan iSa t iOn co r r rp )è le d I ' e : t re t i en tou t i e re t l a m tseen p iace de n lecan iSn res app rOpr ieS pOu :


en garant i r le f inancenent. t -a col i t ique du Gouvernenrent dans ce domaine st déf in i c l dessot ls.


1 1
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1 2


1 . Un réseau routier Prionrâre, sur lequel
I'entretien doit être concentré' a été défini


récemment avec une longu"ut d'environ 9 000
km le coût annuel nroyen de son


;;;;;;;; ;t; dl.nui.on lô milliards FCFA' L'affectâdon
régulière cies ressources


correspondartes est une des lontpot"n'"t essentielies
de Ja straté'gie du secteur' Le


Gorvernement affectera ot' t"'*uit*' à hauteur suffisante Pour
assurer l'entretien de ce


rése:u.


Le Gouvemement procédera à la ré-organisation de la D. irection
n{ationale des


-I ravaux


Publics (DNTP), qui est "tt*lÈ*"nt"
'"tponsable de l'ensemble du réseau routier' à


i'exception de certaines pistes rurales, confornlémeni aux principes
stlt$anls :


( i ) I 'ad ministrar ion centrale de la DNTP col lsen'era l seule responsabi l j té
des etudes


générales, de la normal isat ion, de l 'é laboratron des éléments de
la pol j t lque


générr. l " , de la programnlat ion de l 'eniret jen 3l du contrôle '


( i i ) les structures terr l tor ia les e spécial iseront dars le sui" i
c iu resaau rout ier


(const iLut ion, mise à jour et exp)oirat ion r i 'une banque de dorrnées) : et
dans le


contrôle d 'exécut ion des travaux d'entret len'


( i i i ) 1 'exécutton proprenlent r i l te des l ravat lx d 'er ' t re i ien ( l 'compns l enirei len
couranlJ


sera conf lée à terme dans sa quasl- totai i té à des entrepr ises pr i r 'ées'
se)on r les


procédures de mise en concurrence Un groupement de consultants
pr l \\ /es a\\ /ec Lln


statut jur id ique et des moyens et modes d' inten'ent ion adéqtrats '
et possedant


I 'expei t ise nécessaire .ppo,t" 'u son apptr i à la DN' l 'P Dans cel te
fornlule


l ,object i f est d,oblenl*nË amél iorarton imntédiare de I 'ef f lcacjré de l i . ler 'ent ion


de la DN-I 'P et un transfer l de savoir ia i re au prof i t des cadres nat ionaux
des


sc r leu rs Pub l i cs e l P r l \\ c (


L-e grot lpement tnLervlendra conlnte l t4ai t re d Oeuvre potrr la gest ion du réseau


rout ier et la programnlal ion de I entret ien ausst bien courani que pér iodique'
en


maître d 'ouviage Oetegue pour I 'enrret ien courant el en asslstance t chnique
pour


les autres travaux -


[-e Gouvernement, conscient que le succès cje ]a nouvel le pol i t rque d'entret ien
repose sur


iJ-..g"n." d'entreprises privées aptes à realiser efficacement les ttavaux d'entretlen


faci i i tera la ler 'ée des contraintes qui pèsent sur el les, par :


( i ) ) ' a J l é g e n r e n t d e s p r o c é i l u r e s r l e n a s s a i i o n c ] e s n l a r c l l é s d . e n l f e t l e n c o u l a ] l I t | i e
règlenent raPide des lacnrres;


( i i ) l 'assLtrance d un plan cje charge à r lot 'en lernle '


I


2 ,


3 .


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l ' a ! r ! . I




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1 3 - i " {


l-e Gouvernement procédera
à l'ouverture d'un coml11^-slecial


auprès d'une banque


commerciale où seront affectesles
credits d'entret'"11o:t:t et I'alimentera


régulièremenr


oar les soini du Trésor' c" -;iL
;;;';"tJ p"' rt DNTP pour accê\\êrer


le paiement oes


travaux d'enuet ien couran I


læ Sen'ice du Matériel des Travaux
Publics (Slr{TP) sera transformé en


entreprlse oe


location de matériels ' gt"ton uu'ono*e
pour améliorer son fonctionnement et


permetlre


une mise à disposition o" *J#;;;;"i';;;;;"'-'
des matériels dass de meilleures


cond i t tons '
l-a fu,u." entreprise sera Privatisée


à moyen terme'


I-e Centre de perfectionnement des
travaux pubiics réorientera ésalelnent


son action pour


satisfaire les besoins
(jt fo'*uuo"'at' "n*"pt'"t


privées' en suppiéntent de celtx
oe


I 'Ad nt ln lstrauon '


Le Gouvemement appulera l'action
de la Direction Nationale des Transports


(DNT) par


la mise en place d,une assistarce
rechnique par objectifs, en vue


de renforcer Ies


attributions de la DNT t" ";;;;;
à;ài'aÀ gËnéralei' planificauon'


réslenrentatron '


contrôie et en son rôle d'observatotre-


Le Gouverne:nent procédera à une
étude globale de réorganisation des


N'{inistères chargés


des Transports et des l ravaui
pt;'tt' tia la modernisation de leurs sen'ices


rlotanll'llent


i. à"t u.,iont de
forniation et de perfectionnemenl'


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7 .


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i 7 4


l-e présent plan d'actlon vise à identifier et programmer
les mesures à prendre en vue


d'aueindre les objectifs de ia folitique
nationale à'ns le secteur des transports (hors


infrastructures routlères, ""n'po"
it"ot'iui" ; transport aérien et environnement qui font


1'oblel


de plans d'actions séparés, notanlment en ce qul concerne
:


(a) L'inten sification de la concurrence sur le marché des
transpoirs terrestres de


nrarchand ises,


(b) La résorpt ion des surcapaci tés de I ' industr ie des transpons
rout iers '


l - 'arnél iorat jon du fonct ionnement des corr idors de transPolts
intemationaux ;


Les transports de Personnes '


l -â restructurat ion de la CONIANAV el des ADN4 ; et


L 'améi iorat icn du recouvrelrent des charges d' infrastruclures'


A. Intersi f icat ion de la c0ncrtrrettce sur les nrarchés des transports
terrestrcs


(c)


(d)


(e)


(0


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Dans ies n )e5u Ie \\ env i sagées l e :ouve rnemen l s -ensage a :


(a )con t i nue rà inc i t e r j eso rgan isn resé ta t i quesoupa ia -é ta t i quesà recour i r s \\ ,S té i l l a t ] qUen len t
à la procédure o'appei d 'of f res pou' to ' i les t tansports de lots inrportants


de


marchandises. une circulaire ,iu lt{inist.e char-gé des Transports sera adressée
atlx


responsab lésdeso rgan ismessus -c i t ése t -auxau t resdépar ten len tsn r in i s té r i e ] sa f i n
d . i n c l u r e d a n s i e s c o n t r a r s ' p ) a n s d e s o r g a n i s m e s s o u s l e u r t u t e ] ] e l e r e c o L i r s a L : x a p p e l s
d'offres pour les transports de leurs marchandises ; et


(b) in iégrer dans )a réorganisai ion r je la Direct ion Nat jonale des Transports (DNT) la
fonci ton


" cl 'obsen,atorre des tlanspons". t-a DNT sera appu,yée par une assiStance t chnique
pour


la nr ise en place des ,r ' r ,èn," , c j ' lnformarion et I 'enttÀînenlent des personnels, av2nt f in


i99.1. Les termes de ré;érence pOUr cet le assistance s ront présentés avant f rn Décembre


1993 et I 'assista,rce mise en place en nl i 1994'


B. La Résorpt ion cles surcap:rci lés dc l ' lndt lstr ie des
- f l l r rsports Rotr t iers


P a g e 1 3




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1 5


B. I-a Résorption des surcapacités de l'Industrie des Transports Routiers


le Gouvemement mettra en oeuvre :


(a) Une étude détaille€ sur la situation du parc automobile, noamment son éat et sa
capacité


après exploiraion des campa-gnes de réimmatrjculation et de contrôle technique des


r,éhicules.


(b) une relecture du code de la route et de ses textes d'application. Seront en outre.élaborés


les textes sur les transpons de matières dangereuses, les fansports exceptlonneis , cette


relecture inten' iendra u p)us tard en mi l ieu de I 'annee 1995'


(c) une opérat ion de rér r malr icu la l ion du parc automobi le : pour laquel le une assistance


technique sera mise en piace pour appuyer la DNT dars la préparation de cetLe canlpagne


et I'informatisation ciu iichier cartes grises, au plus urd à compter mi 1994. Les ternles


de référence pour cetle assistance r chnique seront élaborés avant le fin 1993. L'opération


de ré-i mmatriculation iu parc automobile devrait être entièlement acher'ée au plus tard


f i n 1 9 9 5 ; t


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une opérat ion de conirôie technique des r ,éhicules dont ia première. sera ef feciuée


simult inément à ) 'opérat ion ré- immatr iculat ion durant l 'annee 1994. Les terntes de


référence pour la séiecrion des structures de contrôle prir,ées seront élaborés, et les


.ontrats uu.. les firmes retenues préparés pour la fin de I'année 1993 : I'opération de


contrôle elle nrôme débutera en 1994
-,


l-e renforcentent cies opérations actuelles de contrôle des charges à I'essieu par la


réparation et ou le remplacenlent et l'acquisition de nouveaux appareils de pesées La


mise en place des nouYeaux points de contrôle et Ieur entrée en sen'ice doit intervenir


avant fin 1994. Les nouveaux points de contrôle seront sélectionnés en Novembre


i993 ;


Des campagnes cje sensibilisation en direction des transpofteurs sur les effets négatifs des


sLrrcharges sur les routes et les véhicules , particulièrement à la veille et durant chaque


saison des pluies, la prcmière câmpagne devart démarrer en septembre 1993 ;


L'élaboration des texies reglementaires pour sanctionner les infractions en cas de


dépassement de,s char-g:s admissibles et leur mise en application coLrrant 1994 '


La poursui te des opéra: ions de contrôle technique t des surcharges Par les structures


susci tées, avec appl iczlron des sarct ions dès f in 1994 ;


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1 6 - i


(i) Une interdiction' pour une période
de


::"it 11.) i"l:.^îsceptible
d'être étendue' de toute


importation de vétrictrte gro! porteurs
d' occas-r'1"^iyit plus de quatre (4) ans d'âge-


Le


texteréglementai '"yu'f ! ' "n"" 'umisenoeuvreauplustardlerJanvierl994'apresune
campâgne a'info'tauon ît a;t"pL;tut;on


le projet dt t"^t" sera élaboré en Décembre


\\993 -


C. Amél iorat ion du fonct ionnement
des corr idors de transports internat i0nâux


Lf Côuvemement s engage à :


( a ) n e r e c h e r c h e r d a n s l , i n r n r e d j a t q u e l . a m é i i o r a t i o n c i u f o n c t i o n n e n r e n t d e s c o r r i d o r s
ex i s tan tse tàp ius long te rmedeceuxqu i réponden tauxob jec t i f sdedésenc lavemen | .de
. i" ,p j , i i i " i ,a, i " , "nubj l i 'é ' et d ' intégrat ion


économique sous-régionale '


f t ) reche rche rencooPéra t i ona r ,ec lesau to r i t ésdespays r ,o i s ins , l am iseenoeur , ree f |ec t i ve
de la procéiure TRIE pour le t ransl t routter ;


(c) rarifier l accord routier conclu avec le Séné-eal
en Avril 1993 ;


(d) poursuivre la simplitrcation des procédures
douarières et la limitation des contrôles


pol ic ierset l ,an]él iorat londelacompétenceetdescondit ionsdetravai ldesagentschar.gés
du contrôle. na, at'poot'on' conc'ètes seront


élaborées et mjses en oeuvre par les


sen' ices concernés durant l 'année 199'1 :


{e) suPprlnler les proceourrs de pt ogrant
r t :at io". d '^t l - f t e l de ciél lvI ' rnce des autor isat iLr l ls


de char-eement p,u"q'^J' "ti'"li"ttnt
par la DNT et les Entrepôts naliens l-a DNT


informera les Entrepots Àaliens er les opé'ut"u"
économiques de ces nouvelles disposl


tjons nolanlment par voie de presse écnte et parlée
avant fin 1993 ;


(0abo l i r l . ob l i ga t i onpour lesmarchand isesma l iennesde t rans i te rpa r les ins ta - l l a t i onsdes
Entrepôls maliens à Abidjan, Dakar 9t


l-amé et rranslert de ces installations à la Charnbre


de Conrnerce et d,lndusirle'du Mali, et restru ctu ration ,
ou pnvatrsati.on de leur gestion'


oUfetrocesslonauxaulor i tésportua]Iesconcerneesenechangedecondit ionspart lcul ièIes
de t ra j t emen tdu f l e tn ra ] i en ,ap rèséva lua t i ondesme i l i eu resa ] te rna t i vese t l enégoc ]a t l on
tles anciens u."ordr. l_lé""luation d"s alternatives devrait


intervenir au plus tard en Juin


1994 ei les dispcsi t lons arrêtées mises en exécut ion au
plus tard f in 1994 '


( g } i a i l e r e : : r d L l e c t e n t e n l p a r l e s s e n , i c e s d e ] ' E u r . ] e s d r o i t s d e t r a f r c m a r i l i t : e . n ^ a t t o l t a u x
nonex l ]o i t éspu , } . , u , ' . ' . n t sna t i onauxma j jens ,da r rs l ' a t t en tede ] .abou t i ssemen tde
ia con. i r ta l ion ,ég'" ; i ; P;" ce faire ' ia s i tuat ion


actuel le doi l être revr:e af in de


suplr i r - : i ' tout nlonoPoie de fai l ou tente r ie s l luat lon ;


i \\
t _ -


I ra3e 15




26 26

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f l 7


(h) poursuivre la concenarion avec tes pays de la region'
sur l'évolution de I'organisation du


trafic maritime, "t "*t*int'
f inflùnce du système actuel de répartition du


trafic sur le


coût du ranspon rnut'iirn" 'upponé
par I'economie e-t les consommateurs maliens'


D- l-es Transports de Personnes


IndéPendamrnent des mesures


Gouvernement s 'engage à nlet t re en


circulation automobile Par :


- { ' a


dc contrôle technique 6s5 r'fhjcules' el de surcbarge' le


".""i"
a.i actions en vue d'améiiorer la securité de la


"l
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(a) des campaenes de prérenl ion rout lere;


(b) des act ions de format ion; et


(c) le perfect ionnement des moniteurs d 'auto-écoles t des
inspecteurs de permis de conduire '


E. Restructuration de la CO]\\'IANAV et des ADM


I-e gouvernenlet'll s'engage à mertre en oeuvre ies acÛons
ulvartes :


- CONLAIT.A\\/


l - a res t ruc tu ra t i onde laCON{ANAVes tp révuepour l ' année1994 'avecsa t rans fo rn la t ron
an un" ou plusieurs sociétés à gestion privée. L plan de


restrucluration sera présenté courant


t994.


Par aiLleurs, une étuoe sera merée sur le transport fluvial
Læs termes de références de


cette éiùde seront présentés ciébut 1994'


ADM


En
rechercher
1994.--


/ i,,
(- _,._,


--


ce qui concerne les
' 'Aéroports du Mal i (ADI\\4)" ' le gouvernement s 'engage à


des oartenaires potentlels pour trar:sformer ADIVI en socjété d'économie
mlx're courant


Pase l ô




27 27

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T B


F. Améiioratiôn du recouvrement
des charges d'infrastru ctu res


L,e gouvernement s'engage
à mener une étude sur la réforme du système de


axation des usagers


r l es ln f ras tn rc tu res .no tammentde la rou te 'envued ,assu re ràmoy"n te rme ]e recouv remen tdes
chargesrelat ivesà},enrretrenetaurenouvei lementdesinfrastructuressur lesusagersenfonct ion
rles coûts qu,ils engenoren, f- t'ua,ti*uon


de ces dernières . ks termes de têférence de
ceite


érude seront élaborés avarr;i-1994
et l'étude lancée avant fin 1994' Sur Ia base des résultats


des études le Gou'ernement s,engage à
mettre en oeu're les réfornres nécessaires dès la fin


cie


I 'annee 1995.


,./.- ]
. 1 t . :( - - ' v


: P 3 q e ) 7




28 28

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1 e


d'action vise à identifier et programmer les
mesures



prendre en vue


qu"'iu aa.fu*,ion de politique générale s'est assignés
dans le secteur


l-e réseau routier du Mali ccnporte environ 15'000
km de routes dont 2'500 knr


birumé-es, 1.500 km .n ,"r," toà"'nt "il0OO
km constitués de pistes améliorées Un -rese-au


prioritaire de 8 400 km a ete définj en vue d'être maintenu
à un niveau de sen'jce satisfaisant'


compatible avec I'rmportance iu ttufit L'objectif du Projet
Sectoriel des Transports pour 1a


période i994-1998 vise t,entietien
'pJnodique


ou la réhabilitation de 749 km de routes revêtues


en plus de l'entretten courant de roilt it 'e'Lu Ïl:1"'-l-::::"*n
pénodique ou la réhabilitatron


de 1.358 km de routes modemes en terre, l'entretien courart
de 3 000 km <ie pistes améljorees


e tunen t re t i enponc tue ]du res tedu réseaupr ion ta i re ,no tamment lespo in t sdecoupurepar les
eaux, pour maintenir ;u .,r.ut"ilon ll vise iar ailleurs' la


construction de 2?2km de route el de


567kmdep is tes ru ra les .n ia i sauss i ] ' e . cha tc len lâ té r i e ld ' en t re t i encouran te t l ' acqu is i | i onde4
bacs.


B. OB.IECTIFS


læs objecr i fs pr inctparrx de la oo)r i :que dans le secteur
des infrastructures sont énorrces


dans la Déclaration de poirtrque cénéàle dans le Secteur des
Transports. L-e plan d'action pour


l 'entret ien rout ier v ise à déf in ir et piogranmer les mesures
à prendre' not2mlrent en ce oui


conceme:


(al l .af lecut iorr de ressour! îs r l r ranciàres suff isantes pour a5sulrr
I enlrel len du I8raâL


rout ler;


(b) la réorganisat ion de la Drrect jon t 'vat ionale des Travaux Pubi ics
(DNTP) et de ses


senices exténeu"
"n


t'u" d'une meilleure efficience de la gestion du réseaLt et de


1a proeranlmat ion des : l resi issements ;


( c ) l ' exccu t l on oes l ravau \\ d en l r ' t t en à l enuepr i se p r r vee
dans i eu rq -uas i - t o ta l r t e '


a t e r m e . " , , . , " t * " à u n e A g e n c e d ' e x é c u i i o n p o u r a m é l i o i e r l ' e f f i c a c j t é d e l a
DNTP:


ar la mise en oeuvre des mesures(d) Ie développement des entrePiLse: p"ut: t P
apptoprrees pour lever les contiainles qui pèsent sur leur fo:'cttonnen)ent ;


y conrpr is ia format ion. Êcui nrener à b ien ie


l-e présent Plan
d'atteindre les objectifs
routier.


(e) I 'a ls is tance technique récessai re '


proglamnle.


a \\
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L _.-'\\:


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2 0


C. Affectation de ressources financières
suffisantes pour l'entretien du réseau routier


Pour cela, le Gouvernement s 'engase à :


(a)


(b)


l imi ter durant la pér iode 1994-1998 les invest issements
à ceux prévus dans le


Proiet Sectonel ries TrarsPorts ;


les montants minimaux ann uelsaffecter au budget d'entretien courant des routes


suivants:
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1994
1995
1996
1991
r998


13.880 mitlions de FCFA


garantir la riisporibilité de ces fonds, en les versant, par tranches nlensuelles
à


l'avance , dans un compte sPecial ouvert dans une banque
conlmerciald au nom


du Ministère cha;gé des routes qui sera responsable de la gestion autonollle
0e ces


crédits. læs textes pofiant création et organisation du fonctionnement de ce
cornple


seront promulgués avant fin 1993 et le compte opérationnel dès le ler
Janvier


1994. l-es pro1eis de textes seront soumis aux bailleurs de fonds avant fin I993;


assurer la disponibilité des fonds cie contrepartie nécessalres pour I'exécution
des


programmes d entretien pénodique. de réhabilitation de construction'
de


?ori^tion et de iourniture d'assistance technique, co-ftnancés Par les batlieurs
de


fonds du pro1et: et


revoir annuellement et en concertation avilc les partenaires extérieurs, les priorités


des opérat ions du programme d
' invest issement en fonct ion de l 'évolut ion de


I'exécution du Projet. du contexte macro-économique du pays' et des études


détailiees des pio.lets rouliers figurant dans le projet sectoriel des Transports'


2.500 mii i ions de FCFA
2.720
2.820
2.810
2.970T


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(c)


(d)


(e)


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Pa_le 19




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) , r' . { l


D. Réorganisation de la Direction Nationale des Travaux
Publics


I-e Cou',,ernement s'enga-P:e à :


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(a) procéder à l'étude de réorganisation des


Transports avant mi 1994 et à nettre en


f in 1994 ;


Ministères concernés par le secteur des


oeuvre Ia nouvelle réorsanisation avant


( b ) i n c l u r e d a n s l e b u d g e r d e i , a l n e e l g g 5 e t d e s a n n é e s s u i r ' a n t e s s ' i l y a l i e u , l e s
provls lons necessaiàs pour Ia modemisat ion de I 'Adminisrrat ion et pour défral 'er


les coûts afférents
"u,


tout'"n'tnts de personnels et à la réorganisatjon de


man iè regénérz ie . ycompnsce l l eduSen ' i ceMaté r ie l sdesTra r ,auxPub l i cs .Ces
prov i s ionsse ron td i s t i nc tese iadd r t i onne l ]esauxbudge tsd 'en t re | l en rou | l e r .


(c) appu; 'er lacr ion de la DNTP pa; le recours à une Agence d'er&ut ion
qui aura


en t reaUt IeS ,àcons t i t ue re texp lo i t e runebanquededonnées roÙt jè res ,àé iabo re i
les programmes de maintenance routière, les budgets les normes les dossiers


des


travaux relat i fs à ces proeramtnes, en relat ion avec les sen' ices de I 'Adminis


tration, et en oeuVrant au dél'eloppernent des moyens el conipétences locaies
en


nlat iàre d'entrepr ises de travaux et de bureaux d'études et de contrôle '


( c I ) i n c l u r e d a n s l e s d o s s j e r s d ' é t u d e s e t d e t r a v a u x l e s n t e s u r e s r e ] a t i r , e s a u x l n l p a c t s
sL I r i ' env i ronnemen t ;


{e} nlettre en oeuvre la nouvelle or-ganisation comptab)e de Ia DNTP dès 1994
après


achàvenlent de l'étude projetee . el


( | ) | r a n s f c r l n e l l e s e n , i c e d u n r a t é n e ] d e s t r a v a u x p u b l i c s e n s o c i é t é d e ' l o c a t j o n d e
n a t é r l e l s à g e s t i o n a U l o n o m e . d è s a c h è r , e m e n t d e ] ' é t U d e r e ] a t i v e à c e t t e
transformation et avant fln 1994'


l , anou re i ]eo rgan isa t i onder , rapa r t i cu i l è ren len tve i l l e rà l . a l l ègen ren tde l . t n ten ,en t :on
de l,état et à limrter son champ d'action àux études générales à la planification et


progranlnration


à ] a n o r m a l i s a t i o n . à ] ' a n i m a t i o n e t a u c o n t l ô ] e . E ] l e m e t t r a l ' a c c e n t S u r l a d é c e n t r a ] i s a t i o n a u
niveau des Directions Réslonales et à la réduction des effectifs de l'administration


Les nresures


d'accompagnen--nt de cette réduct ion des ef fect j fs de I 'administrat ion seront mises
en place de


concert avec les paitenaires au ciér'eloope rn n t


[ \\


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E. L'exécution des travaux d'entretien à I'entreprise


k Gour 'ernement s 'engage à :


_ r {


privée


( a ) r e a l i s e r l a t o t a ] l t e d U p | o g r a m m e d ' e n t r e t i e n p é r i o d i q u e e t d e r é h a b i l i t 2 t i o n p a r
contrats à I 'ent iePr lse Pr lvee ;


(b) contractua-liser tous les travaux d'entretien


encore exécutés en régie ;


courant, v compris ceux qui seialent


(c) abandonner progressir,enrent L,exécutron des tra\\'auX en régie et inciter ]es


e n t r e p r i s e s p n r , é e s e | | â c h e r o n s à r é a ] i s e r ] e s t r a v a u x d ' e n t r e t i e n - L c S t a t l X d e
réal isar ion des i ;avaux d'entret ien coùrant à l 'ent lepr jse devrai t r .ar ier dans une


plage de 70 à 80% durant la pér iode 1994-1998


(d) facr l i ter la nt ise en oeuvre de l 'exécut ion des travaux à I 'entrepr ise pr i i 'ée en ies


con f i an ten tna î i l i sed 'oU \\ , ragedé léguéaugroupemen tdeconsu lnn tsqu iu t i l r se ra
pour cela un nlâruel c ie procéciures spéci f iques acceptâble pour ie Couvernelnent


et les bai l leurs cje fo; lds du Proiet .


F. Favor iser Ie développeniel l t des entrepr ises pr ivées nral iennes


Dans le cadre du développenlent du secteur pnvé. le Gouvernernent s 'engage à :


(a) procéder autanl oue possible au découpage des travaux d'entret ien en lots


réalrsables par le\\ pel i (es enlrepr i res :


(b) fournir une assisr: .nce t .hnique aux pet i tes entrepr ises ainsr que des act)ons de


formation;


( c ) i n c l u r e d a n s l e s p r e s t a t i o ; . r s à f o u m i r p a r l a n o u v e l l e s o c l e t e d e l o : a t i o n d e
maté r ie l s , ] a loca i i ondematé r ie i sde t ravauxpub l i csausec teu lp r j \\ , émd ien ;e I


(d) meftre en p)ace ies procérJures nécessaires pour le palement rapide des entrepr ises,


tâcherons et canlonniers (palement au plus tard i5 jours après le dépôt de facture


Par le Prestatatie de sen'lce)


- \\
/ Le-- '


l):rge I l




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2 3
G. Assiçtance technique et formation


L'assistance technique nécessaire pour appuyer ia réorganisation du À{inistère dont
'particulièrehent


celle de la DNTP, sera mise en pJace , pour. développer les compétences des
entreprises privées, et engagera des actions de formation et perfectionnement du personne) de Ja
DNTP et des entreprises privees. L'assistance t chnique consistera en :


(a) Des inten,entions ponctuelles d'experts pour la mise au point, I'instâllation et le
ciémarrage de nouveaux systèmes de gestion, dont celui de la comptabilité, aussi
bien au niveau central que ré.lional ou iocal , et


(b) Des intervent ions ponctuel les d 'experts pour assister la société de locat ion de
matér iels dans la mise en place de la nouvel ie organrsat ion et les entrepr ises
pnvées à antéliorer leur gesrion et ieur technicité.


Dans Ia mise en place de la nouvel le or-ganisat ion le Gouvernement s 'engage à :


(a) Préparer les termes de référence pour I'assistânce technique avant fin 1993 :


(b) Mettre en place l 'assis lânce t chnique selon un calendr ier convenu avec Ies
inst i tut ions qui f inancent Je piojet ;


(c) I\\,lettre en place avant fln 1993 un système d'évaluatjon de I'efficacrté de
I 'assisknce technique . et


(d) Rér, iser annuel lemenl avec les bai l leurs de fonds du projet ies besorns cn
assistance t chnique. Ces b:,çoins seront déf in is après avance: lent des études ur
J 'organisat ion conrptable. la réor-ganisat ion du Ministère et la t ransforntat ion du
Sen,ice Matériel des Travaux publics.


En matière de formation, le Gouvernement s'engage à :


(â) Restructurer et renforcer ie Cenlre de Perfectionnement des Travaux Publics pour
étendre ses act iv i tés à I 'ensernble du secteur des transports et pour at teindre aussr
le secteur privé,


(b) Mettre en oeuwe les prosrainntes de formaLion déf inis dans les étuoes ou
prosralnme plur iannuel c j €nirei ien et de déf in i t jon des besoins de forr lat jon du
secteur. Cette dernière érude coi t être larcée avant f in i993.


Les Drograntntes annuels de fornrairc,r seront soumis chaque année. au mois deluLn. à
l accord des bat l leurs de fonds du projet . l -es ci ians annuels de fornat jon seront présenrés chaque
arnée aux bar l leurs de fonds, au plus tard i t : to is d,août.


r't'f
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tEGôuvemement s'engaee
à confler la misee-n oeuvre de la composante


"routes" du


Projet Sectoriel a"s fI.tnspo'ti:t-un
g'oupt*tn' de consultants iocaux et extérieurs


L€ contrat


avec le grouperrent rentrera
;;;g"J; aas leaeuut de l'année 1994


L'e Gouvernement confieta


les tâches suivarres à la strucrur.J
: la maîtrise d'oeuYre pour la gestion


du réseau routier dont


la programmation de tous *-r l.uuu"
d'entretten er de réhabilitation , la maîtrise


d'ouvrage


délé.eué Pour les travaux 0
entretien coutart ' I'assisunce technique


pour le's autres travaux


rouriers et à l'appur "u
too'O-inuou' du projet' Les ob-jectifs principaux


de la structure sont:


2 4


H. L'Agence d'exécution
de Ia composante routes


I. Les routes ru rales


I - e û o u v e l n e m e n l s ' e n g a g e à


l-a mise en oeuYre de la composante loutes
d^u projet dans les nreilleures


conditions d'efficacrte. ",
t'liri-t- t"t objectifs àu projet et ceux


déflnis


c i -dessous ;


(b) Le développemeni des compétences mal iennes four
une mei l leLrre gest ion du


réseau routter et û3 son "nrrËtien
aussi bien au sein du groupenlent que dans


les


s e r v i c e s d e l A d m : n t s t r a l i o n ; e t


t-e développement des moyens locaux d'études
et de réalisatlon p"t .Yl:


;i?;;?;"ùs'T:îiï,i;ï:lî"#::;:,ïH,I"*lliiiï; j'li',;iiÏÏ
efficace des marches s v raPP


entreprlses.


(a) proêéder à f inventarre du réseau de pistes rutajes
courant 1994 en définii les


statuts. les sen'ices en charse er les màdes de financement
de ieur entretren et de


leur construction avant fin 1994 ;


(b) en déhnir les normes de construction et de réhabilitation ;


(c) préparer avant mi 1gg4 des études de fatsabi l r té technrcô-écono
t Iqu e de queJques


a - x e s d e d é s e n c l a v e m e n l e l d e d é v e l o p p e m e n t a g r i c o l e , f i n c l u r e l a m i s e e n p l a c e
des bacs pour le f ranchissement de cours d'eau : el


(d) Dreparer avani mr 1994' un Progiamme d
opérat ions pi f" t" t d-11"^-1i ] l


coi lecr i l , i tés ]ocales pOur 1a pr ise en charge r i i recle de
i 'entret ien des p]stes, aples


ieur réhabi l i tzt ion ér 'entu: i le Par l Ei21


( 1 P a g c i i




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- t \\


Ce programme consistera à identifier cert'aines pistes rurales, les collectivités
en charge


et un accord de ces dernières pour les enFetenir à leur charge avec du petit matériel
de travaux


foumi par I'Etat.


J. Suivi du trafic automobile


Pour la collecte des élémens nécessaires à la Banque de données routières, le


Gouvernement s'engage à :


(a) poursuivre les opérations de comptage du trafic;


(b) renforcer le contrôle des charges par essieu, en relation avec la DNT; et


(c) mettre en place un système de statisriques d'accidènts de la circulation routière-


Des dispositions seront prises par ailleurs, pour renforcer Ia signalisation loudère el


mener des campagnes de prévention routière.


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12 présent plan d'action


vise à identifier les principales
,a,"n"i"i" T", îUL "Jrii,


a" r" politique générale pour le secteur des


le secteur ferrovtatre-


mesures à Prendre en
vue


transports, noumment pout


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Le chemin de fer.;oue un rôle
essentiel dans Ie système des transports


du N{ali ll est


ioutefois soumis, pour ' " ' 1 ' - 'po' i '
marchandises intemau;naux' à 'ne iorte


corclrrence cie


I 'axe routier au départ d,A bldlani
aon.u.ran.a qui s'accentuera encore dans


les prochaines a n nees


à la faveur notammenl o. ,iÀélioru,ion
des infrastructures IoutièIes- Pour'l'essentiel'


la


politique atrêtee pour l" '"" ';;;;; f;;rovialre
dans la Déclaration de Politique Générale


pour


ie s"cteur des rransporrs u,r" ilïÀior",
r'efficacité er.ra compérrrivire du.lr^a1:p.:rr


par.lhenin


de fer. grâce à la transformatio*n' à"
'r"


nagi" du chemin de Fer du lr4aii (RCFM)
en entreprrse


à caractère résolument commercial'
en concurrence active avec les autres modes


et entreprises


de transPon


Læ contrar_pran srgné enrre l,Ear
er ra RGFM pour la période 1992-1993 a


pose les


jalons pnncipaux de cette tt*'fo't' 'ion
de la RCFM-e-n entreprise commerciale'


l-es acltons


déjà entamees ,"ron, "O'.oronÏi",


'rrr'fl
peri"a" l.gg4 96. Un pian d.entreprise RCFIr''


pour Ja


dite pénode seta prepare oo"'î tou"n''du
deuxièrne semest; 1993 et adopté par le


Conseil


d,Aàministrat ion RCFM au pir ; ; ;Jr ;
15 Décembre 1993. Sur la base de ce plarr


d 'entreprtse'


un nouveau contrat-plan 199;:96 ;;";é;ocié
avec


l'^t:^t.."t "ntt"t"
en vigueur en Mars 1994


l-es pnncipales dispositions aa"êt"t'
selàn ies cas' soit au niveau du Plan d'entreprlse'


solt au


iirl"â, a u
'Contrat--Plan,


concernent les aspects urvants :


A. Cadre inst i tut ionnel


L e s n o u v e l l e s " r è g l e s d u l e u " d e l ' a c r i v i t é f e r r o v i a r r e s o n t d é f i n i e s p a r l e c a h r e r c l e s
charges RCFM approuvé pu' a* i" tn.gl


254|P-RM dl 2310111993. L 'adopt ion d'un
l rouveau


statut juridique, qul reste u aJn"i'' devra
donner à I ertreprise ferroviaire une autonomie


de


glJài-..,'ira,:: 9i"lï: i:iij:, i::,:.ï*'"1i;',iï'::lill'"ïil'"'iiJ'::'i,il:",:'lient iè re lnent responsab l l l see en I I rd r iÉrc " ' P ' : ' i " ' ' - ^ - , , , ^ - , r , , . ^ - . - ; r , l ' a , . lm in is t ra t io i . r de
définition des règles d" g"'t'oln dt son


personiel' ia, cornposition du Conseil d'Ad inrstri


l'Entrepnse fera ttne pt""" ';gnintutiue à
d"s teprésentânts du monde des affaires


B. Dér 'eloppement de l 'act ion eommerciale '
Ser l ices exploi tés à t i t re d 'obl igat ion


de


lï:tîriir:t';rroviaire inrensifiera son
acrron.commercrate sur tes secreurs fenrzbles


de


l'acrivité feirovtatre er poursuivra l'abancion
des sen'ices et activilés déficitaires


"En
marière cje t raf ic marchaldises internai ionaux.


premier donraine cle i 'acr iv l té ferro" ' ja l re
la


créat ion d'une slructure tu '"rnunt l t to |1 l
l rercial isatron sera recherchée avec ia Société N;r t ionale


des chemin cje Fer du senegJ tsNCSi .
un effort partic.ulier sera porté au développeDrent


des


transports des hydrocarburJ'- et Ot tot""n"t ' "
D"ns le donaine des transports voYaqeurs


i n te rna t ionaux , la c réa t lo r l c l 'une s r ' r t t c i l : re
con l ln l lne à ges t ion pr i rée sera recherchée


pa i )a


RCFNI e r 1z SNCS


e\\r l 'age 2-i




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2 7


I-es services voyageurs nâtionaux déhcitaires ne continueront à être exploités que si I'Etat


I ' impose à la RCFN,I , àans le cadre de convent ion d'exploi tat ion à t i t re d 'obl igat ion de service


pub c, avec versement par I 'Etat à la RCFM d'une contr ibut ion adéquate : cette quest ion [era


i"objet d'une attention particulière lors de la négociation 6u çon1r21-pl2n 94-96


C. Amél iorat ion de la coopérat ion RCFI{/SNCS


L'amél iorat ion de la coopérat ion RCFM/SNCS, actuel lement nettement ' insuff isante,


const i tue un des déterminants essent iels de I 'accroissement de I 'ef f icaci té et de la conrDél i t l \\ '1té
des transpons marchardises internat ionaux. Outre la rnise en piace d'une structure commune de
commerciaiisation des services déjà signalee, ia coopératjon sera renforcée pour ce qui concerne
la gestion du parc wagoos et I'acheminen'tent du trafic tnteinalional marchandtses.


D. Râtionalisation des effectifs


l-e programme de ratronahsation des effectrfs cie la RCFM ayant pour objectif d'atleindre
en fin de Déiiode des effectifs proches dts eft-ectrfs crbles , sera n'lené penciant la pérrode


1991-98. lc programne s'appuiera essent iel lement surdes mesures de mise à la retraire anl ic ipée
et d'incitâtion au départ volontajre de travaiileurs en surnombre. Il s'accompagnera d'un
programme d'inciration à la création par d'ex-cheminots d'entreprises privées susceptihles de
prendre en charge cenaines activirés actuellement realisees directemenl par la RCFM et qu:


seront sous uaitês, Un nouveâu stâtut du personnel de l'entreprise ferroviaire sera adoplé et le


s1'stème de rémunérat ion reformé af ln de le rendre plus inci tat i f à l 'amél jorat ion de 1z


product iv i té et à I 'exercice des responsabi l i iés. Enf in. un progfamme de perfect ionnemen t du
personnel sera développé. Un calendrier de rationalisatron des effectifs sera fixé de commun
accord. Ce calendner t iendra comDte des invest issements à râl iser dans le sous secteur concerné
par cetle rationalisation.


E. Anrél iorat ion de la Gest ion


Lâ RCFN4 poursuivra ies actions déjà eneagees en matière d'amélioration de la -gestion
interne, notamment pour ce qui concerne la :at jonal isat jon de l 'entret ien du rnatér iel roulant. la


rede f i n i t i on ce l a po i r t : que d 'en l re l i en de l a i o ie . l a s : r : t o l l f t caL ion desp rocedu le r c ie ges t i on e t


I 'Lr t i l isat ion de la m jcro- in format iq ue. Le progiamme cie sous-t ia i tZnce d s act iv i tés annexes ( iors


que ce l te sous r ra iance s t I j nanc iè remen l l I echn loue rnen t i us t l i r ee ) . en cou ls de p lepa la t i on .
sera rlls en oeuvre.


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2 B t " l


F. Programme d'invest'Issements


L'enveropp-e Blobi:.'.?Ë",ïlï;i:ii'*î#ï::*ï;,1::ï:ï,',".:,i":'3:î'iJ;
'milliards FCFA PouT ta Pen


l0 millia-rds de FCFA'


I
G. Equilibre financier de I'Entreprise


ferroviaire


Sousréseryede]amiseenoeu\\ /Jeef fecr ivedesmesuresderes t ruc tura t ion f inanc iè re
I prévues au conrrar-ptan ËtÀiTnce^l


pour la période lgg?llgg3 et du financement par l'Et,t


I de l,opération de rutionJisation ties effectifs, I;entreprise
f rroviaire


,assurera
l'équiiibre de sa


oaçtior f ina,rcièr. r* rr ler,na" r994/199g. L'Ear malien recherchera
auprès des bai i leurs de


I
i ; ; ; i . - ; t ; ;""ment du ;Iogramnre de rat ionalsation


des effect i fs


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2 9 I


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Vtr.1. I-es obi ectifs


l-e plan d'action du secteur aérien vise trois objectifs :
I


parvenir au désenclavement i érieur et extérieur du pays,


promouvoir une utilisation rarionnelle de I'aviation civiie en faisan't apptique, ie


nou,r."u Code de I'Aviation Civile. recemment actualisé à cet effet et adopté par


I 'Assemblee Nat ionale.


effeciuer les investissements nécessaires rentables pour répondre aux condilions


norma.les de securité. aussi bien au niveau de la navigation aérienne qu'au niveau


des aérosares.


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Elles concernent essentiellement :


Il. les infrastructures aéroportuaires et Euipemenrs des aérodromes ouverts à la
circulation aérienne publique et recevant des Iiaisons aériennes domestlques et


réeul ières: I
2 . les radios télécomm unications et aides à ia radionavigation :


ia météorologie :


I'espace aérien et les sewices de la circuiation aérienne ;


la formation du personnel.


I
J .


2l I
I


l-a miseen oeuvre de ces opérations nécessite un autofinancement du sous-secteur aéronauttque


par la mobilisation des ressources de ce sous-secteur pour créer ttn Fonds national aéronautique.


àestiné à ga.mntir les emprunts qui seront contractés auprès des bailleurs de Fonds: elle constste


en ia rétnLution sous forme de iedevances des prestâtions diverses des sewices administtatifs
ei


techniques (Direcr ion Nat ionale de l 'Aéronaut ique civ i le, Direct ion Nat ionale de
la


Météoiologie, Agence pour la Securité de la Navigation aérienne n Afrique et à Madagascar ei


Aéroporrs du Maii) pour iequel un prélèvement pourrail être effectué sur le chiffre d'affaiies en


-qulse de part ic ipal ion au Fonds aéronaut ique


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I 'age 28




39 39

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VtI.3. LE PLAN D,URGENCE
1994'1998


Les besoins immédiats en
investissements concernent les opérations


suivantes :


. Extension et renforcement
des pistes et aires de mouvement


de I'aéroport de


Bamako-Sénou '


. sûreté aéropofiuarre (clôture
des instaliations' séparation des flux


arrivée/départ)
'


uu* uetopois de Bamako-Sénou Moptr
et Tombouctou ; '


. faci l jurron (amenagen)enl des
acropon' ecuipementr el malér ielr


de pistes'


Oltp"""is dà raviaiilement de Bama'ko
Sénou et tombouctou) '


. secunté d'ul i l lsatron oes aéroports
(moyens de lut te conrre I ' incendre disposi t ions


de ravrtar l lemenr ." * , " i 'JLui t .urs
âes


"éhicules
incendie' bal isage lumineux'


bal isage de secours " tOitu '""
- tu" i de pente de descente' moyens radio


etc " ; '


,
. I


. i l


i - - v


i 'agc 21-r




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3 1
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f f iv ise à définir les principales


.r.s oulJis t,rs-, à ,td'i" I'impact potentiel
défavorable


( i i )


( i i i )


mesures à prendre en vue d'atteindre
..


infrasiir.lctures de transpotts sur
l. des projets de construction et


d'entretlen oes


I ' env t ronnemen t ;


L. de I'exploltation des systèmes de transport ;


3. de ia securjté des moyens de trans)oii


L,e Mali est.aiactérisé par un niveau de dégradation
de l'eni'ironnement important llé au


climat défar'orable. à ia désertification à ra cjéforestadon'
et à la croissance de la popuia:ton


noumment urbaine. Ces éléments ont un impact important
sur l 'érosjon des sols et ia baisse de


leur fertilité avec un inrpact lmPortant sui ie 11éveloppement
pastoral la santé Les s)'stènles Ôe


ir-tp""-.""r"i,uent de façon non négligeeble à
Ia dégradation de cet envtronnemenr'


l -e plan d'actron pour la protec:r ! ) i l de l environnemenl
éiaboré dans le cadre r ie la


Pol i t ique Nat lonale du secteur des t 'anspo' l ' r ' ise
à cjéhnir et à prog;anlmer les mesures ulvântes


relatives à :


1. Ia sensibi l isat ion aux problèntes d'environnement '
notâmment pâr :


(i) la dÉhnition et l'adoplion de méthodes et de 'lirectives
d'évaluation des


pro1ets, au niveau de leur impact sur lenVlronnement '


Ia mise en place de sJ's lèmes de sunrei l lance e'r de
ntesures pai l rat lves '


le dévelopoemenr cles capacités locales au ntveau
de l'évaiuatlon des


pro1ets de transpoi i au nl leàu de leur rmpact sur l 'enl ' i ronnernent
:


( iv) I ' lntroduct ion c1e cours relat i fs à I 'environnement
dans les progralnmes de


formation, notamnent au niveau du Centie de
Perfectionnenlen t des


Travaux Pubiics (CFTI') ;


(") l'élaborat.loÛ d'ur: réglenrenation et de norlres
pour le transport des


Prodults dangereu): :


(vi) Ja prtse en consicération cle façon prioritarie
'je: Probllm:s-^1'-U: ' ' '


sécurité des usagsrs oes transPon\\ ei des Popularions
riveraines de-s


in i ras t ruc tu resde : : ; -nspo i tpa roesacL ions i l i n i o r r l l a t i ondepré r ' en t l one i
' c ie sen sibi l isat ; on


.."'' i\\,
. , t )


i t . ,


l-age 30




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( v i )


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2. Au niveau


(i)


(ii)


( i i i )


( i v )


( r' l


( v i i )


(v i i i )


3 2
de la conception des


systèmes de transport


la Présenarion des terres
arables ;


la i imttzt ion dcs opérat ions de déforesut ion ;


l a rn i seenoeur , red ,opé ra | i onsderebo isemen t ,pa ra l l à lemen taux t favaux
àlti*rr-.,r,"' entrainant des atteintes au


couverl végétal ;


la présen'atlon oes zones naturelles protége€s-
telies que forÔts ciassées'


résen'es an;males' sites touristiques ou archéologtques
:


l a o r i s e e n c o n s i d é r a t i o n d e f a ç o n a | r e n t i V e d e s p r o b ) è m e s l j é s a u x
ressoutces 3fl eau et zt-illuutuuriun cies effluents


en zones urbaines '


la pr ise e: considérat ion des problèmes
l iés à la sécur i té iors de


1'élaboratroe des pro.lets de transpon :


la mise en o3lrvre Ôes mesures adéquates pour
assurer des secours efficaces


aur v ic i im:s d3s accldents ,


la ntise en appiication des mesures pour ie contrôle
technique des moyens


de iransport


0 2 Hav T9Û3
BAN,IAKO. IC


Pour le Gouvernement de la Républ ique du Mal i


L,e l\\'lini-çl re des TrarrsPorts


C- i r i les


! ' : 1 g a 1 j


mba SIBIIE
es Co rrst ruct io t rç




42 42

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I
I


MALI
PROJET SECTORIEL TRANSPORTS


PROGRAMME D'INVESTISSEMENT T994.1998
(Coût de base 1993, y inclus imprévus physiques,


non inclus imprévus financiers)


(En lvfillions de FCFA). t
I
I


Entretien courant (Gouvernement)
Pistes rurales (y inlus achat de bacs)
Voine urbaine Bamako
Achat matériels SMTP
Etudes. supervision
Achèr 'ement 5ème Projet Rout ier
Entretien périodique, réhabilitation constructlonx
Composante ferrovtatre
Composan te aér oroPof'uatre*
Assisunces, formation (toutes assistances)


l 3. 880
3. 7-50
1.036
2.100
I .800
\\ .932


79.80'7
10.000


950
3 . 1 4 5


7-5 000


4.750


I
T
I


Total, coût de base


Projets du Nord
Aérodrome Tombouctou (e!ulpements)
Pistes routières


I
I


1 . 2 6 0
3.490


I


Granci Total Général 79. 750


I
I


N O T A :
Si ie contexte nacro-économique le permet et s i la rentabi l i té des


projets de la coniposante aéroportuaire est acceptable. ceu\\ ci


pourraient être relenus dals le cadre de I'examen du progratnnre annLtel


d ' invest isscmeni


Si le Gouverrenrent arr iva i t à fa i re des économies dans Ie cadre oes


appels r t o f f res. c t : -s pro jets pourra icnt Ôtre ra joutés dans la l i rn i te dc


I 'enveJoppe g Job: : lc in i l ra l le : ' t len l rc tent lc


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I




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G. RÉh. rb i l i u t ion r r t "ns r où i5
b i t t l r r l é5 e t en lÉ r re


(millions de F CFA)


1 1 . i 6 6


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.1 000
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I I l t z_Kou t ta l z / L J i - a t t r . n t :


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S:!ou - ts i2


S; .^ou N l ;1 rk a 1a


i . l opr i -Sér 'a ré
i' avrs h' io rrr


i l r t ] - K I l !


l ) r , l r r a D l c l i c n i


i r o u l .


i ! ! . 1


. . r t5
t ' : l t la


I q'|.,;


l r r t a


.'i r)


t 5
l _ i


250
1 6 5
t 6 5


Désignation des Projets


.\\. Entretien courant 6.562


1 . i 4 0


E0,1
1 . 5 6 0


540
9S4


1 9 9 1
1995
I 9 9 4
1 9 9 6
1995
199 i .


E.TniJa,, "
n p g.i n d i q u- ro u t cs bi t um ées


Kouuala-Faramana
Ouan-Sévaré


Fa lad i i Ségou


Srl iasso-Koutiala


Dtamou-G argoutene


Sienso-Ouan


4 . 6 6 S


l 9 E
7 l l
1 6 6
216
? ] E
764


L 127


5 1
3 l


12)
6 l
46


t 8 l
l 5
90


i 991
1 9 9 1
I99a i
r 9 9 5
1994
1 9 9 4
I 9 9 4
1 9 9 6
1 9 9 5
r 99 :


C- . É- r , , r " t ; "n pér iod iqu t r 'u le1
(n l { r rc


BougoL rnL Bado lo


Badogo -Ka lana
Bamako -Kou ramz lè


Sévaré-Bandiagara


Tion-Frontiàre dÙ Burkina
Faso


Boricouni-M ananlioro


i i"i.o-xororto-ntntlièr' dÙ Bu'l:inâ
Faso


l i a,,-es-Sad io la-Djt broua


Ba;nako Kati


Koulikoro -Banamba 3 _i4


5 4
100


n jntt"t i"t pet;trdique piste-s
'rméliorées


Konobou-!:ou Barou3lr


KiÉ-Krounlnkoro


5 . S 1 9


2. 1.14
3 . 4 S 5


E. Corr:struct iotrs nouvellLS


Nroro-Cogui Fronrière cie \\4aur; l : 'nie
(bltumage)


Taribaca_Maranuli (roul3 en t ' :r ' : l


3 . 2 4 0


6 i 0


2 1 0
? S O
d 2 1


r 995
' .9q ,


l 9 9 ;
r 9 9 j
1 9 9 Ô


I cqr 96


!: Conrtr,,ation de Pistes rurrtitr


Konentz-é- N iafunlie


XrorrruoJi o ro -D iarr\\ou nl'
_ i.. r o ii


San Sa \\ '3


l ; n r a n r i l a r o Ù t l l


F z l o u B a n j - K o n ô b o u ! o Ù


L) rr 'ers Prstes rurales




44 44

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D6ignation dts projeLs
Progratnmation I,ong


(km)
CoûLr


invesfissement
1994-r998


H. Acqu is i t ion de bacs


Pisle de Falôu-Konobougou (fleuve Bani)


tsac à Niafunlé
Bac à Dioiia
9ac à KaYes


r996
1996
1995
1994


20 r,
20 t.
40 r .
60 t .


5 I 0


80
80


150
200


l . Etudes routières


Kar.es-Kéniéba
S il:asso-Koioko
Nara Nérua
Banrako-Kourémalé
ilakar-Bamako
Diéma-Did iéo i


t 9 9 i
r99 ,1
1 9 9 7
t 9 9 1
1 9 9 4
1994


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,11


4 3
l 2 l
J00
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1.294


200
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119
400
l ! ?


J . \\ ;o i r ie u rba ine de Banrako(Fa lad ié -Pont mar t \\n ; ) r991 l 0 i . ' 1 40


K. Assistnnce technique D\\-fP et S]\\ITP 1994 6 t 0


l - . { rence d 'Erécut ion ! 9 ! ; 95s


\\1 . Achat matér ie l d en t re t ien cour r t 1 . 7 0 0


r O T A L ] . C O T I ] ' O S A \\ T T ' R O I T T F R E 6.t . l0s


5?


1 . 9 i 2
6 5 . 0 1 0


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Rcste du 5è Pioict Routrcr
Nouveau l\\ ' lontanl




45 45

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3 6 . i


Document de


La Banque Mondiale


REPUBLIQUE DU MALI


PROJET SECTORIEL TRANSPORTS


À{ANLTEL DE I\\trSE EN OETIVRE


D iv i s ion l nf ras tructurcs
Dépanernent du Sahel
Région Afrique


Septclrbrc' 1994




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{ . 1


ANNEXES


Ind icateurs de performauce


Details of road co rponents projects


Financentent IDA


Assistarce technique


Implernentation Schedule


Carte


N'[anuel dc Dti:c cn Ôcuvre




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' { x


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I


REPUBLIOUE DU N,IALI


PROJ llT SECTORIEL TRAI*SPORTS


N4AI.{UEL DE MISE EN OELIVRE


A. Rappc l dcs Ob jcc t i f s du Programnrc c t du Pro jc t


I I€ Progranrnrc Sectoriel
' franspon


csl destiDé à prcndre en charge les problèmes pcrsistanls du


secteur des (ranspons du Mali en reup)açant lcs ancicnnes el ir leff lcâces apprrrhes projet par projet, par une


structure soutenable pour menre cn o€ulre urle stralégie cohérenle de dé\\'ctôPPencnt. Aussi, le prùgranrnre


poursuit une polit ique scctorielle intégr-éc arec des décisions d'invcst issentenls râtiotrnels en relatiol avec le


contexte nlacro-économique ct les capacilés d'absorplion du À,lali. Ir choir d'utt progranùne sectonel en


lieu et place de projets plus petits et plus spi:cialisés, a été dicté par la necessité de promouvoir une str-alégie


de développeurent sectoriel rationnel, et dc réduire les distorsions dans lc secteur, en temles de planification


des investissements et d'allocatior des ressources, I l a arrené le Couvcrnement à élaborer une DPGST qui


constinre le cadre du program[le appuy'é par l. Ptp.tC!-ds-]-A!:gq!Ll9n et par ceux des aures Institutions


intervenanl dans Ie secteur.


Z IÂ urétlrode utilisée pour concevoir ce programme sectoriel comprenait les étéments uivants: (a) la
préparation d'une analyse de tout Ie ser:lcur (N'lemeorandum du Secteur des Traosports) en étroite relation
avec la CST et le Gouvernement pour arriver à un consensus sur les problèDes du sectcur et les bcsoins de
changement; (b) conrbinalt I 'aralyse sectorielle ( la stratégie de développernena avec les missions de
préparation, util isarlt I 'approche consullatj!e pour réunir des groupes nulti-d isciplinaires aussi bien er
provenance du Gouverlcnent que des représentants du secleur privé, se focalisant sur les uécessités de
nouvelle stratégie dc développernent sectoriel ct la formulation de mesurcs politiques pour la meltre cn


11 oeuvre; et (c) cléant dei l iens avec la comnunauté des donatcurs et entrc donaleurs et Gouvernentcut, pour
I
I adoprer une apprrrhe conrnune pour un dé\\eloppen'reDt sectoriel équiJibré en vue d'assurer Ia cobérence


I
entre la stratégie t le financenent du progranme.


\\ 3 Lrs principaux objectifs du progran)me t du projet sont:


' -"'-"-"----
-- -=--


la rc r rs ion du tJdre re 'g lc : ' t -n lâ i re e l ins t i tu t iomel pour p ron to ' l lo i r une
pârticipatjon plus importante du secleur privé dars la founriturc dc sertices et
I 'exécution des 1: avaux,


la réhab i l i tâ t iou c t I 'eDI re t i . : r d 'un résùau pr io r i ta i re d ' in f ras tn rc lu res de t ranspof l ; e t


I
I
I
I
l
t


I
I
I


I (") le renforcement des capacirés de gestion et des perfomraDccs du secteur à travers sa


I I réorganisation el le dé\\'eloPpcmer)t decapacités loca)es;
t


(b)


( c ) / l


, l


(d )


I a r c s t r u c r u r a r i o n d e s , r ] t r . l , r i ' c s p u b l i q u c s d e l r a r ) s p o n :


N'[anuel de rl ise en oeuvreI
I
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I




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t 1=â
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( C '


{c) I
'artréliorarion de l 'eff jcacité des opérari..n: d.'transp(rrls et l i I léductirrn dcs ctrul. de


Il lnslofls


B. Dcscr ip t ion du P |ogranrnr r ' r ' t ( lu Pro jc t


J Lc i ) ros l ; ln ln )c por te sur le p lan qu inquenna l l9g- l l99S que lc Courcr t tcn tc r l l con lP lc en i rcp tcndre


cn n t i i l iÈ rc Je ré f t r I rncs scc tor ie l les dé I in ies dans la DPGST apfu \\ees p :u u t t p lo - l tan t tnc .d i l l \\e ( l i sser l len ts ,


ass is té par . j c ' s f in l r tcc rcn ts para l lè les . Les io l ras i t l t c tu res er is i . i t r t cs nc pos ] l t ( i l ucu l l P loh lcn l i - d : caPac l te .


le p rù je t L 's l o l ie l l l c rsscn l ie l lemen l çc rs l cur p rÉsc l l i l t i ' - )n c l l t l i conso l ida t ion l -c l l ros r lmn lÙ i l t lu l ( rc


composant es :


(a ) r r :c sur l l rPPur à i ;
I


n rodc ln isa t ion de I 'adrn in is t ra t ion du se i l cur . l : réorga t l i sa t i c tn des :c t r i ccs des


,fqllfg* ct la nlise en oeu\\ re d.:s ncsutes de polit ique sectorielle: cc'lte conlpClanle sela


r 'n t iè [c1 ] len t f inancée pa l I 'Assoc i rL ion .


(b r une cornDosantc rou l iè rc f inançant u ] l Pr ( rs ranrn le qu inquenna l ccn l lé sur la


I réhab i l i ta t ion e t I en l re l ien courant e t pér ioJrque d 'un réseau pr io r i te i re . accon lpagnc is de


mesures d 'env i romement , I 'aménagenrenr de p is tes mra les en dchors des gra t tds pér imè l res


, d'aménagement agrico]e. l 'achat dc bacs et de ûtatériels d'eutretien routier. e{


l 'aménagement de vojrie urbajne principale à Brrnakg: cctte conpos:rnte sera cofinancée par


d'âurrr's don!t4l;-,[!!so-c iation en finrncer: environ l9% du n]' lntsnl:


une c r ) lnDosantc fe r ro \\ ia i rc pout r idc t l c G iu \\ . ' rneDlc l l l e t lâ RCF- \\1 i met t |c . r


ôcu!re le progralnmc de restruclurJllon ,iÈ 1 3.:i\\ i té lcrlo\\iaire p!!l-!!,re fLdjs !:gs


I con ln rerc ia le , e t à f inanccr un programnta qu i i lquenna l d i t t res t i s cn l iu l : a rc l


ËGnGGnËn, sur l ' an té l ion t ion dc la rccur i rc . iu n du


Fa t n rL , l r e e r i s t an r : f i Assoc t , t t t L I l f iDa t l i e ta e l r i r on - i l% de ce r te co t l t p t ' san le : e l
. ' - . . ' - - . i -


| |


une cL)lnnosante aéroDortualfe ipour irnince iE: fruflne nts de sÉcut i e pcrur l:l
aeroporls dc Tolnbouctou ct de B:lnlâ ko - Sén..Lr et des études: cùlle cLrmfosante a:i


entièrement financée par les autles donaleurs.


Cor t rposanre Dér c loppeuent des capac i tés e t fo r l r r t io r ( -< . - n ' r i l l i ons de do l l s rs . e r t t iè r : rnent l lna l l cec par


l AssLrc ia l r - rn ) . a -se lces responsab les : DNT. DNTP. CPTP. C; , . id ina teur . D i rec t ion de I . {d r t t t r ; . t ra t ton du


\\4 E 1'.


5 A l : Iunr iè rc dcs la ib lcs résu l ta ls ob ienus dans le d : " . -1 . : 'pcn l . -n l des cap i l . r té : t j< ges i i c : : i c


l , {dnr in is i r r t ion io rs des précédcnts P Io le ts t . 'u t ie is e t I e I r . . ' . t : r i ; : s - l c p ro jc t appot tc un ! - : i l l c l l l i . .


p i t r t i cu l rè re lu dér e loppcnren l d f ce-s captc i lé . Lc p r ( rs r i , . I ] r i r i i ass i : t : l ] r cc {ec i lDLque er t basé s l : l cs t to js


r d r . e . d L i . " I s u t \\ a I t - . : i r r l e c ù n \\ ô u r . r ' \\ l e i . J r : e f . r ' p . : c . . i t ' n r u l t l r l t r c l r ( , \\ u r l / J - ; , ( f r : n r g r t t i s c t
( L f r e n a r ( ; i \\ ' \\ 0 r ' , e r . , r I I r ( \\ d c t r a ' 3 r 1 . c r i - u t t r d c . I . i . 1 . . i . ' l r : . . ] ; : ! u é 1 ; - ' - " r n , ' . l , . , 1 , , . ; . , , c ' r
n resure de ia i re seu l e r su i r re l ' e récu t ion d au t res tàches . r -n F i : . J iSu; tn t conset ls c t r ) rcn l r l ions . . ] :nd ce l l


es t Décess : , : ;e . {b r 1e5 o16xp. 'n lau ts dc consu lL :n ts locau\\ c l : - \\ i : r i . -u l : sc lon l L - r l -L r t l r i l ! : . p . l tL tc - . ' r cn len t


\\ ' l anue l da n t i se e r r ocur rct
I


I
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52 52

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4 0


pour j:s l i ludcs. en \\ uc de ;-jvelopper-dçs capacités dans le sec{cur prir.é ntalien. Toutes les âs!-nces _-
d eré :u l i r \\ i l dû lven l x \\o i r i r p lacc- Ie personnc l honro loeue adéqur r t a rar r t I c con tnrenc ! -n ten t dcs missrons
d 'ass j . rance. Lc sont rna i r r ' j r ' s besL) ins de sen ices de consu l ran ls r .s r ind ique da ls le rab leau I c i -desscrus . en
pcrs ( ' :ncs nrors . r iDç lus lcs é tudc-s . la fo rnr r t ion (CP- l 'P) e t les aud i l s du pro ie r :


Jableâu l .


Son)nrair!' Jcs B!'sLrins de Sen'ices dc Consulullrs (nÈrsolu]es nt..)isl


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AssistancÈ Flrrnlation Erudes
Techn iqu t


Coord in r t . 'u r 6


Audi ts Total
DC


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2 7


30


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S\\,I E


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DNTP


CPTP


A UDITS


Totau-\\


) 1


1 t 6


-i3 116 44 36 179 70


DC: dér e loppemenr de carJ i tés ; SME: suppon pour la n r ise en oeu\\ . re .


6 \\lodcrnisation de l 'admilistratio[ du secteur. L insuffisance des mcr ens er de l:erpenise rjes
deux princtpales direction: ,rdministrant le secteur. la DNT el la D\\TP. onr enrr:. iné des Îàiblesses cr des
insuitlsartces d;ins la cor}n:::sance scienlif lque du secteur (smristique: if lsufl lsani:s el incomplètes).
L approche secrorielle adoi:ée pour ce projcr ra dans le sels du développemenr des capacirés de
pro-ur:mntatiot: du \\1ali. ta définit ion d unc stratégie claire er d'un programme oprimum d'inresrissements
en relation arec le cadre n:::ro-économique. assurera non seulement une uli l isa|iôn rationnelle de ressources
ra tc : . n )a is ; tu ls i u t l r - me i l ! : i re c r .o rd tna t ion de l -a ide ex tér icure . Chaoue asenc t d a réau i i ( rn es t resDon l tb le
dc l e ré ;u r ion de la p f ,n i r J - l i la concerDe.


7 P i r :g r . :n rml t ion d . ' . inves l i ssenents I I aé técon\\ ,enu quc les in res t rsser . :n ts dans le l cc tcur des
IransFLlrts ar.ri l t l inl i lés à ::ux inclus dans le protranrnre âdoptlj par Ie aiLruverT-:ntenr et spéciirés dans sr
ie t t re Ju i lanr ie r i994 e t : rn f inné-s dans sa lenre du 26 avr i l l991 . Ioures . tcu- i t s oon rnc luscs da t rs le
progr ;û r : re d . r \\cnr fa i re I :b je r d un accord préa lab le de l - iDA. Duran l rou ie l : durée d c \\Écur ion d-
progrsmnle . l c Coord ina le* r du pro je t p réparera (en rc la t ion a \\ec les d j rcc r jons .L rncernécs) e r souDle t l ra à
I 'As loc ia l j r - rD e i aur au t res :o - f inanc ie rs au pJus ta rd le l5 .1u i l le t de chaque 3r )n ; : . un pr r rs ran t t te r r i -annue l
rou la l t d in rc ' :ussements c -qs le sec leur des t ranspor ts (ex{ ra i I du pro ,s ranrn le q ; inquenna l ) . c lassant lùs
pro , i r l s sc la r l l i r rs p r io r i té : : conon iques . e t p rcnânt en con lF lc les capac i rés du Gourernenrcnr à e0 t re reDr r
les rn t12 ! i ru . t r - : . s a ins i qu : \\es capac i tés f inanc iè res e t ce l les dcs agenccr e r enr i .p r ises re le ra : t r de lu r


l J lDu i l da i l l i : - c l t C l cuv re I
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C:."-:: proeranrmc anhuêl scla en cor:équcnccs adopté p;rr lc Gtrur crtrcnrcnt en accord avcc la ccttlt l l tuttautc


c : : i . : : l l eurs dc fonds .


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i e )


l-es étudcs (3-1 persorures nrt'is) incluront:


divers équipenrtnrs di bureau lnricro


( c )


l a ) ,


. \\ . . ' : - :ncc à l : DNT


S L 'ass is t : , tnce tcchn iquc à la D\\ f (dé \\ e lop len lenr dc caprc i tés . 27 personncs-nro is ) a idera la DN1 '


:] r.:.;..rcer ses capacirés d érudcs qéniralcs ct de planificarion ct à dévcloppcr la l lb.!ç!çn-dlobsùvn1çitqdes
..:=;Jls L.i-s.-n ices de ir D\\T ,rr.,nr r '.rr| l lÈ. er rrf!]]Jx}.jgl:r)rsaquence I


Lissist rce tcchniquc


r : : . _ .


l . ( a )


)
,] J


( b )


( d )


tt r.f '1::tyg5y!1314 pjLïyglÈf]g et l irrforntatisatiot] du fichicr clrrr'\\ 3ri5es:


. - - . - - - . . - - ' | - - - - - \\
dcs cr l l rnasr)c id u, j \\ r1n: r t lo l ) {e l d sensib i l isa l rorr ldcs l a l ) \\ luTlcurs: \\


11 .SI ' r lo4-q CoCc c- I r Routr 'c- t I adopr iorr dc scs ter tcs d apLl icr l iqn ( t ranspor l (


dg,DllgsLoulc"ls.u:qs, contoi! e 19gp1Q4gls. siglalisation roÛièrÊ--lânctions
dtr i,@tionr. . .;. des campagncs de prér entjon routièrc e.! dc-5gris.lhrlgtrqnder -
r54ggg. l'inrroduciion de lt{l;çigllenrenr du C1!ç119 h Ro4-dq!s les écoles- le
perfertionnerreqlqs monileurs d'auto-écoles el des insPccteurs du permis de
.jj"'rlrJt


;;;;".;J phL)t(,.of icu jùs. etc r


l ' ana l l se du cadrc tu ld ique ré ,s issant les t ranspof ls e t la ré r ts io t r du s ls tèn te dc


taxalion dts usagers ia lâ t(rutc en \\uÈ d an)éliorer I3 cou\\ crlure des chalges


d'enrrelien et de rencu\\cllement des infrastructures. Ces éludes seront réalisées au


l l ius t l rd une ar lnéL 'a r l rès l 'e l t i r i c cn r i -gueur du Créd i t : l cs r ia ( ln ln landâL io l l s de


l 'é tudc seron t n ises e t ocur te . en cùncer ls t ion a \\ec I lD , \\ . ru p lus ta rd la :èn te


a lnée su i ran l l ' en t réc cn r i -cucur du Créd i t .


d iverses aur res é tudes . a r rÉ te . ' s d 'un conrmut r Scc i ) rd a \\cc I ID .a . . dont ce l le . !


r e l J t r \\ ( . i l a p r c p r : : r ' r t d t : r f - t u r p t ' 1 c l
( o,r


i:=i_pj_.[éC!g.S_i-Éa:c]Lp3rle,Mx!Srgry-cliargq,C. s lrar)\\pons: Ics frars dc connôle seror]l supporlés par les
! : i : j ta i rcs de r 'é l i icu lcs I . -a s ign: iurc du coi r t ra t 4- rec la i i rnre chargéc dc l ass is t r l tce t chnique cst u t rc
;J : : - ( ) r1 d entréc cn r igucur , lu C. fa l r c t ar r ; l r l i r ùè- c h-arq. - au. . r I r r . t iFJ- . f , , , 'que .


"*
i " , ia l t - " a"


dâ ' : t :ernc l t de Ja contposante ass i . t ; ,n ;c Iec l r r ique à ie D\\T. l l : r é{é con\\ . l ru que lc contrô lc tcchnrL iuc


\\ i . - - : l t l c - n l r r c e l l O (u \\ ; r it
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sera confié à des firnes pri\\écs indépendan:es. qu i l sera mcné en coordination lvec la r'éimmatriculariern du


Parc. qu'i l déntarrera au plus tard sir nrtris alrès l 'cntréc crr r i-tueur du Crédit. que la première campagne de
cor t rô lc techn ique durc ra au nro i s pend ln t deur ans e t . jusqu à Ia ré imnr l t r i cu l3 l ion de tou t le parc e r r : rJDr .
Le : r ih icu les nc r ! -n rp l i ssa l t pas lcs cond i l ions rÉahn iqucs rcqu ises c ron t re t i rcs de Ia c i l cu la r ion er leurs
cancs glrises renlPli lcécs plr des canes tcmpor.aires (trois nrôis) pour pernretlre l ù\\écution des réparll i .rrs
nécessaires. Dans le cas où lc véhicule n!- s3iisfail pas au contrôle une seconde tois, la carre grise ne sera pas
I e nou'r'e lée.


A s i rs rnnce à Ia DNTP


I I L'assistancc à la Il\\- l 'P ( dé\\cloppenrenl de capacirés: l0 personnes-ntois) porlcra sur deu\\
a !Pc-c ls : (a ) la reor r1 r ) i s l l i ( \\n rn tc rDe de la D i recr ion qu i por le râ su I Ia conrp tab i l l té e t l in fo rn ta r isa t i t rn .


-ti--;..-...........---- :
I l n r l â l l i l l r on c l l c ocu r i l r ' r 3 l c du \\ ' u | cJu s \\ , t ( n te e t l ù r )na l t on du J r c t son l )e l : ( h l l a n Sc cn p lâce dc


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s)s tènrcs de ges t ioD du réseau rou l ie r e t l ' o rsan i la r ion de son bur .eau dc ses t ion . la n r ise en p lace . le resr e r


,la maintenarrce d'une banque de données rourières et d'un sl stènre de pro,{ramnrariol des investissen:ent-r.


/ Un audit lechnique et f inancier du CNREX sera mené pour J exanrel de son lenforcement. L'inventaire des' f t s lcs Iu ra les sea i c f fcd lpc c t l (u rs norn)e : dÈ f inàDc(men l . dc cons t |uc o r ) e l d cn( re ( rc r r dc f in ts leç
consult: lnts assisteroût la D\\TP dans l aclr3l des-idr-natcur s ct rchicules requis pour Ia réorgauisarion de /


J ad nr inisrration, 'pinsi que dans l achar des pès€-essieux.
- - - - - - .


Assistance au CPTP


12 [-a sous-composante fornation ponÊra lur un appui au fonctionncment du cenrre de forntation des
traraux publics (CPTP), eslinré à 36 perse.n:res-nrois d experts expatriés et 80 locaux. pour des cours
dt-cernés localement. et quelques srages spé.it lques de courte durée à l 'érr3nger. dans ic cadre d un
pro!ranme de formation destiné aussi bien ru personnel de l Administration qu à celui des enrreptises
pr j \\ées ( \\ ,o i r dans l 'é tude spéc i1 - ique menée in 199- î donnant les beso ins dé ta i l lés de fo rmai ion par spér i r l i rÉ
ct nrodules. les formatiofls ]ocalcs et extérieures. Ies cenrres de formation. Ies coûts. etc). Des séminarrei
spécifiques à I 'aspect ertvironnc'rnent seroni crganisés à l intention des opérateurs rouriers du se:teur.
pan icu i iè rement à l ' i r t ten t ion des d i recrcurs rég ionaux e( des responsab les de subd iv is ions de
l ,{do)inistration territoriale. tæ CPTP tbcoiera aussi le personuel du sec(eur privé dans )es spécialires n,-rn
ense ignées dans d 'au t res cent res du Mal i .


.As:istance au Coordinateur
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] l 1 l - r tc a<s i ' t :ncc t ( ( l ' n rqur ' . c ra f 'u - ' . - au Jern . r lasc Ju l ' ro i r r . ldL Coord i i l i r t ( .u r du Pro jc i . p . ' , - : l ,


t l l r i .L
lu Do inr dD f_ fsgx( dc :u r ' . r du ,P lc j : . r tn rc Sc . tJ l rc l . ( . l pnu ! - , rn f ru \\c r son Ia ccn teDt . u r r rppur


, ' lù ! r . t iquc sera ega lenren l fc 'u rnr au Coord i r : ieur . La s ignaturc du c t rn l ra t d 'ass is tance do i t in te r renLr a i ;n r
" l ' cn t rée en l igueur du Créd i t .


I - l1 coûrposante rou t iè re (208 nr j l l i ons de J . . ! la rs . donr 40 . I f inancés par l Àssoc ia t ion) . qérée ra r ia D\\TP
à I e \\ceot ion de Ia sous-conrDosante achat i i n ta rér ie ls d e l ] t rc t ien r ' )u r ie r .


i J Lâ conrposente routière est de loir I. plus lnlporr.rnrL- ci,4llgranrnre et conlpieDd cinq sr.us


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\\ ' l l l ruc l dc n r ise en oeuvre t
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conrposanles. \\ l-â prcmiùrc esr collsl i luée l:rr l 'entrcticn cortrant ClJ T Inil l ions dc dollars)
du tctsc"r-


piioritairc dc routcs sur unc Iongueur de pr'. 's dc 9t\\)0 kry..f inancie esscnticllenlent par le Gour
et l l t ' l lrc n t


L m c s s a i r c s e t e n g l t : t n t i r a l a d i s ; - . . n i b i l i L é e n | c s r c r s a n t n l c D s u e l 1 ! ' n ) e I ] t à
l .a ! .â l ]ce . ; Iu contp lc auronon le ou \\en à ca l c f fe t aupfès d une brnquc con)n lc lc i3 lc au no t r t


du \\ l i t t rs tc tc


chargé dcs rou tcs e r géré par lu i . ce t le contposan l se la c récu(éc- 13r dcs L ' r l t lepr ises p l i !écs
(au l l l ù i s ?5- ' i '


avec scu lcnrenr L rnc fa ib lc pan exécutée t -n rég ie (151) . te l qu ind iqué dans la DPCST La
n ta i t r i se


d'ouvragc de l 'cntreticn courant réalisé à l cntrcprisc- ser:r délégrréc à uttc agctrcc pri\\ée Cetle
3g!' l lcc set:l


lÉg ic par ]cS te rn tes O U l t co l [ ra t co l ]c lu e t ie la D\\TP c l l . {gcnac c l un manuc l d t F ' lOcéduIÙS.
l ' ] s d r 'u \\


ac-ccp iab lcs par l Assoc i : r t ion . l - 'enr re t ien couran( à l cn t rcpr isc sc ra dé ldsuée p tndat tL lou tc la durce
du


pro je r . I r o ra i r rc d 'our ragc dé légué scrâ ACEI - lPL ' \\ {A t , l . : ru r t to iDs pour les deux prcn t iè res ar ln ics du


proj et.


, ,15 L1 deur iè l i c sous ,compos i rn le por le sur l ' cn ( rc t i cu p i r iod i r lue
(52 nr i l l i ons de t lo l la rs j d . '7E8 kn t


i h " , ' , ru , " . rc ré rucs . 8 iE Lu t dc roures en re l re e t 615 kn dc p is tesc lassées . e t lâ réhab i l i ta l ion t ( '6 n r i l l i ons
t


l;;,1"Èt[;f5; t,r i iJlo\\Es tjf i fu-ee s:857 knr de roures cr lc'rrc er 660 knr de pistes clrssttes du Nord.


\\ lLes tra"aur seronr en(ièrement réalisés à I L'ntrcDrisÈ: la priorité sera accotdée au rû9."-.gqu- "lf!4-l iI t .ouu"n" . . l c r
e r le conso l ider . L ' lDA f inancera les r r rvaux de 5 ,11 knr de rou tes rc rê tues e t 400 kn) de rou les


;;l;; * t,st". .,téf,"récs (35 mill ions 6c dollars soit l0 7 de l i i sous conrposante)


I6 t -a r ro rs iènre .our - .on fnr rn , . pone sur h cons t ruc t iou i6
- t


r r t , .o l * i i * o is tes ,u r^ l "s c t i


I ' acou is i t ion de quat re bacs (14 .2 n l i l l i ons de do l la rs ) pour des zones enc lavées . Ces p is tes se lo l l t s r luées


.i d"hor. dÀ grands p".i*èrt.t agricoles acruels tellÈs les zones cotonnières C\\1DT ou de celles de l 'off ice


du N iger . a f in d a r rc indrc des rég ions enc l ; rées . mr r ins là ro l i sées n ]4 ;5 i fo r tcs p , r len t l l l l t cs agr t "n les . e t


a ider i leur dé \\ 'e lopperne n l . Lcs comnlunes . e t ou 3ù t res co l lec t i \\ i l és bénÉf ic ia i res e ron t équ ipé 's dans le


cadrc du pro je t . de per i r mr té r ie l d en i re t i c t r coura i l l non r r r i cAnrs i pou l e i fec ruer l en t re l ien des p is tes Cc '


connunaurés pcrur la ien t pan ic iper aux t ra \\ aux de cor ts t tuc t ton où les techn iques à haute i l l ten ! i lé de n lx l l l


d 'oeuvre seroDr t rès contpé t i t i ves su i te à I r déva lu i i t ion : l c ch , r i r de ! sous-pro ie ls a é1é fa i l en re l l l i on ; r \\e ' lÈ


nr i r l i s rè re chargé du r jé r ,e loppe rnen i ru ra l . L IDA I - in : rncera I cons t ruc t ion de l l3 knr de p is tes t i n t i l l i o r ts


de do l la rs ) e t l ' âchat de deux bacs t l . l rn r i l j on-s de do l la rs ) so i t lS9 ' du to ta l '


û La quar r ième sous-coo)posan le cùnaerne l e \\écu t ion de t te r aux spéc i f iques pour amél io rer


I 'enviromement Ie long des routes aména-cées dans le cadre de le sous-composanle nlretiel périodique et


réhab i l i ra r ion {p lanrar ious . ané l io ra l ion- . , j . , t rs l cs r r : ' .e rsées des \\ i ! l3scs . :écu t i le . e tc t Le n lo t l t : i l t de ce i rc


sous ,co l lposantc es t de l 'o td re de 5 ! i dc ce lu i de I en t rc t ieu per i . rd iquc l réh3b i l i t i l 1 i .1n (5 .9 n l i i l t t rns de


do l la rs dont 1 .9 1 - inar tcés par l lDA) .


18 La c inqu ièn le sou: -con lpos i i r l l c c ' 'ncernc I : 'n lÉn lsen lcn i ( l ' l a ro ie u rba inc Fa l rd ié -P l r : l des


\\ .1an) , rs e i sa l ia ison a \\ec lc nou\\ù3u pon: sur l c \\ i re r . à Br i l l r l l , r r l i .8 n l i l l i ons dc- i . l l l a rs ) . I ID .A nr '


par t i c ipe pas au f inancenent de ce t iÉ !ous 'ao l l lpos la r lc .


lg L - i s ix iènre sous-contposa ! rou t r i r : concr rne lcs p rc - . lu t io l t s d 'é t r rdes . dc cont rô lc { r l dc r r } l t i { r i sc '


d 'ouvrage dé léguéc (8 n t i l l i ons de J r \\ l l3 rs r | t ' l a r i rc aur t ra \\au \\ lou t rc rs du pr .1 r ' t c t .e l les re la l : \\es à le


préparar ic rn d 'u r t fu rur p ro lc r . a ins i quc sur l ' i nver i : : j re des p i , ( les ru ra les l - lDÀ f inencera - ' l6 l ce ces


Dresra t ions (2 .? n t i l l i ons dc do l la r : , . so i t . le cont ra : de rua i t r i sc d . ( -u \\ rase Jé lé t lu lc t t l t s é luda. c l c ( r l l i r i ' , c :


\\1a t )uc l de l l l r se en ocu \\ rct
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des Ir:rvau\\ f inancés par elle.


l0 Ll \\CPl lL l l ] ]econ] l ( rsan le . l r I )c ! rnc [ - iha t /dcmaté f f i . .espour
I ellrrctie n rc)uric-r: cc milrl ir iel sera acheré pt-rur cl si possible par la socicr. ' de lG,:3tion de matéricls de\\ ant
gr rc c rééc avant l ! ' p t rée cn \\ iSueur du Créd i t t 5 n t i l l i ons dc do l la rs ) : l lDA ne f lnance Pas ce t lc sou: -


cornposantc qui sera en princioe eérée oar la nouvelle société de locati, ln Jc mal,- 'r iels


La Corupos i rn tc fc r ro | ia i rc (32 .5 mi l l ions de do l la rs , donr 10 .2 f inanc . ' : par l - \\ ssoc is t ion i . en l iè i -en)en t
pérÉe nar la RC F\\ { .


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asrro.r.n,u,.
"oori.Éilot.


d. '-* o. l" R;fùpoyl.ljra1:lolTelgl irilc-p11sr.â, l i L - r ._ I r , t r . r r ru r r , : , ippu ie les t l lons c r j ' l ru l lu ra t ron de a cF\\ f t . ,L r L r l r l r \\ l c ' rmcr c t l en l rc ln i_c .
lc.rnctèrc conuucrci.rl €r l l t lanclèrenlent viablc sans bcsoin de subvention. l-es détri is de cetle restru.ruralron


sonr donnés en -\\nnex€ 5 dù raDprr d'é\\,aluatjon. Cette restructulatioù s:'ra appulée datts [e cadre du projet


à ( ra \\c rs l c récur i r r l dc la t lanche 1991-1998 r32 ,5 mi l l ions de S) du pr . .3 ramnrc d ' inves t issen len ts à long


re|nre (53,57 nli l l ions de S) conveuu entre la RCFÀ'l et les Bail lÊurs de FLrnds. Le programme


d ' invcs t jsscn lenrs se . jus r i f ie techn iquenren l e t économiquemenL I l cour re : (a ) dÈs é ludes e l une ass js tance


rechnique (0.7 nri l l ions dr S) financés par l lDA; (b) réhabil itation de l infrastructurc (rébabil jtarion de la


vo ie e r re ln jna l narchand ises- 21 .5 mi l l ions de S dont 9 ,5 hnancés par I IDA; (c ) téLécommur ' | i ca t ions (1 ,3


mill ions de S): (d) ma(ériel roulant (5,7 mill ions de S); (e) divers nlatériels de logistique (3,3 mill iors de S).


2l L-a prcnlière sous-composinte pcrte sur les études, le contrôle des tralaux et des missions de I
consu l tâDts de cour te durée (en i i ron 50 personnes-mois ) pour l ' amél io r r t ion de I 'o rga t t i sa t ion du t ra f i c a , I
la mise sur picd dc nour elles strucrures pour Iâ coopération technique et ço4liercinjr-a]çç la-SNCS-


:2 Lr dcurir-:mc sous-composanie oo." f;iliJ**J ,", une prcmière tranche du
programnllf]!!çlr)al de réhabilitation de la voie le-rrée. Cene première tr:nche se focalisera sur les sectrons I
Koro f ina des ins l r l la l ions tc rn ina lesmarchandiscs de la zone de Banrako. âctucllÈntent siruées dans le cenrre Ir i l l e e t dont I r c i rn f ieur r t ion e s t a L o une exploiution inefl lc:ce et coûteuse. Ce tran,rfert
l rbc rera dcs tenr r rs à haute va leur pour l c dcrc loppement
'pan


du cout du ' r rm ina l sera supponéc dr rec ten tcn l pa l le privé r terminal
Lne


à cont .neurs en c '1ur i Je
tcOnstructlon. e-f i lnlagaslnf,-qe).


:i La rrcr:i,-:mc sous coll]posanre concernc i anrélioration des ststènres de Iélécorunrunicati_ons pJr la
r.ih3tril irrli i)n cu réseau eristanr,ii i lsThbÊ t, ,-li*ionZ1nl.i* t.l. sol irain et d un réseau-idi.,
l . . , l r p o u t I . r r r r J : B J r r a k u , d l l n d , r t n i l i ' : f t l - c \\ l l ô l l l t t o n


1 .1 I - . t qu . t : i r i ne - i ous -con ]p l . sa r r - po r t c :u r I c n l a té r i c l r ou laD l : r r r i ac l t J t Je t r o i r l , r Lon l , ' : : \\ e ! i e


l l r tnqq ! ]_ I t J l i . j n ^1 ,1 . nécessa i res au \\ n laDoru \\ res er i ,eares . e r rc j rou !a l i .n r€n l de loconrc ' t t r t s ré f i rm:c 's :
(b ) la subs l i lu r i . . i t du f re in à a i r conrp i rnÉ au t rqn àJdç sur une par t ie .u la r . \\ \\ ' apoDs orarchan j r :cs : aene


sub l i tu t ion aur : reuiEa ia sécur j té de: moulenlenls de t ra ins lourds (pr l . ju i ts Êi t ro l iers . cor leneur : )a i
. _ _Dernret t ra, l ér r : : r les a:c idcnts. te ls le déra i l lc tL tent du ra in sunenu dÉir . r l mar: l99 l à Banlako.


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\\1 ; : :uc l dc ml i : . :n ocu \\ [a I
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]5 h cinqulènle sous.conlPosallte ctrttccrnù dcs équipcntcnts
IoSisliques: (a) |a réhabil itation d.un.'


iour r .u r . de r :ô ic . dcdra is ineset dc 'mot ( r , lo r r ie ! pour l ' cn t rc t i cn
t le Ia \\o ie c l du réseau de


aonu, r r , r ia " , io , t . , (h ) l ' acha( dc per i rs ml t " r i ' ' l s d c ' r l l r c l ie l l < lc
ro ie : c t l c ) d l \\c rs équ ipcn tcn ts c l o t rL i l l l rds


pour l cs a tc l ie rs dc n ta tÉr ie l rou lan t


lô L -a cor l rposanrc fc r rov ia i rc sera f ina t lcéc pr r la cFD , I ACDI
c t l lDA. L ' lDA l - i t tancera lcs e tudcs


cr I .ass is tancc techn iquc . ta cons t ruc l io r du Ie rn l i l l s l dc Ban lako Ko lo l ina c t
la four r t i tu re de ba l las t pour l3


rc th rb i l i ta t ion dc la ro ie .


f , l r conrposa | r tc aéro l ro r tua i rc - (7 .8 mi l l ions dc S. en l i c : t . c l ] ren l f i t l l l céc par Ies au t lcs Ba i I leurs
de l .ondSI


{gelréc oar la DNAC arec l anoui d AD\\1 :\\SEC\\'\\)


2'j Cetle colrposautc poltc sur: (a) la nris.- cn place d cquipcntents dc sécurité à l aérodronte
de l: l \\ r l lc


t ( ru r is t ique de l 'on tbouc tou : (b ) des an l in rgcr )cn ts au n ivcuu de l 'aéropor l dc Barnako. cons js ta r ) l
en la


c l , - i ru rc àe l aér 'odron te où le t ra f i c lé r ien esr exposé è t j cs I i sL lues d i re rs P lo rcnant de la t r l r ' : r -sée
dc : . r t te '


d!- mau\\.eûrc -p{!!E!-ad!t4q.t.!des pcrsQlne}et tD d aulrcs égulptt(--, ' l :9t:T-9rr!( ':
(c) dcs cluoes err


vu.ïc de définir dcs acrious futurcsîr i?s ̂ Ûopoirs qùi pounr'aient ôtre r't-ali iëès 6ans le cas de re nlabil ite


acceptab le l dc cor l tex re n racroécont - rn r ique favo tab lc L 'é tab l i ssenten t pub l i c AD\\ { en co l labora l ion
arcc


l 'ASECNA scra responsab le de ce t te composan le .


C. Coûts e t F inanccrncnt du Progranrmc c t du Créd i t


2g 1" coùr to ra l du programnre es l es t imé. ) inc lus l e l l re ( ien courant des rou tes . à l ' équ iva len t
de l :9


nr i l i i ons de do l la rs . hors taxes e t in lpô ts au \\ '1a l i . aux cond i t ions éco t ton t iques de 1993. f inc lus les


i r p révus ph l s iques . non inc lus l cs impré \\ us f inar tc ie rs . I -e taux de chan-se u t i l i sé es t ldo l la r
= 600 FCF' \\


Lc i taux d in f la r io t ) soDt do I lDés dans le r rb leau ] c i 'dessous . l -e so t t r t ra i te des coÛls du prograntme
cs t


dLrnné dans Ie rnb leau j cL apres . ce lu i du c redr r IDA c ians le tab leau
' i ù l I t dé la i l pa t cor l1Posante es l fÔur l i i


en An lexc I ldu Ranpr : r t d eqa lua t ion . Le coùt de i i ses approche 86? dans lc p rog lannte
(qu i con lp rend


l ! ,n r rc l ien rour ie r ) . c l 9 l? dans lc p ro je t . \\ ss r rc ia t ion . l cs scu lcs r jépenses loca les é lân{ cù l les du persor l t re l


locS l -


,Anuée fiscale


\\ l0nna ic Io .3 le
l ) L ' \\ l : € ! '


Tab l .au I Tau\\ d in l la t ion (%)


l99 l 1995 t9g6 1997 1998 1999 1000 200 l


' BP 6 . - (0 . oc te rb te l 99 l


l g L1 p311 c ( l r r espL r l t dan l à l a coû tposan tc f c t r ù r t : i l ; c eS t f é l r océdéc pa r l e G l ru \\ c rûe l ) )Èn l à l a RCF \\ i


aux cond i t i o l t s su i l a r t i e , s :


{ a ) l a ! r ao r re \\Fondan l aux scus 'ao l l - l l c : ; l ) l ! ' s r i - hab i l i t a l i o l r de l a
r c r l c ' l l r j n l des : ( i on : e t


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(b ) par t cor respondan l a 'Jx au t res ous coDrposanrcs : taux d in lé rô t dc 7 .5% l 'an , l0
arls dc grâce et l0 ans de période d!- re nrbou rstnr€nl. les risques de cltan-se étant
pr is en charge pr r la RCF\\ l .


-10 Ccs mod: r l i tés on t t ra i t f cs d . r l l s un accord dc prèL subs id i r i [e cn l rc le Gourcrnenrcn t e t la RCF- \\ ' { .
La signature de cet accord est uDe coDdition dc décaisscurcrrt dc la conrposanle felror iaire. Un Accord de
Pro ;e t es t conc lu en l re l lDA. e r lâ RCFM.


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Pl l t t dc f i r t i l t l . cn tc t t t


3 l Su i tc l l ]a I . 'Un io l ] dcs tss l l l cu rs dc F i rnds tc l ruc : j
Bamako. n : i .n l l i 1991. d i rc rses I t t i t t tu t io l l s l r r ' l t j | ] r t I


mân i fcs lé l cur In lc l l t ion t i c l lan ic ipcr Ju l in i tn .cn l ! ' r l t du
Progtan lme ' l l ! ' r l cs l i l i r l s i dc l : l B ' r t tquc Is l l t l t l tquc


J . -o" ra lnpa 'u .n , (B IDr - du
p6n65 fu loPéc-n dL ' Da\\L- l t rp 'cmcnt rFEDr . c ic I A l l t ' r r ra - r loc ' du Cr t tada c t dc l r


ia* .a . O"u" accorc js dc c fÉd i t on t dc i l i é té s i , t r l c :s a rcc Ie FAD
c t la BO' \\D pou l la c t rns t t l c t to t r de l l I o ic


urba ine de Bantako. l -a B I : l e t I 'OPEC r ) r l e \\p l i r l l é teur in té rc i t à
pan ic ipc- r au i i |aDccDlent du P lo l ra t l ln te


Tous les f i r tacc i ren ls o t r t p l la l lè lcs c i r r lquc Ins t i t r t t io t r géran t sa
pan ic sc lon s r -s p ropres ' rè r l t s


P,é."n.., l l" n.. i l tr l lnque ].5 rrri l l ions de doI]lr 's poul ccrur rir le i in:icc'nlenI
de tt.t l t ]e p l|r l r3ll l l ]]c . Si ]cs


flnaûcenrcnts cxtéric-urs du progranlnlc sont insuffisants. le Gourclnenlcnr
au,!: l l lcl l lcla sl l3' l l iciPilt lotl ou l i l


. o n ] p o . o u , " t ' o u t i è l c s e r l l ' ! : d u i t c c n c L r n s é q u e I ] c c s l o r s d e s p r o c h a i n c s a n n é c ' s ' l - . ' p l a n d . l i l l l ] l c e l t ] e l l l e s t
ind i iué dans le r tab lcaur 5 e t 6 c i ' rp rcs t f inc lus les in tp tdvus f inanc i ( - r \\ r 'T


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Canada(ACDI t
France(CFD. FAC)
Reste à finalcer
Cour errtertent du 14ali


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32 En c€ qu i concetne lc f inancen lc t l t de l cn t tc ' t ien coutan t dcs tou tcs I F la t :


l a l


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Ye rse ra mensue l l en lan t . âu con lp l e : r u l o l l o f l l L ' d i I en t r c t i c l l c0 r1 ' t l ' l ( dc : r ou les


c ,u l c : t : up rès c l une b :nqu . ' con ln l c r c i a l e l \\ t l i r F i l r t l J ) ' L S i l : Pa l
I e : l t l : 1 i ! i ù re


l ha |gÉ t l es l ou le . ! . l e ! i o t t d : I l r : c c ' ss : t i l c : à l ! - n t r ' i : ' n ' ! r u l Jn l i : ! l ou le>


Garan t i r r que l e \\ l i n r s l è l e cha tg . r des r l JU tes - \\ i ; s ! - t 3 à I a \\ i l n ; ; l c i l ' ' nd : n "essa l r c :
au


pa ian reD l des I r avau . r d c l l l r a t i cn cou ran l con f i é \\ e l l n l a i t l i s c t j t ' | i \\ l agc dé lÉ3uée
cc


ra r , an ,a , , , s -e l - l ec rue ra u ca jnp t c ou \\e l l Pa l l a s l r uc ru r t cha tg : c dc l l n l ; r i t r i s c d ouY ta !L '


de lécuéc à cc t e f f e t


\\ ranuel de nr ise cn oeur tcT
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D. \\ t isc cn Ocur rc du Progr i lmmc t ( lu ProJet


Corrrd inat ion


3 l l c p ro t r : rn rnrc sc r r n t i s eu oL-u \\ le p l r l cs \\ t in is tè res chargés dcs F i r r l t t ccs . dc ! TranspOns e t das


roures a ins i quc p ; l r dcur dc l curs o r , l ; rn is rnes (RCFt r ' I . AD\\ { ASECNA) sous la supc t r i s io t t respec t ive des


d i f lé ren ls Ba i l l curs dc fon , ls . l -e succ l rs dc la n r isc cn oeur rc du Pro jc r dépend des ins l i tu t ions qu i sùr ] t cn


p l i l cc e r dc l cur coo ld ina l ian cn r uc ' r l c l - i r c i l i l c l le s rc la t io t ts avec les Br i l l cu ls dc fo r i l s . Un Conr i té dc


Coordiri l t ion corr)prcnaDr des rc'pl.cisr'rrranrs des 1]rinistÈrcs et olganisnres pr'écit i 's ct ric la Cllenrbrc'de


Conrmerce . p rendra en charge l t c ( \\ r r td in l ion dc l ' c récu t ion de l 'enscnrb lc du Progr3n ln le l de la l rx lso l ]


a rcc les Ba i l l curs dc fon i l : .Un Coord in i r tcur du PIo le t . accept :b lc par l t rus t . l l l ps à I . \\ ssoc i i l l i on . ] - i sure l i l


l es tâchcs c le coor t j ina t ion Ln a :pu i p r rnarue l lu i sL ' fa appor lé par unc i?s \\ i5 l r l l .d tcchr l ique duran l les


prc r r r re rs mo is de dérnar : rge du - : ro . j c r fL )ur n rc r rc cn p lace les p rocédur .cs dc su i r i du Programnle e t de


l ia ison e t coord ina t ion arec lcs E : i l l tu rs dc fonds . I -e Coord ina tcur o rg l l t l i s r ' ra des t . 'un ions l t t t t tue l les


con jo in tes de tous lcs Ba i l l . ' u rs c i fonJs du prog lanr l ]e qu i adoptc ton t l cs n le :u tes t l c icessx i r ! -s pour rcn téd ic t


à tour p rob lème de nr isc cn oeur :e du pr r rg ran)n ]e . Une revucà n l i -pa tcoutsdu progr i l r l l n le re { l roupat r t lou !


les Ba i l leurs de fonds conc-c rnés sc ' ra n t i sc en ocu | re . Le Coord ina leur ass is lc la les o r l l l t i sn res d c \\écu l i ! r r l


en nrarière de procédures dc s. dc_q!9!.1!lg!l!!!s-. et cooldLrrrntra la docuntentrtion et


rappons qui doiveni ôtre él3boré> par chlque or,qanisnrc xécutanl: i l préparera les tapporls de slnilese


d'avancenrenr du Projcr.l L: DN;_5ga!,I!]]l4_blq-dc l âs(islance teclrrtique Tra spons. le cPTP dc la---
fo rmar ion . Ia DNTP dc l f , - ;ompcsanrc rou t iô re c r dc I 'ass is tance t c l ) l t ique qu l lu t es l p rod lsuce. la RCf \\ f'.__ ,- - -- :_-,-:-.'Èr";a;6o-r,.ur"T" iàt-on|p;*-. f*tr*i"l;aleoli:XSrcm-oeffipcrsanre àËr.rponuaia i re sous l ep idesera re-ponsable de laïomposani: erro\\lailel
de la DNAC.


DNT


l l Pour l l f ) \\1 ' , l cs s rs rèr : -es de -qes t ion dcs ùr ] r tes g rLscs . des pe l ru is de condu l re e t des lenres de


\\o i tu tes seronr in fo |n ta t i sé dès i i lè re a luéed cDl rée en r i sueur t lu Créd i t . l - c con l lL i l c techn ique des


rélticules. sous-tlailé à dr's c,rrai.tsnlqçt1és. scl:t It lenc: cotuointrn)enL uttt l op-i ' t t l ' 'n di-


r4llfrfflg"friiôriû!- -., "rfln:brlcJdgs.ftLulr
lq -de clllrgc à l-9j5.1€\\. Les résulrar: de coinrôle ,je la


prcmtère aunée sen i roDr dc basa pour ré ld rp te r l : i r cs lén) ! 'n la l iL rn por t ln t i t r i tac t io t l l t sanc t i r r l l des


inliacrions. L-a DNT explojrera ei publiera les résultats de l ' inspection des véhiculc: 3u plus tsrd lS nrors


après len t rée er r r igueur du CrL i : i r e r p répar r ra les nourc lu r l cx les Po l tan l s . l i l a i iL r r l i i s in f r l . i i L rn ! Lc


noureau rég ime de sanc t ions er . app l iqué dès la deur rème ant rée de cont rÔ le . Les r . i .u l ta ts Per tne i l ron l
éga lemenr à la DNT de lancer dè . la f in de la lè r 'e année l é tude sur la rcdéf in i t ion de la ta \\â t ion d3s usassrs


c le la rou le en lue d un fùcr ru \\ rc : ren l p lus équ i t lb le des coùts d usa-se des in l ras t ruc tu res .


D \\ T P


-1 j I -â l lN fP sera resp in ! i : le dc la con lPosaDle lou l iù fe (c ( de i ass ls la l lac l chnrque à ia D- \\ ' r -P i Lc


sysrùnre r Ie ser l i ce contpr :b les le la D\\TP seront réor !an ises . dès Ia iè rc a r ln l ie d c i l t rée r 'n \\ i -qu i r r r du


Créd i r l -a D\\TP. avec i appu i c une ass is rance r chn ique. cons t i rue la e t exp lo i te | r u i i c banquc d : donnécs


rout iè res e t e laborera le ,s p i ( r ! ra l : ; I cs e l b i l i rns annue ls d c r t re t i cn courant c l pé l iod ique. Le conrp le spcc t : ' i


du Créd i { sera géré par le n - , rn is r : :e rcspoDsab lc d s r "u tes . Le co l i lp lc au to l )on1e d- ! - l i l l ù l l co coura : l t ouver i


I l a r u c l d c n l s e c n o c u ! r a




64 64

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5 2


ptr ce ntinlc l l t iuistèrù pour abritcr les crédirs d'entretien courant roulicr provcnant du Trésor nralicn sera


-lércr par la D\\TP: son alinrcnratiol par le Tréstrr se fera nremuellemcnt à l â\\ance. Les Directions


1c :g io r ra les seron t imp l iquées da ls 1c proccssus d t p rosran)mat ion . E l l cs sc ron t par a i l leurs resPonsâb les de


l 'a \\écu l ion dcs t ravaur d cn l re t i cn çourant r :n re -L lc - qu l sc ' ron t co t r t rac lu : r l i sés . I -es tau- r dc réa l i sa t ion dcs


r r l luux d en l rc r icn couran l à I 'en t rcpr ise scrL lo r su i \\ i s de n lan jè re ancnt ivc e t au n to ins Ies seu i l s n r in rnraurs


respectés. Dcs rests seront tentés pour confier au.r Directions régiooales Ie contrÔle des traÏaux d culrctien


périodiquc c( de réhabil i lal ion avec le concours de consultants. Ces dernicrs travaux serotU enlièlcntent


réalisés i l 'entrcprise. Un audir rechirique e[ f ina]rcier du CNREX sera nrcnÉ alant la l in de la lèrc annec


d 'en t réc en ! igucur du Créd i t . a f in dc dé tc rnr iner les capac i tés rée l i cs de ce labôrâ to i te t les ac t ions à n rener
pour arnéliorcr son efficacité.


36 L 'e récu t ion des t ra taux . r ' conrpr is ceur cn rég ie . sera cont |ac tua l i sée , à pan i r de i aDn ' - :e f i scâ le


1991. I-es indrcateurs de pcrforma[ces. cou|eous duran( lcs négociNtions. scrout l l l is en piace et suir is prr


l c bureau de gr -s l ion des rourcs r t le ma i l rc d c rur a ,se dé légué à qu i sc ra conf iée la réa l i sa t ion dcs t ra \\ 'âu \\


d 'cn t rc t i cn courant . Unc co lnpara isLrn sur l cs p r i r e l la qua l i té des l râ \\aur . e r l t re Ies deux n todes d 'e rdcu t ron


sera effcctuée :l l lnuellement à partir d'audits techniques et l ' inancicrs des comples d'entretien courent. Toutes


les érudes rcchniques des projets de réhabil irelirTn er d cnrrcricn pér' iodique du prograrnme doiveDl être


conrplélécs avant Ia fin de Ia sccolde année d'eltrée en vigueur du Crédit. afin de déterminer clairenteDl es
priorités et d rrptinriser les investissemens dâDs Ie cadre des revues annuelles du programme. Toutes les


autres éùdes doivent être tcrminées âvant la re\\re de mi-parcours.


S\\,1TP


.i? Dcs c(.nsultants financés dans le cadre du Cinquiènre Projet Routier. nrènent une érude de


tritnsfornrarion du SIITP el) sociéré publique de locatiôn de matérieli. cn vue d urte pri! 'atisatior à n]olen


termc. l l nou \\e l l c .Âr ié té louera le matér iê l 1 r1 \\s i b icn aux D i rec t ions rég iona les des Tra !âux Pub l ics


q tj l l l l l l lqpj-I)g5-pl!]Sai. en prarlqudr)t dcs r:rrfs comm<rciaux de locrtron a\\c'c tôus les cltcntr I-a


,i.ir.6, n,o,,àn du sMT-p.,, ffin. acatr.,bÉ;;;, DA. dorr


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, erre faite ar anr l 'entrée en viqueur du Crédir lolg5gCjg . ilstalktrln
du Çonsqi.J ..


t9jgfggglg.
adoprion par le Conseil d'Admirisrralion d un plan d enrrepli!e n9lll l lgll!.q ig


Directe ur Général).


RCFM


38 La RCF\\f esr responsable de Ia nise en oeuvre de Ia comp,rsante fcrroviaire. Un chef de prolet-


dés igné par le D i rec ieur Généra l de lâ RCF\\1 . coordonnera l 'e récu t ion des d i l fé reDles ous-composa l l tes


donr le con i rô1 . sera e f fecrué pâr les agen ls dc l r RCF\\ '1 . Const i tuc ron t uue conJ i t rc .n de décâ issenent de I : r


c o n l D o s a n l e f L r r o r i u i r c , , l a d o D t i o n d u n l a t t ! l L t t ( p t t t ( c t d u l t t l ' u r . . t . l ' l l r l l r e : r l \\ ' J n t I a R C F \\ ' l


(acceptab lc : p : : i lDA) . la mise en p lace dc s r .n consc i l d . \\dnr in is t i r t jon . la s ignatu tc du Cont ra t P lan


1994-1996. acccptab le par I IDA. en{ re le Gou\\e .nen len t e r la RCF\\ { . e t I 'adopt ion par Je Gouvernenent .


dans le p lan t r i inna l d inves l i ssenren ls e r dans le budget aunue l . de nrécan ismes dé ta i l iés de i lDancemenl du


programme de réduclion des effectifs de la RCF\\1. I-a rarionalisatjon des effcctifs seta acherée au plus tard


l2 r l ' to is après , en t rée r -n v igueur du Créd i r . L adopt ion par Ies 6our . - rnernen ls du \\ {a l i e I du Sénéga l d 'un


pLan d acrirrn a..nJoint. acceprable par J IDA. rellrri l à i inréeratiol 't tcchnique et co:Interciale des sen'ices


\\ l anue i dc m l : r c l l ocu \\ IÈ I
I
I
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5 3


iutcrnatir.rneur. scra une condi{ion clc décaissr'ntcttt dc l ir crtntposlnte- Lc plan


scra su i \\ i 1 t i t l l cs l r i c l len len l
: : r r . . r ra i rcs n rarchand iscs
I .T . ' r i cn é labo l r 'à cc l c f l c l


D \\ . \\C . , {D\\ ' I . , \\SECNA


ÂDl\\ 1-ASIiCN.4. sc lout
, r p . rn ic in f ras t ruc tu rc quc PLrur
i3Jhn ique. c l soùs l 'ég idù dc l ! r


C P T P


resp l rnsab les de l 'exécut ion dc l : t conpt rsan le ; l f l r - ' rpo t tua t re . auss l b lcn pour


la par t ie équ ipcmcnts dc sé ;u t i tÉ . appu"és lc cas éc l Iéâr l l par unc ass ls ta l )ce


D \\ A C ,


: r l Lc C l r l ' p n l cL t ra a l l r r cu r r c l : r s r l u \\ coo tposan i t l b r l l a t i ( r n . l c s p t r r g l a l l i t t t es en l t uc l s dc l o l l l l a t l on


. l .L i . . i ; ! dans lc cadre c jc l ' é rude dcs bcso ins de fo rnra t ion aron l tcvus i t l l l l uc l l c r l l c r l l . i l s se to t lL p rescntes Ùt


; rTa . iés en coucc f la t ion aYec les Ba i l leu fs de tonds au p lus la rd Ie l5 ju i l l c l de c l l : c1uc année. l -es b i lans


I r . récur ron des programl tcs de [o rnr l r ion de chaquc a ] lné . sc r l r l l l p r i ser l tés au p lus ta ld l c l5 aoùt I r


CpTp bénéf ic ie ra du concou ls d 'cnsc i tDants locaux e t ex t i f leurs . nù lan ln len t p . ru t l cs cours à i in t tn t loo du


!. '. ' ir-ur prl\\ 'e, ttanspoItcuIS et entrÙprCnCUrS


E. PNssat ioo dcs ma rchés


Le cadre léga) dc passarion des nrarchés csr consrirué par: (a) la Loi No. 90'06/AN-Rir'l du 19


i e r r ie r t990. c réanr la D i recr ion cé1éf : l le dcs Marchés Pub l ics : (b ) le Décre t \\o . 90-030/P-RM de la mênre


i : : : dé i in issar r r l ' o rgan isar j r r r r e t les a t r ihu t ions de lad i te D i rec t iou : e t (c ) le Décre t No. 92-059 i P-CTSP du


. r Èr r ie r l99 l dé f in issanr co déra iL l cs respo lsab i l i tés des en t i tés concer t rées Pnr le sec teùr des nrarchés


:u i l i c : Les procédures de passar ion dc nrarchés Iocau\\ e tab l i c ' s par le Décre t Pré( ' i té son l acceptab les par


i t D \\


Lts ntodes dc passarion de-r lÙlrchés el les nrontani! cLincsP.rn,jf,nl-s lLrrl donllés dans le tableau ? cl


Toutes les a lenccs i l ' e \\écu t ion d( r t \\en l se confonne! - iu \\ d i rL 'c t l \\ cs u r l3 pass3t ion dcs n l3 rchés


: : Tous l r ' s mârchJs de fourn i tu rcs c r c le t raYaur sero : , r passés ur la basa des D i rec t i res de ia Ba l lque


1..-r p Passation des lvtarchés Final:cés par lcs Prèts de{a BIRD et les Crédits de l ' lDA
(}'tai 1992) Les


: i : , : r : i s f i1a lcés par ies aur rcs Ba i l leu ts dc fonds su i r ron t l :u rs d i rec t i res resp ! -a l i \\es Pour le ! i l l a rc l lés


; i : . :nces par l Assoc ia t ion . les docunrenrs randards dr ' la B : ,nque seror r1 u l i l i sés pou l l c p loJe t e l la


p ; : :a r l r i6n < ies doss ic rs - t lpes do i t é l l c rc fu t inée a \\an l I 'en t rÉc s t l r ' i gueur du Créd i t - Tous les cc ' t r t t r t s à


; ; : i fe i l ies e r nou rc r isab les do i \\en l p l i \\o i r une c l luse d : : tu i l i sa t ron dùe aur dé la is d apFrcrb3 t ioD
e l d . :


r : , . . , l i i : des o f f r es .


r a ) Tra lau r : l ous l cs t r i l \\ au \\ f t nanc i ' s p : , r l . \\ : : ce ta l l on : i r o ] l l I - - : ! ses ap res aPPc l s


d o f l l c s i n te rna l i o l l i l u \\ (A I L Les c t ' l : i r ac t : l l l l : l r - ' c i t u \\ : a rL r l l l é l i r i l l l e . à u l l e D l l i l r


de p ré fé rence de 7 .5 !7 i on i o r rné t l l c t l t au r D i t . - c t i r t ' s L i r ' l a B lnquc


Fou rn i l u ras . l es n t r r c l t i : i i e f ou l t l t t u res : : : . ' l - r t t c t r o lPés pa t l . ' l s d -u i t I ù ' r l l l l t t l t


supétieur à 100 OO0 ,: j{) l iar! ct seroni p3-i : . ' : alrès .\\ l Lc5 contrats t : l fe 5[) 00i l L' l


\\ 1 , r u i l d c n r s e e n o c u \\ r e


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lv{odes dc oassatroo dcs marchés
(cn millions dc dollars US)


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Eaacz: dt projct


Hdc & oæaloa
u l L |tFï , Ifo!ôIC.tÉ


l. Trr'z.rs
l. I CrftF,or-ant lotEià


l .J Àr.ll


lJ Aà.lpofi


2. Moziwn djs cs


2.2 T âéco rrmuni crri,onr
2J Loconr ccivcr dc oro.


Rc\\!à- nrrt roulùû
2-a E{uip<fi c{rt lotidquâ


2J ^à:?porL' Qu:p. dc tk:rnÉ
2.6 vaiiculca, orCir!.ll.rt


2-7 Mr!..^c\\ d'crt-


3. CottsvLots
3.1 Br':gu dc coor/i::rtioo


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3.1 Fo;::rdcn


l. i . \\ ; à DN-f


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4. Fon E.-1.|n.nr Cêorèir..t. e-


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\\ l rnuc l d i n rse an oeuvre I
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t i 5propos i l i r rns d â lL l ibu l ions e t d ! ' s p ro je ls de l t t . :L tc l lés f in lux se ta co l l )n lc \\u r r[ - c \\ l r ] rcn par I ' lDA dcs Iù { t res d in r i i r t ion ; i s t ru ln iss io t t r le t . dcs doss ic rs d r tppc ls d o f f l cs . des


 t r ! {


100 000 do l la rs chacun. s ( \\o r . ( rns id ! : rés conrnrc pc t i l s e t non e l i -q ib lc -s aur A I . l l s .


s 'app l iqucnt au \\ pe l i t s c ( r11r r3 rs d âch l1s dc \\é l l i cu lcs . d o rd in ; t t c 'u rs . c tc . qu i sc ror r t


y rass ts après : rppc ls d o l l l cs i t ' i ru r rA I - ) . sans dr ipasser u t r n r t )n ( :1 ] r l lo t i l l cu l lu l i dc


500 000 do l la rs . Lcs c . .n l ta t : de moi t rs < ie 50 000 do l la ls c l r rcu t l . c - l pour un


n lo l t r3 l l l to ta l cunru lé de l -50 0ù0 do l la rs . sc lon t p :ssés sc lon lcs P l t rcédurc d Achat


intcrnational el Lclcal. l.ru par l ' irrternrédiaire de i Officc des SeIr ices d Achat Intcr


Agcnces du PNL D. Les conr ra ts d ' achats de ré l t i cu les c l d o rd ina lcurs .sc ron t p r is


cn ch l rgc par le Coord in l tcu : c ' l é \\ a lL rés par u t t conr i l c cor )s t i tuLr à cc ' t c f l c t .


Tous lcs n t l rchés de fourn i tu res . de t ra \\Jux c l dc consu l tan ts . te ron t l ob je t dc rappor ts t r i r t cs t r j c ls c lon un


canc \\ :as con\\ ! - ru qu i sc fa p répâré par l : ss is t :n i . - techn iquc au Coord in l l cur .


, b l


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t r ) tou t rnarché de fourn i lu res ou de l ra \\aux . dont l c coù t es t in l : l ( i l es t esa l ou suPér icur
à l r c t rn t r .e - r ,a leur de 150 0Cl0 do l la rs . e t tou t n ra tché au l r t rc dc la rchab i l i t l t i on dc la


vo ic fe r réc . son t rés is p : i r l c , ' ! tocédures décntes aux paragrap l ies I e t ,1 dc


l 'Armexe I au \\ D i rec l i \\ cs . L r , rsque des pa icn te l t l s au l i t rc dud i l marché do i rc r t t ê t tc


effecruécs au molen du Conrpte Spéciâ1. lesdites plocédures sont modiflées de


façon que les deur copies ccnil lées cooformes du nrarché qui doivent être fournies


à l Assoc ia t ion en ve f iù des d i rpos i t ions du pa ta t taphe 2(d) de l 'Annexe I aux


Di recr i rcs so ien t fourn ies à l lD . { a r ln t que so i t e f fec tué le p le t t r ie r re t ra i t de fonds


du Comptc Spéc ia l au l i t re duJr l n ra !ché:


tou l marché qu i n es t p rs r 'é l i par le parag taphe FrÉceden l es t reg i p r r r les
procédures décr :Lc-s aur pa l rg raphcs I c t ,1 dc l Anncxe I au \\ I ) i re . t i les . Lorsque
des pa ienrents au t i l r c Cud i t n rarché do i ren t é t re e f fcc tués ru u ro)eD du Conrp te


Spéc ia l . lesd i tes p rocédur r -s !on t n roJr l lées de f l ç t rn quc les d ! -u \\ c r rp ics ccr l i f iées


confo lmcs du nr : rché e t les au t re - r Ie t l se l5 l t l cnreu ls qu i do ] \\ ! ' r l l é t r ! ' l r )u rnrs I


i 'Assoc ia t ion en renu des drspos i t ioDs du paragraphe 3 de l - . \\n i )e \\e I aux


Di r .ecr i res o ienr tburn is à I lD . \\ avec lcs p ièces à p réscnter a t les tao t que lc pa icnren t


i l é lé c f fec tué er , ' lus i t en tcn i :u t i l r c dL ' - i dL :pcnscs au lo r iseas :


lcs d ispos i t ions dc l a l inéa rb r p tecéder t t ne s app l iquer t t pas aur n :a rchés au t i t re


dcsque ls des rc i i . r i t s d r ; . rn r l i . da Cr i -d i t do i ren t ê l re c l -1 i ' . - tués su t l3 basc de


re ie \\ és de dép i : r \\ . s . c l


les rc rues à pc : : ; r ' i o r t i . - : c t l r i l a i .5 . [ . r ( ]n t su i 'u t le b rs t sé lcc t i rc i I su t -1 )


( c )


{ d r


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- i6 l -cs n r i l r chés da r ravau\\ . i en t re i ren aL , i ra rn t à l cDt reFr i :e f r i r :ncés en l iè rcnran l par le qou\\cnr . ' l r i r r ' r l


du \\ {a l r . s . - ro r l p : rssÉs par le mr i t re d o - r ras : cé légué se l r r r l cs r r :q les d i f i r l i es da : :s un \\ {a t tue l dc


Procédures a i rp ré dc ce lu i qu ur r l i sc AC[TIPE \\1A l - l p i .u r ]a n r ise en oeu\\ re du Pro jc t d ln té rê l Put l r - '


pour I Enrp lo i rCr l l l l - \\ ' l L I t Ce n tar : : r - l dc p r i r iédurcs do i t i t re accept . tb , l . l - ra r l lDA l rs t la ra ' r r


\\ l a n u t l d c n l i : i c n o c u ! r eI
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5 6 ! r l


Iab le : . i P len dc Dca l i ' : cn i ( r ) l i


\\ : r rn t , rn t du Créd i I
, U55 \\ l i l l i on)


Pou rccntase de décaissenl! 'nl


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d,entrerien courrnr rjês r(rutes en régic seront réalisé;
par "cor':rr:]rs- de sre à gré conclus a'ec les Dircctitr l ls


résionalcs. sur lr tase 0", .on,r"ir-i-a, éhb:'rés
à cet clfct Des indic:teurs de performances seront


nris en


;i:.. ' ;;; l ;;;r;";;; =.t;;
des routes ru:': bien pour lcs tr.,raur rc'rl isés


à l cntrcprisc que pour ceur


réatisés en régie


41 Pour ê t re i m ieu \\ d 'eÀecuter le Progr3n lme
t le Pro t ' ' t l c Cou\\ e rnen len l peut cn lp lo i e r dcs


consultanls cl des c\\pens donr les qurlif ications l
expérienct" lt nrrndlt el les conditions d emplol sont


j u g é s s a t i s f a i s a n t : 1 3 r l ' \\ s s o c l e t i o n C c s c o n ' : l t a n t s e t e x p c f l : : e r o n t c t i ' r i s i s t t r l l f o i t ) é n l e n l à d e s p n n c i p c s


et pocÉdures jugcrs sar ts l l l san ts par IAssoc i : t t t ln su l \\an t les
D i rec l r \\ t spour Len lp lo i de Ct rnsu l tan ts p r r ies


Ernprutrteurs de l: Banque lrtondiale et Par 13 Banque Vc1!irl. '
en tant qu'Agence d Exécution- publtées prr


la Banque en Aoùr l9g l . t t sera soumis 'à i e r : .men préahb le
d j l lDA: la ) tous les p ro je ts de ç { rn11ats d u t r


rnoutaDt équivalcrl l suPcriiùur à 100 000 dollari Ptrur ceux'
cotl i lus arec Jes firnlcs: (b) les ternles de


r é | é r e n c e s d e t o u s t e s P r Ù e t s d e c o l r l l a t s . ( c i l : s c c ' n t r a r s c o n ; i u s d c ! r i ' : i e I e : ( d t l e s a l e n a n i s d e p l u s d e
100 000 clollars lùùr lc-s tlrmes ou dcs a\\coil i::


de contrats p'ri lnt l 's rlontanls totaux à plus de 100 000


do l la rs pour les l l rn )es : 3 l (e ) tou l docun le t t t s landarC
que l c t l tp run tcur \\cu t de \\e lopper ou u t i l i se r de


m a n i è r e r é p é t i t i r e , L e S j L ) n t l a t s d e n t o i n s d e ] 0 0 0 0 0 d o | | a r s Ù l i 3 c u n l \\ . ' c d e s f i r m e s d e c o n s u l l a n t ' l s e r o n l
r e v u s s u l l a b a s e . l e l 5 . . ! r j . ' l r r u S ] c s c o n t r l t s r n d i l i d u e l s s u i r r t r n t l a P s n i e \\ , d e s D i r e c t i v e s d e l a B a t l q u e .


F . Déca isscn tcn ts


48 Le Credrt proposé de I 'Asso:iation sera décaissé
seLon le lableau 8 ci-après:


Cat é r.- rte


I . Gén ie c i t ' i l
Routes
Rai l


2. Equipement
D i \\ e rs
Routes ( b.'-as )


3 . Ass is tance tec l ln iqu ; .


formation. Ét


4 Non a l loué


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1 0 0


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l v lanue l de n ise :n o t * . rcI
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5 7


J9 Le Crédir IDA sera clôrûrc. sepr ans après sa signature: cependant lÈs décaissenlùnts pourront


inren enir pcndant une période Supplénrentaire de quatre nois. pour des prestations exécutées a\\ f,nt la dete


de clôlure. 1r décaisscntent du Credir IDA se fera sur la base de contrats éligiblc's apprtrurés par l lDA.


pour les sous-conrposan(es travau\\. équipement et assistatrce rechnrque. Les décrissements se feronl sclon les


pourcenusùs indiqués rlans le tablelu ci-dcssus. les montants étant exprimés bors taxes e( inlPôis au lv{ali.


ks décaissements pour les équipenrenls eroùt faits sur la base CIF ou rendu liontière' pour les


imponarions. ou en usine pour les produits fabriqués localement. Pour fâcil i ter les déc!issements. le


Gouvernentenr ouvrira auprès d un.'banque comRrerciale iocale. un compte spécial sur lc'quel l ' lDA, une


fois remplies les condirions d'entrée en r igueur, décaissera un orontan! inirial de 300 000 dollars US


équivalent . sur h base des dépenses esli$ées pour une période de trois ntois. Le compte foncliolurera


suivanr ies ntodalirés el à des condirions jugées acceptables par l .{ssociation. l l sera réelinenté chaque mois


sous réser\\e que les demandes de rembourscntent dépasscnr l équr\\alent de 100 000 dollars us.


j0 Les denlandes de retratt de fonds seront accompagne!-s i les preces justLficati\\ es colresl(rl ldlntes.


sauf pour les marchés de rravaux de génie civil inlérieurs à 150 000 dollars US et les achats de biens et


marériels d'une valeur inférieure à l5 00O dollars US. pour lesquels les décaisscntents e ferout sur remtse


de rele\\és de dépenses. Dans ce câs. les pièces .justif icat ives correspondantes clont conser\\Èes p,rr les


organisnres d'exécution. pour exânten par les missions de supenision de I 'Assùciation et par lcs auditeurs


externes du pro.jet. l-es décaissentents, pour les sous-prOjets financés par les autres institutions qui co-


financent le programme, se feront suivalt les règles propres à chaque institution'


G. Comptsbil ité, Audits et Râpports


Complah i l i ré e r Aud i ts


5 i Le \\ '{ET sera resrronsabl. ' de la qestion financière du proiet La comPtrbil i té du projet ) ' inclÙs la


r'Érif icatirrn des demandes de décaissenrenrs sera é\\'enruellernant sous-traitée à une firnle locale d expenise


contptable. pendant toure la durée du proler. L,a structure de restion l lnâncière sera éraluée par I 'auditeur qut


confimterl à l Association. duranr le prenrier trimeslre suj\\ant la signature de son contrat. que le s)'stème sl


satisfaisant L auditeur sera responsable de route formation Cu personnel cotnptable. La conlptabil ité sera


renue en conformité ar.ec les normes inrernarionales de conrptabiJité. Le \\{inisrère préparera des rappons


rrimesrlels d arancement du pror:t couvranr les aspects comptables. budgétaires et f inanciers. avec la


c('ntrit 'utirrn des agences d'exécutl..n


jl Les compres du projer. ) iDclus le compte spéciel. seront audités artnuellement par des aurltteurs


exrernes indépendants acceprab lù : à l . \\ ssoc ia t ioo . en confora t i té a rec les -< tandards in lemal ionaux d aud i l


Les rapptrns tle i auditeur. avcc l:-r sint:rions financières du prolet. serrlnt lrensnris à l Association au plus


rard qurge mois après la c lô tu re de chaque xerc jce f i sca l . par l rn te rméd ia i re du Coord ina teur du Pro . le t qu t


gùrc r . l le : c . rDt ra ts d audr l . L -a . l jnJ lu rJ du cont ra t d audt ( J . ' . ' l : l l l c . du pr .J ( t fon . l l l uc une LJ I )J i l ion


d'entrée cn vigueur du crédit. Les conptes de ta RCF\\{ seront audttés par un auditeur erterl le acacptable


oar l lDA. Un aud i t techn ique sera cordu i t Ia seconde année i lPrc :s l en t rée en r igueur du Créd i t


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\\ lanue l de n) lse en ocu \\ re I
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R.rpnons c t Su i r i -


5 l
d 'a r anccnrent oour chaouc contposr t l te6 Droqr : rn t t t t c


e t du oro ie t r [su t r ta l t l la ra l tcen len l ' les p r r lb lùn lcs


rencontrés. lcs solutions proposées et lcs ihaneenrcnts
ou ajustenlertts qui doirc'nt t l l tt-t l j :.


1--t-o-1"'O'
èoorJi,t", io" p"aaaru an i"ura les obsraclcs à l 'ar ancenlent


et prcndra les ntesures correcllves appropflces'


Lcs ordres dulour et les procès verbaur dcs réuniÙns du Contité
scront Ptéfltt:- p^ï


l; ::^", '.: 'T:::t
t '


r rensmis à l .Assoc ia r ion er aux aur rcs Ba i l leurs dc fonds pour fac i l i t c r
l : suPet \\ l s lon du pro jc l e l cu


pro-qramnle


5J Le Coord iDatcur du Dro ie t soun lL- lL r i l a l \\ s roe ia r ton c l
' l u \\ a t l l r r -s Ba i l leurs de fonds : ra r l l l


ral,Irotts trinesLriels d aratrccment du plo-iet el du ProsraÛlnle )
it lclus l elltrctlen courarl dc! roules el


cou l ran t les aspec ts con lp lab les . u rog f ta i i cs . f ina t tc ie rs ' ph ls iques
e t dÈ coùts ' sur la base des rappor ts


iourn ia p" , la , ug" , ,aa , d lexécut ion : tb t les é ra ts l ln rnc ie rs annue ls .pour
chacune des en t repr rses pub l lques


du sec teur e l les b i laDs annue ls de tou tes les dépenses 'u l i l re du Pro ic t
c - { du Progran lme ' y inc lus les b i lans


annuels des conrptes spéci;rux; (c) les programnrc's d'investissernent
annucls l inclus les progrâmmes


d 'enr re t ien rou t i ; r . te l que s t ipu lé au pr ra , r raphe l : (d ) un rs fPon
3nr tuL ' l sur h mis t en oeur rc dcs mesures


prérues dans les p lans J acr ion : 1e l les p r i tg ran ln res c t b i la r l s annuc ls
' l : s ec t i \\ i tés tb rmât ion : ( [ ) les


i.og."nr, ',., et bilans annuels de l assisiar).e
rechnique, er (g) un rappofl d achèvement du projet dans les sir


mois qui suivent la date de clôture du Crédit '


55 Lr rn rse en oeu\\ re de tou t le p ro- r ramnr t ' :e r l supen isec
p . t r l cs Ba i l )eurs de londs respe" t i f s qu i


e\\anlineront l 'alancell lent o, p,og,,t ' ' ]a u' couis de réunlons atrtluellet
conJÛlntes organisëes Firr le


Coordinateur du projet Le projer de l ' \\sso'l l t l"n sera supen Lse tt lur
les trois mois Les nlissions de


super'ision .on,i ,. ion, .n à.. r..,u., sur ie sjte. des prariques fin:rncièr'es
et d organjsation des pr.cédures


de passatiolt des marchés et de paiements. rJe prrticipation 'Jes entreptts'- 's
iLrcales de la ntise cn oeu\\re d!'s


réiàrnes ( part icul iè rement pout [a restructut:ri ion dc la RCF\\'1t Ln
schénla de mise en oeurre des


ind ica teurs de per fo rn tance 1 un p lan d t super r is ion scrn{ don l tés en Anneres
l f (A-C}du rapDol l


d é \\ a l u a l i o n . L e s r e v u e 5 ^ , t n r . t r " - ' e r a n i t t e r c ' n t l e s p r o g r a n t n c s a n r l u e l s d i n r e s t i s s e m e n t s e t i e s i t r d i c u e u i '
d . p . , f o , n ' u n . " , e i l a r e \\ . u e à n r i - p l r c o u r s e \\ 3 I ] ] l D c r a l . a r , a n c e n l e n ( d c l o u I l e p r o g f a m m e e l ] . a i l e t n t e d e s
ob jecr i f s . P lus spéc iâ len len t , aa , , " ra 'ua . ( i Je \\an l i t le ra la mtse en oeur re du


prosramnle e t du pro1cr '1 L -s


p . - . fo . r r t "n .a rdesagencesd 'exécut ion : ( i i )examinera lan t iseenoeur redup land 'acr ionderes t rucnr ra t ion
àe la RCF\\ { : ( i i i ) n ren t ra à jour le FrusrJmnlc rùu I le r en prer r3n t e l l cL 'n rp te le degré


de dégrnda i ioo des


rou les e t les résu l ra rs des é tudes rechn iques . i i \\ ) d iscu tera c t agréer r Ies n tesures
add i t ionne l les requ is ! -5 FLr ! r


amél io rer Le recouvrement des coùts dxns le seateur dcs r ranspons: e t r \\ ) d is 'u te ra
e t agr i 'e ra les p lans de


f inancen len l n l i s à jour ' r inc ius tourE: les scurc ts de l i t l . i nccn len t d isp t )n ib les ,


5 8


I l . - { cc o r ( l - \\ e ( Co nd i l ions


t -es pr inc ipaur 616n1sn1c ru i r rn ts de la p ' l l i t i que du lec teur s . .11{ à r iFpe le r i5 6


\\*('


Déc lara t ion de Po l i l i que GénÉl l ! r du Cou\\ . t l ieLren l i j : t rs le Sec teur dL 's TransP ' i i s '


en da te du I no \\ .mbrc 199- i :


\\ lanue l de nr ise cn oeu ' . reI
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I
I




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F


.f r.r


(r)


 o


rdoption d un PIan Quinqucnnal d invesrisséments 1991- 1998 a\\ea une re\\-ue
annuelle des DrDPraDImes:


:dopritrn par Décret du noureau cahier des charges régissant l 'actit ité ferroviaire:


suppression de la progranrnrâtion du trafic par la DNT ct les Entrepôts N{aliens en
Côte d lroire. au Sénégal el au Togo:


suppression de l'obligation pour le frêt malieu de passer pilr lcs Entrepôrs \\laliens


nr ise en p lace du Corn i té de su iv i du Cont ra t -P lan 1992-1991 Eta t 'RCFM:


pro jc r de P lan d 'Ent repr ise 1994-1998 de la RCFIv{ :


circulaire pour recourir aux appels d'offres pour les transpons imponants de I 'Etat
et des organismes et en(reprises publiques;


sinlplif icâtion et réduction des procédures et des postes de contrôle routter:


plan de restructuration de la CO\\'(.{À-AV et sa mise en oeuvre:


lancenrcnt de Ia privatisation du sen,ice hôrelier de la RCFM:


inclusion dans Ie Budget d'lnves t issements 199.1 et dans le Plan Tnennal


d lnrestissements des fonds nécessaires à l 'entrelien routier et à )a contrepanie du
Projer:


sign:rure de la convention de mairrise d ouvrage déléguée arec ACETIPE-\\'{-ALI


pour l 'entretien courant des routËs:


termes de références pour l assistance technique et les érudes (D\\f et D\\TP).


recrulemcfi d un Coordinateur du Projer. acceptable par l ' lDA :


remise à l lD . { de l aud i t de \\ comptes de l exerc ice 1992 de la RCF\\ I . aud i l


rf lècué par un auditeur acceptâble par I IDA :


c u \\ t r c t u r c d u i , , n p t e s p e i r , l d ' < n t r e l r c n r o u t i e r :


remrse de l rs ta de l l rmes l consu l tc r . acceptab les par l lDA. PLrur i . : s in ; -cs


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\\ f anue l de n t : i i eD oeu \\ r c




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l - 6 0


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1r)


Les po in ts su ivan ls so l l t à rappc le r :


ï
(a) roures les agctlces d'exécuti(ln nlct(ronl en pllce le pcrsonnel honlqbggc.ffLé'qllat I


avant lc comn)cncement i le ltrule assistlt lce lcchnique
I


(b ) les inves t iss tn lenrs dans le sec teur des l ransPons eron t l io l i le i à ceur
inc lus dans


le programnle adopté par le Cou\\ crnemcnt et spécifids drlns sl lettre du
'1 Jan\\ ler


l9ô4. Toutes ac l ions non inc luses dans le p r t rg ran lmc do ivent l i i re l ' ob je t d un


rccord préa lab le de l ' lD , { . f )u r r r l l l ou(c la durée d 'c récu t ion du programn)e le


Gour ,e rncmcn lprépa lerae lsounre t t raà l .Ass t rc ia t jonc t . lu \\ . !u l IeSco- l - i I l Jnc ic I5au
p lus ta rd le I5 ju i l le t de chaquc ann ie ' u t l p rogra tnme l r i -a r loue l rou lan t


à'invcstissenents dans le secteur des transpons. Chaque progranme aruluel sera en


conséquences adoPté par le Couvernement en accord avec l 'Association l-es rcyues


"t,nu.i la,
avec les Bail leurs de fLrnds examineront les programnles annuels


rl ' investis se ments et les indica'eurs de pcrtbrntalces el la re\\ uc à nti-parcours


e x a n i n e r a l . a v a n c e m e n t g l o b a l t i u p l o p r a m n ] e ' l . a t t e i n l e d e s . r b ' j e c t i f s . l a m i s e à j o u r d u
prosren ]merout ie l .e tagrc ie ra lesmesuresa. ld i t ionne i lespour ln lé l io re r le recour . re t ,nent
dcs coûrs ct ntetlra à lour le plan de l inallccll lent du prLlsranln'l ' :


(c) Ie Gour emement nle(tra t] l ocu\\ rc' les recomrll:]Dd'l ions de l éiude de te\\aIion dcs


usagers en concenâ l ion arec l ' , { ssoc ja t ion ' au p lus ta td la lèn tc annéc su i ra t l t


l en t rée en r i sueur du Crédr l : e t


/d) lancemenr de la carnpagne de conrrÔle technique des véhicules- sous-treitée à des


stfdcrures prirées indépendlntes. en coordir;l lLrl l i l \\ec I opeil i!(rn te


r é i m m a t r i c u l a t i o n d u p a r c a u t o m o b i l e . a u p l u s t a r d s i x n r i r i s a p r è s l . e n t r é e e n
r i S u e u r d u C r é c i t : l a D \\ T e \\ p ] L . i l e r â e t p u b l i e r a l e s l é S u l l a l d e c e s c o t t t r ô l e s a u
p lus ta rd d i \\ -hu i t n lo is après l cn t tc le n v icuc-ur du Crédt t re r is t r r cn


conséque l lces les tex tes ré -sLement r i res PÛr l r t l l l s i tnc t lon des in i rac l lo l l s c t les


app l iquera ,Jès la t to t -s i . -n lc anné. ' sLr l \\aD l l en t rée cn r l -cueur cu Créd i t :


ie ) le CpTp scra tu rLr r i sé à 1o |n :e r l l Fcr lonne l du se . lcn t P11rè i lns les spécra l i tés non


!-nseignées d3ns l3s i lutrcs ccnir: ' du \\tali :


t f i réa l i ia l ion des t r l r , lu l d en l rc l l . l l couran l à I c -Dt repr ise dan: dcs p lopon ions de 75


9. sur la pér ic ]d t cour ran t la dUr . . dU p lo je l . .L r ] l t rac lua l i sa l iù I r dÈs t r i ] \\ i l u \\ réa l i s i - . . : e r i


d ass is rancc t chn tque à la D\\ fP :


renr isc à l ' lD , \\ des tc r lncs , lc r l i l i r cnce c t dc I l l i s rc des l i rn l i j i r
co / l su l l c r pour l c


cont rô lc (cch l t ique des r 'éh icu les . e t


rcmise rie la l iste des firnlcs à ct'nsultcr. acceptables par l ' lD'\\ ' pour
i étude du


svsrùmc de taxation des us3-sers de lâ route '


5 7


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\\1 rnu ; t dc rn r5e cn ocuv leI


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régie, à panir de l 'exercice 199.1 et maiti ise d'ou\\ rl-qc dé)eguée pour lcs tra\\ au\\ a


I ' cn t rc 'p r ise :


concr'rnanl le l- iruncentcnt de l cntretien courant des roules. le CLruvemenrcnl:


(i) versera mensuellement, au conrple autononte de l 'entretien coura-rl i des


routes géré par Ie ministère chareé des roùtes. les fonds nécessaires à


len t rc t ien aourant ;


(i i) le minisrère chargé des roures. ver\\erâ à I avance. les fonds nécessarrcs
paienrent des lravaux d'entrelien courlnt confiés en maitrisc d'ourra,ge
déléguée: ce rerscment s'eittctuers au conlpte ouven à cet eiiet par la


strucrure chrrgée de la maitrise d Lru\\rage délé-cuée;


(h) un audit rechnique er f inancier du CNREX sera cottduit Ia première année sui\\ anl


l 'entrée en vi-queur du Crédn :


(i) respecl des pertbrmances pour l 'entretien courant des roules;


û) les énrdes techniques de réhabil itation et d'enretien périodique des routes doivent


être terminées à la fln de Ia seconde armée suivant I 'entrée en vigueur du Crédit :


(k) la RCFIr{ procédera, au plus urd i2 mcis après I 'entrée en Iigueur du Crédit. à la


rationalisation de ses effectiîs qui seront rameflés i 1700 au plus à ltn 1995 et 15iO


âu p lus à f in 1998:


(l) les programmes de formatton du CPTP seront arrèlés aluuellenlenl; et


(m.) l 'audireur passera en revue les s1slèmes comptables des a,sences au Plus tard dura,']t


Je prenrier trimestre d'eDlrée en vigueur de son cr)nl.3t;


58 Les po in ts su i \\an ts do i \\en t ê t re e réautés aran t I 'en t rée en r iqueur du CrÉd i t :


(a) sisr,arure du contrat pour l assistance technique à la DNT et au Coordinateur du


projer : plf


(b) signarure d'un accord arec ir f i lnre chargée de ) inspection des réhicules: D)f


{c, rran:iormation du S\\Il-P en société de location de nlatér' iels ous des conditionj


acceptables par l ,{ssocialiL.û : DNTP-S\\{TP


(d) p rép i ra t ion des doss ie rs t rp ts d 'appe ls d o f f res ;


(e l s ign : tu re du cont ra t d auJ t t Ju prc le t e t m ise en p lace de ! )s lc 'mes JPprùPr ie \\ d3


( g )


\\ {anue i de misc en oeur re




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6 ' 2 t t


conlptabil ité du projet: Coordinl{cur ' cl


( l l p ro luu lg3 i lon qu t r= \\ te rL i - r i l ]n len t l i l e i l l t c rd is r l l t ies r ' - l c ts d r l l l cs us lgécs
dc


I l lL \\ l curs dans lcs foss 's d ra ins can lu r ' cours d eau l i l cs ' i n ls rc ! Coord tn : t t r 'u r


. 5 g L e s c o n d i t i o n s d c d é c a i s s c - m e n t s L ] l r l p o u t l 3 c ù l l l P o s a l l t e t e r r o r i a i r c . R C F \\ 1 - D \\ l . l :


(a l s i - t t t l tu rc r l un accr ' rd rJc p t i t s tL [ ' s r ' J i r i t c 'e l ] l r c l c Gou\\c rn i : l j l l Ù l Ia RtF \\ ' l '


(b ) l , l r rP l io r l de nouveaux s t l t tu ts iacccpt lb l ' "s par I ID ' { ) rég issant la RCF\\ ' l e t n t i sc en


f l i l cù de son Conse i l d .A .dmin is t r i i t i on :


( c ) a L i t l p t i o n p a l l e C o n s e i l d . A d n l i n i s t r l r t t r n d e l : R C F \\ { d u P ] e I ] d . E n i I c p l i s c l 9 9 - 1 .
199S. accePlab le Par I IDA:


( d ) s i g n a t u r e d u C o n t r a t . P l a n l g g . i l g g T . ? Ù . e p l a b ] e p a r l . l D - â ' e n t r e l e G o u r e r n e l r l c n t
e t l a R C F \\ 1 .


(e) pour le progrânme de réducrion des effecrifs de la RCFirl. adoptton des nécanisntes de


f inancementdup logrammeet iDscr ip t io l )desn lon lan tsconespondantsdans leP lan t r lenna l
d ' inves t issements e t dans le bud-get annue l :


(0 i l . lop l ion par les Gouren lcnren ts du \\ la l i e t du SÉnéga l d .u : p l ln d .ec t ion con lo in t .


acceptab le F3I l . ID . { ' re la t i f à t . rn regr r t ion techn ique t l cL . : ' , i l l ! . r c ia le d s SeI \\ iCeS


le l ro r ia i res march :nd ises in te rn l l ioneur {para i l8 l : e t


(S) s i - l t : : tu re d . conre i : i jû t {acccPta f i ' par l lDAr enr rc la RCF\\ l e t le Courer len le t l t pc rur


) 'exp lo i t l t i t ' n de ser r i ces \\o ) - lg .u rs ln té i ieurs à t i t re d ob l j : t t r ' - ' l l de ser r i ce


pub l rc e r n l i se en p iace des f inancer l rcn ts budSé la l res c r r r le : lL rndants pour l a t rnec


I99- i


\\ {anuc l de mrse en oeu\\ rc


I
I
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A\\-\\E\\ES


Ind jc:teurs de perfonnance


Details of road components projects


Finan;errent ID.\\


Ass is tance technique


Implenlentat ion Sched ule


Cart e


\\ l an r : - l de mr> i en oe uvre




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\\TALI


Projet Sectoriel TransPort


Indicatcurs dc pcrformance


_ l r l


. \\ n n a \\ . ' i
P . r c e i t i l


Eléments


ETTRETIEN ROUTIER


I Courant en régl€
- routes re\\ êtues (km)
- routcs en terrc (km)
- montant U5$'000


2 Courant à l 'cnûePrise
- routes revêtues (km)
- rout€s en terre (km)
- montânt us$'000


3 Périodique t réhabil itatron
- routes re\\'êtues (km)
- routes en terr€ (km)


-1. Pl3ntaûon d'arbres
- nombre d'arbres
- longueur de route
- surface ha


5. Données routi€res


Annéc I Annéc 2 Ânnéc 3 Anflce { Anné€ 5 TOT.{L


I 0 0 0
1.000


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1 . r 0 0
I ,500


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1.000
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S}1TP
Chiffrs d'a-ffaires USS'000
- ar cc la régie 1o'i,)
- ar c: les tnÛeprtses pnvees


D \\ T
- nombre de !orlures cnregtstrécs
- ûombre de \\ oltùres lnspeatéts


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TR{ I \\ t\\C
- nontote oe.Jours
- nonbre dc béneficiatres
- nombre dc béneiiciaires du sectcur prtr é


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\\ l ; rnue l de mrse en o ! 'uv re


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0 3 , r !


30


INDIC .TEL RS DE PERTOR\\IANCE RCF\\{
. \\nne \\e I
Paqe I . r f i


Les indicateurs de perforntance ci-après seront suir is nlensuel lement ( \\ {) ,


t r inrestr ie l lenrent (T),ou annuel lenrent (A).


Des object i fs annuels pour les indicateurs eront inclus dans le Plan d'Entrepr ise
RCFM 1991-1997 (des oblect i fs provisoirs pour les indicateurs -qlobaux sont presentes au
ne reo ranhe I 5ô l


Indicateurs de performance globale et financière


. Excédent brut d 'exploi tatron (T, A)


. Ratio lrais de personnel totaurVValeur ajoutée (T, A)


. Coefficient brut d'erploiration (T, A)


Disponibilité. fiabilité et utilisation des locomotives


. Disponibi l i té des locomotives (M. A)


. Fiabi l i te des locomotives ( \\1, {)


. Taux d'ut i l isat ion des Iocomotives (M, . {)


. Kilométrage annuel parcouru par locomotive disponible (\\{. A)


Disponibilité et utilisation des wagons


. Disponibi l i té des * agons ( \\{ . A)


. Rotat ion des uagons ( \\ f . A)


. Chargement molen des uagons chargés ( \\{ , A)


Disponibi l i te et ut i l isat ion Jcs voi ture: à r 'o] ageurs


. Disponibi l i te des roi tu;es r ,olageurs ( \\ { , A)


. Ki lometrage annuel parcoum par
"oi ture


\\ovageurs dispor ible ( \\1. À)


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I
I
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l l anue l de mise en oeur re




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6 6 - ! '"!


Eroloi ta! ion


. Charge brute rentorquée movenne des trains marchandises
(\\{' A)


. Nombre moyen de sièges des trains volageurs ( I '1 ' A)


. Taux moYen d'occupation des trains vo;-ageurs (N'[ A)


. Retard moven des trains r .o) 'ageurs (M' A)


. Nombre de dérai l lements de pleine voie ( \\ ' t , A)


. Nombre de dérai l lements hors pleine voie (M, A)


Entretien voie


. Lonqueur des ralent issemenrs' ,o ie et temps perdu par les trains


Recettes


. Recette par lonne x ki lomètre ( \\1. A)


. Recette par s iège r k i lomètre pour les senices vo1'ageurs ( \\ { A)


Product iv i té du personnel


. \\ombre d'uni iés de traf ic par t ra ' a i l leur permanent ( \\ { ' \\ )


À n n e r ! ' l
Pilse I ! ' l


\\ l tnue l dc misc en oeu ' , r i




80 80

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6 7
J-'


Ffl.LI


TRI\\SPORT SECTOR PROJECT


DE-TAIIS OF ROAI} COMPONSITS PROJECTS
(uss'000)


@asc 1993 11çlud;ng IaD.1994 CF.{F Dcv-alu.arion)


- r - !


I
I
I
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I


Annc'xe 2
Paee I of l


A. Ro LTrNE MAINTÊYA-I lCE:
B. PERIO D IC MÂINTEI{A.I.{CE


aod R€.FIÂB ILITATIO N:


TOTAL PROCR^M COST: 33,70O


TOT.{! PROCRA.Ù{ COST: I 17,6@


Scctiou
I


Sc5cdulcd :rc Ka Cosr Unit Cost


B, P::iodic Maiatcoancr


(i) Pavcd Roads


l. Kouc ala- Faral!âla
2. Ou:l-SévarÉ
3. Fa!adié-Ségou
4. S ilarso-Ko uliala
5. Sévare-Doucarza
6. Siccso0uâ.D
7. Marbla-Niono
8. Accà barragc Sclisg!é


( i l) Cravel Roads


9. BoLrgounj-Badogo
10. BaCcgo-K.alaaa
I l. Flc-r-DioÛa
1?. Bê52to-KJuÉEâlé
t-. S


. v3lt-g-..tiiga.ra
la. Tioc-froDcièrc Bu*i.!Â
15. Bo u go u:i - ! l : n:n knP


16. S iiGssô.Ko loke.6sol- BF


I 7, K-rl c5-Sadiola-Djibroua
18. BaE3tc.K3!i
19. Kourùo ro- B:-DrEba


(iij) lærrovcd TrackJ


?0. Dicia-S iir:sso
21. D ic i: a- I{ e55 t gui


23- Dic:.i-Gcu:abou
21. Kc'Jr.l3-Kcl:cDE!
21. K.:obcu gcr - Baroué Ii


25. fl':- i(rcu.uioro
26. F::--N::goia


?221


788


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?q t ô î J O . Y J


16.589 20.28


10.22


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Jua-95
Scp-94
Jan-95
Jzn-97
Ja!-96
Jun-95
Jua-95


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JAt -v I
Jzt-97
Jan-96
Jê!-96
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Ja-c- 95
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7 4 - t5 REPUBLTQUD DU MAII
UN PEUPLE - UN BUT - UNE FOI


l. D* lo csdro do la préscnrc Lenre, le secleur des ransporu cst définl cqgggtrljgnsdmbic
dç;lnftutntctures, du matérlcl ct des activirés ayan! pour objct Io mouvcmcnr dolfrFchandlscs er
Ap-FEiifiË-?iFlÉiîo-uï-îei{eI'rT-rouiiii,^icrrouiatri, fluvial, cr aéronautlquo.


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éIîo-ù:îùfadiî -ôii ii,-ic rrovialrc, I l, r n aut lqu o. I


2, A molnr qu'll n'on rolt corlvênu ,utrcmcnt avcc la Benquo Mondlalcdans lo crdrs du
rôctcur dcJ trarupbru, lo Oouvcrnemenr s'engagô à no rctcnlr dans les BudgeB Spéclaux' . d'Inva:tlssomont corræpondsnt sux annécr l99l cr 1992 quo;


r' .::l-' ,. - los proJo6 dont lo flnarccmont ost acquls ot qul ont rulri frlt l'objcr d'uno étudo
::l -,,,1.. .. r: &onomlquo acccpta.blo p ur lo Couvcrncment o la Banquo Mondlalo; ct


. lêJ dNd$ dont lo but cJt d 'évstucr la falsrbi l l té conomlquo dcs Invcst lsscnrcrrs cn vuo
do lour Incluslon dvontucl lo dans les Progrommos d' lnvos t lsscmenr.


3. Lo Oouverncmont s 'engago â ne pas retcnlr dans lcs Progrunmcs d' lnvcsr lsscrnonr qui
; tôront ôxécut6! on 1991, 1992 ot 1993:


- Ix proJcu ou étudel tcchnlques d'cxécur ion de proJcr donr lô co0t est supéricur à I
ml l l lard do francs CFA, à moins qu' i ls aient fa i t I 'objct d 'une érucle de faisabi l i ré
économlquc accêptâblô pour le Gouvernement er la Ba-nque Mondiale.


4, Lo Gouvcrnoment I'ongage à fairo pawenlr à la Banque Mondialo les études de faisabijité
dronomlquo concemant les projets vlsés au paragraphc 3 cl{essus, avant l'incluslon dcsdirr
projêB deru læ Programmes d' lnvest lss cmcnr qul scront cxéculcJ cn lggl , lggz et 1993. En
panlcul ler, lo Oouvornemcnt s 'engagc à t 'a l re par.renlr à Ia Banque Mondlalc (à Éoins qu' i l les tur
alt déJÀ transmls) Ies études de falsabilité conomique concernant les projec indiqués ciiessoLrs
(cott est lma(i f expr imd en mi l l ions de francs CFA):


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Proiets Rou t iers


Aménagement Voies Urbaines
Travaux Falad ié-Pont Badal a
Travaux Liaiscn 2èms Pont Bamrko-Route Faladié
Travaux Dakar-Bama-ko
Travâux Nioro-Aloun El Atrouss
Travaux Nara-Nema
Renouvel lement et Acquis i t ion de Matér ie l dcs T p.
Erudes Route Tomboucrou,Niono (p l rue I l )


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Pro lc ts Fenovla l res


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Républiquc du Mali - Lcnre dc Politiquc du Sccteur dcr Transports


Projets Aéronautioues


Construction de l'Aérodrome de Tomboucrou @hæe II)


Proiets Fluviaux


Renouvellement de la flone CMN


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5. Le Gouvernemeot effectuera, sut financement Banque Mondia.le, une étudo de faisabilité
économiquo du renouvellement de 250 km de voie ferrée @hæes I er II) sur la bæe de Termes de
Référence élaborés en concenation avec la Barque Mondiale. Il cst entendu qu'il s'agit d'une
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dc courlc
9yt O"t sera effecruée par un consult&t indépendant acceptable pou; teCiouvenrellent et Ia Ba-oque Mondiale.


6. Lo Gouvernement s'engage à faire paraltre dars les Budgets Spéciaux d'lnvestissemen$
correspondant aur années l99l et 1992 dinsi que daru les programmes d'Invætissement qui
seron! exécutér en 1991, 1992 et 1993 oute parricipation er rour appon proposés de I'Eut au
capital ou aux immobilisations des sociétés mixtes du secteur dæ tr"*oôru.


7: A moins qu'il n'en soit convenu aurrement avec ra Banque Mondiare, re Gouvernemenr
s'engage à affecter les ressources disponibles daru le secteur des trarsports (toures sources
confondues, aussl bien inrérieures qu'exrcrieures) eron les priorites suiua'iÀ, J;];r; i"",- couvrir les besoins en entletien couianc, deuxièmement poui I'entrerien périodique, ràiiième,n.nr' ' pour ls râlabuitation et 18 recoDstruction, et finalement pour la construction et acquisition dematé(iel ' Le Gciuvernemeat tiendra ccmpre dc ces priorités dans le ciL,Jre des interveutions oetous les bailleurs de fonds dans le secteur des transporu.


8' Le Gouvernement s 'enga8e à tou( menre en oeuvre af ln de promouvoir I ' in i t iat ive pr ivée
daru le secteur des transports,


Sor)s-Secteur Rout ier


détaillé concernarc |entreren courant du réseau routier. ce programme pruria'uer tiendracomptede la condit ion phlsique du réreau rout ier a*uer et du programmà d,Invest issemenr qursera exécuté en 199r, lgg2 et lgg3.. En ,"r e de ra préparatron du prograf iure susmenrr.onn€, reGouvernement aura recrurs aux services d'experts indepenoarrs dont res travaux se dérouieronrselon des Termes de Référence retenus en concer lat ion avcc la lJanque Mondia le.


1 0 . L e G o u v e r n e m e n t s e n g a g e â . u u v r t r I e s b e s o i n s l l n a n L r e r s d e l . e n t r e t i e n c o u r a , r lréseau rour ier qui sont de |ordre d 'au moins 2.20o mi i r ion: de f rancs cFA en l99r er 2.1oomi l l ior rs de f rancs CFA en 1992_


l . l A m c i r s q u ' i r n ' e n s o i t c o n l e r u a u r r e m e n t a . , e c l a B a r q u e i \\ i o n d i â r e , r e G o u v e r n e : . c n rs 'eng:8e à n 'ef fecruer en ré6ie gue rJe: i ravaur d
"ntaar ien


auur . " r [_e Couvernemenr s , r . tJg. ;e l f e c t u e r u r e e x p é r i e n c e p i , - l e d e r t r r r , c r ; o u r a n t à i e , r t r e p r , l . . e , , r 9 . : i i L e c o u r e r n t r r . : ; r


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Républlguo du Mdl - Lcttre de Politiquc du Secteur des Trarsports


s'cngago aussi à effectuer à I'entreprise des travaux d'entretien courant dont la valeur est


duivalcntc à 15% des dépenses totâJes prévuei en 1992, et 30% en 1993.


12. A moi.os qu'il n'en soit convenu autrement avec la Banquc Mondiale, le Gouvcrnement
s'engago Àeffectuer l'ensemble det travaux d'entretien périodique, réhabiliution, reconstruction er
c.onitructlon dc routeJ par des cntreprises privées ne jouissant d'aucune subvention directe ou
indirecto du Gouvernement. En particulier, le Gouvernement s'engage à ne pas paniciper
directement ou lndire4tement à la création ou au fonctionnement d'entreprises qui pourraienr jouir
de condltioN spécia.les dont ne jouiraient pas les enueprises privées, notamrnent en ce qui
conccroo des condition: d'cxclusivité de la commandc publique ou des condirions particulières
d'accè.r au matériel propriété du Gouvernement.


13. Le Gouvernement srengage à faire contrôler I'exécution des travaux indiqués au
paragrapho précédent par des consultants indépendants du Gouvernement.


14, Le Gouvernement s'engage à meftre en oeuvre au plus tard le 30 Juin l99l les
rccommandationi du rapport d'audit technique t financier qui auront été approuvéel par le
Gouvernement et la Banque Mondiale avant le 31 Décembre 1990.


15. Lo Gouvernement reconna?t que I'ensemble des clauses de la présente Lenre de Politique
du Secteur des Traruports s'inscrit daru le cadre de la préparation d'un projet visant I'ensemble
du secteur des traruports, et que, tout particulièremeflt, le.s clauses relatives au sous-secteur
routier sont liées à la levée de la suspension der décaissêmenti du Crélit 1679-MLI (C.inquième
Projet Routier).


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REF,UÊL I TiUÊ DU HAL I


UN PEUPLE .. UI..I BUT - UNE FO I
FFIESIDENCË DE Lê RÊFUBLITIUE


SEÊRETARIAT BËNERAL DU
6OU?ËRNEf'1ENT


' : . ' ;
D€CRET N' 90-512 / P-- f i , ' " l


déter&inànt lt Cidre Orgenique de Ia
Dirêctitri HàtidràIe des T.ransporte -


LE PRES I DEi,IT DE I-A REPI]Ei-IT1UE


VLr 1a Const i t r - r t ion I


V u 1 , o r d a n n à n c e r | " 7 ? - 9 l c | ' l L N d u
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f ondânentaL(x dË I â créât icn, . de 1
'org; r r r i sat ion ' de i â gest ic ' r ' t? l


d u r c o n t r â l e d e s s e 1 t i c e s p u b l i c = ' i


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c r É a t i o n d e l a D i r e c t i c } n f ' l a t i e n a l e d e s
' t r à n s F ' r } r t : : i


Vr- r le Décret n" L7? /PG-Rl ' l dr - r ?A Jui ' I le t 1985 f i i rant leg


c s n d . i t i o n g e t F r o c é d L l r e s d ' é l a h o r a t i c l r - i € r t d e g É s t j ' s n d e g c a d r e s
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N a t i À n a i e d e s T r a r r s P e r t s ;


V u l e . D é c r É t r , ' 2 ï 3 . / F ' - R f 4 d u l . : Ë Ë F f ' P r n f r r i ' 1 ç ê ç F L l r t É n t
des nrgrnbres crLt 6c,Lt'/s rrtemet-l t .


slATUAl{T Etn cof{sËIL f - )85 t '1 I l . l IËTRË5


A r t i c l e 1 t


DECRETE :


L e c a d r Ê É r g  n i q u e ( s t r u t c t r t r e s € t e f f e c t i f s ) d É


D i r é c t i o n i t l a t i Ê i n è i 1 t d e s T r a n s p o r t ç - e s t d é f i n i


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lAger,t de Ê stÊ


Drgrsrfi lftlÉLffit ul sctEs
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lchei dÉ ie{tisn


l[hirgé des Études ècoooriqûRs st


d€ l 'Èl abotatlor, dÊt Progttrr"e
lch3rgê d{ suil i de l €rkutiott


dse pl3ns


gettior trûsport tfltiat rt


trrrtvirirr
tchet de EPction (rhrrgê ètude5 Et


règlsrentit ian É€! t€ur tr.oiPort
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l0h.rgê de5 t.rit5 et coùi5
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Irrgénieur Cr,rt. Civi les
In;p, Svv, €con'


Ing, Nrv, AÉrirnrt
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Ingénieur Co:l. Civi lrs
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Âdrinistrrtesr Civil


S€crét:irs d'.drirtistt,
Mjoint de Secrétrti.t


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Coûvrntisnîilrl
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lr'génirur Coet. CrYil?5


ln:p. Sen. Econ.


Ingêlieur lhv. AÉrirn


txhn ic ien Cnst . C iY i l s i


f,ontr. Serr, Ecor'oriquÉ5


lrrgênierir Cnst. Civi hs


lnsi. Serv. €corrol.


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tngbieur Cosi. Ciri l ts


lBrp .SsrY.Eco. 'Adr ' c i r i I


lethr}iciÊn C.i6t. CiYil€s


C0ntr, SBrv. E(oo-


iq. tEchn. Cnet. CiYiles


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Inrg.gerv.Eco. 'Êdr. eili I


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Contr. Serv. Econ '


Technirim St.tirliques
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l gêîieur Ct'et. Ciri leÉ


I rrqênr zur Cr,st. Civile:


lnsp. 0oulr'es,Serv.[to,
Adriaistrateur Ciri l


Iechn i . !en Cngt . C i r i iP r


Atta(lté d'idri Ài5tr 3t I or'


Ag . le th r ' . Cns t . C i u ,


Adroirr ' i . d'.dtir ' irtr3trot'
âg . Iechn ' A t ts Cu l tu r€


'i


l lr,qénieur Cnst, Civiler


; Techr,ic ter, Cr,5t. Ciri l tg


:


: Ingênieur Cn5t. Civil€5


: Ie(hnicien Cnrt, Civile5


: Coott, SerY. Êrooouques


r Ag. Techn. Cnst , C iv i les


r fu. Iarl 'n, St.t letiqu€5


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t :g ! l t É r r r l ,


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S.(tidr 'lrlliPg
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t lhef de sec tisr :
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tcb3rg* de l 'àdéquàtidt "ntrt
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l 'ofJre et lr dirrade d€ trànrPort :


tChargé déPouil lelent de5 dsnrtêes :


Srctio fxilitetim iÉ ttrBsgts :


t0bei de sÈctioli I
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t0hàrgé de 13 ceûtralitrt ion drs i


intorràtiotts et d€s resÙtPs 6e !


f l u id i té de t ra l l i c :


fChrrgé d€ 13 ditlù(ion des :


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DE5 F I I'.IANCËs


DËS TFAI{SPùFITs
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ï ; ; ; ; i " i e t d e l a i o t t c t ; o "


P L l b l i q u e Ë t l e ' r 4 i n i 6 t r e


de9 Trân- 'F ,c . r ts e t c l t Tour '1s rne
sont { :hargég t chacLrn er '


c e c s i l É ç c n c e r n É ' d e l ' e t l é c u t i o n d L t p r é s e n t d É c r e t '


l - s o régent dÉct .e t sena
enreg i s t ré e t p t tb l ié àL l


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LE F'RE.SI NEI.IT DE LA REFUÊ{L
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r\\llN ls'l-Rl' DE L'llQUlPEMEN',r,
KLTUr,LTQUI- DU Mn'l',l


pP L]AUNXAGEMENT DU TERzuTOTRE UN
PCUPIC _ UN BUt * UNC FOi


DE L'ENVIRONNEMENT ET DE L'URBANISME
- : - : - : - : - : - : - : - : - ; -


- : - : - a - l - : - : - : - : - : - : -


N{INISTERE DE L'ECONON{IE ET DES FINANCES
- : - : - : - : - : - : - : - : -


MINISTRE DE L'INDUSTRIE, DU COMMERCE
ET DES TRANSPORTS


- : - : - : - : - : - : - : - : - , -
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ARRETE INTERMINISTERIEL N" OT- /MEATEU-ME-F-MICT


PORTANT REGLEMENTATION DE L'IMPORTATION ET DE L'UTILISATION


DES STIBSTANCES QUI APPAU\\.RISSENT LA CotJcIIE D'ozoNE AINSI QUE
DES


PRODUITS ET' EQUIPEMENTS CONTENANT CES SUBSTANCES'


I
LEMTNTSTRE "" :,3$11fi""iiililJN"#+i3if"p#"^TffilrERRrrorRE'


DE


I -E N.I INISTRE DE L'ECONOI\\{ IE ET DES FINANCES,


L E M I ] \\ . I S T R E D E L ' I N D U S T R I E , D U C O M M E R C E E T D E S T R A N S P O R T S '


Vu la Const i tut ion ,
Vu la Loi n"92-O02 du 27 août 1992 porrant code de commerce, modif iée


par Ia Loi n '01-042 du


07 ju in 2001 ,
Vu la io i n.93-07i du IO octobre 1991 autonsant la rat i f icat ion de la Convent ion


de Vienne et


et du Protocole de lr{ontréal sur les substances qui appauvrissent la couche
d'ozone '


V u I a L o i n " 0 l - 0 2 0 d u ] 0 m a i 2 0 0 , l r e l a t i v e a u x p o l l u t i o n s e t n u i s a n c e s '
Vu la Loi n"0l -078 du I 8 ju i l let 2001 portant Code des Douanes '


Vu le Décret n"00-505rP-RM du I6 octobre 2000 portant réglementation du commerce
extérieur '


\\,'u le Décret n"01 -276i l,-Rlr',f du 23 juin 2001 portant nomination des membres du Gouvernement.


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ARRETENT:


Art ic le 1". : Le préscnr arrêre réglemcnte I ' imponat ion et I 'ur i l isar ion des substances
qur


uppuil".r"nt la Couche d'Ozone ainsi que des produits et éqr.ripements contenant ces substânces


Article 2 : Toute personne phvsique ou morale désirant importer les substances,
produits e:


68.-"" t , v isés à I 'ar t ic ie l ' àoi t être
munie d'une autor isat ion spéciale dél ivrée par le Ministre


chargé de i 'Envtronneme i l l


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B 2


Article 3 : L'intention d'imponation n'est délivrée par la Direaion Nationale du Commerce et de la
Concurrence à I'importateur que s'il est muni au préalable de I'autorisation spéciale visée à I'article
2 ci-dessus.


Article 4: La liste des substances, produits et équipements visés à l'article l" ci-dessus est f,ixée
aux annexes I, II et III du présent arrêté. Elle peut être modifiée par arrêté du Ministre charsé de
l'Environnement sur proposition du Bureau ozone Mali (Bolr! préw pas la convention


-et
le


Protocole sus- visés.


Article 5: L'autorisation spéciale est accordée après que I'importateur ait dûment rempli un
formulaire disponible auprès du BOM et indiquant .


- les nom et prénoms ou la raison sociale, le domicile et I'adresse de I'importateur ;
- Ie numéro d'inscription au registre du Commerce ;
- la dénomination scientifique, la formule chimique, le numéro tarifaire du Code des Douanes de


chaque substance ;
- le but et I'utilisation de chaque substance ou produit ;
- la quantité de substance ou de produit ,
- les conditions ûe stockage des substances ou produits ,
- les quantités de substances et produits importés avant la signature du présent arrêté .
- les renseignements concernant le détenteur de la marque et I'exportateur ,
; les renseignements concernant le pays d'origine.


A.ticte e : L'autorisation spéciale est délivree, compte tenu du calendrier préw par le BoM et des
spécifications décrites ci-dessus, à l'importateur dont la demande d'autorisation est conforme aux
dispositions de I'article 5 du présent arrêté.
L 'autor isat ion spéciale d ' importar ion est revêtue du visa du BOM.


Article 7 : Tout dé(enteur d'une autorisation spéciale d'importation doit fournir au BOI\\4 le double
du formulaire dûnient complété par lc sen,ice des Douanes.


Article 8: L'importateur doit proijuire trimestriellement au BON{ un état descriptif indiquant les
nom et prénoms ou la raison sociale, le domicile et I'adresse des utilisareurs finaux des substances.
produits et équipements, visés aur annexes I et II du présent arrêté, ainsi que les quantites imponées
et vendues au N{ali


Article 9: L'importation et la ntise sur le marché de substances usaqées et même régénérées
inscrites à I'annexe I du présent arrêté sont interdites


Cene interdiction ne s'applique pas aux substances recyclées par les méthodes approuvées par le
Protocole de Montréal susvisé.


Article l0 : Les substanc,es visées aux annexes I et II du présent arràé doivent être récuperees aux
fins de destruction au moyen de techniques de recyclage ou de régénération conformes au protocole
de Montréal, à I'occasion des opérations de maintenance t d'entretien des équipements contenanl
ces substances ou avant le démontâce ct l 'é l imrnat icn de ces iouioements


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\\ r t i f lc I l : Les ut i l isateurs des suLrstances qui appaur issent la couche d'Ozone ainsi que


t produits et equtpements contenant ces srrbslances sont tenus de fournir chaque année au BOM
informations ur ies quant i tés ut i l isées de ces substances, produits et équipements.


Art ic le l2 : Les in lract ions aur disposi t ions du présent arrêté sont
conftrrntément au Code des Douanes. au Code de Comnrerce et aux lois et
con l rô l c des po l l u r i ons e t dcs nu i sanceJ


Art ic le l3: Le Directeur Nat ional de l 'Assarnissement et du Contrôle des pol lutrons er des
Nuisances, Ie Directeur Général des Douanes et le Directeur National du Commerce et de la
Concurrence sont chargés, chacun en ce qui Ie concerne, de I'application du présent arrêté qui sera
enregistré, publié et communiqué panout ou besoin sera /


B 3


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des
des


Bdmako, le I i_. .
LE i\\,IINISTRE DE L'EQU


DE L'AMENAGEIT{ENT DU TERRIT
L'E\\\\ ' I ROI{ NE I \\ I E NT ET DE L


LE ]\\IINISTRE DE L'INDUSTRIE, DU CO
ET DES TRANSPORTS.


constatées et punies
règlements relatrfs au


n ' )l:.,à


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l l t t r l ia l ions


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r -KM S\\ l ( l L5 À. \\ - t 5 -L t_ - t L5L
P R l \\ l ç r t o u s n l i n i : ' l c r c s
Tur rs I l ou t s Cur : rn r i : s . i r i a t :
foutes Direcr. Nles i \\ IL_{TÈL'I-oules


Drrrcr N ies \\ lL. l .
Tou tes Dr rec r N lcs , \\ l lC l
C \\ R S T .
CCI l \\ I
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Archives
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ANNEXE5 DE L,ARRETE 1q"s1:-
' '' *


/MEATEU-MEF-MrCI DU-l!
PORTANT REGLEMENTATION DE L'I]\\{PORTATION ET DE L,UTILISATION


DES SUBSTANCES QUI APPAUVRISSENT LA COUCHE D'OZONE
AINSI QTIE DES PRODUITS ET EQUIPEMENTS CONTENANT CES SUBSTANCES


ANNEXE I


SUBSTANCES QUI APPAUVRISSENT I-A COUCHE D'OZONE
OU STIBSTANCES REGLEMENTEES


(


Groupe S u bstances Nom
Com mercial


Formule
Chimique


Potentiel
d'appauvrisse


ment


I


Trichlorofl uoromélhane
Dichlorodifl uorométhane
Trichlorotrifl uoroéthane
Dichlorotétrafl uoroéthane
Dichloropentafl uoroéthane


CFC- I I
CFC_I2
CFC- I I ]
CFC_I I4
CFC- i I 5


CFCIr
CFzClz
CzFrClt
CzFtClz
CzFzCl


1 , 0
1 , 0
0 ,8
1 ,0
0 6


II


Bromoctrlorodifluorométhane
B romotrifluorométhane
Dibromotétrafl uoroéthane


Halon l2 I I
Ha lon - 13 -01
Halon-2402


CFzBrCl
CFrBr
CzF+Bn


3,0
1 0 , 0
6 0


Chlorotrifl uorométhane
Pentachlorofl uoroéthane
Tétrachlorodifl uoroéthane
Heptachlorofl uoropropane
Hexachlorodifl uoropropane
Pentchlorotrifluoropropane
Tétrachlorotetrafl uoropropane
Trichloropentafluoropropane
D ichlorohexafluoropropane
Chloroheptafl uoropropane


CFC- 13
CFC-I I I
CFC. I I2
C F C - 2 1 I
CFC.212
CFC-2I J
CFC-214
CFC-2I 5
CFC-zI6
CFC-217


CF]CI
CzFCT5
CzFzClc
CrFClr
crFzc16
C:F:Cls
C:FICL
CrFsClr
crF6ch
CrFzCl


I , 0
l 0
1 , 0
1 , 0
1 , 0
1 , 0
1 , 0
1 , 0
1 , 0
1 . 0


Tétrachlorure de caôone CC14 l l


m Tricbloroéthane CzH:Clr 0 , 1




102 102

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B 5


ANNEXE II
STJBSTANCES REGLEMENTEES (MEIITNGE DE CFC ET DE ECFq


Potentiel d'appauwissement de la
Groupe Substsrt"" Nombre d'isomères


"oucùe
d'oron"


Grouoe I


I
I
I
I
I
I


CFIFCIu
CFIFUCI
CH2FCI
C2I{FC14
CzHFzCIT
CzFtrrCI:
CHCI|CF3
CzHFTCI
CFIFCICFI
czHzFCIr
CzHzFzCIz
CzHzFsCI
CzH:FCIz
CH3CFCI2
CzHTFzCI
CH:CFzCI
CTFI4FCI
C2IIFC16
CTFIFZCI:
CIFIF:CL
CTFIFqCIT
CTFIFsCIT
CFTCFzCHCIz
CF,CICF2CHCiF
C:FIFcCI
CJH'FCIJ
ctHzF zCro,
CrHzF:CIr
CrHzFaCIz
C:HzFsCI
CTHTFCIT
CrHrFzCIr
CrHrFrCIz
CTHTFTCI
CjFI4FCII
c3H{F.2cI2
CaFI4FICI
C:HSFCIZ
C:H:FzCI
CAFI{FCI


GrcFC-21)
çtcFc-22)
GrcFc-31)
GrcFC-l2l)
(HCFC-r22)
ftrcFc-123)
(r{cFC-123)
(HCFC-124)
(HCFC-124)
(HCFC-131)
(HCFC-132)
(HCFC-133)
(HCFC-l4r)


(HCFC-l4lb)
(HCFC-142)
(HCFC-142b)
(HCFC-r5l)


'(HCFC-221)


t(rlcFc-222)' (HCFC-223)
(HCFC-224)
(HCFC-225)
ftICFC-22sca)
(HCFC-22scb)
(rlcFC-226)
(HCFC-23 l)
(FrcFC-232)
(i{cFC-233)
(HCFC-234)
(FrcFc-23s)
(FrcFC-241)
(HCFC-242)
(rJcFC-243)
GiCFC-244)
GrcFC-251)
(r]]FC-2s2)
(HCFC-2s3)
(rJcFC-26r)
(FICFC-262)
(IrcFC-271)


0,o4
0,055
o,o2
0,01-0,04
0,02-0,08
0,o2-o,06
0,o2
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0,007-0,05
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0,015 - 0 ,07
0,01 ,0 ,09


I0,01 - 0, 08
0,01 * 0,09
0,02 - o,o7


I
0,033
o,o2 - o,to I0,05 -o,09
0,008 -{,10
o,oo7 -0,23 I0, I - 0,28
o n l - ô { ?
à,àoo "b,ôs I0,005-0,13
0,007-0,12
0,009-0,14 I
0,001-0,01
0,005-0,04
0,003-0,03 I
0,002-0,02


333?333 I
t
I
T




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Groupe II
CFIFBTz
CHF2BT
CHzFBT
CzHFBr.r
CzlIFrB o
CzIIF:B rz
CzÉIFÈr
CzHzFBrr
CzHzFzBtz
CzHzFrBr
CzF{rFB rz
CzHzFzBr
CzfLrFBr
CIHFBro
CrÉIFzBrs
C:FIFrBr+
CrÉIF.tBr:
CrF{F:Br:
CTFIFcB r
CrHrFBr:
C:FIzFzBr+
C3H2FiB13
CIHzFJBrz
CrHzFsBr
C:HrFBra
CrHrFzBr:
CrHrFrBr:
CrHrFlBr
C:FIrFBr:
C:H+FzBr:
CrFLF:Br
CrHsFBr:
C:I-I:F:Br
CTLIeFBT


1,00
0,74
o,73
0,3-0,8
0 ,5- I ,8
o,4-1,6
o.7-1_2
0 , 1 - l , l
o ,2 -1 ,5
0 ,7-1 ,6
o,t -1,7
0,2-1,1
0,07-0,I
0 ,3 - 1 ,5
0 ,2-1 ,9
0 ,3-1 ,8
n s-) ')


0,9-2,0
0,7 -3 ,3
0 ,1- 1 ,9
0,2-2,1
o,2-5,6
o,3-7,5
0,9 -14
0,08- 1,9
0 , 1 - 3 , 1
0 ,1-2 ,5
0,3-4,4
0,03-0,3
0 ,1 - 1 ,0
0,07-0,8
0,04-0,4
0,07-0,8
o,o2-0,7


0 , 1 2


GrBFC-2281)


bromochlorométhane


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I


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3


3


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l


l


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2


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Groupe III
CHzBTCI




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Al\\ r \\ |L- \\D r r r


EQUIPEI{ENTS OU PRODUITS CONTENANT
DES SUBSTANCES REGLEITIENTEES


I
I
I
I
I
I
I


Désignation des Equipements ou produits


Appareils de climatisation de
l'équipement soit ou non incorporé


voitures automobiles
au véhicule)


et camions (que


Appareils de réfrigération
commercial (réfrigérateurs,
d'eau, machines à réfrigérer


et de climatisation à usage domestique ou


congélateurs, déshumidrficateurs, relïoidisseurs


de la glace, installations frigorifiques)


I Aérosols autres que ceux utilisés à des flns médicales


5. Turbo compresseurs


6. Fréon


6. lsolants




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PRESIDENCE DE LA REPTIBLIQUE
B B


_=-=-=.=-=- ,. REPUBLIeUE DU rvfAr_r
Un Peuple - Un Bur _ Une For


LOrNool- 0 7 6 / DtJ 18 JUIL. 2001 '


REGTSSANT LES SOCTETES coopERATrVES EN REPUBLTQUE DU MALr.


L'Assemblée Nat ionale a dél ibéré et adopté en sa séance du 2S' ju in 2001 ;.
Le Prés ident de la Républ ique promulgue la lo i dont Ia rcneur su i t :


CHAPITRE I : DISpOS ITrO]{S^cjj,rERALES _ DEFTNITTO N _ O B JET _CARACTEzuSTIQUES


Art iq le I . . : Lcs Sociétés C


I:::::lf ,.. p,i";;;;;';;iff',o::i,,::T;,j:i;",:fi:::,:.:*:1"": de rvpc parricuJicr
::il*i:i'[Tffj,l:iï;pdï ï:'aneindre ," ;,;;;';:i"":#:i:i1 ,1'J"';:J:î*:,:;cr./.ou à reurs .i,*;':;il,;":':,TI?::,:;#Hfflï:d,:T"i:",ii;;*";;';i;;ï',;",,r",
âct ivement . - - 'v 'v l rvr , rçr r rent de laquel le i ls s 'engagent à 'panic iper


r -cs soc le les coopéral ives ne n^, , -^ , . ; . .^ - .


'


niandataire a ,i,* g.ï,"i,ï"';:":::Ï:Ï::j
pas un but lucratir Elles agissenr en quarité de


-


Le nombre de reurs nrembres et re nrontant de reur capitar sociar sont variabres.


Hat*
: Les sociérés coopérar ives adhèrcnr aux pr incirrrore, la gesrion démocraiique, r,équ.ire alr.^,i,,*j;,;;;rr:i::1;ï;r"#,economrques, I ' inrérêt l imité au capiral , I , idu." f .^. i , f " , t r_qooperar ion.


Lcurs staluts y fonl expressément réGrence.


I 'adhés ion
rés u Itat s


Art ic le 3 : Les sociétés coopérat ives ont essent ie l len ient pour obiet :
. d .une par t :


d'améliorer la situation socio_é.conom iq ue de leurs membres ;oe promouvoi r I 'espr i t coooéde réduire, ,, i#i."'olu,l i '- ' ]tf '" ', i les membres ;
prix de revient;;,';".;; l".i1t-lltTot"t


et par I'effort conlmun de ceux-ci. le
cenarns services ,


tntunt' Ie prix de vente de cenalns produits ou de


i.ï::i#:: :J;l[.l'::: J'l*.
d-es prod u i ts I i vrés aux con s o mmareurs ;d'améliorer r"


"i"""î a"'r"J:llTTT
la production de leurs me mbres ;


entreprises, -ui"..îii-r,ii:i:'": :t
de < savoir-faire,, dans ra gestion de reurs




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B 9 ''q


. d'autre part, de padiciper :


- aux effbrts de développement économique et social par la contribution, qu'ils
peuvent foumir ;


- à I'accroissement de la production et de la productivité grâce à I'amélioration des


techniques et des moyens de production et grâce à I'utilisation conjointe et


rationnelle notamment des terrains, équipements, matériaux et installâtions ;
- à la rationalisation des circuits d'approvisionnement et de distribution ;
- à ta promotion du potentiel de ressources humaines stimulant la création


d'emplois.


L'objet spécifique de chaque société coopérative doit être défini dans ses statuts-


Article 4 : Les sociétés coopératives ont des personnes morales jouissant de la pleine


càpacité juridique et de I'autonomie financière. Elles peuvent recevoir des dons, effectuer


toutes transactions, acheter, vendre, transformer, hypothéquer, donner en gage' recevoir des


dons et legs, ester en justice et faire tous actes et opérations en relation avec leur objet social.


Article 5 : La durée des sociétés coopératives est fixée par leurs stâtuts.


Article 6 : La raison sociale des sociétés coopérativès doit indiquer la nature de leurs


activités. Elle doit comporter le terme < coopérative >.


Sauf exception résultant d'une disposition législative expresse, il est interdit de donner toute


appellation comportant les termes << coopérative l) ou (( coopératif> à des groupements lron


constitués conformément aux dispositionlde 1a présente loi.


Article 7 : Le ressort territorial dans lequel s'exercenl es activités de la société coopérative


est {ixé par ses slatuts.


Le siège social de la société coopérative doit se situer à I'intérieur de son ressort territoriaL-


CHAPITR-E II : CONSTITUTION - ENREGISTREIVIENT


Article 8 : Les sociétés coopératives se constituent Iibrement, avec un nontbre mininlrnl de


cinq (9) personnes jouissant de leùrs droits civiques,


L,Assemblée Générale Const i tut ive, à laquel le l les part ic ipent tou(es, prépare I 'ensemble des


docuniedts en vue de l'accomplissement de la formalité de I'enrégistrenrent.


Articte 9 : La fornralité de I'enregistrement est effbctuée au Greffe du Tribunal Civil du siège


social de la société coopérative. E,lle n'est sountise à aucun droit d'enregistremen( et de


timbre.


La demande d'eruegistrement est introduite à la diligence du président de la société
coopérative t comporte les pièces suivantes :


- 3 exemplaires du procès verbal de l'Assemblée Générale Constitutive, signés par les


membres fondateurs ;


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- 3 exemplaires des statuts ;


- la liste des membres du Conseil d'Administration et du Comité de sûrveillance indiquant


leurs noms et adresses, à laquelle seront joints les extraits de casiers judiciaires datant de


moins dstrois (3) mois et les certificats de résidence des interessés t
,


- l'état des souscriptions et des versements effectués faisant ressortir que la moitié au moins


du montant des parts sociales a été libérée.


Article l0 : L'enregistrement intervient après analyse, par le Tribunal Civil compétent, des
pièces énumérées à I'article 9 ci{essus.


Il se traduit par la remise aux requérants d'un exemplaire des statuts côté et paraphé et dûment
revêtu d'un numéro d'enregistrement.


Le Tribunal Civil est tenu de statuer dans un délai maximum d'un ( l) nrois, faute de quoi la
fqrmalité d'enregistrement est réputée effectuée. Dans ce demier cas, le Tribunal Civil est
teriu sans délai de orocéder à l'enregistrement de la société coooérative concemée-


Article ll : Toute société coopérative est tenue de déposer ses statuts auprès de
I'Administration en charge des coopératives du siège de la société coopérative contre un
récépissé, après I'eruegistrement.


Aucune société coopérative ne peut fonctionner avant I'obtention du récépissé visé à I'alinéa
précédent.


Art ic lc 12 : Les sociétés coopérat ives n'ont res d'existence légalc avant Leur enregistrement.


Les actes accomplis au nom de [a société coopérative avant son existence légale engagent la
responsabilité personnelle t solidaire de leurs auteurs.


Article l3 : A compter de leur enregistrement, les sociétés coopératives, dans tous les actes
de la vie civile, devront faire apparaître leur dénomination précise, leur objet, I'adresse de lcur
siège social ainsi que les noms, prénoms et qualités de leurs représentants.


CT{APITRE I I I : ADHESION - RETRAIT. DROITS ET OBLIGATIONS DEs
MEMBRES - SANCTIONS


Articlc 14 : Toute personne plrysique âgée d'au nroins dix-huit (18) ans peut librenrent
adhérer à une société coopérat ive


L'adhésion â la société coopérari'e intervienl conformément à la procédure prévue par les
statuts.


Article I5 : Tout adhérent peut à (ou( moment se retirer de la société coopérative dont il fair
pa rt ie.


La qual i té de membre se perd par la démission, l 'exclusion, le décès.


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Dans ces cas, l'intéressé ou ses ayants droit ne peuvent recevoir'
à titre de remboursement que


le montant correspondant à I";;i;;;;J"ate àes parts dans
le capital libéré' déduction faiæ


des créances de la société coopérative, ou bien augmenté' le cas
échéant' du montânt des


ristoumes échues.


[.es modalités d'apptication de cette disposition soni prér'ues pat les statt't\\'


Articlc l6 : Les adhérents disposent de droits égaux dans I'administration et la
gestion de la


société coopérative.


Il ne pcut ètre établi entre eux aucune discrimination suivant notafrunent leur
position sociale'


leur ;ppartenance religieuse ou politique, leur sexe, leurs fonctions ou [a date
de leur adhésion


collégiale.


Les membres ont le droit de :


participer aux délibérations et aux votes des Assemblées Générales :


!tir"
"i


.é,,roqu", les administrateurs ainsi que les membres des autres instances élues
de la


société coopérative I
être élus à tous les organes de la société coopératlve ;


àvoir accès à tous les services, équipementsit avantages individuels ou collectifs
qu'elle


foumit ;
- approuver les changements dans la structure du capital social ;
- Ugnefi.i", de façon équitable de la répartition des excédents nets ;
- examiner le3 pràcès-verbaux. registres, livres de compte et avoirs de la société


coopérat ive;
- exi!". des administrateurs et des membres du personnel de la société coopérative


de se


"oriio*",
aux dispositions de la loi, des statuts ou des règlements intérieurs'


Art ictc l7 : Les adhérents onl I 'obt igât ion, notâmn)ent de :


- participer à la réalisation des buts de la société coopérative et au renforcement de son


un i té ;
- renrpl i r tous les engagements d'apports ou de t tavaux ;
- ' utitiser la société coopé.utiu. pou, tout"s les opérations qui peuvent être effectuées


par
- elle ou par son entremiie confàrmément aux dispositions des statuts et des décisions


de


I'Assemblée Générale ;
- participer aux réunions des Assemblées Générales ainsi qu'à celles des autres organes de


la société coopéral ive s ' i ls en font part ie ;
- s'infomrer et ie former par tous les moyens mis à leur disposition par la société


coopérat ive;
- coniribuer, par leur probité, Frdélité et discipline à I'effrcacité de I'entreprise et à I'entente


au sein de la société cooPérative ;
- sauvegarder les biens de la société coopérative ainsi que ses intérêts matériels et


moraux ;


- n" p".="*"."er une activité concurrente à celle de la société coopérative;
_ ." ionfo.-.r aux dispositions des statuts, des règlements intérieurs, et éventuellenrent


des


contrats qu'ils auraient passés avec la société coopérative'


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Article 18 : Les statuts et les règlements intérieurs déterminent la nature des sanctions qui
pourraient être appliquées à l'égard des adhérents qui ne remplissent pas leurs engagements.
Ils déterminent également. les moyens de défense- ces sanctions peuvent comprendre
I'excluslon, sur décision de I'Assemblée Générale, d'un adhérent pour des raisons graves,
nota[unent s'il a été condamné à une peine criminelle ou s'il a nui sérieusement ou tenté de'
nuire à Ia société coopérat ive.


Arficle 19: Nul ne peut être membre de plusieurs sociétés coopératives ayant le même objet
dans le même ressort erritorial.


CHAPITRE IV : ADMINISTRATIoN - GESTIoN - CoNTIIOLE


Article 20 : Les organes d'administration, de gestion et de contrôle des sociétés coooératiTes
s o n t :


- I 'Assemb[éeGénérale;
- Ie Conseil d'Administration :
- le Comité de Surveillance.


SECTION I : ASSEMBLEE GENERALE


Art ic le 21 : L 'Assemblée Générare st const i tuée par l 'ensemble des adhérents de
coopérative. Elle est I'organe souverain de délibéraiion et de décision.


Seuls les mentbres à jour de leurs versements au capi ta l soc ia l ont dro i t de vote à l ,Assemblée
Générale et peuvcnt ôt re é lus au Consei l d ' ,a dnr in is i ra t ion ou au Comité de Sunei l lance.


chaque adhérenr d ispose d 'une seule vo ix à r 'Assemblée c inérare. quel que soi r re montanr
d e s p a r r s s o c i a l e s q u ' i l d é t i e n r


En cas d'empêchement, un nrembre peut domer mandat à un autre de re représenter à
I 'Assemblée Générale ; mais nul ne peut êt re por teur de p lus d,un n)andat .


Des représentants d'autres sociétés coopératives, ainsi que des personnes reconnues pour
l ' in térêt qu 'e l les po(en1 : rux.sociétés ioopérat ives peuvent êt re inv i tés à par t ic iper auxAssemblées Générales avec voix consultative


Art ic le 22 : L 'Assenrb lée Générale Consr i tur ive a pour objet de :


- âdopter les statuts .
-


-vér i f ier ra souscr ip t ion et Ja l ibérat ion des cot isat ions et des par ts soc ia les ;- é l i re les membres du consei r d 'Adminis t rat ion et , parmi eux le prés ident de ce concei r .- élire les membres du Comité de Surveillance :- examiner e( adopter le programme d 'act iv i tés de la premrere année_


Article 23 : L'Assemblée Générale se réun it en session ordinaire au moins une fo is par an,dans le courant du t r imestre su ivant ra crôture de r ,exerc ice socia l , sur convocat lon duPrésident du Consei l d 'Ad nr in is t rat ion.


L'avis de convocation de l'Assemblée Générare devra parvenrr aux membres de Ia société" coopérative' avec indicarion précise dc l'ordre du jour, quinze (15) jours ;, ;r;;. avant Iadate orévue.


la soc iété




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9 3 ,_ *rT


Articte 24 : L'Assenrblée Générale Ordinaire se prononce sur toutes les questions intéressant
la société coopérative, sa gestion et son administration, I'application et I'inteçrétation des
statuts.


A cet effet, I'Assembtée Générale Ordinaire : -


- entend et discute les rapports du Conseil d'Administration, du Comité de Surveillance et,


le cas échéant, des commissions ou comités élus ;
- examine, approuve ou rectifié les comptes et le rapport de gestion et donne ou refuse Ie


quitus aux administrateurs ;
- noûune les réviseurs et fixe la durée de leur mandat ainsi que leur rémunération ;
- tfix. l. plaficnd d'endenement de la société coopérative et autorise les investissements ou


placements de fonds ;
- détermine les moda{ités de répartition des ristoumes aux coopérateurs ainsi que les


modalités d'apurement des déficits ;
- élit et révoque les membres du Conseil d'Administration et ceux des autres instances élues


de la société coopérative ;
- adopte les règlements intérieurs ou leurs modifications ;
- décide les variations du capital social ;
- adopte le programme d'activités et le budget de [a sociaé coopérative ;
- décide de I'acceptation ou non d'usagers;
- d'une manière générale, délibère sur toutes les autres questions {igurant à son ordre du


jour, qui ne sont pas de la compétence de I'Assemblée Générale Extraordinairc.


Art ic lc 25 : L 'Assemblée Cérrérale Ordinaire ne peut dél ibérer valablement que si le nombre
de membres présents ou représentés est égal ou supérieur à la majorité simple des nrembres
inscrits à la date de convocation-


Si cette condition n'est pas remplie, une deuxième session est convoquée au même lieu et
avec le nrême ordre du jour dix (10) jours au plus tard après la date fixée pour la première
assemblée- Aucune condition de quorunt n'est exigée pour cette seconde session qui délibere
valablement quel que soit le nombre des menrbres présents ou représentés.


Les décisions de I'Assemblée Générale Ordinaire sonl prises à la majorité sin.rple des
membres présents ou représentés.


Art ic ic 26: L 'Assemblée Générale Extraordinaire décide des quest ions importantes
notaarntent ;


- les modifications des statuts ;
- la fusion avec une autre société coopérative ;
- la scission de la société coopérative ;
- I'adhésion à une Union, Fédération ou Confédération de coopératives ;
- la dissolution anticipée de la coopérative ou la prolongation de sa durée au-delà du terme


hxé ;
- l 'élection de nouveaux membrcs du Conscil d'Administration en cas de vacance au


Conseil de plus de la nroitié des membres en exercice.


Article 27 : [,es Assemblécs Extraordinaires sont convoquées à la demande du Président du


Conseil d'Administration. du Président du Comité de Surveillance ou du tiers des membres de


la société coooérative.


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L'Assemblée Générale Extraordinaire ne peut valablement délibérer que si les deux tiers des
membres inscrits aujour de la convocation sont présents ou représentés lors de la session.


Si cette condition n'est pas remplie, une deuxième session est convoquée avec le même ordre
du jour dans les çinq (5) jours . I


En cas d'absence de quorum, trne troisième session est convoquée dans les mêmes conditions
et l'Assemblée statue quel que soit le nombre des menrbres présents ou représentés.


Les décisions de I'Assemblée Générale Extraordinaire sont prises à la maierité des deux tiers
des membres présents ou représentés.


Art ic le 28: Le vote se fai t à main levée. Si I 'Assemblée le décide, i l est procédé âu vote à
bulletin secret.


En cas de partage des voix, celle du Président est prépondérante.


Les décisions régulièrement prises sont obligatoires pour tous les membres de la société
coopérative.


Article 29 : Lorsque I'étendue du ressort erritorial d'une société coopérative ou le nombre de
ses adhérents usci te des di f f icul tés pour réunir le quorum requis à I 'Assemblée Générale, les
statuts peuvent prévoir la réunion d'Assemblées de Sections chargées notafirment de délibérer
sur les quest ions inscr i tes à I 'ordre dujour-de I 'Assemblée Plénière t d 'él i re leurs délésués à
cette Assernblée.


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Article 30 : La société coopérative est administrée par un
membres sont élus par I'Assemblée Générale parmi les


Consei l d 'Administrat ion dont les
adhérents en règle vis-à-vis de la


I
société coopérative.


Ar t ic lc 3I : Les membres du
suivantes:


Conseil d 'Adnrinistra(ion doivent remplir les conditions


être de nationalité malienne; '
jouir de leurs droits civiques et civils ;
résider effectivement dans le ressort erritorial de la société coopérative ;
nlavoir pas été condanrné à une peine aftlictive ou infamanre pour cnme;
n'avoir pas fai t I 'objet d 'une déclarat ion de la i l l i te confonnénrent à la réglementat ion
comnrerciale en vigueur ;
ne pas participer de façon permanente ou occasionneue à une activité concurrente ou
connexe de celle de ra coopérative. En cas de litige, re caractère de concurrence est
apprécié par I'Administrarion chargée des sociétés coopératr.,res_


Sauf dérogation spéciale de I'Assemblée Cénérale, dont les condirions seront définies par le..:ql:-:.1 intérieur, ne peuvent êlre simulranémenr membres du même Conseild'Administration les ascendants, les descendanrs, les conjoints, res rrères er reurs sæurs et
autres alliés du même degré


AÉicle 32 : Le nombre des adnrinistrateurs est fixé par res statuts. ne peut, dans une société
coopérarive primaire, être inférieur à trois (3) er supérieur â dix ( l0).




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L e s m e m b r e s d u C o n s e i l d , A d m i n i s t r a t i o n s o n t é l u s p o u r u n m a n d a t d e t r o i s ( 3 ) a n s
renouvelable.


Al ,expirat iondusecondmandat ' lesadministrateurssortantsnesontréél ig iblesqu'auterme
d'une période de trois (3) ans.


Article 33: Sans limitations autres que celles des polvoirs
expressément réservés aux


assemblées générales pu. t" pér.nt" loi ou par les statuts, le conseil
d'Adminisçation dispose


des pouvoirs les plus étendus en matière de gestion'


Le Conseil d'Administration doit :


. d i r i ge r l esac t i v i t ésde lacoopéra t i vecon fo rmémen tauxd ispos i t i onsdess ta tu t se taux
directives et orientations de I'Assemblée Générale ; .


- t e n i r o u f a i r e t e n i r d e s c o m p t e s p r é c i s e ( e x a c t s , a i n s i q u ' u n r e | e v é f i d è l e d e l ' i n v e n t a l r e .
de I'actif et du passif de la coopérative ;


- prend.re toutes ies mesu.es .réôessaires pour la sauvegarde des fonds' avoirs'
équipements'


stocks et biens de la société coopérative;
- surveiller la gestion de la coopérative si elle est. confiée à un directeur


ou gérant et


contrôler I'inventaire et les comptes établis par ce.lur-cl '
- veiller à ce qu'un système dL tenue des registres' livres et conlptes


de la société


coopérativ.e soit établi.


Le Consei l d 'Administrat ion dol t , en outre :


- représenter les intérêts des membres de façon objective et impartiale 1.. ..- -L,:-
_ ét;blir un sysrème d,information périodique des adhérents ur.les activités,


problèmes et


résultats de gestion de la société coopérative et développer en eux le sens d'appartenance'


de toyauté et de responsabilité envers leur organtsatton '
_ se tenir régulièrenrànt informé des besoins, àttitud"r, sollicitations ou revendications


des


membres à l'égard de la société coopérative ;
- encourager, par toute mesure utile, 1'éducation coopérative des membres ;


- préparer et convoquer les réunions des.assemblées générales ;
- présenter à I'Assembtée Générale annuelle un rapport d'activités de I'exercice écoulé


tant


sur le plan économique que social, et un projet du budget de I'exercice suivant ;
- faire toutes propositions en vue d'améiiorer et de développer les services foumis


aur


membres ;
- faire toutes proposttions ur la répartition éventuelle des excédents nets et de I'interét


à


servir aux parls ;
- donner toute âssistânce aux personnes habilitées à vérifier les comptes âtnsl que les


membres des autres instances élues de la société coopérative ;
- appliquer toute recornmandation des rapports d'inspection ou de contrôle de


liÀdministration chargée des socrétés coopératives afin de redresser les erreurs, fautes de


gestion ou d' administration,


[,e conseil d'Administration peut, après consultation du comité de surveillance recruter toul


personnel salarié nécessaire à la bonne marche de [a société coopérative'


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Articlc 34 : Les membres du Conseil d'Administration sont responsables, individuellement et


solidairement, envers la coopérative et envers les tiers, des lautes commises dans leur gestion


en violation des dispositions des statuts, des règlements intérieurs ou des résolutions de


I'Assembtée Générale sans prejudice de la mise en cause, dans les conditions requises de leur
' responsabilité pénale, le cas échéant.


Article 35 : Tout membre du Conseil d'Administration peut être révoqué à tout moment de


son mandat par décision de I'Assemblée Générale, pour faute grave, négligence ou


inobservation des règlements-


Article 36 : Les fonctions d'administrateurs ne sont pas rémunérées. Toùtcfois, les statuts
peuvent prévoir le remboursement des frais spéciaux occasionnés par I'exercice de ces
fonctions et j ustifiés.


Les statuts peuven( prévoir que les administrateurs chargés d'exercer des tâches de gest ion
effective de [a société coopérative puissent recevoir une indemnité compensatrice du tenips
passé à cet effet. Cette indemnité cst fixée par I'Assemblée Générale, elle peut être liée à un
pourcentage du montant des excédents nets de I'exercice, mais en aucun cas au nrontant du
chiffre d'affaires.


I d.r t ic le 37: Le Consei l d 'Administrat ion est dir igé par un président assisté d 'un vice-r
I . président, tous élus par I 'Assemblée Générale.


I Le Président du Conseil d'Administration représente la coopérative dans tous les actes de la


t v ie de cel le-ci , y compris cn just ice.


La gest ion du Consei l d 'Adr,r in istrat ion est col lect ivc. Touteiois le Consei l peut dt l léguer ses
pouvoirs à'un ou plusieurs de ses membres. il peut en outre pour un ou plusieurs objets
déterminés, conférer des mandats spéciaux à des menrbres non administiateurs et à des tiers.


Af in d 'aider le Consei l d 'Administrat ion dans I 'excrcice de ses fonct ions, I 'Asseniblée
Générale ou le Conseil d'Administration peut faire appel à la collaboration de personnes
connues pour leur compétence en matière de coopérative et désigner des conseillers
techniques pour prendre en charge des missions de conseils de gestion, d'information. de
contrôle ou autres.


Les personnes ainsi désignées assistent de droit aux réunions des assemblées générales et, le
cas échéant, aux réunions du Conseil d'Administration, avec voix consultative_


Art ic lc 38 : Lc Président du Consci l d 'Administrat ion est tenu de conrnrurr iquer châque année
à l'Administration chargée des coopératives les docunrents uivants :


- le rapport annuel d'acrivités ;
- le bi lan e( ses annexes ;
- le programme d'activités prévisionnel ;
- le budget ;
- le rappo( du Comité de Surveillance ;
- le rapport du contrôleur exteme pour certificarion des comptes_


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Article 39 : L,e Conseil d'Administration se réunit en session ordinaire une fois tous les deux
(2) mois à la demande de son Président ou de la majorité de ses membres. En cas d'absence
ou d'empêchement du Président, le Conseil d'Administration peut être convoqué par le Vice-
Président. '-


Article 40 : Le Conseil d'Administration de la Société Coopérative ne délibère valablement
que si la moitié au moins de ses membres est présente.


[.es décisions du Conseil d'Admihistration sont prises à la majorité simple. Èn cas d'égalité
des voix, celle du président est prépondérante.


Article 4l : Lorsque les dimensions et les activités de la société coopérâtive le requièrent, le
Conseil d'Administration peut déléguer les pouvoirs nécessaires à un directeur ou gérant en
vue d'assurer sous son contrôle le fonctiorurement de la société coopérative.


Article 42 : Le directeur ou le gérant peut être recruté en dehors des membres de la société
coopérative, mais s'il en est membre, il ne peut cumuler ses fonctions avec celles
d'administrateur ou de membre du comité de Surveillance. [l peut cependant assister aux
réunions du Conseil d'Administration avec voix consultative.


SECTION III : COMITE DE SURVEILLANCE


Article 43 : Le Comité de Surveillance est I'organe de contrôle inteme permanent de la
société coopérative.


Art ic lc 44 : [ . ' \\ssemblée Générale él i t parmi ses ntenrbres un C rmité de Survei l lance
composé de deux (2) à cinq (5) personnes qui ne peuvent faire partie ni du Conseil
d'Administration, ni du personnel salarié et qui n'ont pas participé à la gestion de la société
coopérative au cours de I'exercice précédent_


Lrs fonctions ainsi conférées a ces persorùles ne sont pas rémunérées. Toutefois, les staturs
peuvent prévoir le remboursement des frais spéciaux occasionnés par I'exercice de ces
fonctions et justifiés.


[.a durée du mandat du comité de Surveillanëe st fixée à trois (3) ans. Les membres sortants
sont réél ig ibles.


Toutefois, après deux (2) mandats consécutifs, ils ne peuvent etre réélus avant l'expiration
d'une pér iode de trois ans.


Article 45 : Le con.rité de Surveillance se réunit chaque fois que de besoin à la demande d'aLr
moins deux (2) de ses membres. Ses décisions sont prises à la majorité simple.


Article 46 : Le Comité de Surveillance xerce ses pouvoirs de façon collégiate_


Il a pour tâche de conûôler Ia conformité des activités de la société coopérative par rapporr
aux statuts, aux règlements intérieurs et aux décisions de I'Assemblée Générale.


Il vérifie les livres comptables, la caisse, les comptes et avoirs de la société coopérative er
contrôle la régularité des.inventaires et des bilans. exerce tout contrôle qu'il -i.uge opporrun
et informe le Conseil d'Administration de toutes lacunes, errcurs ou inégularités cofirmises.


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Article 47 : Le Comité de Surveillance prépare chaque année au moins un rapport dans lequel


I il rcnd compte à I'Assemblée Générale de I'exécution du mandat qu'etle lui a confié. Il doit
I signaler les inégularités et les inexactitudes qu'it aura relevées.


I Article 48 : Les statuts peuvent prévoir que le Comité de Surveillance fasse appel, avec
I I'accord de I'Assemblée Générale, à des personnes qualifiées en matière de contrôle dcs


comptes pour I'aider à aÇcomplir correctement sa mission.


I CHAPITRE v : DISP'SITI'NS FINANCIERES ET C.MPTABLES


I Article 49 : Ir capital social de la société coopérative est constitué p'ar l'ensemble des


I cotisations et des parts sociales souscrites par chacun des membres.


I - Article 50 : La cotisation est la même pour tous ; son montant est déterminé par les statuts et


I
payable à l'adhésion. EIIe n'est pas remboursable t ne porte pas intérêt.


I Art ic le 5t : La valeur nominalc de la part sociale est f ixée par les statuls. La part sociale esl


I remboursable t Porteuse d'intérêt au membre. La souscription d'au moins une part par
adhérent est oblisatoire.


I Sauf dérogation


""*or".r"


de I'Assemblée Générale approuvée par I'Administration chargée
des sociétés coopérat ives, aucun adhérent ne peut détenir plus de quinze pour cent (15 %) de


l la partie du capital social représentée par les parts sociales. En plus des parts sociales initiales


I '- dites parts d'adhésion, les statuts peuvent prévoir la souscription par les adhérents de parts- sociales upp lenrentaires dont le nonrbre est déternr iné en rapport avec I ' importance de
r I 'exploi tat ion ou de l 'entrepr isa.
Ir Ar( ic le 52 : Les par ls sociales doivent ètre l ibérées au rnoins à la moit ié à la souscr ipt ion.


I 4 La libération ciu reliquat doit intervenir dans les délais fixés par les statuts et qui ne peuvent
r excéder un an.


I Les membres redevables après l'expiration du délai d'un an s'exposent à l'exclusion dans les
I - conditions fixées par les statuts.


I L'es parts sociales non entièrement libérées ne portent pas intérêt et ne soht pas remboursables.
I


L'Assemblée Générale peut prévoir la Iibération des parts sociales en nature, en prestâtions de
I services ou de travaux.
I


' Art ic le 53 : Les parts sociales sont nominat ives, indiv is ibles, insais issables Dar les t iers. Leur
I cession ne peut se faire sans l 'accord de l 'Assemblée Générale dans les.oni i t ior , . f ixées par
I - les statuts.


I +:rtic]e
51 ;.Les pal: sociales ne donnent pas droir à des dividendes. Elles peuvenr, par


t décision de I'Assemblée Générale, générer un intérêr ne dépassant en aucun câs le raux
d'escompte de la Banque Centrale des Etats de l,Afrique de I,Ouest (B.C.E.A.O.).


I
Article 55 : Les autres ressources de la société cooperarlve sont :


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- les réserves créées par lcs prélèvements ur les excédents d,exercices ;


I ;
lt:9oT' legs et subventions d'organismes publics ou privés qui doivenr êlre intégrés dans


te patnmorne t comptabi l isés éparément.


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Article 56 : La responsabilité de chaque adhérent est au minimum égale au montant des parts
sociales dont il est titulaire. Néanmoins, les statuts peuvent prévoir une responsabilité plus


'
étendue qui ne peut dépasserdix fois le montant des parts souscrites.


Ir retrait, le d&ès où I'exclusion d'un membre ne le libère pas de ses engagements envers la
- société cofpérative. Sa responsabilité financière découle des obligations antérieures au retrait,


. . f
' . . .


au oeces ou a I excluston.


Toutefois, aucune action ne sera recevable contre un membre démissionnaire, eictu ou décédé
ou contre ses héritiers, passé un délai de cinq ans après la date effective du retrait, du décès ou
de I'exclusion.


Article 57 : Les excédents annuels nets résullant des activités sont soumis à un prélèvement
obligatoire pour la constitution de fonds de réserves légales de la société coopérative avant
toute autre répartition.


f I-e fonds de réserves légales est alimenté de 25
o au moins des excédents netsjusqu'â ce qu'il'


afteigne dix fois [e montant du capital social ; après quoi ce prélèvement cesse d'être
obligatoire sauf à reprendre son cours si ce fonds de réserves tombe au-dessous de ce
monunt.


- Article 58 : En plus des réserves légales, les statuts peuvent prévoir des réseryes statutaires
dont le seuil et I'affectation seront déterminés par l'Assemblée Générale.


Toutefois, le nrontant otal prélevé au titre des réservcs statutaires ne peut dépasser 20Yo des
exceocriri nets.


Article 59 : Le solde restant, âprès prélèvement au tiire des réserves légales et stâtutaires, peut
être ristoumé aux membres, au proratâ des opérations qu'ils ont effectués avec la société
coopérative ou des travaux ou prestations qu'ils ont foumis pour elle au cours de I'exercice
concemé-


Article 60 : En cas de pertes durant un exercice quelconque, aucune répartition d'excédents
ne peut être effectuée tant que le déficit n'aura pas été résorbé par ies excédents réalisés dans
les années suivantes.


En aucun cas, les montants constituant les fonds de iéserves légales ou de réserves statutaires
ne peuvent êt re répar t is entre les adhérents ou incorporés au capi ta l soc ia l , n i u t i l isés pour tu I
Iibération de oarts. I


[,a partie de I'excédent répartissable se rapportant aux opérations avec les usagers cst affectée
aux fonds de réserves légates. Il en est de même des dons, legs et subventions non
expressémenl affectés à une utiLisation spécifiée par les donateurs.


Article 6l : La comptabilité des sociétés coopératives doit être tenue conformément à la
réglementation en vigueur.


L'Assemblée Générale de la société coopérative peut prescrire la tenue de pièces comptables
détcrminées, et l'utilisation de formulaires de modèles unifomres, dans un souci
d'harmonisat ion.


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l 'exercice social


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qui correspond à l'année civile.


l,e trimestre suivant, le Conseil d'Administration prépare et soumet â l'Assemblée Générale'
les documents suiyants :


le rapport annuel d'activités ;
le bilan et ses annexes :
le programme d'activités prévisionnel ;
le budget ;
le rapport du Comité de Surveillance ;
le rapport certifié du contrôleur exteme ;
tous autres renseignements requis par les statuts.


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CI{APITRE VI : UNIONS - FEDERATIONS ET CONFEDERATIONS DE SOCIETES
COOPERATIVES


Article 63 : Les sociétés coopératives peuvent constituer entre elles des Unions pour la
gestion de leurs intérêts communs. notamment en vue de :


I
- effectuer toutes opérations comnrerciales et financières pour le compte et dans I'intérêt


I des sociétés coopérat ives memgres ;
- groupei leurs moyens d'action en vue d'assurer et d'anréliorer soit la qualité, la régularité,


I la valor isat ion, la t ransformat ion d'un ou de plusieurs produits, soi t procurer à leurs
f membres des moyens mult ip les ou des services à moindre coùt ;


- or ienter et colrdonner les act i , . , i tes économiques des sociétés coopérrt ives membres ;
I - foumir I'assistance financière, technique,


"o*pt"bl"
ou administrative dont elles o1t


! besoin-


| 4rt ic le
64 : Les Unions sont des sociétés coopératrves du second degré qui exercent des


a fonctions de gestion.


Article 65: L'Assemblée Générale des unlons est composée des délégués des sociétés
coopératives adhérentes, élus dans les conditions déterminéei par les statuts.


Les décisions prises par I'Assemblé" Cénérale sont obligatoire! pour les sociétés coopératives
adhérentes.


I
A{ t ic le 66 : .


Les statu ls des Unions déterminenr , en conformi té avec les d isposi t ions dc la
I présente loi, les modalités de leur constitution, de leur fonctiormement et de leui dissolution.


Article 67 : Les Fédérations sont des associations de sociétés coopérarives ou d'Unions de
sociétés coopératives visaat ra défense des intérêts du mouvement coopératif.


Article 68 : lr regroupement des Fédérations constitue la Confedération.


Article 69 : Les Fédérations et la Confedération de sociétés coopératives sont soumises au
régime juridique des associations de I'Ordonnance N"4llpGC du 2i mars I 959.


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Elles ont pour objet notarnment de :


membres ;
- diSrser l'information nécessaire à tlamélioration des activités de leurs membres ;
- promouvoir l'éducation et la fqrmation continue des coopérateurs ;
- assurer la vulgarisation de la législation coopérative
- favoriser I 'inter-coopération en établissant des circuits commerciaux et d'échanges


avec les organismes coopératifs nationaux et étrangers ;
- représenter le mouvement coopératifaux niveaux national et intemational-


CIIAPITRE \\r'II : FUSION - SCISSION


Article 70 : Les sociétés coopérativels ayant le même objet ou des objets similaires, peuvent
par décisions de leur Assemblée Générale Extraordinaire convoquée spécialement à cet effet,
fusionner en une seule société coopérative.


ta fusion des sociétés coopératives s'opère par la création d'une nouvelle société coopérative.


Article 7l : La nouvclle société coopérative reçoit I'actifet est tenue d'acquitter le passif.


Article 72: Une société coopérative peut, par décision de son Assemblée Générale
Extraordinaire, se scinder en deux ou plusieurs sociétés coopératives-


La décision de scission arrêle impérativement. un plan de répartition de l'actif et du passif
entre les nouvelles sociétés coopératives ;-elle dresse égàlement ia:liste des'membres des
nouvelles entités-


Article 73 : La transforrnation des sociétés cooDéralives oar fusion ou scission est soumise
aux formalités prévues au Chapitre tl de la présente loi. La transformation ne devient
définitive qu'après I'accomplissement de ces formalités.


CHAPITRE VIII : DISSOLUTION _ LIQUIDATION


Article 74 : L'Assemblée Générale Extraordinaire décide de la dissolution
coopérative dans fes cas suivants :


- - { ç _


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de la société


.


- expiration de la durée statutaire de la société coopérative ;
- réalisation de l'objet social ;
' fusion avec une ou ptusieurs autres sociétés coopératives ;
- survenânce d'obstacles ou de difficultés insurmontables pour la réalisation de l'objet


social ;
- pcrte de la moitié du capital social augmenté des réserves légales de {a coopérative ;
- inobservation des dispositions de I'article 38 de la présente loi ;
- violation des dispositions légales ou statutaires en dépit des avertissements écrits ;
- non conformité de I'aalvité de [a société coopérative à son objet ;
- c€ssation de toute activité pendant deux (2) années successives.


L'Asscmblée Générale nommc aussitôt un ou [lusieu.s liquidateurs.




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Articte 75 : L Administration chargée des sociétés coopératives vérifie l'effectivité de la
constitution et la réalisation des formalités prévues aux articles l2 et 38 ôi-dessus.


En cas d'inobservation des dispositions de l'article 38, I'Administration saisit la société
. coopérative défaillante aux frns de régularisation dans les six (6) mois. Si les irrégularités


persistent pendant deux années consécutives, elle saisit Ia société coopérative aux fins de faire
prononcer sa dissolution par I Assemblée Extraordinaire de ses membres.


Article 76 : La dissolution judiciaire est prononcée à la demande de I'Administration chargée
des sociétés coopératives ou de toute personne intéressée dans les hypothèses prévues à
l'article 74 ci-dessus, au cas où I'Assemblée Générale s'abstiendrait de le faire.


I-e Tribunal norrune par la même occasion un ou plusieurs liquidateurs.


' Article 77 : La liquidation coftunence dès le prononcé de la dissolution.


f.a mesure de liquidation est immédiatedient publiée dans un Joumal habilité à recevoir |es
annonces légales pendant que les inscriptions modificatives intervierurent au Greffe du
Tribunal Civil du siège de ta société coopérative.


Article 78 : La société coopérative conserve sa persomalité juridique pendant toute la phase
de la liquidation. Celle-ci est trânsmise au liquidateur pour les seuls besoins de la liquidation.


Article 79 : Les créanciers de la société coopérative ont un délai de deux (2) mois suivant la
publication de I'avis de liquidation pour réclanrer le paiement de leurs créances.


Passé ce délai , les rontants concemés ne seront pas exigibles.


Article 80 : Dès la clôture de la liquidation, le liquidateur arrête le progranune de règlement
des créances, priorité étant accordée aux créances privilégiées.


4rticle 8l : t-a société coopérative est ensuite radiée du reglstre de I'enregistrement tenu au
Greffe du Tribunal Civil de son siège à la diligence du liquidàteur.


.
Article 82 : Au cas où la liquidation fait apparaître un actifnet après extinétion du passifet le
remboursement des parts sociales, cet actif n'est pas répartissable entte les adhérents ; rl est
dévolu à [a Confédération Narionale des Sociétés Coopératives.


Au cas ou la l iquidat ion fai t apparaître des pertes excédant le montant du capi tal social , cel les-
ci sont divisées entre les adhérents proportionnellement au nombre des pàrts souscltes par
chacun d'eux' sans toutefois que le montant leur incombant soit supérieur à dix fois le
montant des parts souscrites.


Article 83 : Au terme de sa mission, le liquidateur dépose un rapport de [iquidation au Greffe
du Tribunal Civil du siège de la société coopérative liquidée et auprès de l,Administration
chargée des sociétés coopératives à des fins stitistiques.


CI{APITRE IX : DISPOSITIONS PENALES


Article 84 : Sont punis des peines prémes aux dispositions du code pénal relatives au délis
d'escroquerie, d'abus de btanc-seing, d'abus de.onh".r"" :




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- les administrateurs, les membres du comité de surveillance, directeurs ou gérants de
sociétes coopératives qui ont sciemment cornmuhiqué ou publié des documents
comptables inexacts ou des rapports visant à dissimuler la situation véritable de la société


les administrate,:ls, directeurs ou gécants'qui, de mauvaise foi, oht fait des biens ou du
crédit de la société coopérative un usage qu'ils savaient contraire à I'intérêt de celle-ci,
dans un but personnel ou pour favoriser wre société dans laquelle ils étaient intéressés


, d'une manière quelconque ;


- les administrateurs qui ont procedé, sans autorisation de I'Assemblée Générale, à la
rçartition des excédents d'exercice en violation des dispositions du chapitre V de la
présente loi.


Article 85 : Sont puris des peines prévues à I'Ordonnance n"6/CMLN du I 5 mars 1974
modifiée par l'Ordonnance n" l3lCMLN du 22 avril 1974 réprimant les atteintes aux biens
publics, les administrateurs, directeurs, gérants ou tout autre employé des sociétés
coopératives qui auront commis un détoumement portant sur des fonds, avoirs, biens au
prejudice desdites ociétés.


CHAPITRE X : DISPOSITIONS TRANSITOIRES _ DIVERSES - FINALES


Article 86 : En attendant la mise en place de la Confédération des Sociétés Coopératives du
Mali, un Conseil National de la Coopération dont la composition, I'organisation et les


r modalités de fonctionnement sont fixées par décret pris en Conseil des Ministres âssurera,
conjointement avec les autres acteurs du mouvement coopératif, les attributions définies à
I'article 69 de la présente loi .


Article 87 : I-es anciens organismes à caractère coopératifsont enus de se soumettre à la
formalité de l'enregistrement telle que préwe par les articles 6 et suivants de [a présente loi
dans un délai de deux (2) ans à compter de sa prômulgation.


Article 88: Les différends nés dans une société coopérative qui ne trouveraient pas de
solution à travers les mécanismes statutaires particuliers et les différends entre sociétés
coopératives feront obligatoirement l'objet d'un arbitrage préalable avant la saisine de la
juridiction civile, seule compétente pour en coruiaître.


Article 89 : Une Commission d'Arbitrage, dont la procédure et la.composition seront
déterminées par Ia Confédérat ion Nat ionale des Sociétés Coopérat ives du Mal i sera inst i tuée à
cel effet.


Article 90: La présente loi abroge toutes dispositions antérieures contraires, notamment la
I,oi N" 88-62/AN-RM du l9 juin 1988 régissant le Mouvement Coopératif en République du
Mal i .


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Bamako,," 1BJU!L-4!]


Le Président Rép u bl i




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LE PRESIDENT DE tA REPUBLIQUE,


la Constitution ;
I'Ordonnance N"44ICMLN du I I août l975 fixart les principes généraux du régime des primes et -


indemnités atlouées aux fonction-naires et agents de I'Etat ;
le Décrer N" 142IPG-RM du I4 août I-975 ftxant les conditions et modalités d'oôtroi des


indemnités aliouées aux fonctiormaires et agents de I'Etat ;
le Décret N"02- l3Zæ-RM du L8 mars 2002 portant noniination du Premier ministre ;
Ie Décret N"02-135Æ-RM du l9 mars 2002 oor iant nominat ion des membres du Gouvemet.rent,


l.. indcmni tés de responsabi l i té èt
a o û t 1 9 7 . ( s u s v i s é , s o n t f i x é s


de représentat ion,
conforinénreni au


kl9l " : A compter du I' juin 2002, Ics taux des
objet de l'annexc II au Décrct Nel.42ÆG-RM du 14


Jbie..'
a-rurexé au piéscnt rr,:. .


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I,c ministre dc I'EmPIoi et de


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A U DE


I ' C"tesor i"s ct taux dcs indcmni(és dc rcsnons'abi l i té eJ dc r i


I 1è" catégoric.-'


2.*. catégorie... r " " "70:000
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P R I M A T U R E


SECRETARIAT GENERAL
DU GOUVERNEMqNT


i l 0 7 ' ' i{EEPUBLIQUE DU MA{,I
Un Peuplc - Un But - Une Foi


l2 octobre 2002 portant nomination du Premier


l6 octobre 2002 oortant nomination des membres du


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D E C R E T E :


CT{AT'ITRE I : DES DISPOSITIONS CENERALES


Article l" : Le présent décret a pour objet de fxer les attributions spécifiques des ministres et
des ministres délégués.


CHAPITRE T I : DES ATTRIBUTIONS SPECTFIQUES DES MIN ISTRES


Article 2 : Le ministre de Ia Santé a pour mission d'éiaborer et de mettre en ceuvre la
politique nationale n matière de santé.


A ce 1itre, il est rcsponsable des actions cr-après :


- l 'cxtension de la couvcrture sani tairc du pays :
- la promotion dc la pol i t ique dc santc pour tor ls :
- l 'éducat ion sani taire des populat ions ;


la prévention ct Ia lutte contre lcs grandcs cndénrics et les nraiadies constiluanl rics
problèmcs de santé publique ;


- la santé dc la reproduction ;
- ie dér,eloppemcnt dcs structurcs comnruoaut l i rcs dc santé ;


Ic suivi et le conlrô[e des lormations sanitaircs :
lc contrôlc de l'cxcrcicc dcs prolession-s rrrédicalcs ct pararrrédicalcs ;


- l 'approvis io nncnrcnt régul ier du pays cn nledican)cnts ct produits hiologiqucs.


DECRETN"02- 4 9B /p-RM DU 05 N0V.2002


FIXANT LES ATTITIBUTIONS SPECIFIQUES DES MEI\\ ' I i IRES DU


GOUVERNEMEN't .


LE PRESIDENT DE LA REPUBLIQUE,


Vu [a Constitution ;
Vu le Décret N"02-490/P-RM du


rninistre ;
Vu le Décret N'02-496/P-RM du


Gouvernement ,




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Article 3 : Le ministre de I'Economie et des Finance! élabore et met en ceuvre la
politiciue


6^o-miq,r", hnancière et monetaire de I'Etat, lt coordonne I'ensembte des
programmes de


.éfor,l.," é"ono-ique et veille à assurer la cohérence des politiques économique, budgétarre
ct


'
nronétaire n vue d'une croissance sourcnue de l'écpnontie nationale et d'un dér'eloppenlent


d u rab le.


A ce titre, il est chargé de :


- I'élaboration d'un cadre macro-économique de référence pour les polrtrqLres


écononriques à moyen et lollg tennes; r
- l l sun'ei l lar tcc de la conjortctulc ecol lonl lque ;
- I'implication efficiente des partenaires économiques el financiers dans le


f inancenrent dc l 'économie nat ionale ;
- la promotion des investissentcrl(s et du secteur privé' en relation avec les atltres


nr inistères;
- la préparation et I'exécution des lois de linances ;
_ tu i"rilon du Trésor


public, notamment la préparation et I'exécution des plans dc


trésorer ie;
- la tutelle financière des Colleclivités Locales ;
- le contrôle financier des servicçs et établissements pubhcs ;
- le renlorcement de I'intemrédiation financière ;
- lc contrôle des banques, des établissetrtctlls financicrs ct de crédit' et des


compagnies d'assuranccs :
- t 'appl i iat ion et le contrôle c lc Ia Iéglcmentat ion des ntarchés publ ics '


- l 'é laborat ion et l 'appl icat ion dc la f iscal i té ;
- la comPtabi l i té Publ ique ;
- la gestion de la dette publiqLre ; --
- I'alprovisionnenlent du pa)'s en produits pétroliers'


A r t i c l e4 :Lemin i s t rede l 'A r t i sana te tduTour i sneé labo ree tme tenceuVre Iapo l i t i que
nationale dans les domaines de I'arlisanat et du tounsme'


A ce titre, il est chargé de :


I
I
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t
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I
t
I
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I
I


l 'élaboration et la mise en oiuvre des actions de promotion du secteur
de


l'artisanat, notamment celles visant à améliorer I'offre et la qualité
des produits' à


modemiser les outils de prodtrction et le système de commcrcialisattotr ;


la lormat ion des ar t lsans :
i 'é laborat ion et la nt ise cn cu\\r rc des act io t rs de pro lnoi to l l du tounsnle


pour


opt inr iser sa contr ibut ion aLr < iér .e loppenlent du pays i


la mise cn cruvrc dcs ac l io i ls dù d ivcrs i f icat ion et dc pronlo l io l l dcs
rcssot t tccs


toLrr is t iq t res c t l 'ar l lé l ior : t l ior l cot ) t i l l t tÙ t {c I 'accLIe i l c t de la qt la l r tô t !c '
scrr t ' - ' ;


Ar t ic lc 5 : Le r .Din is t re dcs Donraincs r !c l ' f :ur t - dcs Al tà i res
Foncières c t dc l ' l labr ta i c l ' r l ro tc


ct n lc t cn cr :uvre la pol r t rque nat ionalc rc tat i r .c au donra ine nat ional ,
à la propr ié té foncièrc ' ' r


l 'habi ta t e t : i I 'urbanisnre.


. \\ cc t i t rc . i lest chargé dc :


- l 'é laborat ion ct I 'appl ic l r l ic r r t , lc l : r lég is la t ior t donl l r t i r l lc c t fo l lc rè lc '




127 127

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:. la_


l 'é l l r l lorat ior t c t l l l ) l isa cn o:uvrù t lcs pr l l i t ic lLrcs t l ' lccùs l t t t logc l l lc l ) t '
l 'é l i t [ ) r ] r i l t iù ! l c( I 'apPl ic l t i r r r t t lcs règlcs rc la l i r c- -s r i l 'LLrLr : r r t is l t tc L- l i l l l cor ls l r t rc t io t l ;
l i l dL i te-n l l in : r t iù t r t lcs b icns t lu (onr ,a inc pLr t r l ic 1 pI i r .c t l , , - I ' l : te t c t t lcs co l lcct iv i tés


tcr r i to [ i i l le-s c( ] 'L i lLr ( la ( lc toutcs les qt tcs l ior ts ta l i l l i \\ .cs r i ccs b icr ts : .
l l gcst ion dcs b icr rs r lu t lonra inc dc l ' l l ta t ;
lc sLr i r , i dc lu gcst ion dcs b icns du donra i r tc t ics co l lcc l i r i tés lcr f i lùr i l lcs c l dcs
i l u l r c s I ) ( ' r S ( , r ) r t ù s l r r r l r l i . l r r u s ;
I 'acqLr is i t ion c t I 'c r pr r , rp l i : r t ion des b icns i t t r r t to l r i l ic rs aLr prof i t dc l l - ta t ;
la locr t ior r c lcs inrDrcrr l r lcs ( lc I 'Etât ar r proI r t dL 's t ic rs c t lc csr t t rô lc t ]c lu locr t t io t t
t i c s i r l r r r c r r b l c s a L r p r t r l i t r L - I ' E t a t ;
I ' invcnta i rc dcs pul t ic ipat ions de I 'Etat dar ts lc capi ta l soc ia l t lù soc iétés c l lù s t l i \\ . i
dcs o1: i ' ra t rons l l ler ( n tùs . i ccs par l ic ipat ior ts ;
la gest ior r c t lc - sr r iv i r ics a l th i res contcnt ieuses i r t t . i rcssat t t l ' [ . tu1.


r \\ r t ic lc 6 : Lc nr in is t rc dc l ' I r r t lLrs t r ic c t du Contnrcrcc é laborc c t r ] )c l cr ) cL-Lr \\ . r 'c Ia pol i t rc l rc
nat ionalc c lar rs lcs dt rnra in. 's r lc l inJLrst l ie c t drL conrnrcrùe.


A c c t i t r c , i l c s t c o n r p é t c r r l p o u r ' :


l 'é laborut ior r e- t l l r nr i - ic cn GLr\\ ' r 'e de la pol i t iqr re- indLrst l ic l lc t cr rnrrncrc ia lc t iu


l )a_VS;
l a p r o r r r o t i o r r c ' l l t ' s t r i r i d e s c n t r e p r i s c s i n t l L r s t r i c l l c s t c o n l n t c r c i i r l e s ,
l u c o o r d i r u t t i i r n t l c s l r L r . r t r r d c n o r t n a l i s a l i o n c L I ' ; r p l r l i c i L t i o r t t l c s n o r n r c s ô i ; r b l i c - r
l u P r o r r o t i o r t r l l l : r n r o l , r i j t é i n d u s t l i c l l c t t I ' a p l r l i c u t i o r r c l c s r c - g i l s - r r 1 ' l i ' r e r t c s ;
l : r l ) r 'on l ( ) l ior t l r r c , . rnr r r rcrcc i r r tér icut c l t lLr cornrncrcc er le i l icur .
I 'c labt r | l t t ior t e t I . l n t isc L 'n LLu| fcdcs t 'èg lc-s c l ls t i r t r 'c - ; . r l ssr r rcr l . l Pf ( ) tca i i ( l l ( lcS
, , , t l i r ) t l t t t r , t l L I :


l i l concu l l ùncc c t l i t cù ] ] son l r ) 1 : l t r o t ) ;
l c con l l r l l c r l c s po iL l s c i l l ù su t cs e t dc l : l ( l L ra l i t . r r l c s l t a t c l r : r i t c l i s l s


; \\ r t ic lc 7 : [ -e nr i r r is t :c t lc l ; \\g l rcu l tLr rc , dc I 'E levage ct dc la i , i 'c l rc é iabtr lc c l r : ]c t c t ) cr rvre
I a p o l i t i q r r c n a t i o n a l c l a r r s l c s d o n i r i n e s t l e I ' a g r i c t r l t r r r c r l r i ' . i 1 , : r ' : r q c c t r l c l r r p ô c l t c


\\ cc I r t |c . i i c rcrcc lL-s a l t r i l )u t io t ]s Lr ivanles


I
I
I
I


I


i l r l l r o r t t O t i t r i t r l u i l r ( r I i l i ' t L l t i l l .
l ' c labont t r t rn rL i : r r l : . : - ' l r . .u l l c t l c I t t cs t r rcs r


a { | l c ( r le c l i l | ] t ; t t . l i . J


l c l i r l r o r ; r t i o n c l i l l i l r ; - - n ( L L r l r c t l c s s t n t l i g r e .
s c c r r l i t i r r l i l r c r r t r i r r ' .
I r r r ô r t l i s : r l i o n ( i L ' s l l i t \\ i t L i . . r i ' l r l t c n a g ù r n c n l s c l r l c t l r r i I l n t c r r t s r r ! r i l l \\ .
I ' c l : r l r t r r a t i L ' r r ù i i : r n t i \\ . - . n o i r r I r a d c p t o g r a r ] ] n r c r r l . . r l r l _ g u l i s u l i r r r r l l s r l l l r o t l r s
t l ' a r r é l i o r r r t i o r r t J : s s 1 - ; t j n r c s d c p r o d t r c t i o n r l r i ! - n r ( , ( l . r r l i s ] t i o r l c . . l l l i c r c s
a g r r c o l c s c t a n i r l a l c s .
lc t [ér 'c loppcrr r cr r t t lc l l p . ]c l tc c t t ic Ia p isc icr r i t t r re .
Ic t lôr c l t rPP: t r te- t t t r le l r r i cc l tc lc l rc lgr -ononr iqLrc. r i t i r in t i i |c c t zorr tcç1111i i1111 -1 11 '
c l i [ f L r s i o r r r l t ' s r i s u l t : r t s .
l i t I t o l c c l i d r r l , : s r c - r , , i l r l r r . i l L r c l t c p l c l c t r l e s r c s s o L r r t e s I t i t l i c u i t t l . l . - :


r i i | | l l i r i t ù f r ( l i i r c l l , r i t r r i L r c t i t r r t


r l . r ; l i i r r : : i l . ' - r t r r r . . . i ! i t t l . i n ( l t L l ]


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I
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128 128

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Art ic lc 8 : Lc


A c c


rrrinistrc dc l' [:.tlucation Nationale
lL's donrâinùs dc l'éducation et clc


élaborc t nrôt crr ruuvrc la pol i t iquc
la fonrraliorr. csl égalenrcrrt csponsablc du


dér'clopllcnrcnt dc la rcclrcr cltc sc i L-n ti fi q uc.
I


cst c l r l r '_gc dùs act ions suivar l tcs :


la prorr rot ior r d 'un s; ,s lèruc d 'ét iucat ion acccssib lc à tous ct adapté aLrx réal i tés I
é c o n o r r r i q r r c s , s ( ) c i r l c d l c u l t L r r c l l e s d r r p a y s a i r r s i q r r ' à I ' c r r v i r o r r r r c r r r c r r t


t


t
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I


I
I


in lcrnat ional .
- le t1ér 'c loppcr tc-nt c t l 'ér ' r lLr : r l ion dcs corrnaissal lcL-s dal ls l 'c rduoâl ion préscol r r i lc r


dar ts l 'cnsc igrrcnrcn t lo dal cnta l . sccont la i rc c t su l )L i l L-ur ,
- Ia l ) ron lot io t l dcs langLrcs nat io l la les ;
- le c lér 'c loppcntent dc l i l rechcrc l le sc icr r t i { iquc r l tcchnologiqLre a i r rsr qLrc la


coord inât ion dcs act iv i tés darrs cc donra ine crr vLrc d 'acc-roî t lc lcs capaci tés
rrat ior ra lcs dans lu r r re i l l isc r lcs sc icnccs et tcc l ) l l iqucs.


Ar t ic le 9 : Lc r t t i t t is t rc dc l ' l ic lLr ipcnrcnt et dcs Trarrspor ts é iaborc c t n lc t cr ] cuv lc la p. r l i t iqLrc
nat ionale dans lcs dor a i r res dc I 'cquipenrent c t ( lc -s t ransl )or ts .


A c t l t l r c . crcrcc lcs : t t t f ih i r t io l ls r r ivarr les :


- I 'c la i torat ior t c t l r t t t t isc en ( ruvrc c lcs nresurcs der .ant assLr ler lc c léscrrc lavenrcrr r
in tér ic i r r c t c \\ rér icu l du pavs ;


- lâ cooccl ) l ion. ln construc l ion et I 'cnt rc t icn ( les roLr tL-s, ( l ! -s ot | \\ , ragcs c l 'ar '1 . tLcs ( r i ls .
c !cs ud odror l ]cs c t l )or ls l luv iau\\ ;
lc r le r c lo l rcr r r : t ( i ! rs t r i ] l ts i ) r r f ts errcst res. I lLrViarr r c t i lL l r icns;


- I 'c r t 'cLr t i< t r r e t i i corr t rô l - " . t lcs t ravaLrx < i 'éc lu i l tcnrcrr t topograpi r ic lLrc et
car togfaf ) l t l ( l r ra , j , '
I 'é laborat ior r c t l iL I r l isL- . : r t ccrrvrc des règlcs rc la t i r .cs : i lu c i rcLr lzLt ion ct : r Ia sccLrr rLe
t o u l t i r c s .


- la grr t rnrot ion c lc la nrcr l t io io loqie et c lc ses d i l ' (ërcr r tc 's r rp l t l icat ions.


A r t i c l c l 0 : I - c r r r i n i s t r c r l c s . 4 . 1 ' l l i r e ; E t r . r r r l ù r ' c - s t c l c ' l : r C o o p é r i r t i o n I r r l c n r a t i o n a l c u i l r r l r r . r r c c t
t l le t e l l ccLt \\ rc la pol i t i t ;uc nut ionale dans les donr : r i r rus dcs rc la l ior )s er tér icurcs, t le lu
coopcr î t lo l l ar cc lcs l : t : r ts . ' t organisrncs ét r lngc[s c l t lc Ia pol i t ic ;Lrc rc la t iye arr r \\ l i r l icns
état r l is : i l 'Ét r ; rnL l , ' r .


. \\ , . t i t : , i l e i t e l r . , r l , . ' 1 ,


1 ; r c r r o | r l i r r . r t i t r : t r l c s : r c l i o r s t l c l ' l ; t e t c l a r r s c s [ t ] ) J ) ! ) r t s l r c c I ' c r t é r i c l r r :
l a t t e , , : r l c t : t t i o n . l r c o r t c l L r s i o r r , I a c o n s c r r a t i o r r , l ' i r r l c r p r é t a t i o n c l l e s t r i r i t l l s t r . L i t e i s
c l r les accor t ls i | ] lL-ntat io ; tau\\ .


- lc t i t r i c loppcnt : r r t c les la l ) l )or ls dc coopéral ion avcc lcs l i la ls c t orgenisnrr ;
é t ran. lc |s . cr r l i l ison a\\ 'ùc Ics : tLr t fcs nt i l r is t rcs ;


- la l ) rornr) t i ( )n t l . :s i r r térôts Jcr tnont i t lLrcs t cu l tu t r ls t lu , \\1a l i da l rs lc r l t rn t lc .
- l l rc l ) rùsùnta l ion r l ip l i tnr ; i t i t l t rc c t corrsu la i re dt r Mal i : r l 'é t l l r rgcr ;


lcs rc l l r l ions: r ' ,c t lcs rc l r :sr :Ùt i l l t ls dùs F, tats ét rarrgcrs et c lcs organisa l io s
l l r tcr l t r ( - )n l t lcs ; rccr 'é t l i c is l rLr \\4 I I r .
l : r i e r L i o i r r l l s n r i r i l è i l c s : l i r I r r r t r r r i t i ' s i l i p l o r r r i r t i r l r r c : :


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l l g c s t t o t l i l ' - ; r c l i t i t t t t t ; e r l t t c l ' ! i l . r l r t l c s ( t ' i l c e t i r . i t i s I ' . ' i ' t ' ; '


l l g c s l i r r n t l - s l i r r t t l i ô r , . : s t l l l t i ( ) l t 3 l . s ù 1 l . l l ) r ù l l ! ( r l i ( ) l ) t l l l : t c ' r " i r - ' : ' . ' : . ' l t '


t r i t | l s l r ( r ) ! . r i i J l c -


l l pur l i c t l t t r l r i ' r t : r l l r gc ; t i t t l t t l cs o l l l ra l io r ts a ' lÙc t ( ) l l l l c i c l i c Ie te i I ' i I t ie '


l u g c s l i 0 t t ( 1 . l ' c t l r l c i r i l c r r l i l i s o r r a i c c l c s a t t l r c s r l l i l l i 5 t r c r L I r r i i i i r - :I i a rn isc r ' , <ur t r c i l cs l r i r l cs - t l ' t r r ! , c r r t : i ' , c r r l ia iso t t :Lvc f Ics i l i r (Tù i r l l l r l r !1 tc i
l l l t ù t t s s c \\


. . . l ' i r r l i r r r l l r , r r r , . l r r ( i t , r r r c r n c r c r r t s t r r l r t s i t t u t l i < , r t l t . r l l l l ( l l r r . ! a - . , ) r r " i ;
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d , - ' s t i t t c l r i L l r . \\ L ' r l i r ( r l r i r r r - t l L , i t c I c i i i i . l i l c i t i t r t l r r ! i t l l t c ; :


i r t l r t t t l t - t i r . t l l r r t t i l l r L l e l , - l r r r l l l - r t i , ' l t e i t i . , l l l l i . ! . i l
( ' . i l \\ ' l c t l i . s D t t l i i ; ' l : i l l ' : '


. i J r . : J 1 l ' , l r r l i - r I . r i . : r r i : 1 r i 1 i l : ' i l i - r 1 i | ! i : r ! ' I I I i i ) I I I i
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I c r I i l r r r r ' . . r l r l i i r r l i l .


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131 131

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tL i l ôco l r l t t l t l t l l ca t lo l l s :


l ' é lebora t ion c l la n l i sc e l l o l tLv lc t i c la l lo l i t iquc


nor rvc l l cs tcchno log ics c lc l in fo r r l ta t ion c t dc le


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- l ' é l e l r o r a l i o r l . l l t r l i s c ' l l ( ! L r v l ' ' c t l c c o l l t l ô l c ' : i c


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: ' r ' l r r r l


c ( ) l ] l r i r c t t l c l d c l ' l : l J t '


n:r l io n: t lc t lc Prot r lo t ion dcs


con t t t r L t t r ic at ion.


l l L l l r t i s l i t l i t r t t d t l l l a v i t i l .


j j i i \\ ) i l a l l ( r | l r t i l i f c i c i 1 J I l c l \\ ( l l l l l e l


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- la Pr'ôll lr:rt ion ct
l l nlisc ell t. ' ' trvIc cles tt lcsttrcs clc Pr'ôr


crl l iort
:t


d",t: i: ' ' t ,
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dcs t l l lÙcs a i t ssL t rc l l l t l l ro lcc r i t r r t dcs
poPu l l t l i o r l s ' r ] ( ) t : l l l l l l l c l l t t lnns lcs


cas dc


: i t t i s l l c t ' l r d c c l r l l t r t t l ' - ' ' I


- l c co t t t r i l l c d ' l x rdg lc t l l c r l t i l t i o r l t c l i l t i vc
i l l c i rcu l . : r l io r t s l r r l cs vo iÙs :


- I c r , - - t -c icc t l c le po l i cc dcs é ta l r l i sscr t tc r l l s
c l l ss ' ! s i i c 1e ' t r r '


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àff i f f , l , " - , ï l 'o: , ' t ' " r t pol i t iquc nrt i ( rnalc dÀns
lcs donrai .cs dcs nrédias' dcs


t c l lécor t t rn r r t t i c : t t i ! ) l l s ' ( l c I i l poa t " t - : t l " t
r ] ! ) t r \\ 'Ù l l cs tcch t l t r loq i t -s t l c I i r r f i r t rna t io t r '


, \\ c c l i l l c , i l c s l c l ) a l S Ù d c :


, i c rcn lb r .ccnrcn l dc la l i [ r t c co t l rn t r . t l l i c l t t io r t
r l cs pc t ts ics c t c lcs op t t r t t r t rs ;


1" .Ë t ' . lopp"n l " , r t c t la c l i t ' l i r s io r l t l c ln c rÛat io r t
a r ' l t l i o r i sLrc l l c


- l c t i c "c loppc l l l c l l t c1 la t l ro t l c t t l i s l t l i o t t t l cs n toy 'c t ts
d l sc l \\ i c r l s dc co l l t t t t t l t t t c l t t t c r t l '


' i ' ô l a b o l l t t i o r l c t l c s L t i v t d c l a n p l i c a t i o r t t l c s
t l o t r t l c s r É q i s s a r t l l a l l o s l c c t I c s


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Art ic lc l T : [ -c t l l i t l is l tc c lLr Dér 'c loppcr l tcnt soc ia l '
c lc la .So] i r l lu i tc c t t lcs Persot t t res r \\gécs cst


rcsPt l t rsablc e laborc et tu" t " "
t " t ' t "1" l r t po l i t iqLrc l l i l r io l l i l l ' t l r r r ls lcs r lo t t ta i t tes de


la l r r t tc cot t l tc


l a p a L t v l c i c . d L l d é \\ ' ù l o f { ) a r ) l L ' t t l l t u t t l a i t l c i r r r a t r l ' c ' t l c l ' a c t i o r l e - L c l c l r t l l t t l l c c l i o n s o c i a l c s ' t l c l r L


l ) r O l l l a ) l i O l l
( l L - S l l C r S ( ] l l l l C S i l g L ' Ù s


. \\ c c t t t r . - . i l c s t c l r r r l g i t l c


i .ô l .bor^ t ro , c t l i l l a isù c1 aJ1 \\ ' i c c lcs po l i t r t lL tcs c i
s t t l t l j g ies t t l l l l ropr iécs c t l r t te


'


t l c réc iL r i rc ia l leu i rc lÉ ' dc l r t l t c t co t t ! rc
l ' c rc lLLs i t r t t sL lc l r l l c e t ' ' l ' âss t t l c r t t t l


i lÉ r c loppc t l t c t t t h l t t l l a i t t c lL t t r ib lc '


- l a c o l t c c p L r o t l c I l : l t l r i S c c L l ( ] J t t \\ . I . c ] c t t l c c : t r l i s r t t c s ' . l s : r t t t i l c t t l b t c c r l a l l a t I t c t l l l t t t i l l l


<ie la société civ i le atrr act ions de sol idâr i té et d ' inté-qrat iorr
sociales;


l . t t l t t sa c t t P l : t cc c t i l t t l r i se c t r t t t t v tc i l c
svs tc t t l cs t l ' - i r r r r l l c l io t t to t . ' t ' t " l t . . t - ' ' l : . . .


r l ' a s s u r c t a t t x t t r t l l r i d L t s c t l L l r l a t n i l l c s t l l l c c o l l \\ c r t t r r e
' o l l l l . : l i l s l l s q t l Ù s o c l i l l l \\


I é l t r l r o r l t i o r t c t l l r r l r i s c c l l ' ' t l \\ l Ù c i c p o l i t i q L r ' - - s c l
l l l L - i l r r c s ( l c l ) r o l l l o t i o l l s o c t a l c


r l : '


p t t s t l l t t l c s i l g é c s .
' I c I i i L l ( ) I i l L l o I I L r l i L l l l i s ' e l l ! ' ' r ' l \\ l '


( l i l c l i ( - ' l l s ( l ' i I I \\ ) | I
' I l i I I I : I : . ' ' i l t l c t l e i l ) c l sL l l l i l r ' s


i t l l r t i i i c l i l l é c s '
. , , j r r . r : r ' - . ! t r ) : l r t i i t l i l - r l


( i e s
l l t 1 l t t - r t l t o I t i l t t c - i l ' ; L i i r


e i t r p i r ' r l l c t l i t l e l i i r r l l r r l l t t '


cùa r l ) ' - l l l t i \\ . as a l a i l i l l l L l t t l c l l ! - i


. \\ r r i c l c l S . l . c n l i i s t f a i l L r l | l L ! a i l e t r l i l l r [ ] t r r r c t i o r t
I ' L r b l i t 1 L r , . : l l t l r o l . ' c l l l r Ù t c l l c t l \\ l c l i i


p o i i t i r l L r c n r L L i o i l i r 1 c c l a n s I c s d o n r a i r t c s t l r L t t : L \\ l a i l .
t l e i . r l o r l c t i , ' r r p L r l r l i t i L r c . t i r l ' c n t l l l o i c t


t l e l r r


i o r r : t : t l i o I r p t o l c ; s i o t l t t : l l c


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132 132

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I: J 1 +


corr t in t re c t dc pcr l ic t ionncntct t t .
l i r S c s t i o t l d r ' s r ; l l ) P ù r l s r l c p l t l e l l : r t i : r t


tl 'crnploycurs.


r a
l 'é laborat ion ct ln nr isc cn c. -u! rc dcs s t |a té-g ics c t act io t ts- t lcst i r t jcs à l t r i r t t t t r t tVoi r


I 'er t tp lo i e t i i assLt fcr l ' insc l t ior r dcs je ' t l t lcs d i l l ls I : t vrc act rYc '


la déf in i t ion c t lu nr isc f l l cùuVrL- t l . - l r r Pol i t iquc dc fonr la t io t r pr t , fcss ior l r r , - ' l lc


: r r cc 1cs orgat t isat io t rs dc t râ\\ a i l lc t r fs a l


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r \\ r t ic lc l9 : Lc min is t rc dc [a I ) ronrot ion c lc lu l jc r r r r tc . dc I 'En [ant c t dc la Farr r i l lc é l l t l rorc
l


u , " l l i . . u r , r " l : r l l o l i t i q r r e r [ r t i o r r r l c d c l ] r o n r ô t i ( ) n r l c l u f c t t t t t t c . d e I ' c r t l a r r l
c t d c l ; r [ r r r r i l l e


A c c t i t r c , i l c s t c l r ; r r g é t l c :


- l 'é laborat ion c( I n t isc cn o iu\\ . rc dc i n tcsrr rcs devl l l ] i asst r rcr lc b icr r Ôtrc t lc I l


femnre, de I 'enfar t t c t dc la lanr i l lc .
- l ,é laborat ion ct l : r n t isL- cn cÈuvrù t lcs lc l ior rs v isat r t à asst r rer tLnc t l rc i l le t t tc


inser t ion écononr ic luc, sr tc ia le cr cu l t r r rc l lc c lcs fent t l les et des er t l -a t r (s par l r r pr isc


cn c l rargc dc lc t r rs l rcsoi r ts péci l iq t rcs ,
- lâ pronlot ion dcs c i ro i ts c le la fc t t tn lc c l dc I 'en lant ;
- l a p r o r t t o t i o t t r l . ' l ; r f a n r r l l c .


l : r C t r l tL r l c é laborc c t r l lù l e l l cc t rv re la po l i t iq t rc t la t io r t l i l c t j l t l s
l c


A c c t i t f e , i l e s t c h a r g é d c


- l i r p ro t t lo t io r t t l la ( lé \\ c ld l ) l , )cn l ! - l l t { i l r i l ' cL r l lL l re a t l c rée t ia t l s le -s
r a lc t t t s r l c i :L


soc ié té t ) l l l l i c r l r t . c t dc i i l c iv i I i sa t i ' - r r l t t t t i r . c rsc l l c '


- l e d é v e l o p p c t l l a l l t d c L i t c l é r t i t r t l r t a t i t ' t t l r l c c t t t r l a l i è r c d ' r l r ' t r t ' - ' ' r l l i i i l ( l t r J -
i r


/


c L r l l r r r e l l c s l d ( i i , t . r l i r l | l ù s i L l t l i l i ( l r l , \\


l a p l o t c c t l o r ' 1 . l l l c o l l s c f \\ a l L o l l c t i a r l t l r - r t i s a t i o n c l t r p a t r i n r o i t l c c t t l t t t r e l
c t r t t r ' t i t l L t i


t ra t lona l ,
- l ' é labora t ron c t l : l n l | s r cn o luvrc c lc ù rcsurcs devant cont r ibuer a t t ra l ' t t t t t t c t t t c t t t


dc


la c t t l t t t te n t : l l i L - t l l l c t f i l vo r isc r l cs Éch i l r tgcs avec les a t t t res cL l l tL l rcs dL t
l l l o l l i l t


r \\ r t ic lc 20 : Le r l in istre dc
donrainc t lc la cu l turc.


. - \\ r ' t ic lc 2 l : Le l l r in isLrc
r t r t io r t : t lc c t t n la t ièrc c lc


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I
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, \\ r ' t i c l c l l :


| l i t t l r ) r ] : r le cn


jc Ia . lL rs t i cc , Cat t l c dc ; Sccaur é laborc e t n lc t c l l Ù t t r rc
l r t l ) \\ ) l r l r ( l t rc


j r rsLr ic r : i r la sccaL l r ( l r l l - - ta t .


. , \\ cc t i t f t . i l cs t cor t t i )L ' ta t l l l )oL l r :


- l ' é l a b o r a l i o n t t i l r I P l i c : r t i ô r r r l U < . t . r l i : i L l a l . r n l . r , l i s l t i r l L l l c ù i
( l t s i t t l l l e s l ) i ' i I r ' i ' 1 ' ) i I i


j L r r i d i t 1 r r e s c t 1 . . ! r . r r | , . .
l e c o t t t r ô L c c l c s , r i , . l t c s i c s p r o f c s s i i ' r r s . j t t l i < i i t l t r t s c l j t t d i c i a r r c s '


- I ' a d n r i n i s t r a t i o t r c l c s s c r . r ' i c c s i t t t l i c t r r t r c s :
- l 'é laborat io t r t i : l l r lÉg. is la t ior r c i i i lc pér la lc c t cor l l l l lerc ia l ' '


I 'appl icat ion c lc . ' l tc i t tcs c l c lcs t lécrs iot ts t lc gr i icc ;


- lc co l r l rô le c lc l , : tu t c iv i l ;
l ' é l a b o r a t i o r t c r l l p p l i c a t i o n d c s t e r l c s r c l a t i l i à l a r l a t i o n a l i t i '


- l ' a p p l i c a t i o n c i L . ; ' o n t r o l c d c l a r c g l c r l r c n l a t i t r r r r c l a l i v c : r L r \\ s c c a t l \\ t l e l l : t a t


l - C n r i n i s t t ' e ( 1 . i i t . l , . u n f s j ! - c l ( l c s 5 l ) L ) l t S c l l t b t l t c c t I l l C I r - l l
( Ù L r ! l c l l t | ) " l l i t r ' l i r u


t t l : t ( t c r . L l , . l , r . : - , ' I t l e : ; l t l t t ' r '
' I ) l l ! c i t l L l ( i t ' l s p o t l i ! L


i




133 133

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i l 1 5


r\\ ce titrù, il cst clrargé clc :


' l


la prorr ror ion, l 'drganisat ion, I 'or icntat ion ct l l coorc l i t ra t ion c lcs act ions { ' isat t t a


assurcr lc p lc in épa nt r Lr issentcnt dcs Jcunes ct lc r t r t t tsc l l io t t d i r t ts ic ptoe.-sst ts dc


c léveloppcr t tent écot tot t t iq t tc , soc ia l e t cLr l tL l lc l t L t 1 la1 's ;
l 'é laborat ion c l la r r r isc cn cuvrc, cn l ia ison avcc lcs âLr t tcs dél lar tcn lcr t ls , dc '


nresLl rcs aptùs à répondfc aux at te l t tes dcs- ic t r r rcs c t r i s t rsc i te t leLrr p le inc


par t ic i l )a l ion âur act iv i tés d ' in térôt p t rb l ic , r r t r t i r r t t rucnI cc l le-s cr t t rcpr iscs i r t l


birré f i cc dL's c | ) | | I t I t I I I I i l I I I . . s ;


lc dévclopp.-nrcr t l ( l t r spor t c t dcs act iv i tés p l l - t src lL tcs '
I 'org l t r isa l ior l c t lc cor l l rô lc dcs I l lo t lvcnrc l l ts por l i fs r l r r t io t t lL t r ;


- la préPa[at io t r . c t t t 'e la t io l t avec les d i [ lércnts o lgar l is t l tcs por l i ls , des éqtr rpes


lat io la lcs c t dcs at l t lè tes c t r vLre dc leur par t ic ipnt ion aLr . r d i f lércntcs cor l tpét i t ions ;


I 'organisat iou, c t l rc ia t ion avcc lcs d i fËrcr t ts orgr t t t is t t tcs spor l i ls , dc


nrani lcstat ions spor t ivcs t la t iouales oLl in tcr l ] : l t io l l l l | ùs


Cl lAPITnl ! I I I : l )0S AT' I I I IUUTIONS SPI ' -CI l ' lQUl iS DES I \\ { INISTI IES


D E L I i G U I i S


. . \\ r t ic lc 2 l : [ -e nr in is t rc dc iegué à la Réforrnc dc I ' l : t :L t c t uLrr [ tc ]at ions avec les I t ts t i tuL ions


cxùrcc, l )a f dé légat ion dt r Prenr icr nr i r r is t rc , les at t r ibut ions r lc cc lLr i -c i re la l ives i i la ré lont tc dc


I L r t . r t . t l r r r r ù l i l l l ( l l l s i t \\ L t l ( ' i I | \\ I i I I I t I o I I s .


i \\ cc t i t fc . i l est chergc dc :


la Pré l t l ra t ion , - - t la r r r isc c l l û lL lvrc des rucsrL|cs c lcst inées : i garanl i r la botr t tc


gouvenra lcc, l i c lar i t ler ies nt iss ions dc l l : ta t . l r ar r ré l iorer I 'orgal l is i r t io t r e t les


prcstat ions dcs scrv iccs publ ics, à s inrp l i f ic i c t iL a l légcI les procédurcs de décis ion


plb l iqLre, c t à dé\\ 'e loppef lc dra logue socia l a i r sc i r r dcs adtr i t r is t rat ions


la for l ru lat ion dc toutc proposi t ion de t ra lLrrc : i asst t rer I 'adaptat ion


d é c o r t c c t t l r ' é s d , - ' l ' l : t e t a L r t l é r c l o l l p c t t l c r l l d c l i i t l c c c r l t f a l t s a t l o r t '
- la pr isc en conl [ ) lc l ta l les ac lnt in is t rat i r ) r ]s r ics conséquences c lcs t to t tVc l lcs


tec luto logics ut lc t r r or 'Satr isat ior l e t icL l r lb t lc t io l l t lc t t lcnt ;
- l 'c laborat ion c l la t l t isa c t l a i l l \\ re , c l l i i l l isc)11 :Lrcc lcs aLr t lcs t t t i t l is t rcs cot tc ' t l t ' - is '


d c s n l c s t l r c s r t s r r n t i t a r t l é l i o r c r l c - s p o l i r i q t r e s I t i t b l t , . l L t c s c t à . i l l o d e r n i s c r l : l { ' s t i L ) i l


p L r b l i t l L r e :
I c s L r i r i t l c s f l l l l ) o r t s ù n { r c l ù C l o u r c r r e n r , r l i - i l J i a u t t ù s i t l s t i L t r t i o l l s ( l ( : l i i


R é p L r b l r q L t c -


. { r t ic lc 2-1 : [ -e nr in is l |c délégLré at r I ) l t r r r crcr .cc. pur r i j icS, ,at ior t < lLt Prct l l ic r r ] l i r r rs i rù l .s


a l t r i b u t i o n s d c c c l u i - c i r c l a t i v e s a t t l t l a r t .


; \\ cc l i t rc , i l a conrp i tcncc dat ts les t lo t t ta i t tcs c i aprcs :


l l t par t ic ipat ion l I 'é laborat ion c iu cac l rc nrac lo-écor t t r r r ic lLrc de féféfcr lcc Potr l lcs


p o l i t i q t r c s é c o n o t r t i t l t t c s à r t r o y c t t c l l o n g l c r r l r e s .
- l r r 1 l : r i t i c i p a t i , . r n i l é l ; r b t r r a t i o n , l u s L r i r i L i ' ; i c r r c t r t i o t t c t : i l ' é \\ / l l t r : r l i o : t


i l \\ r s


l ) i ( ) { r i t i n n l c s s c c t t r l i c l s d c r l é r c l o p p c r r r e n {
j c o r , , i r i r l t t e , s o c i â l c t c t l l t L t l c l ,


I


I


i I
I


i l
,,1


I
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I
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I
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I


d"s s.^'ices




134 134

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r l I 6 - ' t . f a
- l 'appui aux col lcct iv i tés tcr r i ror ia lcs dans l : r pré l r t ra t ion, I 'exécut io t r c t I 'ér . l t lLr r t t ior t


dc lcrrrs platrs de dér'cloppcnrcrrt ;


|
, l l co l lcctc , lÈ t ra i t r - rnr l l t c- t I 'cxp lo i t r t ior ) ( lcs s1ât is t iq t lcs dt loLr lc t l ] tLr [c . c l r


rclittion avcc les nrittistt-cs cottcentés ,
- l 'é laborat ion et l l n t isc c l t o lu \\ r re dc la pol i t ic luc de populat ion ct dc l : r po l i t r t l t lc


d
'a


ntér tagcl t tcnt du ler r i lo i t t ' .


Ar t ic lc 25 : Le nr in is t re délégLrc; i la Sécur i té Al imcnta i lc cxerce, par délégat ion dLt t t l i l t is t tc


.L: l :Agn' . , . ,1 tu." , dc I 'E levage ct dc la Pùche. lcs at t r ibut ions c lc ce lu i -c i re lat ivcs à l l r séct r r i t i


a l inre-nt : r i lc


A ce titre, il est clrargé dc :


l 'é laborat ion et la n l isc en r tuvre des st ratégics c t act io t ls dest inées à assut 'c t ' l : t


sécurité alirnentaire durablc ;
- la préparat ion et la n l isc c t l æuvrc dcs r r rcsur-cs de ret l forcetnct t t dcs caP: tc i t . r -


nat ionales et locales t lc l t rcr .cr r t ion et dc gest io l l dcs c l ises a l inret r ta i rcs,


Ar t ic lc 26: Le nr in is t re délégLré à la Promot ion dcs I t rvcst issements et du Scctct t t Pr tvc


. r " t " " , f c lé légat ion du nr in is t lc t lc I 'Econorn i i e t c lcs f i inances, les at t r ihrut ions
c le- cc l r r i -c i


re ' l l r t i r ,cs à l l prontot ior r des i r l \\ 'cs t rss( t l lc r l ls c l ( lLr scctùt r r l t l i \\ c


A cc t i t re , i l vc i l le à :


- la pr .éparat ion ct lJ i l jd cn t r :u . , rc r les r l tùsLt Ies tcr ldant À f i rvo| is i t les


invcs l iSscntentS, not l ln tnta i t t t l l rns lcs scc lcuts pr i r t lLrc t i ls e t créâtet l ls t i 'c t t l l l l ' l ts .


Ia créat ior t d 'un ct l r i ro t l r lc t l l c l l t écLl r lo l l l iqr rc t : tvorablc l i l 'épat tot t issct r lc : t t t t1c


I ' in i t iar ive pr ivée, nolurr r r tcnI par le c lévelo l . rpcnrct r t d t t nrarc l té dcs capi leL l r c t t ics


inst i tu t ions de f inat tcct l lc t t l c l 'écotrorn ie ;
, la créat io l d 'un c l in tar dc conf iance entre Ies i ) ror l to teurs d 'entre l l r iscs t l l I t l l '


- la s inrp l i f icat ion des lor r r ta l i tés i t rcourbat l t aux ct l t tcpt iscs ,
- la ntodent isat ion du sectcur pr ivé.


Ar t ic le l7 : [ ,c r t r in is t re délôgrré arr r i \\ , la l ic r rs dc I 'Errér ic t r r e t : ) I ' l r t tégrat ior t . \\ l r ic . r i r rc


r . , , * . -Jr : l r dé lég:r t ion du min is t rc c lcs . \\ t -à i rcs l i t rar rgères ct dc la Coopéla l io t r I t l tc t t t l t l tor r : t !c .


l c s a t t f i l ) u t i o n s < l e c c l L r i - c i r e l a t i r c s u i r r n r a l i c r r s t l c l ' c r 1 ô r i c L r r e t à I ' i n t é g r a t i o r r a [ r i c : r i r r c


. , \\ ce t i t rc , i l cs l cha lgé c l , , ' :


- la p ror r ro t ion des in t i r i ' t s c i i I ; r l ) ro tcc t ia r l l dcs \\ {a l i c r rs é tab l i s a l ' é t ra t lgc r ,


, la n r iSc Cn CcuvrC dc i : l c i ronS rC la t i vcS; tu te lOr l r C1 l i lu r i r r l sc r t t r ) l l r iù \\ l i r l i e l r )


antérieurcnrent étâbl is à l ' . i lnl lr. lcr ;
- l l n r i sc c l l c ruvre , cn l ia r - . . r r r l vcc l cs uu t lcs n l l r l s t rL - \\ co t tcc t t tés , de la Po l t t t t l i r c


I r : t l i o l ta lc d ' in tégra t ion a l l i c r r i c A cc t i t rc , i l sLr iL i cs q t rcs t ru r ls rc l r t l t ' , cs i I I r r i " r r


A f r i ca inc , au Nouvcar r l )u r rcnar ia t pour le Dér 'c loPpentc r r t dc l r \\ { r ' i quc (N[ : l 'A l ) ; , aL t r


o rgar r isa t io r rs oLrs - ré -q i0n : r l c ; t Pur l rc iP . - à l r gcs t io r r t l cs r lL rcs t ions r -c l lL t i rcs
i la


prér,errl ion el au règlcnrcnl rlc-s contlits cn Afnque.


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135 135

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.trticte ZS : [,e rrrinistre délégué aux Transports exercc, Pùr


détégatiol du ministre de


FEquifr",lr"n, ct clcs li.ansports]lcs attributions dc cclui,ci
re-lirri\\ 'ùs à lu nrisc ett c.-rtvre dc la


1 pol i t iquc ual ior l l lc d : r r ts lc donra i t tc dùs t r i l l ls l )or ls l


A c c t i t r c , i l i u i l l c à :


- la nrrst- c G-rrYrC et au suivi t{cs ttrcsrtt'cs dc rélblrllc et
(lc llrodcrnisatiorl dtt scctcttr


( lcs ( rar ts l )or ts ; r
- l ' : l ( lu l ) t i l t lon const i ln tc t lcs r l to lc t ts c t â l l t t l iVcrs i l lc l t l io l t r ics c i rc t r i ts dc


t rar lsPor l


pour iépo, . , , l re aLtx bcsoins dcs popul r t ions ct dc l 'écOnonr ic nat io t r l lc .


Ar t ic lc 29: I -c r r r in is t rc déléguc à I 'Enrp lo i c t à la Fon] la t ior r Pro lbss ionncl le
exerce, par


délég" t t -1 du ' r i r r is r .c c lu TÀvai l e t de la Forrc t ion Publ ic lLrc , lcs at t r ibut io .s
dc cc l r r i -c i


rc la t ivcs à Ia nt rsc c | l rDr . r \\ , re et au suiv i dc I 'appl ica l ion dcs pol i t i t lLrcs nat ionalcs
dar ls lcs


donra incs t lc I lc rnplo i e t de la forn lat ior t p lo less ionncl lc '


A c c t i t r e . i l r c i l l c i t


- la c lé tc r r1L1:r t to t l e t la n l tse cp 6t rLvrc t lcs t i rcsr t rcs dcst i r técs i i asst t rc l la l l ron lot io t r


dc J 'cntJr )o i , p : r l t icLr l ièrer t lcr t t l 'cntp lo i dcs. ;eut lcs l
- 1c t iÉr ,c lopp.ntc l l t de l l fornrat ion Pr t t lcss ior l r tc l lc cot l t i t lL te, c lua l i f iante c l l lar


a p p l c n t i s s a - : c :
- la cr . jar ion t lcs concl i l ions yrs l l t ) { i r i rssLrrùr unc I t tc t lLct r ie ac lét luat io l r cr : t1 l l0 i -


l -or rnat ior t


j '


Cl l : \\PI - t 'RE t \\ / : l l l is I ) lSPOSt- l l ( )NS FtN"\\ l 'ES


c\\L- fc ice c le lcurs at t r ibLr t ions. l , -s r i r r is t rcs dé1égtrés t l isposent dc sen ' ices


I autr ' r r i té ou la tu tc l lc t ics r l l i r l is t rcs at tprès t lcst l t r r ' ls i ls sont délégLrés '


Cct tc t r r i sc à d is i t t rs i t ro r r l i r i t I ' ob ic t t i ' L r t r d lc rc l t l t t P tc r l l t c t r l l l l l r s t rÙ


: \\ r t i c lc J l : l - cs n r r r i i sL [cs t i c lcgLrés Icço i rc r r t L1 ' : léga t ion c lcs t r r i t l i s t tcs l t tLp lc j dcsr luc ls t l s
s t l t t l


F l "gFryo , ,1 . s i r :1c r c r r l cur lo r r r [o i ]s JC l .s . i r r rô1és c t c lcc is io r ts . t i ; r r l s la l i r l t i t c t l c
l c t r ts


a t l r ibu t io r )s


l l s c o n t r c s i q r r c r r t c o t r J o i l t l C l ) l e n t a ! c c l c ; t t t ù t l t c r r l t i n i s l r c s l c S ( i é c l c t s I c l c Y a r t t d c l c L r r s


a t t r ib u l ions


I ls s igncnt o r r cc . rn t l cs igncnt con jo in tc lnen l a "cc l cs t r lô t t t cs t t l i t r i s t rcs l cs l c tcs
t i c


nonr ina t ion dc lcLu s co I le t ro ra le tL rs i t r t t léd i l t s


Ar t i c l c l 0 : Pou r I '
publ ics placés ot ts




136 136

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dtr 2 j t r i l lc t 2( )01, scr ' ; r


[];r nr:r ku, lc


I -c I ' résir lcnt dc la Rcpu t t l iquc.


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Juar"z
,/!


.,\\ rnatlou
-l'ou


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Pr-crnicrl l l


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i n i s t r c ,


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i \\ ' lohantc


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137 137

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P R I M A . I - U I I E


S E C R E T ^ R l A l ' C I : \\ E R A L
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*'oiluur,eu" DU MALI
t l n PcuP lc - Un Bu t - t l nc Fo i


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DrrcuFlT 1'{'02- 4 9
9 rPM-RM ou 0 5 NOV' 2Û02


POII ' tAN'T t{ I ' ] I 'AITTI l ' ION DES
SI i I { \\ , ICES PUBLICS I iN-FI{ I i LT\\


i,i iio i tl..l', n. t'.r Lli's DEPAIl rl' N'l r N'I's
N{ IN IsrL lr I E Ls'


LE PREMIEI{ M IN ISTIIF] ' '


lliililrlï; du 22 mars ree4 porra^nt p:"]ry: !:1i.1'"",:':aux
de ra création' de


ii*cunirution, de la gestion et du contrôle
des servtces publlcs i


i"'oËr" ù;ôà oçoË-nv du l2 octobre
2002 portant nomination du I'remtcr


't|îi::,,"";
N.02-.i96lp-RM ttu l6 octohrc 2002


porrant nomination clcs ntcnrbres dtt


Couverttentctlt :


DECRI iT I i :


ARTICLE l t ,R : I -cs.scrviccs entraux'
les scrvices rat tachés' lcs services cxtér icurs


ct lcs


ffiGffi.ronnalisés sont répartis
ainsi qu'il suit :


I - PI{ IN/IATURE,:


A . SERVICES CENTRAUX:


Secrétariat Général du Gouvememcnt :


- Contrôle Général dcs Services Publics ;


- èommissa'iat au f)éveloppement Institutionncl
I


- Direction t'vationale de la Planificatron ;


- Dir""rion Nationale dc la Statistique et
dc l' lntornrat iq tte


- Direction Nationalc des Archives du Mali '


Dircction A<irninistra( ive et Financièrc


t } . SE I { \\ ' IC I iS I IA l 'TACI IES :


. ' \\ t t tor i l i 'pot t i ic L)e vc loppctnct t t ln t t t l r i . i jL l ,
\\ r r r ' ' l \\ ' l i r l i ( ' \\ t ) l i \\ ) :


- ( -e nt rc d ' . \\na l r sc c t t ic È i rmulat ior r t ics t 'o l i t i t lLrcs
dc [ )évc lo ppcr t rc n i :


I o t t d s d ( I ) r \\ c l ( ) P i ) c r r l ( n t L c o n o l t t i q t t e :


- lvlission tlc [{estructuration du Sec(etrr
Cototl '


Bureau dLI I ' ro ic l t ie Clonstruc( ion dc
Ia t l i rc ÂJ rn in is l r i t l lve '


- Cel lu le d 'AppLr i
"u


r " -o"g;nt" c le l {cn l 'orccnlcnt des Capaci tés
rvat ionalcs pour t rnc


( iest ion Strat i 'q iquc du [ ) ivc loppctncnt ;


- Ccl lu lc Nl l i ( ) r l l t lc t tc Coor l inat ion c lcs
I ' rogt r tnr r t rcs dc [ 'opulat ior l '


\\ 4 i s s i o t l d ' \\ r r r ' r r r : r ' : c r r ) ( r l ! t l r r I c r l i t . ' i r ' '




138 138

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. .!q!


2- i\\,IINISTERE DE LA SANTE :


A- SERVICES CENTRAU.\\ :
I


L)irection Nationale de la Santc .
Direction de la Pharmacie t du Médicamenl :


lnspection de la Santé ;
Direction Adminislrative t Finel:c ièrc


I}- SERVICES RATTACHIS :


Cellulc de Planification et de Statistiquc .
Cel lu lcd'Exécut iondcsProgrammcsdcl léhabi l i tat iondeslnl iastructuresSari ta ires;


- Centre National d'lmmunisation;
- Centre de Recherche, d'Etudes ct de Documentation pour la Survie de I'Enlant ;
- Centre de Specialisation des Technicicns de Santé ;
- Ecole Secondaire de la Santé ;


Ecole des tnfirmiers de lo Cycle de Bamako ;
Ecole des Infrmiers de l* Cycle de Sikasso ;
Centre National d'lnformation, d'Education et de Communication


Promotion de i'Hygiène et de I'Assainissement ;
Pro-let d'Appui ou P.og.o*nl" <lc Dér'cloppement Sanitaire des Cercles de f)ioila


et


Kangaba ;
I)rogramme National dc Luttc contrc lcs'l'roubles dus à la Carence cn Iode ;


Programme National de Lutte contrc Le Sida :


tr,{ission d'Appui à la Reforme Hospitalièrc l
\\'lission d'Appui au Dévcloppcrncnt des Rcssources l{umaines'


C- ORGANISMES PERSONNAI,ISES :


Institut National de Recherche n Santé Publique (INRSP) ;


Pharmacie Populaire du Mali (PPM) ;
lJsine Malienne de Produits Pharmaceutiques (UMPP) ;


Hôpital du Point G ;
Hôpital Gabriel Touré ;
Hôpital de Kati ;
Centre Nat ional d 'Odontosto mato l , :g ie '
Centre National de'l'ransfusion Sangutne :
L-aboratoirc Nat ional dc la SantLi :
Centre Nat ional d 'Appui à la Luttc ù()ntrc la Maladie ;
Ordre des Médecins- des Chi iurgicns ct dcs Chirurgiems l)Ùr l t is lcs '
()rtlrc des Phannacitns ;
( )rdre National des Sages I;tttlttrcs


.T- ÙIINIS] 'EIIE DE L'ECONOMIE I ' ' f I ) I 'S FTNANCES :


A . S E R V I C E S C E N T R A L X :


[ ) i rect ion t 'wat ionale du
- [ résor


c t i lc l l r ( 'ornptabi l i tè I 'Lrb l iq t rc :


I ) i r c c t i o r t N a t i o t r a l c d u l l L t d g c . .


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pour la Santé ;


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1 2 1 r i


Direct ion Nat ionale du Contrô lc l r i r tar tc ier :


Direction Générale des Douancs :


l ) i rçct ion Cénéralc dcs l t t tpr i ts '


I)ircction Générale des ivlardhés I'ublics :


[ ) i rect ion Généralc dc la l )c t tc l )ub l tque '


I r t s p c c l t o t l d e s F i n e l r c c s . .
Di rcct ion Admintst rat tve c t l l l )a l lc le tc


. , \\ r :cncc ( ion lptabl . 'Ccntra lc i lL I I rcsor '


Paicrie Généralc dtl
-l-résor


:


ticccttc Généralc du Districl tlc llanrako :
.l 'ransit


Administratif .


l lureau Central de la Soldc ;


èellule d',a,ppui à I' lnlbrmatisation des Services Fiscaur ct
Financtcrs '


Cellule d'Appui et de Suivi dcs Systèrnes Financiers DécentraLisés
'


Cellule d'Appui à la Réforme Budgétaire ;


Pro jc t d 'APPui au Secteur Pr i r 'é


I


I


C- O ITGANISMES PERSONNALISES :


\\ - S t . I { \\ ' l ( E S ( ' E N T I { A t r \\ :


( c r t l t e N a t i o n l t l r i . I ) r ( r r l r i \\ 1 i , r r i ( l e l - . ' \\ r t i s â n r l :


| ) i r i c t i o r t . ' \\ t l t t t i t t t . i r l r t i ' c c t i i t l : ' r l c t c r c .


I i - St, l l { \\ / tCI ' lS l { . \\ ' l '1 . - \\Cl l I ' -5 :


I ' ro jct de I)ér 'c lo ppcnrcnt du : icctùur de l ' ; \\ r t tsanat :


i r la ison dcs Art isans clr l lanl : rkt)


c- O IIGANIS]\\1 ES I ' t . ] I ISO NNAI-ISE.S :


O{l icc l r4a l icn dLt
. l


our is t lc c l dc l i lô tc l lc r ic (OMA I I l ( ) t :


Asscrrb lcrc l 'c r t t t r t t tc t t lc t lcs ( l l rL t l lbres Jc \\4ét icrs du \\ l r r i i


Ccntrt : Nat ional de [ ' romol iotr dcs lnvest issements (C]NI ' l ) '


Ol l icc Nat ionale dcs [ ' rodui ts Pétrol icrs (ONAP) I


[]anque de Développcinent du N4aLi (B DIt'{) SA I


l lanque Nat ionale de l )ér 'cbppcnrent Agr icole du MaLi ( l lNt)A) .


I lanquc Internat ionalc pour Ie N4al i (BIM) SA;


[ ]arquc Commcrciale du Sahcl ( l lCS) :
tlanquc lr4aliennc dc Solidarité (LIMS-SA)


Crédit I nit iative SA .
Pari Mutuel Urbain du Mali (l'N4tJ - MALI) ;
Agence pour I'Aménagemenr et la Gestion des Zones Industriclles


(AZI-Sr\\) '


Oia.e d"s Comptables Agréis ct [-rperts-Comptablcs Agrées'


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140 140

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7 z z "c 4g!
5- MINISTERE DES DOI\\ ' IAINES I)E t , 'ETAT. DES A8' I . -AIRF]S I , -ONCIEITES I iT I)E


L ' I I A I } I T A T :


a- sÉnvlces CENTI IAt x :


- Dircction Nationale dcs l)onraines et du Cadastrc :
- Dircct ion Générale du C'ontent icu\\ de l 'Etat ;


Dircct ion Générale de l 'Administrat ion des Biens dc I ' l : tat :
- Inspection des Donraines ct des Affaires f'oncières :
- [ ) i rcctkrn Nat ionale de l ' t r rhanisnre et dc I ' l {abi tat :
- [)ircction Administrarivc rt {:inancière.


I I - SERVTCO RATTACI IF - :


- I)ro.;ct de Dévcioppement Ljrbain et Décentralisat ion (l,t)lJD) ;


C. OITGANISMES PERSONNALISES :


- O fllce Malien de I'Habirat (OMH) ;
- Société d'Equipement du \\,Iali (SEMA) ;
- Asence de Cessions fnrnrobilièrcs (ACI) S.A.
- Or, l rc des Archi lectcs
- Ordrc des .Urtranistcs.


6- MINIS' I I ' I I I ' DE L' INI)USTITI! ] I iT DU COMMIITTCF] :


t \\ . SI I ITVICES CENT'I IAUX :


D i r cc t i on Na t iona lc dcs InJ ( r s t r i cs .
l)irection Nationale du Conrnrerce ct de la Concurrencc .
Drection Administrative ct Financièrc.


B . SERVICES RATTACHES:


Cellule d'Appui à I'Aménaqemenr et à la Gestion dcs Marchés ,
Cel lu lc dc Plani f icar ion erde Slat ist iquc.
Ccntre l r ' {a l icn de Prontol ion dc la Propr iété Indusrr ic i lc ,
l ' -colc SupéricLrrc ' d l ' lnclLrsir ic I ù\\r i lù ( I :SI. l '1.-X )


( ' - ( ) t t ( ; . \\ N I s I1 I ._.S t ' t ._ I ts ( ) \\ \\ . { I _ I- \\ t . . : :


Socia ' t ( i Nl l i ( rna le t ie r I ah: , . . c t . \\ l lLr r r rcr rcs dLr \\ l l l l i tS( ) ) r , \\ i . , \\ \\ ' ! l .
Contpaqrr ic \\ la l i t r tnr r lcs I r r r i lcs ( ( ' ( ) \\1 . . \\ I I . . \\ ) _
lndustr ic


. l
c .x t i lc r ju Mal i 1 t i t rN4À) :


l l u i l c r i c C o t o n n r c r c d u \\ 4 a l r ( l l t i l C ( ) \\ 4 . { ) :
Cornplcxc Sucr icr du Kala \\upér icur S. , \\ (St IKAI-41 .
( , 'hanrbrc dc Comntcrcc cr d lndustr ic dt r Mal i .


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IiVA G F,T DE LA P


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7 . M IN IS ' [E I {E DE L 'AGRICULTUIT


l- SFII iVICES
CENTltAt i \\ t l


Direct ion Nat ionale dc L'Appui au Monde [{ural '


D i rec t i onNa t iona lede l .Amenagenren tc tde l ' l l qu ipen ren lRura l ,
l)ircction Générale dc ta l{égtenientation et du Contrôlc du


Sccteur du Dcvcloppentent


RuraL :
Direction Adnrinistrative t [;inancière'


B . SETIV ICES I iA ' ITACI IOS :


l ) i rccr ion des Proicts PAM :
Ccl luLc de Plani l icat ion et de Stat istrque :


Déveioppenrent Agro -Sylvo- Pastoral Mali n\\ord-Est :


Coorcl inar ion I ' ro jets Llcvage (ex ODEM)
pù., à. Oe*roip.nl"n, d" I'ill"uug" au Sahel Occidental


(ll) (PRODESO) :


C"rit.. Cornr,lun;utaire Production ôé"irtutt llovins N'DAMA
(ONDY) ;


PARC (Revitatisation du Secteur Elevage) ;


ÀÀe nug"nl"nt t{ydro-Agricole de la Plaine de Daye Hamadja


e.oj"t à" Diversificationdes Revenus en Zooc Non-Cotonnière
Mali Sud (MDR/San) .


I'rolet de Développement en Zone Lacustre (tl) Niatunke :


I'rojct MO[.LÂ :
I ' ro jct t lc Déi 'e loppenrenr I tégré Zonc l -acrstre TJNSO I 'onka


I l [ '


Proict lc [ )é\\ 'c loppcmcnt dc l 'Avicul turc ( l ) t )AN't) '


I ' ro jcr . lnré, tag", i rc,rr des Périrnètres Irr igués Vi l lagcois dc.( iao
( l 'At ' lv) '


t ' ro jct , \\ppui èonsei l aux Structures Associat i lcs et
( loopérat ivcs San - Diénné


( t>ASACOOI ' } ) ;
Projer Intégré Sécurité Alimentaire Nara.


i,."1", a" S"écurité Alimenlaire et des Revenus rlan-s la l{égio' dc Kidal
(I'S'ARK) :


I'rogramme Spécial Sécurité Alimentairc (t'SSA/FAO) ;


f'.oi"t a'nppri au Système d'lnlormation Décentralisé sLrr lcs Marchés Agricoles


(PASIDMA) ;
Programme dc Rcstructuration du Marché Céréalicr :


AgÀce pour Ia Promotion des Filières Agricoles (AI'ROIjA) :


Pr-olet clè Réhabilitation des Pistcs et Barrages cn pa;'s Dogon ;


Scn'ice Semencier National .
Appui aur Col lcct iv i tés Déccntral isées pour un [)évcloppenient I )art ic ipat i i


( : \\ ( O I )h l ' ) -
( ) P e l : t i i ! 1 l l 1 ' c c l l c \\ 1 r ' P L i


I ' r < , j e t i ) i l l i r r i o r r l . i i r l t r r ù : -


( c l lL r le i le t \\ ) l l s ( ) l ida t i ( ) l l c ie . Âcc lL I i s ( l t l K l r i l l t i ! -


l ) r r l i - lL r r t t t t c ( lù I )é \\ ' c l ( )pPenrùn l ln tégré à l i \\ ra l t l c \\ lana t t t r r l t :


Pro lc t d ' . \\ r t t c !na tenrcn t dc la P ia i r re de Saour lé ( l ) i r c ) '


[ ' ro t ranr t t rc dc [ )é re loppcnrcn t du Ccrc lc d - r \\nsor l lo :


Pro.jet \\ '1oy cn tlani (-falo ) .


I ' rogranrn ic d 'Appu i à la Va lo r isa t i t ln e t : r la C o l l tn lc tc ie l i s i r t io r l
dcs I ' r t ldu t ts


Agr ico les (Pr \\VCOPÂ) ;
l ' r i r jc t I ' i lo te de [ ' ron lot io t t dc I ' l r r igat ion I ' r iv t re ( l ' [ ' l l ' ) :


l i rnc ls Jc I ) ivc loppcrnent d. ' la Zor lc Sahél icr tnc ( I : ( ) i ) l :S ' \\ ) :


I ' n r i e r K I : N N t : l ) \\ ' l i O t I N I ) - d c t r x i i ' n r c p h a s c K l { ' l l


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1 2 4 4 t


Projet dc lr4ise n Valeur du S;'stènrc l"aguibinc ;
Sccrétar iat Pcrmanent du CIt-SS :
( ic l lu lc d ' r \\ppui à la Rétbrnrc lnst i t ut ionnel le (CARI) :
Sccrétar iat Erécut i f du Con{i t i r .wat ional dc la Rechcrchc A-r l r icc) lc :
Centre d'.Â,pprentissage Agricole de Samanko :
Centrc d'Apprentissage Agricole de Samé;
Ccntre d'Apprentissage Agricole de M'Pessoba :
Cenlrc dc lilrnution PratiqLrc n IJlevage (CFPE) ;
['roict dc Sélection des Zéhus AZAWAK de Menaka ,
I ' ro. jct d ' i \\ppLr i au l )évcloppcntent Local (PADt-) Gao :
i'ro1ct ric l)ér,e loppcrnent Rtrral Intégré de Kita :
I ) r , r1ct J, l ) i ' r 'e loppcnrcnt Rural l r r tcuré dc Bougouni :
l ' ro jct d 'Âppui à la Fi t ière Senrencièrc (Ségou) ;
Progranrrne dc [.utte contre la Mouchc Tsé-tsé.


C . ORGANISMES PERSONNALISES :


Inst i tut d ' tconomie Rurale ( lER) :
Abattoirs lrrigorifiques de Bamako ;
l-aborato ire Central Vétérinaire ;
Ofl'ice Malicn du Bétail et de la Viande (OMBEVI) :
Ol l icc dLr l )c i r inrètre Irr igué de Baguineda (OI ' lB) I
Conrpagnic N4alienne du Dér'cloppcnrent des Textilcs (( À4 t)T) :
Of i icc du Nigcr :
Oflice Iiiz Ségou :
Ol)ice Riz filopti :
Ol Icc dc Ia I {autc Val lée du Niger (OHVN) ;
Olllce du l)Éveloppernent Rural de Sélingué (ODI{S) :
Ollicc dcs I'roduits Agricolcs du Mali (OPAM) ;
Ordrc National de la Pro lession Vétérinaire ;
Asscmblée Permanente des Chambres d'Agriculture du Mali (APCAM).


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8- MINISTERE DE L'EDUCATTON ATTONALB:


A. SERVICES CENTRAUX:


I)irection Nationalc de I'Enseignement Supérieur et de la Rechcrche Scicntifiquc :
Direction Nationalc dc I'Ensei-qncmcrrt Secondairc (iinéral :
I ) i rcct ion Nat ionalc dc l ' l l r tscigncrtrcnt ' l echniqLrc ct l ) rol i 'ssionrtc l :
l ) i i e t i i , , n \\ r t i r , n r l r i l c l l : i j r r e l t i o r r t i c I l l t s c :
( c n l r ( \\ i i i i , ) r r i l l L l t l - l . - d L r c : r i i ' ' r t
( en l fc \\ i l t i i ' i l i r l J . : l . -sa t t tcns c t ( Qt rcouts c ic l - l . - i l ue i t l i ! ' r l .


lns [ ]cc t i ( ) r t l c l - l :nsc ig l rc t t l c t l t SecOt tda i rc :


I ) i r ' r c t i t ' r r , \\L ln r i r i : ( r a l i vc c l [ : i r ta t t , i . t t


IJ- SEIt \\ / ICI iS IT. \\T-TACII ES :


lnst i tu t c jes l lautcs I l tudes ct i lc l icchcrches Is lamir ;ucs - ' \\ ] rmcd l laba t lc I t rn lht t - lc lor t -


Conrnr iss ion Nat ionaic Mal icnr tc poLr l ' tJNI iS( lO :
( c l l L r l c d c I ' l a r r i { l c a t i o n e t d c S t a t i s t i q u c ,
( c n l r c N a l x r n u l d c s R c s s o u r c c s t l c l ' l r t l t r c r r t i o n N o r t - l : t t r r r t c l l c :
( c l l r t l c l c r l r r r r , l t r e , h r l ' } l { ( ) l ) l : ( '


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( ] , ( ) R ( ; A N I S M E S I ' E I T S O N N A L I S E S :


- L r ' r \\ ù t . r tc dc [ ]ar : t r ] . , '
- ( 'cn l rù Nat ional dc le l icchcrc i rc Scierr t i l iq [ :c r lcchnoLogiquc t ( - -NI iS. i t


- Ccnl rc Nat ional des ( l ruvres L l r t i r t rs i ta i res .
- inst i tu t des Langues :
- Inst i lu t dcs Sciences [ ]un lat t tcs .
- I r rs t i tLr t Supér ieur c1c l i , . r tn tet i r l t t c dc Rccherche . / \\pp l iquee ( lSI i l tA)


9 ' l \\ '1 lNIS1'El { l l I ) t l l , ' l iQt l l t ' l : r \\ t l ' lN l l ' lT I ) l iS
' f


RANST'OI l l 'S : '


A- SIl l{vlcl ls cl lNl ' l t^u\\ :


- [ ) i rcctbn Nat ionale c lcs I rar l r t t r l ) t rhL ics .
- l ) i rccturn Natbnale dc Ia l r4étcroro logte.
- Di rcct ion Nat ionale des ' l ranspor ts ;


Di rect ion Nat ionale c ic l 'Aéroneut ique Civ i lc ;
- I)irection Administrativc et I:inancière.


B- SERVICES RATTACHI,]S :


- C-e l lu lc de I 'Lani f icat ion et dc Str t is t ique :
- l ' ro jc t Sector ic l dcs


- l ' ranspor t \\
:


- 0bse n 'ato i re des 1 ' ranspor ts :


l) ro granrnte des'l 'ran-spolts crr ir"l iI ieu [{ural.


( ] - O I i . ( iANISIVIES I ' I i I tSO\\ NA t , ISI iS :


- Inst i tu t ( iéographiquc { iu \\1 : i1 i ( lC; fv f ) l
i \\éropons du Mal i :


- i{egic du Llhemin dc- [:cr du \\'lali (ltCF]t4) ;
- (iompagnie lr' lalienne de Navigation (COMAN^V) :
- Société Navale lr4alienne (SON.\\M) ;
- Air Mali SA :


È- Conse il ir' lalicn des Charqcur' :
Inst i tu l Nat ional de i rorn lat ion cn l iqu ipement et cn I ranspor t '


- ccntrù Nar ional dc Rechcrchc er d ' l ixpér ime nta l io n pour Ic Bât imcnt c l lcs i r r rar- - . .


I ' jLrh l ics (C- N RF.X- I : l l ' [ ' ) .
. \\L t tor i tc l i r r t l l iùre .


- J \\ ! c r ! ! , 1 l : r : e c t i l i r r n r l ù : l ' , , i l t r \\ . . l l n l t i l i t l ' t r b l i i p r ' L r r l - l r r r l p k l i ( . ^ ( ; l l l ' l :


. t r ' l . l ' : r . l
{ r r . i . r l . , t . : ( 1 t , . ( . 1 ' i


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[ ) i r c c t r o i r


[ ) i r cc t ro n


I ) i r e c t i i r i r


l ) r r ù c t 1 ( r l l


L r ' r r I ' ro tOcù lc t le lu l i t lP t t i r l rqL tc .


r l cs i r l là i rcs i ' o l i l i t l r rc : :


J t r . \\ l l i r i r c s J L r r i . i i i l L r e . .


J c l : r ( | , ' J r é r l r t i , r | l I I I i , - l I ) I I t i \\ ) | I i I I ( :




144 144

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É 2 0 v I
- Délégation Cénérale des Malièns de I'Extéricur :


Inspection des Sen ices Diplomatiques et Ctln-sulaircs ;
- [)irection Adniinistrative ct Financièrc.


I
I } - SERVICES RATTACHES :


Burcau du Chi{lic :
- Bureau dc la Traduction ct de I'l nte.prétariat .
- Bureau de l'lnfbrnration c't de la Presse :
- Centre d'Etudes St ratégiq ues
- Projet d 'AppLri z i l - lntégrat ion Sous-Régionale Ouest Al i icainc
- Secrétariat Céneral dc la Comnrission Nationale pour l'lntégration Aliicairlc.


C - SERVICES EXTEIT IEUI IS :


-tra- *"t"r*r .*nsulaires i
- Délégations Perrnanentts auprès des Organisations I nternationalcs.


I I - MINISTERE DE LA DEFENSE ET DES ANCIENS COMBATTAN'|S :


A - ETATS-MÂ. I0 ITS :


lltat-Ma.ior des Arrttées :
l:tat-N1ajor dc l-.,\\rntÛc dc'l-erre :
l ; tat-Major dc l 'Ârrrrél ' ' t j r ' l 'Air .


I ] . SERVICIiS CI. ]NTI{AUX :


lnspection (lénérale dcs Armées et Services ,
Direction du Génie N'f ilitaire ;
l)irection Générale de l'Bquipement des Armées i
Direct ion de la Sicur i tc Mi l i ta i re ;
Direction Générale de la Gendarmerie Nationale (gestion admlnistrative)
Garde Nationale (gcstion administrative) ;
Direction Administrative t Financière.


C- SERVICES RATTACHES (ETAT-MAJOR DES ARMEES):


I) i rect ion du Scn icc dc Santé des Armées :
( c n t r t d - l n s t r r r c i i , ' i r l l i , i t b a c a r S a d a S v c l c K o L r l i l : c ' r ' r ' :
l ' r r ' l i r r c c \\ l i l i l r r i r L . i e f ' : r l i :
I ) r r e . t i r , r r L l , . I t , - \\ i i l i t r r i r c : :
I ) i r c c t i o n d c l l r . l u r t i c c I l r l i t a i r c .
I ) i rcct ion dc l - in l i , r r t ra{ ion ct dcs I {e lat ions I )Lrh l iqucs c ics r \\ r r t recr :
[ ) i rcct ion dLr Scrr ice Socia l des Armées.


l ) - O I I ( ; A N t S M l : S I ' E t t s O N N A L I S E S :


Atc i ic- rs N4i l i ta i rcs ( . 'ùnt rarr \\ de N4arkala ;
C) f l icc Nat i r rnal t lcs . . \\nc icns C()n lbat tants. N4i l i t i r i rcs l tc t r i r i t is c t \\ ' ' i c l i r rcs i lc ( iucrrc


t iLr \\4 l l i .


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r2- MINISTERE I)E L' ,Al)MINIî t I {ATION
TII I IRITORIALE ET DES


ôot-t-g,cttvt.tES Loca'r-gs'


A. SERVICES CENTBÀ! \\ :


- Di rect ion Nat ionalc de l ' ln tcr teur :


- Di.".tion Nationale dcs Collcctivités Territoriales '


- Di rect ion Nat ionale dcs l : ron l ic i rcs:
- lnspcction dc I'lntérieur :
- l)ircction Adnrinistrativc ct i:itlancièrc


t ] - SERVICES I tA ' f ' tACl{ l rS :


- Cet lule d 'Appui au Dévcloppcnrent à la Base.^
p-g,u.nl. â'Appui au t)jtlloppemcnt de la Con-tmune de Ménaka


(N4INIKA)'


C - ORGANISMES I 'E ITSONNALISES :


Agence Nationale d' I nvestissement des Collectivités Territoriales
:


Crendc Mosquéc dt' lJanrako'


IN ISTERE I ) N I IN I iS . D t ' L 'ENERGI DE L ' I ]AU
:


A. SEI IVICOS C- 'ONTItAI . IX :


Di rcct ion t .vat ional . 'de la Céologie et des lv lu tcs '


- L t i r c c t i o n N a t i . r r r r r l c d I ' l : r r c r g i e :
- Di rect ion Nat ionalc de l ' I i ldraul ique ;
- Di rect ion Adnr in is l ra t ivc c t l i inancière '


B- SERVICES RA'I 'TACI{ES :


Cellule de Planification ct de Statistique ;


CelLulc Nationale de l)lanilication' de Coordination ct de Suivi
du [)éveloppcrnent dtr


Bassin du Fleuvc Sénégal (Cel lute OMVS) :


Projet d 'Assistance l 'echnique au Secteur Minier ;


['rolet d'lnvcntairc Minicr et Cartographie Géologique dc l'Adrar dcs
[{irras et du


( iourma Oriental :
l ) r r r ic- t Sr snt i t t :
I , r , r i c r i l l I r i l r r r L r I i . r L r e V i I I l r , t c o i ç c t i - w I C I 1 l : :


I I r . i r l r t r l iq Lr ' . \\ i l l rLr :c , ' ise f . ' . ' r " l l :L t tkr tss :


I l r t 1 r r r L r l i q t r c \\ r t l i : L i : e , r i s c c t rl ' " ' l { c i : i r r n 1l } c l l l r q t t c ) -


l ' r t r . ic t I l ldreul i t l t re \\ i l l r re ( r isc \\ '1a l i (Sulssc) :


i ) ro l r : rnrnrc l ly r i lau l iquc lor lc C\\4D' l - ( t lAI ) ) :


I ' ro ic t 100 I )o in ls c l ' l la t r Kt lu l ikoro Kzrrcs '


l r r t r . ic t r l ' l l l r i rau l iquc \\ i i l lagcrr isc ( l :onds Saoudler t . l :


[ ' ro ic t Creat ion [ ] t l inrs d ' l :au dans la / 'onc de Kat i ;


l ) ro jc t In tégré darrs la I lég ion de N4opt t '


I ' rograrntuJ I l r r l r l t r l iquc Vi l laqeoisc dans ic ( 'e rc lc dc J) r rucntz; t
(N4al i  i lua \\ / r r : i )


t ié}ubi l i tar i t , n t lc 75 loratcs d iurs le I ) is t r ic t t lc l la t lako :


l ' l i r lc t t lc l :our t t i l t t re c( I 'osc t ic I 'o l l tJ lc : d 'or i r l i l rc l t lqc :


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- l / 6 - r a
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I
- I'rojet ONG SI-I/DNH ;
- Projet Formation pour la l,',laîrrise de I'Eau (Région dc Ségou et Nord - Mali) :
- Approvisionnement en Eau Potable Ténenkou :
-


1 Appro visionncnrcnt cn Eau Potable Bandiaeara : ,- Projct 150 pui ts c i ternes dc Sikasso ;
- Projet Appro visio nnement cn Eau Potable Yourvarou - Nialunké (CE..\\O II) :
- I ' ro jetLiptal io-Crlurma:
- l ' r ( )Branln)c AGRYMT:l ' :
- Projet de gcstion l{1dro-t:co logiq ue du Niger Supérieur ,
- Projct Hydro - Ni,scr .
- Lalxrratoirc dcs I ' laur:
- I l tudcs d'Al i rnentat ion en [ ]au [)otable dc la \\ r i l ic dc Nioro. de Centrcs Scnri-ur l rains


et Ruraux des Ccrcles de Nioro ct de Diéma lFinanccnrent AFD) ;
- Etudes d'Al imentat ion en [ ]au Potable de la Vi l le de l ;ana et des Centrcs Scnri-urbains


et Ruraux des Cercles de Kadiolo, Koutiala, Sikasso et Yanfolila (financenrent AI;D) ;
- Etudcs du Programme de Réhabilitation et de Développement des Systènres


d'Approvisionnenrent en Eau Potable (AEP) et d'Assainissement dans Ia l{égion de
Ségou (Financement AFD) ;


- Travaux d'Alimentation en Eau Potable de la Ville de Kidal (financemenl BADEA) :
- Extension et Réhabilitation du Système d'AEP de Yorosso (financement ADS :


Budget Nat ionaL) .
' Alimentation en llau Potable des Centres Sc;ni {lrfrains ct Ruraux cn 2""'' région


1 liinancenrent KF\\\\1.; .
- lltudes Préparatoires du Proqramme de Mobilisation des Ressources en IraLr et d'Outrls


pour le Dér,r : loppement d. .s S1'stèmes d'AEI 'dans lcs Centres Senri-ur l . 'a ins et Ruraux
au Mali (linanccnrent KF\\\\| :


- Progranrmc Régional Solaire (PRS : financemcnt F['.[)) .
- Extension ct Réhabilitatiorr du Système AEPiKigna ;
- Rccherches Eaux Souterraincs Bamalio ;
- I lvdraul iqut ' Vi l lageoise Jcmi. . lèmc et 5"" Ré-r l i , r r rs :
- Autorité pour I'Aménagenrent de Taoussa.


C- ORGANISMES PERSONNALISES :


I.1- ]\\4 IN I S'f T]IT I.] I) t.] L' E N \\/IIIO NN EM ENT :


. \\ - 5 I ] I tV IC I iS CONTITAI IX :


I ) i r c e t i r r r t \\ l r l i o n a l c d c l r \\ s s a i n i s s c r r r c n t c t t l u ( o n l r t l l c t l c s l ) O l l u l i i r n s c l t l c s


\\ t s i r l tùt . \\ -


I




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1 2 g t ' - r 1


{)ircction Nationalê de la Conservation
de la Naturc '


l)ircct ion Adnrinistrativc ct Financière'


I } SER\\TICES RA' I '1 ' . \\CI{ I ' ]S: !


I , ro ic t Appui au [ ) rograrr rnrc dc conservat ion
ct dc ( ;ùst i ( )n . l t -s / .oncs [ . {u t l t i t ic t


t l r tns


i . ' ' i r "s 'Ànt Ar idcs e i scr '1r i - \\ r ides t lu
Mal i :


l ' roqrantmc de Dér 'c lc ppcr l rcnt t lu t 'Ut t
pour la l leg ion dc Kidal :


Ccllule Combustible l'igncus icôU a' froj-e1
slrat;eic lincrgic Dorncsttquc '


i':;;. d. a".".'"tion I'irtiqtrc [:orc-s{icr
dc-l-abakortt :


( )pérat ion Anlénagcr t lcnt t iu f ' " t t nut i t - rnnt dc
la l r l r rc lc t i r r [ ]aoLr l i 'c t dcs rése r rcs


aLli2tccntcs . ;at ions l)a-v-sanncs
ft""i a. Mise cn Valcur dcs I;orêts


de Kita par les (Jrgants


t l ' \\ ' 1 \\ ' l : U l ' l : . , - - , t . . . À r i , , ' L r .
ij.l i", i-riio. Durablc clcs fLessources


Naturelles cn ]""'" Ré'-rion :


Cellulc d'Aménagement ct 4""àÀlon
Durable dcs I{cssources Naturelles


dc Sikasso


il#."Î,iÏL; Lutte contrc I'Ensablement et
le l)éveloppcment des Ressotrrccs


Narurel lcs des Régions Nord :


[ 'arc Bio logique dc Banl r th t ' '


I ' ro je t N4al i Nord; - - - ) . . ( - - ,1"- t . " r i r r r t i^ , r r r t ' l charsé dc la Gestbn dcs
S..retu.iot l-ecl.rnique I'crnlanent du Cadrc


InstittLt olrnc I -


Oucst i t r ns l lnv i ro nnenlc t t ta lcs '


i ; . r ' " , a :nppr i " la ccsr ion Durablc dcs
Espacos ct dc-s l {cssources '


i , r . .sra. r r .c Régio^al c rpp" ia- i , c"s t ion
in tégrce dcs I { r :ss.Lrrces 1q11111rç l lç- :


Jcs


tlas-sins clu Nigèr et dc la
( iarnhric (AGIR) :


i , ro icr de Ciesr ion dc f " r ' "gJ i " , t i ind igène
porr r La I léha[r i l i ta t ion dcs terrcs


( lL '


p , ' r . , , u , , d i r r r a d é s d a r r ' i l ' r ̂ ' n c z u i d c d c
l ' A f i i q r r c '


i , r o ! c t c l c D é v c l o p p c r r l c n t t l u r a b I c d e l a I { é g i c r n t ] e K i d a L ( I ) I ) I { K )
Pro iet JAI ,DA dc Lut te contre la Déser t i f icat ron


C- O I {GANISME I 'E I {SONNALISE
:


- Aqcnce du Bassin du [ : leuvc Niger '


15. N' I INISTE,RE DE LA SL'CURITE INTERIEURE
ET DE LA PI{OTECI-I() i \\


C I V I L E :


l ) i r c c t i r r r t ( i c n é r a l c t l c l ' r I " ' l r c t ' \\ i l 1 r { ) r l i l l '
'


i i ' , . . , ' , , , , ( ie ' t r t i t a l ' - ' t l t i : r
( ' t t l t i r t r t t rc t i . : \\ r t t i ' r r l r t l c ( c r r rp i ' r i t


L i l r i . i l l . ; t l i r r t t . t l c ( Ù l l l i ) l r t t r


l ) i r c c t i , , r t ( i c n c l e i l c l e l r r i ' t ' r t c ' t i r r r t
( t r t l t :


tnapa. t iun t i cs Ser r i cc : Jc S . - tc t t r i t c .c t
t l c l ; r I ' ro tcc t i r r t t ( t r t l i


l ) i r t c t ion r \\d mi l t i s t ru t t r c t l l l l l anc lù tÙ


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I 6 - M IN ISTERE DE LA COMMUNICATION ET 'OES NOUVELLES
TECTINOLOGIES I )E L ' INFORMATION :


A - SE iTV ICE CENTRAL : I


- Dircction Adnrinistrative ct Financiùrc.


I ] . SERVICE RATTACI {E :


- i r4 ission de l ' In lôrnrat ique et dcs Nouvc] l . r ' i 'çchnelogies de l ' ln lôrntat ion


C- OITGANISMES I 'ERSONNAI,ISI iS :


Ofïlce de t{adiodilTusion Télévision du N4ali (OttTM) ;
Agence Malieme de Presse t de l'ublicrtd (AMAP) ;
O flice National des Postes (ONl)) ;
Centre de Services de l)roduction Aud iovisuelle (CtiSI'A) ;
Société dcs Téléconrmunications du N4ali (SOTEI-MA).


A . S O I T V I C E S C F ] N T I { A U X :


Di rcct ior r Nat ionale du [ )dvckrppcnrcnt Socia l .
Di rect ion Nat ionale de la [ ' ro tcct ion Socia lc c t dc l ' l ' i conomie Sol ida i re :
Inspection dcs Aflàircs Socialcs ;
Direction Administrative et [rinancrcre.


B- SERVTCES RATTACI {ES :


Projet d'Appui aux lnitiatives de Base (PAIII) ;
Projet d'Appui à la Mutualité :
Projet Promotion des Initiatives Localcs.


C- ORGANISMES PERSONNALISES :


Caisse des Rctrai tes du Mat i (CRM) :
lnst i tut Nat ional de Prévoyance Socialc ( INPS) :
l r rst i tut d- l : tut lcs ct r ic l lcchcrchc (n ( ;cront() ( icr iatr ie (N4aison des . . \\ in.rst :
I n s t i l u l \\ u l i , , n i r l t l c l r r r T n l r l i o r r J e . l r l r r l r i l l c t r r ' : S , r c i a u r .


I ' ' 1 . ; . ' , : . i r : r l , \\ l r l i , , r r
( ) b s c n r t L o i r l i l t t [ ) r r c l o p p c n r r r ] t I l L l l n i r i n I ) r r r l r b l e l r l e l l r [ - t r t l c C ( ) n t f c i . r l ' r i r r r , - 1 ' .


I l J - i \\ , r INrs ' i l ._RI r ) t i ' t ' t tA \\ /A I t . F_ ' t l ) l . ] r .A l 'oNC' f |oN t ,UBLIQut i :


A- SIi I{VICI'S C]I, ]NTItATJ\\ ;


-J3S I--:
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17. MINISTERE DU DEVE_IOPPET\\,[ENT SOCIAT-. DE LA SOLIDARITE ItT DES
PERSONNES AGEES :


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I ) i r c c t i o n N l r t i o r r a l e t l c l a l o n c l i o r r I ' L r b l i t l r r c
- l ) i r e c l i o ; t r r - ; r t i o n ; r l t d c l l : n r J r l , r i . t l L r l n r r , ; r i l


I ) i r . c t i r r n . . \\ . i n r i n i s t r r r l i v c c l l r i r r a n e i c r t


ù t du l )ùrs()nr)c l :
c t r l c l a S i ' c L r r i l é S o c i e l c :




149 149

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' ' 1 3 1


I jonds d 'Appui i i la l i t r rnrat ion I ' ro l iss i t r nnc l le c t à I 'APprcnt isv lgc (1" \\ l :1" \\ )


Progranrntc
-l


P ItC'iB I
-l '


ttc l.rttt. ' ctt trt re lcJ't ravail des llnfants'


i ' rogramntc PNIJD ( )11- dcs l :nrp lo is pour l 'A l i iquc I N4al i '


C- ORCAN ISI \\ { ES I ' ! ] I tS() \\NA LISF]S :


Agence Nat ionale pour l ' l :n l l ' lo i (ANl) l j ) :


Obscrvato i re dc l ' l i r r lp l t ; ic t t ie i r t l . i r rnrat ion ( ( ) l : l ) : r


t jn i tés dc For t r la t ion e1 d " \\1r1 'n i l iu \\ I rn( rÙpr iscs
( t i t : " \\ l : ) '


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I 9 . M IN ISTERE DE LA I ' ITO i \\ { ( ) ' I ' I ( )N I )E LA F 'E I \\1N ' IF ] . D I i L 'E ,NFANl ' l ) l : 1 . . \\


I - A M T I . L Ë :


I \\ - S E R V I C E S C E N ' I ' I T ^ I . \\ :


Direction Nationale de la ['rortrotion dc La Femnlc ;
Direction Nationale dc La Pronrotiotr dc I'Entànt et de la Famille ;


[ ) i rcct ion Adnt in is t ra t i r ' . . c l I j i r l : r r lc tcrc


I ] - SERVICES I IA ' I " I 'ACI{ I . ]S :


( lcnt rc de Fornr : r l ion l ) r r r lessr , , r r r re l ic . ' \\oua Kéi l l r .


i ronds d 'Appui aur . \\c t i r i lcs . l ts I rcnr t r ics < [ rAAl i LAYI[ )L i r r '


Ccntrc d 'Accuci l e t i lc I ' [Lccrr rc t t t I :arn i l ia l ( [ 'ouponnièrc) '
f ) rc lgranrntc Nat ionel dc l .L i t t r ' r ( ) r ] t rc Ia [ ) rat iquc dc ] ' l ' .xc is ion :


I ' ro . je t Appui à la Prornot i r r r t r le s I ic tnt l lcs -


Pro. je t Appui à la Pronrot ion i i ls l icnrnrcs c t à l A l légcnrent dd la Pau\\rc lù .
'


Pro jet Appui à ) ' l ln l rcprcuu. i r i r t Fénr in in dans lc Scctct t r dc l 'Agroal in lcnt arrc :


Programrne Cenre et Dér'eloppcnrcnt :
Pro jc t de Fonds dc I ) ivc io p l 'cnrct r t Ins l i tu t ionncl ;
Projet Promotion du Statut de la Femrne et de I'Equité de Genre ;
Pro jet Appui à la [ -u t tc c( ]n l rL ' lùs [ ) rat iqucs I ' re judic ia t r les à la Santé dc la I :e t l l t t lc c t


de l' l:nfant ;
Centre Nat ional de [ )ocunrentnt ic)n c l d ' ln l ( ) r tna l i r t t t sur la Fenrme I
I ) rogrammc dc Protect ion t . ! \\ lL l l r t : .


( ] - O I I C A N I S M I i t ' I ] I I S 0 \\ \\ A I - I S F ] :


- ( i i e i t i e s l : n l u i r l :


t { r \\ l t \\ t s I l . l . l l ) 1 . ; l - . \\ ( t l - I t l i l .


. \\ - S l : l t \\ ' l ( l . S ( . ! . \\ I l { \\ l \\


I ) i r c c t i o n N a t i o n a l c d t l - . \\ c t i , r n ( L r l t L r r e ! l c :
I ) i r c c t i o n N a t i o n a l c d u I ) a l r i r r t r i n c ( i t l t L r r c l :


l ) i r c c t j o n N a t i o n a l c t l c s [ ] i i r l i , ' L l r ù o L r t s c t ( l c l i r i ) t r c t t r l t c l l l a t i o t t :
( c n t r c N l r l i t t n a l d c I ' r r , i i L t c t i , , î ( r n a r r : r l ( ) L I i l P l r r ( l L r a :


l ) r r d L l i ( ) n . \\ . l t t t t t t i ; : . r t t r e t I r , . , . LII


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150 150

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I ] - SEIt \\ / ICI iS I tA-f ' I -ACIIES :


\\1 i -ss ion ( lu l ture l lc ' dc [ ]andiagant 1
\\1 iss inrr ( ' r rhr r rc ' l lc dc l ) . j i 'nnc
\\ ,1 iss ion ( 'Lr l tLr rc l lc dc


- l -onrb, t ructoLr
:


\\ ' l iss ior t L u l turc l lc d. [ ] : -SoLrL .
I 'e la is dcs Corr ! r 'cs :
( 'cnt rc Nat ion:r l dc Ia [ -ccturc I 'uh l iqLrc


( - ( ) t { ( ; , \\ f i t S t \\ { E S P E I { S o N N A t - l S l . . s


- Ilurcau lvlirlieu tlu I)roit d'Autcur :
- \\{us,,ic National :


I 'a la is i le la C u l t r r rc Anrac lor : I lanrpatet I i . . \\ .


I t- r !{1Nr.S1-0r{E )r i LA JUSTTCE :


( lcntrc dc Dctcnt ion, de I{ééducat ion
( cn l r c r l c l ) t r t c r r t i o r r . dc RÉ iduca t i on


C- OI IGANISMES PERSONNALIST]S :


lnst i tu l Nat ional dc l rormat ion Judic ia i rc .
()rdrc dcs Avocats ,
Ordrc dcs Nola i rcs.
r ) r . l re r lcs l : . rpcr ts . l r rd ic ia i rcs :
( 'harrbrc Nat ior ra lc des l lu iss icrs c lc . l r rs l rec ,
t l r rnrhrc \\ l r t i r rna le r lcs ( , 'onrnr issai rcs [ ' r iscr r rs


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A- SERVICI ]S CENTRAUX :


l ) i rect ion Nat ionalc dc I 'Ac inr in is t rat ior t dc l r i . l r r r t iec .
I ) i c c r i o n N a t i o n a l c d e I ' A d n r i n i s t r a t i o n I ' c r r i t e n t i a i r c c t d c l ' l l d t r c i r l i o r r S u r r c i J l t l c :


i ) i rcct ior t Nat ionalc t lcs Al là i rcs - lur i ic i l i i . - : c t i lu Scc: t t r :
Inspcct io l r r ics Serv iccs Judic iarrcs .
i ) . r ( ! I r ( )n . , \\ i l r r in is t f t L t ivc c t l r rnenc i t rc .


8- Sl l l tVtCt . ts I {41- ' tA(_-Ht iS :


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dc l i i ' inscrturn pour Fcnlr tcs dc I lo l lc
r jc I lé inscrt ion pc.rur I -nl i rnts de I lo l l i .


, ) i r . . t i , ' n \\ r i l i o n a l c d c I : r . l r L r r t c : s e .


i ) i r e . t i o r r \\ : a t i o n a l c d c s S l r r r t s c t r l e I


l ) l r ' , t r , ' r r . \\ r i r t r r r r i s t r ' ; t l r r c ( l ] ; n r r n , i ! t ( '


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Maison des Jcuncs :
Canrp dc -lcLtnessc dc


-l ()uk()to :
Carr tp dc Jcuncssc l r 'S0Lt l i r rL t lerc .


Canrp c ic . lcunLssc dc Kidal :
Stadc ( )nrn ispor ts N4rrd ihr Kcl t iL .
Stadc I4anrat lo Lr Konalc .
Stadc du 26 r rurrs .
St i rdc r \\bdt ru larc iv lakor( ) S issokL) t lc Kavcs:
Stadc I la l ; . . .nr t r : r


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nror l r lc SikrLs: , ' .


S l r t , i e r \\ l r r r r r l ) . r " r , J e S e : , , r .
Stâdc [ ]ar . rnr i t [ ]ocourr r ( lc \\1( )pt r .
I r ts t i tu t Nat ional t lc la - lcuncssc i dcs Spor ts .
( lc r r t rc d ' l ln t ra inùnrc nt p( ru i Spor t i l i r i ' l i l i tc Ousnrarrc


. l
raord


Ly 'cctc Sponi l - l lcn Onrar Sr :
[ ) ro- jc t Appui i i l i i [ -u t tù cont ic ia I 'auvrc lé par le Volontar ia t Nat ional :
[ ) ro- jc t St ratcg iù Nal ionale c lc [ -or r r rat ion c l d ' lnscr t ion dcs - lcr rncs dans lc SectcLrr
Agr ico lc et l {ura l .
Pro jc t Pronrot ion c le la - lcuncssc, Spor ts . Santé.


AI tTICLE 2 : l ,e prése nt deicrc( . qu i abpgc lc I )ercrct N"02 l - i0 /PN. l - l {M du 02. iu i l le t 2002
portant répar t i t ion dcs scrv iccs prrb l ics cnt re la Pr inratLrrc et les [ )épl r tcnrcnt : \\ , { in is tcr ic ls .
scra enrcr is t r i c l DUI) l ia 'aLr . lourr ra l , , l i ic ie l


l i : t r r t a k , , l " Û :


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P R I M A T U R E


SECR-ETARIATGENERAL 1 3 4
DU GOUVERNEMENT


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-


REPUBLIQUE DU MALI
. U n P c u P l c { l n l } u t - I I r " 5 r ' ;


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Vu


Vu


a , ' r 3
DECRET NOO2- J U. /P-RM DU07 Nov.2002


FIXANT LES INTEzuMS DES MEMBRES DU GOUVF]'RNEMENT'


LE PRESIDENT DE LA REPUBLIQUE '


la Corstitution ;
IeDécretN.02-490Æ-RMdul2octobre2002portarr tnominat ionduPremier
ministre ;
le Decret N"02-496/P-RM du l6 octobre 2002 portant nomrnatron oes


membres du Gouvernement ;


DECRETE:


$-rtjglgl:, L'intérim du Premier ministre est assuré
par [es membres du


Gouvemement suivant leur ordre de nomination'


Article 2 : t€s intérims des autres membres du Gouvernement sont fixés


Iffiâé."nt au tableau ci-dessous.


t. t,ti"ittt" de la Promotion.de la Femme, de


l'Enfant et de la Famille
Ministre du Développement Social, de la


Sotidarité et des Personnes Agées
Ministre de la l)élense et des Anciers
Combattants


Minisrre Délégué à la Promotion des
Investissemcnts et du Secteur [)rivé
Ministrc de I 'Equipement et des Transpons
Ministre dc la Communication et des
Nouvel lcs 1-echnologies de I ' ln lormat ion


J. Ministre de I'Artisanat e( du
-l-ourisme


Minis t rc de la Just ice, Gardc des Sceaux


Minis l fù dcs Mines, de I 'Energ ie et de l 'Eau


Minist rc Délégué à la Sécurité Alirnentatre


1. Ministre de la Santé


2. Ministrc de I'Economie et des Finances




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Mffi-t." de I'Equipement et des Transporls


Ministre de I'Economie et des Firnnces


Ministre Délégué à la Réforme de I'Etat el


aux Relatiors avec les lnstitutions


t .
2 .
3 .


l.ffi.e des D.tnâitles de I'Etat, des
Affaires Foncières et de I'Habitat


I . Ministre des Dornânes oc I Dtar' uc>


Af[aires Foncières et de I'Habitat


2. Ministre Délégué aux Transpons


3. Ministre de I'Economie et des Finances


6. Minitt." de I'Agriculture, de I'Elevage


et de la Pêche


7. Mirustte de I'Education Nationalc


I . Ministre Délegue a la Secunte AllmerNarl c


2. Ministre de I'Environnement
3. Ministre Délégué au PIan


l . Ministre du I rava et oe la roncrlolr


Publique
Ministre de la Commrurication et des


Nouvelles Technologies de I'Informatton


Ministre de [a Jeunesse t des Sports


2.


3 .


8. Minitt." de I'EquiPement et des


Transports


l. Ministre Délégué aux I ransPons


2. Ministre des Domaines de I'Etat' des


Affaires Foncières et de l:Habitat


3. Ministre de I'lndustrie et du Commerce


glMinistre;es Aftjres Etrangères et de la


Coooération Intemationale


1 . Ministre Délégué aux Mallens ce I E,xtçr çur


et à I'Intégration Africaine


2- Ministre de la Sécurité Intérieure et de la


Protection Civile
3. Ministre Délégué à la Promotion des


Investissements et du Secteur Privé


tO. tt4i"ittr" ae h Défense et des Anciens


Co'mbattants


I I . Ministre de I'Administration
Territoriale et Qes Collectivités I-ocales


1 . Ministre de I'Administratlon I errltonarc çL


des Co llectivités Locales
2. Ministre de la lusice, Garde des Sceaux


l. Ministre de la Communication et des


Nouvelles Technolo gies de I'Informatton


l Ministre de la Sécurlte lnterleure eI oe ri1


Protec l ion Civ i le


2. Ministre Détégué à ta F{êfoirne de l'Etat e


aux Rela l ions avcc les Inst i tu t ions


3. Min is t re du Travai l e t de la Fonct ton


I 'ub l ique


I 'Environnemcnt
l'lndustrie et du Commercc
l 'Agr icul ture, dc I ' I : lcvagcel d e


2. Ministre des Mincs, de I'Energie ct dc
'Eau




155 155

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1 3 6


@gieetdel 'F-au
2. Ministre Délégué au PIan
3. Ministre de la Santé


l3- Ministre de I'Envûo nnement


lq. Ministt. de la Sécuriré Intérieure et de


la Protection Civile
2 .


l . Ministre de la l)etense et oes Anclens


Combanants
Ministre de I'Administrarion Territoriale et


des Collectivités l;ocales
Ministre des Affaires Etrangères et de la


Coopération Internationale


Ministre de la Culture
Ministre de I'Education Nationale


Ministre de I'Artisanat et du I ourisme


I . Ministre de la Santé
2. Ministre de la Promotion de


I'Enfant et de la Famille
la Femme, de


3. Ministre des Mines, de I'Energie et de I'Eau


I . Ministre Délégué à I'Emploi et à Ia


Formation Professionnelle
2. Ministre Délégué à la Réforme de I'Etat et


aux Relatiors avec les lrstitu(iors


3. Ministre de la Justice, Garde des Sceaux


Solidarité et des Personnes Agécs
2. Ministre de la Santé
3. Ministre de la Culture


Ministre de la Jeunesse et des Sports
Ministre de f Artisanat et du Tourisme
Ministre Délégué à I'EmPloi et à la


Formation Professiorurelle


l .
2.
3 .


l .
2.
3 .


-15.
Ministre de la Communication et des


Nouvelles Technologies de I'Inlormation


l6. Minist." du Développement Social, de


la Solidarité et des Personnes Agées


17. Ministre du Travail et de la Fonction
Publique


18. Ministre de la Promotion de la Femme,


de I'Enfa-nt et de la Fami-lle


19. Ministre de la Culture


20. Ministre de Ia Justice, Garde des
Sccaux


l. Ministre de I'Education Nationale
2- Ministre de la Défense et des Ancien's


Combatlants
J . Ministre Délégue aux Mal iens dc l ' l lx térteur


ct à l ' lntégrat ion Afr icaine




156 156

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2l . Ministre de Ia Jeunesse t des Sports f . Vi"itt.e Oe tégué aux Maliens de I'Ex:térieur


et à I'lntégration Africalne
2. Ministre de la Justice. Garde des Sceaux


3. Ministre de la Culture


22. Ministre Délegué à la Réforme de
I'Etat et aux Relations avec les Institutions


3 .


2.


l .


I . Ministre Délégué au Plan
2. Ministre de la Communication et des


Nouvelles Technologies de I' information
l. Ministre de I'Administration Territoriale


et des Collectivités l-ocales


tttinirt." iJetegué à Ia Réforme de I'Etat


et aux Relatior|s a\\ec les Institutions


Ministre Délégué à la Promotion des


investissements et du Secteur Privé


Ministre de ['Environnement


23. Ministre Délégué au Plan


24. Ministre Délegué à la Sécurité
Alimentaire


@iond"t
Investissements et du Secteur Privé


2 .


l .


t .


I
2
3


3 .


l .


2.


-Ministre
de I'Agriculture, de I'Elevage et


de la Pêche
Ministre Délégué aux Maliens de
I'Extérieur et à I'lntégration AÊicaine


Ministre des Domaines de l'Etat, des


Affaires FoncièreS et de I'Habilat


ffi
Ministre de I'Artisanat et du Tourisme
Ministre de I'Agriculture, de I'Elevage et


de la Pêche


@
Coopération Internatiorale
Ministre Délégué à la Réforme de I'Etat


et aux Relations avec les Institutions
Miiristre de la Sécurité Intérieure et de la


Protection Civile


26. Ministre Délégué aux Maliens de
I'Extérieur et à I'lntégration Africaine


27. Ministre Délégué aux Transports


28 M.G;-A.gré à lT-plo, . ,
Irormatio n Pro fessionnelle


I . Ministre de I'EquiPement et des
'fransPorts


2. Ministre dc I ' lndustr ie t du Commerce
I N4inistrc du Développemcnr Social' dc la


Sol idar i té et des PcrsonncsAgées


i
-1


M in i s t r c du T rava i l e t dc l a Fonc l i o r r


] Pubt iqu"
2. N4inistre Déléque au Plan
I Ministre de la l ) romotion de la Fentnrc '


dc I ' l } r fant ct dc la Famil lc


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Article 3 : Les intérims vises à I'Article 2 sont autornâliques et s'e{Iectuent'
pour


Itriîil1;"ittr", selon I'ordre érabli au tableau cidessus'


Article 4 : I-e présent décret, qui abroge le,Décret N"02-349/P-RM du 02
juillet


ZOOZ, n* enregistré et publié au Journal officiel'


Bamako, r" 0 i l '10l/. 2002


Lc Président de h RéPubl ique'


I
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A4lcrL'v
,,/'


Amadou Touman i TOURE




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V {,|r}L - u- \\ c<lt


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REPUqLIQUE DU MALI


Un ieuple - Un But - Uoe FoiPRIMATURE


SECRETARIAT GENERAI'
DU GOUVERNEMENT


VU


VU


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DBCRET N"o2--5 ! ! /PM-RM Du 0 7 N0v. 2002


DETEIIMINANT LES SERVICES PUBLICS MIS
A I 'A DISPOSITION DES


MINISTRES DELEGUES pôun r- 'sxsnclcc DE
LEIJRS ATTRIBUTIoNS'


LE PREMIER MINIS'TITE'


VU


VU


la Consitution ;


l eDéc re tN92 . ,007 /P -RMdu lS ju in lgg2 re la t i f auxa t t r i bu t i onsdesmembresdu


Gouvemement :


VUIeDécretN"02-490Æ.RMdu12octobre2002portantnomirrat ionduPremierministre;


VU le Décret N"02-496/P-RM du 16 octobre 2002
portant nomination des membres du


Gouvernement ;


leD&retN"02-498Æ.RMdu05novembre2002frx?|I | | lesattr ibut ionsspéci f iquesdes


membres du Gouvemement ;


leDécretN"02-499/P-RMdu05novembre2002portantrépart i t iondesservicespubl ics


entre la Primature et les départements ministériels ;


DECRETE:


ARTICLE lrR : Le présent décret a p6ur objet de déternirner
les services publics mis à la


disposition des ministres délégués pour I'exercice de leurs attributions'


A R T I C L E 2 : I , o u r l ' e x e r c i c e d e s e s a t t r i b u t i o n s , l e m i n i s l r e d é l é g u é à l a R é f o r m e d e ] , ] : t a t . ' t


aux Relations avec les Instilutions dispose :


- du Commissariat au DéveJoppement Inst
j{ulionncl ;


- du centrc d'Ànalyse et de Forrrulation dcs Politiqucs de l)évcloppement'


Il dispose également, en tant que dc besoin' des autres services
du Premier ministre'


Les services des divers départcments ministériels sonl mjs
à sa disposition en cas de


nécessité.




160 160

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t
1 4 0 - , i i )


ARTICLE 3 : Pour I'exercic€ de ses attributions, le ministre délégué au Plan dispose :


- de la Direction Nationale de la Planification ;


de la Direction Nationale de la Statistique et de I'lnformatique ;


de la Cellule d'Appui au Programme de Renforcement des Capacités Nationales pour


une Gestion Srratégique du Développement ;
de la Cellule Nationale dc Coordination des Programmes de Population ;
de la Mission d'Aménagement du Territoire.


Ildispose égalemcnt, en tanl que de bcsoin, des autres services du Premier ministre


Les autrcs ministres lui a-ssurent, en cas de nécessité. lc concours dc lcurs services.


ARTICLE 4 : Pour I'exercice de ses attributions, le ministre délégué à la Sécurité Alimentaire


dispose :
- du Projet Intégré de Sécurité Alimentaire Nara ;
- du Projet de Sécurité Alimentaire et des Revenus dans la Région de Kidal (PSARK) ;
- du Programme Spécial Sécurité Alimentaire (PSSA,TFAO) ;
- du Programme d'Appui à la Valorisation et à la Commercialisation des Produits


Agricoles (PAVCOPA) ;
- du Projet d'Appui au Système d'Information Décentralise sur les Marchés Agricoles


(PASIDMA);
- du Programme de Restructuration du Marché Céréalier (PRMC) ;
- de I'Agence pour la Promotion des Filières Agncoles (APROFA) ;
- de I'Office des Produits Agricoles du Mali (OPAÀ,[).


Il dispose également, en tant que de besoin, des autres services placés sous I'autorité ou la


tutelle du ministre de I'Agriculture, de I'Elevage et de la Pêche.


ARTICLE 6: Pour l'exercice de ses attributions, le ministre délégué à la Promotion des


Investissemerlts et du Sccteur Prir,é dispose :
- du Projet d'Appui au Sectcur Privé (PASP) ;
- du Centrc National de Promotion dcs lnvestissements (CNPI ) '
- de l'Agence pcur I'Anénagement et la Gestion des Zones lndustrielles


(AZ I -S^ )


Il dispose également en rant que de besoin des autres services placés sous I'autorjté ou la


tutelle du ministre de I'llconornie et des Finances et des autres nrinjstres concenrés par Ia


prornotion des inveslissements et du sectcur pri\\'é.


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1 4 1 - - " r ! !


lc nr i r r is l rc dc l léqt ré at rx N4al icr rs dc l ' l j r tér icr r r


t l i l ' ln1! :rr : r l io l t Al i icainc disposc :
- dc la Délégat ion Cénérale des Mal iens dc l 'Extér icur ;
- c lu Projct d 'Appuià I ' lntégrat ion sous-régionale oucst-alr icainc ,


- du Sccrétar iat Géniral dc la Conrnr ission Nat ionalc pour I ' lnt igrat ion Alr icainc.


l i d ispo-se éqaicnrenl , en lanl quc dc t--soin. dc's autrcs scrviccs plr lcés ous l 'aLrtor i tc dLr


nr inistrc lcs Al la ircs Etrangères ct dc la Coopéral ion Inrcrt tat ionlLc.


Alt l ' lCt - l l I : I 'our I 'cxcrc icc t ic ses at t r ibu l ions. lc nr i r t is t rc délégur- t uLrr
' l


ranspor ts d ispt tsc :


- dtr l ' ro jct Sector ic l dcs l ransporls.
- d. : I 'Otrservatoirc dcs I ranslorts .
- cirr l)rograntntc dc-s fran-sporls cn lr4ilieu liural .
- dcs Aéroporrs du Mal i ;
- de la Régie du Chcmin de Fer du Mal i (RCFM) ;
- de la Compagnie Mal ienne de Navigat ion (COMANAV) :
- dc Ia Société Navalc Mal icnne (SONAM) :


d 'A i r Ma l i S ,A ;
du Conseil Malien des Chargeurs.


I l d ispose également, en tant que de l resoin. dcs autrcs serviccs placés ous l 'autor i té ou la


tutel le du ministrc de I 'Equipenrcnt et dcs 1-ransports.


A I IT ICLD 9 :Pour l ' exe rc i cc de ses a t t r i bu t i ons . l e n r i n i s t redélégué à I 'EmpJoi et à la


Formation Pro fessionnelle dispose :
- de I 'Agence Nat ionale pour l 'Emplo i (ANI) I - ) ;


- dc I 'Observato i re Qc I 'Emplo i e t de la Format ion (OI iF) :
- t i u I i o n d s d ' A p p u i i h F u r r r r a l i o n P r o l c s s i o n r r c l l c c l â l ' A p p r , r l i s s a [ c ( l ' A F P A ] :


du l ) ror rarnnrc PNTJD/OI ' f dcs [ implo is pour ' l 'Af i iquc/N.{a i i :
- i lcs lJn i tés dc I 'orn iat ion et d AppLr i aux l r r l r rpr isùs ( t I I r ; \\ t r . t


I l t l rspt tsc cra ler t tcr r t . cn tant qLrù dc I 'csoin, < ies aLrLrcs scrv ices p la. :és sous l ' a r r l o r i t é o L r l l


tL r tc l l t du n i in js t rc dLr
- [ - rava 'L l


e t c i t i l I ]o r rc ( ion I 'ub l iquc .


^ l t 1 ' l ( l t , l ' - I ( l : I ) o i r r I ' c x e r c i c e d c l c u r s a l l r i b L r t i o n s . l c s


c h a c u n d ' r r n c a h i n a l c o n ) p o s é :


c l un c l rc I de cabinet :


c i e r i c u x c o n s e i l l e r s l e c b n i q u e s .
- r ic c icux chareés dc n l rss lof l .
- d r r r r u t t ; r , l r t i d e c a h i n c t .
- d un secréta i rc par t icu l icr du rn in is t rc .


r r r i r r i s t r , . : , l ' 1 . : : r r . : . , I i s l ' , ' r . , , ' c r I i ' u r ,


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. \\ l lT tCl , l : I I : l .c l ' rcnt icr nr i r r is ( rc . lc nt i r t is t rc dc l ' [corrorr r ic c t dcs l i in . i rnccs, Ic nr i r r rs t rc 1c
l ' r \\q t icLr l t r r rc . dc l 'E lcvagc ct dL ' l l I 'ôc l rc , lc nr in isr rc dc i 'EqLr ipcnrcnt cr dcs


' f rar rsp. r r ts .
ic


ntirristrc tJcs Allaircs Etrangèrcs et dc Ia Coopération Intcrnalionalc el lc nrinisrrù du l ra,,,ail er
dc la Ironction Publique, sont chargés chacun en cc qLri le conccrnc, dc I'exécurion du prisenr


décrct quiscra enregistré e( publié au Journal ofliciel. t
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I lanrako, t" 0 7, N}U.2002


l -c I ' rcm icr nr in is t rc ,


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Lc m in is t rc de I 'Econom ic


ct dcs Financcs,
,,,-.-


\\ ". ,-"ta-/\\<:zw*4


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Ousgranc Issou l l MÂiGA


Lc nr in is t rc dcs Af fa i res Etrângères


et dc Ia Coopérat ion Intcrnat ionale,


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L-assana TRAORE,


c { d c l a


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ILc n r i n i s t r c du


Fonc t i on Pu


T r a v a i l


b l i q u c ,


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M o d i b o


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MrNrsrERE oet'eQuteeuerutf


ETDESTRANSPORTS Ù
,oNlUN PEUPLE . UN BUT - UNE FOI,.' }t"l


SECRETARIAT GENERAL 1 4 3


0 0 3 4 /MET.SGDECISION '03-


Portant création du Comité de suivi des projets de développement
du Ministère de I'Equipement et des Transports financés sur


les crédits de I'initiative de réduction de la dette èn faveur
des Pays Pauvres Très Endettés (PPTE)'


LE MINISTRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS'


la Constitution ;
la Loi n'96-060 du 04 novembre 1996 relat ive à la Loi de Finances,
la Loi n" 02-082 du 31 décembre 2002 portant Loi de Finances 2003 ;
le Décret n. 02€20iPM-RM du 31 décembre 2002 portant répartition des crédits
du budget d'Etat 2003 ;
le Décret n" 02-496/P-RM du 16 octobre 2002 portant nomination des membres
du Gouvernernent, modifié par le Décret n" 02-505/P-RM du 11 novembre 2002;
I 'Arrêté n" 1 O4O/MFC-DNB du 1 3 mars 1974 inst i tuant les Chefs des
déoartements ministériels ordonnateurs secondaires du budget de leur
département;
les nécessités de service,


I orcet:rnn NATrcNA,Ë |
I DEr fÆrJvsrcfË I
I Ar;"c, te "<&./, k/re zl
jsour le , ' .4â,29... .1


DECIDE


Article 1er: l l est créé, au sein du Ministère de I 'Equipement et des Transports, un
organe dénommé Comité de survi des pro.lets de développement financés sur les crédits
de I ' ini t iat ive de réduction de la dette en faveur des pays pauvres très endettés PPTE.


Art icle 2 : Le Comité de suivi est chargé de:


r veiller à la mise en oeuvre des projets de développement du département
f inancés sur les crédits issus de l ' ini t iat ive de réduction de la dette en
faveur des pays pauvres très endettés (PPTE);


o informer les autorités hiérarchiques des difficultés reiatives à la mise en
oeuvre des projets, en vue de la recherche de solut ions,




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r re.présenter le département dans les différentes réunions du comité depilotage;


r produire les situations périodioues de décaissement se raDoortant ar,,x
[r l \\ . ,JrtrS.


Article 3 : Le Comité est composé comme suit:


' Le secrétaire.Géner"r offiPa* de |Equipernent et des Transports ouson représentânt;


Rapporteur:
' Le Représentant de la Direction Administrative t Financière du Ministerede I'Equipement et des Transports;


. Un conseiiler T""hnhr#!!Ibleg'


. Le Représentant de I'Autorité Routière;


. Le Représentant de la Direction Nàtionale des Routes;


. Le Représentant de la Direction Nationale de la Météorologie;


. Le Représentant de la Direction Nationale des Transports.


Article 4 : Le comité de suivi se réunit en session ordinaire une fois par mois et ensession extraordinaire en tant que de besoin.


Article 5 -' La présente décision qui abroge toute décision antérieure contraire seraenregistrée et communiquée partout où desoin sera.


Bamako, te
'1


7 ÀVR 2003


P/LE MINISTREiPO


. LE SECRETATRE GENEML,


2
3
2
1
1
1
1
1
1
1


AMPLIATIONS:


ORI GINAL


MET DAF
MET SG-CAB


MEF-CAB - SG I
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D N B . . .
DGDP
AUTORITE
D I RECTI ON
DI RECT ION
DIRECTION
ARCHIVES


ROUT I ERE
N A T I O N A L E R O L ' T E S . . , . ,
N A T I O N A L E I . 4 E T E O . . . . . .
NATIONALE TRÀNSPORTS .




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l . " f -4 -1Ln k - |


I- I I INISTERE DE T,ECONOMIE 1 4 5 REPJSLIOUE DU
î,4ALI


ET DES FINANCES UN PÉUPLE-UN BUT-UNE FOI


I
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SECRETARIAT GENERAL )/'


DECls loN " i ) L )0 3 B , t t t - t "
Porlant nominatron derrnei lbrêi dr-ô6mité Technique de Suivi et


de Conlrôle du Programme de Vérif icat ion des lmportqt ions


L E M I N I S T R E D E L ' E C O N O M I E E T D E S F I N A N C E S


I


Vu la Cons i l tu t lon ,
I Vu le Code de Commerce ,
' Vu le Code des Douanes ,
- Vu le Code Généra l des lmPôts
I Vu la Lor n"92-013/PRM du 17 septembre 1992 portant inst i tut ion d'un système


n a t i o n a l d e n o r m a I i s a t i o n e t d e c o n t r ô | e d e q U a | i t é
- Vu le Décret n"98-383/PRM du 18 Novembre 1998 portant inst i tut ion du contrÔle de


I la qual i té, de la quanti té , du prix, de la posit ion tari faire et de la détermination,r
de la valeur en douane des marchandises à I ' importat ion avant expédit ion modif ié


. par le Décret n" 01-282/P-RM du 03 Jui l let 2001 ;


I Vu le Décret n"O2-496lP-RM du 16 octobre 2002, modif ié,
portant nomination des


, membres du Gouvernement.
I Vu l ,Arrêté N" 03-0553/MEF-MlC-SG portant création et f ixant les missions et


I les modati tés de fonctionnement du Comité Technique de Suivi et de Contrôle
du Programme de Vérif icat ion des lmportat jons


r D E C I O E :


I Art icle ! : Sont désignés membres du Comité Technique de Suivi et de ContrÔle


| âr-F--6r"rru de Vérif icat ion des lmportat ions, les personnes dont les noms
s u i v e n t .


r - un Conse i l le r Techn ique du Mrn is t re chargé des F inances '


I - le D i rec leur Généra l des Douanes.
I


- l e D i rec ieu r Ne t iona l du Commerce e t de l â Concur rence '


I
I - l e D i rec teu r Na t iona l du T réso r e i de l a Comptab i l i t é Pub l i que ,


l e D i rec teu r Généra l des lmPÔts


le Sec ré ia r re Généra i du Conse t l f . l a l i ona du Pa t rona t du Ma l l ,


,:,!l., c.\\n 1t'<-
'>


, \\ ' ' ( )


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1 4 6
ie Seciéia; ie Géné;a I de
du Ma l i


* r ,n


ia Chanibre de Commeice ei d, lndustr ie


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- 6 représentants du Conseil National du


Ar t i c le 2 : Les opéra teurs économiques représentan t le
du Mal i son t les su ivan ls


P , â t r ^ n r l r i r r  / r l i


Conse i i Nat iona l du Pat ronat


MM - Tidiane
- Karamoko
- Amadou
- Soya


M amado i_t
- Boubacar Badian


TAMBADOU
OUTALE
D J I G U E
GOLFA
S I D I B E
SANGARE


A r t i c l e 3 :


Le Directeur Générar des Douanes, re Directeur National du commerce er oe
la concurrence, le Directeur National du Trésor et de la comptabir i té pubrique, re
Directeur Général des rmpôts peuvent, en cas d'empêchement, se faire représenter
par leur assistant


Art icle 4: La présente décision sera enregistrée t communiquée partout où besorn


0I AVR. 2003


ORDRE NATIONAL




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4


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_Dlr'f


MINISTERE DE L'EQUIPEMENT
ET DES TRANSPORTS


1 4 7
SECRETARIAT GENERAL


.=.=-=.=.=-=-


pEcrsroN * 'o r0 1 3 l ,MEr /€c


FIXANTLALISTENoMINAT|VEDESMEMBRESDUcoMITENAT|oNALD,AGREMENT
DES VEHICULES ROUTIERS


LE MINISTRE DE L'EOUIPEMENT ET DES TRANSPORTS'


VU la Constitution ;
vù tà loi 99-004 du 02 mars


'1999 régissant la circulation routière ;


vù Ë oecret n" 99-134/p-RM du 26 mai 1999 fixant les conditions
de l'usâge des voies


ouu"tt"" à la circulation publique et de la mise en circulation des véhicules ;


ùU l"
-6e"r"t


n" O2-496/P-RÂ/1 du 16 octobre 2OO2 portent nomination des membres du


càuulrneÀent, modifié par le décret n" 02-505/P-RM du 11 novembre
2002 ;


ùù-iÀrreie n; ot_g+tàlutcr-MEF-MSpc du 24 décembre 2001
portant création d'un


Comité National d'Agrément des Véhicules Routièrs'


D E C I D E :


Art ic le ler:SontnomméesmembresducomitéNat ionald'AgrémentdesVéhiculesles
oersonnes dont les noms sulvenl:


I
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I
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Ar t i c l e2 :Lap résen tedéc i s ion ,qu ip rende f fe tpou rcompte rdesada tedes igna tu re '
Gra enregistrée t communiquée partout où besoin sera


Présiden! : Sidi KANOUTE'


Membres :
5iaiT6frâmeo lcHRAcH,
Commissaire Principal Kouabé BAYA '
Mody BERETHE,
Adama SANOGO.
David CAMARA,
Mohamed K TRAORE,


Ampliations
- O r i g i n a | . . . . . . . . . . . . . . . . 1
- DAF/MET. . . . . . . . . . . . 1
- D N T . . , . . . . . . . . . . . . . . . . 1
- D G D . . . . . . 1
- D G P N . . . . . . . . . . . . 1
- D G G N . . . . . . . . . . ' , 1
- M T S , . . . . . . . . . . . 1
- G P T . . . . . . , . . . . . . . 1
- c c | M . . . . . . . . . 1


S\\.^ÀÀ


REPUBLIQUE DU TI,IALI
UN PEUPLE .UN BUT-UNE FOI


Direction Nationale des Transports ;


Direction Générale des Douanes '
Direction Générale de la Police Nationale ;
Direction Générale de la Gendarmerie Nâtionale ;
Société Mali Technic SYStem ,
Grouoemenl Professionnel des Transporteurs ,
Chambre de Commerce et d'lndustrie-


Bamako, le B N.V 2002


'Ordre National




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a--
I
I


PRIMATURE


SECRETARIAT GENERAL
DU GOUVERNEMENT


1 4 8
REPUBLIQT'E DU MALI


UN PEUPLE - TJN BUT - UNE FOI


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DECRET N" 02_ 3 2 4 /p_RM DU 0 5 JUIN 2002


INSTITUANT LES REDEVANCES D'USAGE ROUTIER


LE PRESIDENT DE LA REPUBLIQUtr'


la Const i tu t ion ;
la Loi n"96-060 du 04 novembre 1996 portant Loi des Finances ;
la Loi n"96-061 du 04 novernbre l9ô6 por tant pr inc ipes fondamentaux de la cornptabi l i té


p u b l i q u e ;
la Loi n"99-004 du 02 mars 1999 régissant la circulation routière ;
la Loi n"00-051 du 04 août 2000 por tant créat ion de I 'Autor i té Rout ière ;
la Loi noOl-078 du lS ju i l le t 2001 por tant Code des Douanes;


le Décret 1"99-134/P-RM du 26 nra i 1999 f ixant ies condi t ions de I 'usage des vores


ouvef ies à [a c i rcu lat ion publ iqLre et de la n l ise en c i rcu lat ion des véhicu les :


lc Décrer n '01-283/P-RM du 03 ju i l le t 2001 f ixant I 'organisat ion et les nodal i tés de


fonctionnemeut de I'Autorité Routière ainsi que les modalités d'exécution des travaux


éligibles au financement de I'Autorité Routière ;
le Décret n"02-132IP-RM du I 8 mars 2002 portânt nontination du Premier n]tnrstre ;


le Décret n '02-135/P-RM du I9 mars 2002 ponant nominat ion des membres du


Gouvemenreot , modi f ié par les Décrets n"02-160/P-RM du 30 mars 2002 et n"02-21l lP-RM


du 25 avr i l 2002 I


STATUANT EN CONSEIL DES MINISTRES'


DECIIETE :


Article ler : Le préserrt décret institue les redevatrces d'usage routrer'


CHAPITRE I: DE L'INSTITUTION DES R-EDEVANCES D'USAGE ROUTIER


Art ic le ? : Sont inst i tuées les redevances d ' r rsage rout ier c i -après


- la redevance d 'usage rout ier sur les prodtr i rs pérro l iers : essence ord inai re. essence super et


gas-o l l :
- la redevarrce d 'usage rout ier sur la charge à I 'ess ieu des véhicu les admis à la c i rcu lat ion aLt


M a l i :
- la redevance de péage rout ier ou de concession d ' in f rast ructures rout lères


-Ar t ic le 3 : La redevance d 'usage rout ier sur les produi ts pétro l iers est perçue sur l 'es:cnce super '


f tar"n* ord inai re et Ie gas-o i I tn is â Ia cot rsot l r t l la t ion e Republ ique du Ma) i ' E l le cst pcrçue st t r


c l )âquc l r t rc dc carburat t t co l lsonl t l )e sur la ror t lc


Ar t ic le 4 ; La redevancc sur la chârge à l 'ess ieu des véhicu les rout iers admis à la c i rcu lat ion at r Mal i


est ar rnuel le . I - - l le est perçue en forrc t ion des c l rarges à I 'ess icu découlant du poids tota l a t r tor ise l l


charse du véhicu le .




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1 4 9 I
Articlc 5 : tes catégoriès.de véhicules exemptés du paiement de la redcvance sur la charge à I'essieu


des véhicules sont fixées par arrêlé conjoint des Ministres chargés des Travaux Publics, des Finances
e( des Transports.


Articlc 6 ; La redevance de péage routier est perçuc sur les r'éhiculcs pour I'usage des routes bitunrées
iu(erurbaines. ponts et au l res ouvmges Iout ic ts .


Article 7 : Les catégories de véhicules cxemplés du paiement de la redcvance de péage sont fixécs par


arrêté conjoint des ministres chargés des Travaux Publics, des Finances et des Transports


Ar l ic lc 8 : La redevancc de concession d ' in f ras(ructures rout ières cst pcrçuc pour l 'usage dcs rot t tes.


ponts et autres ouvrages rout iers , au prof i t d 'un concessionnai re pour la durée de la conccssior t .


CI{APITRE II : DES TAUX DES I{EDE\\/ANCES D'US.AGE ROUTIER


Araic tc 9 : Les taux de Ia rcdevance d 'usage rout ier par l i l rc d 'essence super , supcr carburar l t .
d 'essence d 'auto ord inai re t de gas-o i l sont f ixés par un arrété in ternr in is tér ie l des min is t res charg is


des Finances, des Travaux Publ ics c t dcs Transpor ts , sur proposi t ion du Consei l d 'adnr in is t rat ion dc


I'Autorité Routière.


Ar l ic lc 10 : Sont soumis au paiement de la redevance d 'usage rout ier sur la charge à I 'ess icu ' les
,,,éhicules a1,ant un poids total en charec égal ou supérieur à 6 tonnes.


Lcs taux dc la redevance d 'usage rout ier sur la chargc à l 'ess icu dcs r 'éh icu les ont f ixcs nar
u1 arrêté in ternr in is tér ie l des Min is t res chargés des Finances, des f ravaux Publ ics et des ' l - ransPot ls .
sur proposi t ion du Consei l d 'Admin is t rat ion de I 'Autor i lé Rout ièrc


l-outefois, les taux fixés seront réduits de :


. 25 %pour les véhicules mis en circulatiotl au cours du deuxième trimestre ;


. 50% pour les véhicules mis en circulation au cours du troisième trimestre ;


. 75 % pour les véhicu les mis en c i rcu lat ion au cours du quatr ième l r imestre.


Article lI : Le taux de la redevance de péage sur les routes bitumées interurbaines est fixé par un


arrêté interministériel des ministres chargés des Transports, des Finances et des Travaux Publics sur


proposition du conseil d'Administration de I'Autorité Routière.


CHAPITRE III. DES MODALITES DE RECOUVREMENT DES REDEVANCES
D'USAGE ROUTIER


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Art ic le I2 : La l iqu idat ion et le recouvrenrent de la rcdevance d 'usage rout ier sur les produl ts
pétro l iers u ivcnt les mêmes procédures que cel les dcs dro i ts c( taxes perçus au cordon douanier sur
les mênres produ iÎs.


La redevance d 'usage rour ier pcrçue sur les carburanrs non ut i l isés sur la route feront I 'ob jc t
dc remboursement par I 'Autor i té Rout ière. Une inst ruct ion du min is t re chargé dcs Finances
détcrminera les conditions et modalités dc ce rernboursenrcnl-


I
I
I


Lc reversement sur les comptcs de I 'Au tor i té Rout iè re des sommes enca issécs par


i.iffi:::iÏ:: l.ï"ff'*"i:frl
objet d'une itrstruction i terministériclle des ministres chargés dcs


I


Ar( ic le l l : La percept ion de la rcdcvance d 'usâge rout ier sur la chargc à I 'ess ieu des vél r icu les a


" i r . " l " " t
r ] nepu6l ique du Mal iest assuréc par lcs regisseurs dc recet les dcs Dircct ions régionales des I


J ' ranspor ts pour lc compte de I 'Autor i té Rout ièrc.


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I cs r r ro r l : t l i t c is c l l c j I r ( )c ! idu fcs dc ' rcvc tscnrc l t sur l cs cùn l l ) l cs dc l ' , , \\ r r to r i t c I ioLr t iè rc dcs
sor ln rcs Icaçucs lc ro r r l l ' t r t r j c t ( l unc ins l fL rc { ion i l t c r r l in i i l i ' r iù l l ! ' dcs n t in is t rcs c l l r r r :ûs dcs ' l - ravar r t
I ' rb l i c : . d . ;s l r i r ra r rccs c l <1cs


- l - r ' : r r rs Io r
ts .


^ r l i c lc l J : l - c rcc ( )u \\ ' rcnrcu l r l c l l r c r i c rancc dc fca lc ' r r )u t i c r ùu dc c< t r tccss ion d ' in l ras t r ' t rc t r t rcs
ro t l l i a ' l c i sc l r t i t s t r r l r r L )Jsc ( l c coû{ f iL tJ dc l ) rcs la l ions ( i c sc rv icc cn t r r ' l 'AL t lo r i té l io r r t iù rc c l l cs
p l r t i cu l i c f s


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I c ' . r r c c ( l t ' c r l r c l i . l r . l c ' t l , r r l t t ' t r , r r t l r t r l c d c l ; t r ( r l l r l c r l i l l i ( ) n ( l ù s p r c s ( i l t i o n \\ . s , r r l r c t c r s i ' c s i l l l
i t r ) l ' l ù r l e | \\ r t l ù r j l a ' l t o r r t i i ' r ' c soL rs I : r r r : sp t . r t ] sab i l i ! c i dc l 'Â -qcn t ( i o r r r p tab l c .


: I ) I IS I ) IS I 'OS l ' l ' IONS I r lNAl - l i s


, { r { i c lc l5 : l . c r r r i r r i s l rc <1c l l rq t r ipc r r rcn t . dc l -A nrénagcr r rc r ) l du l -c t . r ' i to i rc , dc l ' l l nv i ronr rc rne t t t c t dc
l 'Ur l lan is r r re l l c n l in is t rc r l c l ' l : cononr ic c l c lcs l t i r ra r rccs o l l c l r i i rgcs . chacur cn cc qu i l c concc l l l c .
dc l ' c r [c t r t ion c l t t p rdscr r t dccrc t q t r i sc l r c r r l cq is t ré c t pLrb l i c a t r . l c rL r r r ta l (J f f i c ic l


r l , r rnar io, ' " 0 5 JUIN 2002


L r . I ' r t i s i r l c r r ! ( l c I : r l l ( i p l r l , l i , l l r c .


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/ '*'- /' /
A lnha Ounrar KONÀl lE


I - c n r i n i s t r c d c I ' E q u i p c n t c n t , d c
I ' A n r é n a g c r u c n t d r r ' [ ' c r r i t o i r c ,
c l c l ' l i n I i r o r r n c t r r c n t c t ( t c


L t t r t i r r i r ( r c < l r | ' | . r o r r r r r r r i e
c l r l r J l i r : U r e { . s .


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À{odi l )o KEI ' l 'A


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1 5 1
MINISTERE DE L'INDUSTRIE DU


èôr*arvrencE ET DEs TRANSPoRTS
,r*#Ê't****r*r


SECRETARIAT GENERAL
*****#*rri*r


ARRETE N"O2


' - ' t r


.REPUBLIQUE DU MA!=I
uN PEUPLE uN BUT uHe Fôt


/Mlcr-sG
I
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ç . - 2 2 1 6


FIXANT LA LISTE NOMINATIVE DES MEMBRES DE LA


COITTVTISSION NATIONALE CHARGEE D'ORGANISER LES-
fXnfVrff 'fS POUR L'OBTENTION DE DIPLOMES POUR


LiÈt{setcNeMENT DE LA coNDUlrE DES vEHlcuLES'


I
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I


Le Ministre de I' lndustrie, du Commerce et des Transports'


VU La Constitution.;


V U L a L o i n " g g - 0 0 4 d u 0 2 m a r s 1 9 9 9 r é g i s s a n t l a C i r c u l a t i o n R o u t i è r e ;


V U L e D é c r e t n . 9 9 - 1 3 4 i P - R M d u 2 6 m a i - 1 9 9 9 f i x a n t | e s c o n d i t i o n s d ' u s a g e d e s
voies ouvertes à la circulation Publique et de la mise en circulation des


Véhicules ;


VU Le Décret n" 02-344/P-RM du 14 iuin 2oo2 portant nomination des Membres
du


Gouvernement rec t i f iépar |eDécre tn .02-347/P_RMdu02 iu i l |e t2002;


V U L ' A r r ê t é n " 0 0 . 2 5 1 9 / M | C T . S G d u 1 3 s e p t e m b r e 2 0 0 0 f i x a n t | e s c o n d i t i o n s
d'exercice de la Profession d'Enseignant de la conduite Automobile et de la Sécurité


Routière.


A R R E T E :


Article 1er : La l iste des Membres de la Commission Nationale chargée d'organiser


t.! e*anens des Diplômes d'Enseignement de la Conduite des Véhicules est fixée


ainsi qu' i l suit :


Président : . Sidy KANOUTE, Direction Nationa|e des Transports


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Membres : - Fadaman KEITA,


- Commissaire Principal
Kouabé BAYA,


' . + i . ̂. sd Ousmane MAGUIRAGA,
',4
:.i


Article 2: Le présent arrêté sera enregistré,
i : ; :


sera. '!


Ampliations :
- O r i g i n a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
- P-RM-AN-CS-SGG-CESC-CC. . . . . . . .6
'- Primature-Ts Ministères... . t . . . . . . .21
- Hauts Commissar ia ts . . . . . . . . . . . . . . . . .9
- T o u s D N / M | C T . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . 7
- f n t é r e s s é s . . . . . . . . . . . . . . 4
- A r c h i v e s . . - . . . . . . . . . . . . . 1
- J o u r n a l O f f i c i e l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1


Direction Nationale de I'Enseignement
Technique et Professionnel


Direction Générale de la Folice Nattonale


Insti tut National de Formation en
Equipement el en Transport


publ ié et communtqué partout ou besoin


[I I cci 2sg7
Bamako, le


Le ministre de l ' lndustr ie, du
mmerce et des Transports,




175 175

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. ' . ' - . ; . .


MIMSTERE DE L'ADMINISTRATION
TERRITORIALE ET DES COLI-ECTTWTES


LOCALES


IIAT'T COMMISSARIAT DU DISTRICT
DEBAMAKO


CABINET


" 0 1 2AI{IRETII N9 ;


CHAPITRE PREMIER:


1 , 5 3
REPT]BLIQUEDU,MALI


Un Peuple - Un But - Une FoiI
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,.! i,ç . " , UlÀ"r


B-CAB


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PORTANT CREATION ET IMPLANTATION DES POSTES OE CONTROLE, DES
CARREFOURS de CIRCULATION et des CARREFOURS dE FLUIDITE dANS IE


PERIMETRE URBAIN du DISTRICT de BAMAKO


LE HAUT COMMISSAIRE DU DISTRICT BAMAKO


VU fa Constitrrtion du 12 ianvier 1992 promulguée par le Décre{ N" 92473/P+TSP du 25 feher 1992
VU ta Loi N"9'O34/AN-RM du 12 avrif 1995 portant Code des Collectivités Tenitoriales en
République du Mali, modifiée par les lois N"9B{10 du 15 juin 1998 et N"98{æ du 30 décembre
1998.
Vu la Loi N" 9ffi25 du 2l feJner 1996 portant statut particulier du District de Bamako.
VU le Décret N"96-119/P-RM du '11 avril 1996 déterminant les eonditions de nomination et les
attributions du représentant de I'Etat au niveau du Di<rid de Bamâko.
VU le Décret N"98-392P-RM du 7 décembre 1998 portant nornination du HaLrt C,ammissaire du
Distrid de Bamako.
VU la Loi N"99-OO4 du 02 mars 1999 régissant la circulation Ioutière
VU le Décret N"99-134/P-RM du 26 rnai 1999 fixant les conditions dé I'usage des vores owertes à la
circult'tion oubliaue et de mise en circulation des véhicules t
vU l'Andtè .intèrministériel N'?24712(MI?T-MSPC=MEF-MEATEd-À/ATGL€G du 17 e|vnl 2oo2
déterminant les modaliiés pratiques de I'implantaûon et du fonctionnement des postes de contrôle,
des cânefours de circulation et des carrefour-s de fluidité dans les Érimètres uôains
VU l'Anèté interministériel N'024711AI|CT-MSPC-MEF-SG du 17 avril 2002 fixant le nombre et
I'imptantation des posles de droit de traversé et de sécurité routières.
VU la lettre N"306/DNT du 07 mai 2002 du Oirecleur National des TransportsI


I
I CREATION el IMPLANTATION


I
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I
t
t


ARTICLE PRE![!EB : ll est ôréé dans le périmètre urbain du District de


- des POSTESde CONTROLE ROUTIER
- des CARREFOURS de CTRCULATION
- des CARREFOURS de FLUIDITE


ARTICLE 2: Le nombre et l'implantation des postes de contrôle routier, oes
carefours de circulation et des carrefours de ffuidité sont fixés conformément au
tableau annexé au présent Arrêté.




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è Ê , . + . ! j i , . - a r . { 1 ! A # S ! f _ .


1 5 4


CHAPITRE lt : M'SS'ONS DEVOLUES aux 'OSTES et aux CARREFOURS


_ ARTICLE 3 : Les missions suivantes sont dévolues aux postes et auxcarrefours:


un temps d'arrêt pour être soumis


b) L.es carrefour:s de circulation :


i,':4T,'


-+-i " l
I
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I
I
I


Lieux où s'exercent les miisions
poste peuvent relever constater et
au code de la route.


de feux tricolores et de
interdits


de préventions d'accidents, les agents y étant en
répri mer I es infractions apparentes confornÉrnent


missions de régulation de la circulation routière en |,absence
l'insuffisance de panneaux de circulation, Ies contrôles v sont


I
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l l s
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CHAPITRE t l l : M|SS|ONS DES FORCES DE L'ORDRE CHARGES
DU CONTROLE ROUTIER


_ , 48rç!E 4.: lès agents chargés du contrôre routier exercerit reurs missronsconrormement au;( çompétences des services qu'irs représentdnt s uoiventcependant se conformer à ce qui suit :


a) L'amélioration de la fluidité du trafic urbain :
Dans ce cadre. les agents @Interventr. en tout autre point de la circulation, mars n,y
contrôle des véhicules.


pour res agents des forces de I 'ordre chargés de réguter


., c) Leg contrôles inopinés et di i iqés :lls peuvent être effectués toutes res fois où cera s'avère nêcessaire, par res forces dei'ordre, en rapport avec res administrations concern&:s et ayant expnmé re besoinconformément a ux textes en viqueur.


CHAPTTRE tV : DtSpOStTtONS FTNALES


ARTI.LE 5: Le Directeur Régionar des Transports, re Directeur Régionar desservices de Porice, re commandant de la Legion Je Gendarmerie de Bamako, recommandant de ra compagnie de circuration'Routiere sont chargés chacun en cequi le concerne de I'application du présent Arrêté


circuiation routière peuvent I
peuvent pas procéder au


I


stes de contrôle routier :
Les véhicules doivent y obierver momentanément
à des contrôles, confomÉment à la réglementation.


b) Les contrôles systématiques intempestifs :
sont stnctement interdits
circulation routière.




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4,EI!9!F 6 : .Le.présent Arêté qui prend effet.à _@mpter de sa date de signaturesera communiqué partout où besoin sera.


Bamako, le l l u Jt/iir ztiÛ2


AMPLIATIONS:


M4TC1. . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . 1 /p CR
M|CT. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ 1 /p CR
M S P C . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
Ts Services.. . . . . ._. . . . . , . .4
Mainie Dstricl Bamako.. 1
Maires Communes... ... 6
Chrono . . . . . . . . . . _ . . . . . . . . . . . 2116


Lneyaller de I'ord.re Nt




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0 1z
N"1j:/HCDB-cAB


-..:€È..


d 0 iuN 2m2
vers sikasso


3 . Moribabougi<iu': sortie vers Koulikoro
4 . Sébénicoro:'sortie v rs la GUINEE


i . RV. Kôuame Khru;iia X AV. 05 Sept (cari'efour Monumeni de l; pals)
2 . AV. Nation X Bd Indépendance (carrefour de la Nation-Monument


de l'lndépendance)
3 . AV Nation X AV. Mamadou KONATE (carrefour GONDOLE)
4 . AV. Mamadou KONATE X AV. Ousmane BAGAYOKO (BAR MALI)
5 . Carrefour place de la liberté
6 . AV. Liberté X rue VAN VOLLEN
7 . AV. ALQOODS X Bd du Peuple (carrefour HGT)
I . AV. ALQOODS X Rue ACHKABAD (carrefour 3è Arrondissernent)
9 . Rue 273 X Bd Nelson Mandela (photo cola)
10 . Rue de la berge (Palais des Congrès)
11 . Liaison Kalaban-Faladiè (SOMOTOUNG)
12 . Rue 260 X Rue MARTIN Luther King (Baco Djocoroni)
'13 . Rue 610 X Rue 626 (Ecole Franco arabe Darsalam)


, 14. AV. OUA X.Rue 50 (passant devant le palais de la culture)


tll - CARREFOURS DE FLUIDITE : 27
- 1 . RR 14 X Rue 100 (AccÊs Banconi) ,-


2 . Martin Luther KING X Bd CEDEAO (fchangeur quartier Mali)
. 3. AV. OUA X Rue 34S.(carrefour Daoudabougou)


4 . Rue ACHKABAD X Rue BANTA NIMAGA (carrefour Kontron ni Sané)
5 . Rue RAOUL FOLLEREAUX Rue CHEICK Zayed ( Woyowoyanko)-
6 . AV. Modilro KEITA X Rue 324 (carrefour VOX)
7 . AV. ALQOODS X Rue 503 (rai lda vers Assemblée Nationale)
B . AV. I'YSER X AV. Modibo KEÏTA (Station Shell Square Lumumba)
9 . Bd Peuple X Rue Louis Pasteur
10 . Rue Louis Pàsteur X Rue 429 (Ecole Bozola)
1 1 . Bd Peuple X AV de la Républigue (Dabanani)
12 . Bd Peuple X Rue Titi Niaré (canefour INA)
13 . Rue Baba DIARRA X Bd Peuple (carrefour Combattant)
14 . AV ÂLQOODS X Rue RDA (restaurant Santoro)
15 . AV: ALQOODS X Rue 939 (Station total Sam)
16 . Rue titi NTARE X Rue 503 (carrefour grande mosquée)
17 . Rue Karamoko DIABY X Rue 345 (canefour du Tribunal)
18 . Rue Karamoko DIABY X Rue du 18 juin (carrefour DJIGUE)
19. Rue 310 XRue 309 ( res taurant Bo l de Jade)
20 . AV. dè la MarneX Rue 127 (siège Bank of Africa)-
21 . AV. OUA X Rue 127 (carrefour MagnambouQou).
22 . AV. OUA Liaison Kalaban Faladié (canefour Autogare)
23 . AV. Rue 14 (Tombouctou COULIBALY" X Bd du peuple (IOTA)
24 . AV. Nation X Rue 309 (carrefour Sûreté)
25 . RN3 X Route Palais de Koulouba
26 Rue 22 oûob(e X AV. Moussa TRAVELE (siège BCEAO)
27. Rue 22 oc tobre X Rue de la berge (ENSUP)


I
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REPUBLIQUE DU MATI
IJn PeuPIe-Un 8ul-Une foi


.- {{
=--==oouoo:=j=


MINISTERE DE L'EQUIPEMENT
ET DES TRANSPORTS


MINISTERE DE L'ECONOMIE T DES FINANCES


2 \\ 1 e
ARRETE tNTERM|N|STERTEL No02


--- MIIPC- MET- MEF-SG DU----


iùÀr.rr tE NoMBR; ;i Lrlrn;n$:+3ti,i?"" DE coNrRoLE ET DEs


LE MINISTRE DE LA SECURITE NTERIEURE ET DE LA PROTECTION
CIVILE ;


LE MINISTRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS ;


LE MINISTRE DE T'ECONOMIE ET DES FINANCES ;


Vu Io Constitution ;
V U | o L o i n o 9 6 _ 0 l 8 d u l 3 f é v r i e r l 9 9 6 p o r l o n t c r é o t i o n d u D r o i l d e T r o v e r s é e


Routière ;
V U | o L o i n " 9 6 - 0 1 9 d u l 3 f é v r i e r l g g 6 p o r t o n i c r é o t i o n d e s f o n d s r e l o t i f s o u


Droil de Troversée Routiere ;
le Décrei n" 92-|89/P'CTSP du 05 iuin 1992 porlont orgonisolion


du


contrôle roulier en République du Moli ;
le Décrei n" 02-496IP-RM du l6 oclobre 2002 portont nominolion


des '


*"ïùr", àu Gouu"rnement , modifié por le Décret n" 02-505/P-RM
du I I


novembre 2002 ;
l 'Arrêté interminislérieln"97-11 3O/MIPI-MATS du l7 jui l lel 199/ définissont


les modolilés protiques du conirôle roulier'


ARRETENT:


A R T | C L E l : L e p r e s e n l o r r ê l é f i x e | e n o m b r e e . t l . i m p | o n l o t i o n d e s p o s t e s d e
contrô|e et des postes de sécuri, lé sur l 'ensemb|e du terr i , toire


de lo


Répub l ique du Mol t


ARTICtE 2: Tous les conirôles réglementoires sonl effectués uniquemenl
ou


niu"o, O"t posies du Droit de iroversée Routière (DTR) conformément
ou


décret n" gi- lB9lP-CTSP du 7 iuin 1992 ét Ô I 'Anêté inierministériel
n" 97-


j l3O/MTPT_MATS du t7 ju i i le t i99Z dé f in i$on i les modo l i tés p ro i iques du


contrôle roul ier.


A R T | C L E 3 : L e n o m b r e d e s p o s l e s d u D r o i l d e T r o v e r s é e R o u i i è r e e s t f i x é à 4 9
*it


"1o.Ot.
du lerr i loire conformémen1 à I 'onnexe du présent Arrêté'


ARTICLE 4:Les posles de sécuri lé onl pour mission de sécuriser les oxes


prin. iporx de circulol ion o I ' inlérieur du terr i loire'




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I
1 5 8 c { 4


_ ,
ARTICLE 5. Les posles de sécuri lé l iés ô lo survei l lonce des oxes roul jers soni
dénomnrés Posle de sécurité Rouiière (psR). s ossurenr lo préventio. des
occidenls ô trovers une présence dissuosive des forces de sécrrr iré. reur
nombre esi f ixé ô 39 confornrémenl o l ,crnnexe du présen1 Arrêlé.


ARTlc tE 6 : Les posres de sécur i lé imp lonrés en dehors des gronds oxes de
circulol ion ossurenl des missions de sécurité générole. l ls sànl dénommes
Postes Permonenls de sécuri ' té (ppSJ. Leur nombre est f ixé ô 4{conformémenr
ô I 'onnexe du_présenl Arrêié.


ARïlctE 7:roulefois, en cos de besoin. ou regord des probrèmes de sécunré
conjonclurers, des Postes de sécuri lé Tenrporoires pourronl êlre créès sur
outorisotton du Minislre chorgé de lo Sécuri lé.


Bomoko' le il $ -I4ç
100'r


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I


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I
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ARTICLE 8: Toutes infrocl ions oux disposi l ions
sonctionnées suivoni les texies en viqueur.


du présenl orrê1é seronl


ART|ctE 9:Le présenl orrêté obroge loutes disposi l ions ontérieures conlrorres
notommenl l ' onê1é in te rmin is té r ie l n " 02-z t i /M lc r -MSpc-MEF-sG du t / ovn t
2002


ARTIcLE l0 : Le D i rec leur Not iono l des Tronspor ts . Ie D i rec teur Généro l de ro
Gendormerie Nolionole, le Direcfeur Générol de lc pol ice Nolionole, er re
Di rec teur Généro l des Douones son l chorgés chocun en ce qu i le concerne
de I 'oppl icot ion du présent orrêié qui sero enregisiré, oubl ié et comrrrunique
por tout où besoin sero.


Ministre de lo Sécurité


A m p l i o t i o n s :
O r . g , r l
r) Rlr,4 ,/,.r'.t atc c5 a_[5( 5(.., 1)
i rR lL4 a l lou ! l l r i r r i l l i r res . .2 ,
I o t rs l lo r / l s ( lonrnr i l sor ic t j , , 9
c ( ]M -1
Arc l l vc l , I
j ( ) l


I


I
T


I


Ministrede l 'Equ
Tronsp Inrérieure


",,o",: liff;oi?i,ï,,,


Min is l re de
el c jes


l ' F c o n o m i e
F i n c n c e s


ôr i To ur




183 183

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. .1s"9 . . , t t t 9
ANNEXE ̂ L.ARRljt'l: |N]'ERMINISTE1111,1- 51r J i-l MSll'C:- MEI-- I\\,lllp-Sc DLJil


il
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I
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I


AXES ( loca l isat ion dcs postes)


- Poste de banankoro ( route de Bougouni)
- Poste de Niamana ( route de Ségou) {
- Poste de lr4oribabougou (route de koulikoro)
- l)ostc de Sébénikoro (route de Kangaba){


4 DTR /I _ DISTRICT DE
BAI\\,I AKO


I I _ R E C I O N D E K A Y E S


2 .1 V i l l e de Kaves Soltre Kayes - Kéniéba
- Sort ic Kayes N'Di - Nioro
- Poste de Samé


- Poste de Dibol i


Poste dc Koussané
- l ) os te d 'Aourou


sDlR - sPSR -
/ S P P S


J DTR


2.2 Cercle de Kayes


2.3 Ce lc le de Kéniéba


2.4 Vi l le de Nioro


- Postc Kéniéba (carrelbur


- Axe Nioro - Barnako
- Sort ie vers la Mauri tanie


- Poste de Sandaré


- Poste de Madounga
- Poste de Troungoumbé


Kcniéba Mahinar l inc)


I DTR


2 P P S


2 . 5 C e L c l c d e N i o l o


I DI 'R


2 DTR


J P S R


2 PPS


2 .6 V i l l e de K i ta


2.7 (--crc l dc Ki ta


I D1'R


I P S R


] P S R


] J ) I ' S


l l , s l i .


] I ' I )S


I I ' S I i


1 I ' I 'S


Sort ie Ki ta - Kat i


I )os1c sLrr i r re Ki ta -Si lakoro


- I )ostc dc ' fanrL. racara


- l ' o s t c d c K i r a n i


- l )ostc ( lc SébaboLr: rorr ( l ) iénrr r l -1 : rnta i lo i


- j )os i c i l r ' lJénr : r
- l ) i r : l c t l e L l u t t b i i l L , L r


S o r t i c N 4 l r l t i r t a \\ 4 a n a r r t a l i


l ) o s l e t l e ( ) t : s s o r r b i c l i a n v i r


2.8 Celc le de \\ 'é l inranci


2.9 Ccrc lc dc l ) i inra


2 . l 0 ( l c r c l e d c l l i r l i r L r l r r b i




184 184

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| | r . R E C T O N p E l 6 D T R _ 6 P S t {
KouLrKoRo I s prs


3 . 1 \\ r i l i c ' d c K o u l i k o ( r , : t , t t t -Sort ie Koul ikorr l la rrarnba
- Sort ie Koul ikoro - I la;rako


i .2 V i l l e dc Ka t i I I l l -R i - Sort ie Kat i - Kolokani


i i ce rc le de Ka t i
I r o in | - so . t i . oué lésséboLrsou - I l an rako


2 PSR l - Poste de BankoLrrnani r
- Poste de Siby


2 PPS - Poste de Kalabankoro
- Poste de Safo


I 4 Ccrc le de Kanqaba 1 l l l R l - S o r t i c K o u l t l r r r a l , - l i ; r r r r a k < '


I I ' S R l - P o s t e d c B a r r a r r k o l r


1 . 5 \\ / i l l e d e N a l a I D I R l - S o r l i e N a l a N r o r o c t K o l o k a r r i


I PSlt l - Poste de Mouldhia


i . 6 C c r c l c d c D i o i l a I PSR


J PPS


- Poste Fana Banrako


- Poste Beleco
- Poste Zant igui la
- I )oste MassigLr i


i .7 Cer.c lc de Kolrrkani i t pStt - P o s t c d e D i i d i c n i .


l \\ ' - l l l lC lON SIK^SSO , I2 I ) f I i
8 I 'SI I . 9 PI 'S


- 1 . I \\ ; i l l c i i r S i k a s s o - ] I ) J R - Sor t ie S ikasso - . / -éurrLra
- Sot l ic Sikasso - l l l r r - rak i r
- S o r l i e { i k ' r r s r r - K r ' 1 1 q i ' 1 1 t


I ) o s I e r i c / - l i l l b i l r r l r


l lor rgorr i ; r l r i r rncrr r r




185 185

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4.2 Cercle de Sikasso I D' fR


] PI 'S


- Soiie l-lèrènrakorro


- Poste de Lobougorrll
- l)oste de Daltdcrcsso
- Poste de Kiqnar t


4.3 Ce rc lc de I lor rg,ot l r l i I Dl . l t


2 P P S


I P S I T


- Sor t ie Bougoutr i - lJar l t r tko
- Sor i tc N4anankoro l l t : t t t l t r t r t l i
- Carrefour Bor tuot tn i - \\ ' l an l l lk oro- Stk l tsst r


- Postc de Sanso
- Poste de F aragaratr


- Zant iébougou - Kolont l l i i ' l r .


4.4 Cerc le dc Kadiolo I D]-R


2 PI 'S


- Postç de Zégoua


- Poste de Misséni
- Postc de Fourou


- Sort ie Kout iala - Kourr
- Sortie Koutiala - Ségou
- Sort ie Kout iala - Kinr l rarana -Sat l


- Kout iala - Konséguela
- Sona Koury - Bobo


- Poste Koury


- Poste de Boura


4 . 5 V i l l e d e K o r t t t a l : t I D l 'R


4.6 Celc le de Yot ossc l


2 I 'SR


lt)1 ' l t


I PPS


4.7 Cle lc le dc Yanfo l i ln 2 I ) S I I


] I ' I ' S


- I )oste de F i lanra; ra
- I 'ostc de Kabal ,a


Postc Badogo


4 . t l L c r c l c J t I \\ o l , r r l t i i c h . r


S r r r . t i c S é g t r u - i \\ 4 a r k a l r r
- S o l t i c S é g o u - l l l a
- So r t ic Sigou lh t t t : tkr r


r t ) l l i


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- l ) o s l 1 \\ l x 1 N x l 1 N i < t t r o


( . u r ( l ( , 1 . t \\ r , ' t r , ' \\ 1 r r r k , r l . r - \\ l r r . r
S r r t l i c \\ i L r n L r l ) i r r h : r i r \\ a l e


I - l t c r c l c r l c I : i ; r l o L t é l i i ) ( )s tc K( )n \\ )bou loLr


S( r t r f : i . l n IJ iu Sé,goLr
- S o r t i c S u n S i c r s o l t , l o p t i


i i \\ r i l c r l c S a n


i 6 ( c r c l c c l c S e n


i I I c r c l c t l e \\ 4 a c i r r a


i l i v i l l c d e I l l a


I 'SR
]) PS


PS I{


- Sor '1 ic Krnr l ra lana Kt rL r t ia la
- I ) t rs tc d t - S i


] P S i {


I P S R


I PPS


I )osLc t i c \\ l t r r i
-Pos tc c lc Sav t -
- Sor ( ic I l l a SéqoLr l lanrak t r


i . 9 C c l c l e d e l o n t i n i a n - J ) , , \\ t a d c ( ) U t t


Post , - ' l lc I lcné ra


\\ ' r t t t r ( ; loN r )E t \\4( )PTl


6 I \\ i i l le de l \\4opt i


5 DTII
6 PSR _ I I PPS


2 DTR I )ostc dc 13arbé (Sévaré San)
Postc c le-1 r (sérrar .e: [ iao)


Poste de N4éd ina-coura


Poste Nantautr
[ )ostc Dia]outré
J)os lc Ba n, :o ndaga


[)os le Sangi ra


l 'ostc l lanc l i l rua la


S , , 1 1 1 . 1 . I ) ( [ r ù r l i / i l ( i l r L r - \\ 1 L r | 1 r


( r . l ( crc le t lc I \\4opt i


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PPS


I)I)S


6 i ( crc ie r ic l landia l ra l -a I P P S


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( r - l ' , r l l . . l e l ) o L r e n l z r r


' L i . j L L i : L i ! l r j f r , ' , t '


1 ' j , r . . l e L I L ( r l r ' l L ( l r .


l i l e r r l . , r r r
\\ ' ' t t r , l t l r r r r r l " t \\ 1 . r . u . . r \\ 1 1 , 1 ' 1 1




187 187

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I PPS


2 PSI {


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I


63 - . n


6.9 Cerc lc de Kor


6.9 Cerc le dc Youvl , 2 P P S


l- t ) l ' i t


] P I )S


2 DT'R - . I PSII
_ 4 P I 'S


I I ) I l i


l>s51g {g l ) i i r tL l r t


- I )os tc c lc \\ '1o i t l t r l r
( a t ' t c fo t t t l ) j c r l r r . i \\ ' 1o1 ' t i


Sonie Koro - l l r i r l k r tss


I )os {c de K i r i
Pos te dc . l -o to l r
I ) o s l c d c D i t t e t t l : , ' t t r t l L t


Pos te dc ( i i i t l r \\ - L ( r l r l l l . r t r


l )os lc dc . \\ kk i r


l l ' s l {


] PS I i


I I ) I ' S


2 I ) I ) S


I PSIT


1 t) l l t


I P S I {


S l n


\\ / I I _ I1EGION T)
TON'IBOI.JCTOI


. I V i l lc dc l r l l r lbr - l t t '


7 .2 Celc lc r ic


Tonr I-rouctotr


7.1 Cerc le de Couni


7 . 4 V i l l e d e D i r t '


7 . 6 C l e r c l e d e ' N i a i r . t i .


\\ / u r , R [ r c loN I ) I t G


8 I \\ r i l l e J e ( 1 r , ,


. \\ xL ' l ' ( ) n r l . ) ( ) L ra1 ( r i l ' ( i ( ) L l l l da l l l


I )os lc dc l lc r


- l )oste B:ntagoi t t tgor t
- I )oste ' l -onk:r


- 5^or l ic l ) i ré ' l - indcr t t ta


- Poste de N'Daki (zonc d' insécur i té)


- l )ostc Gossl
- I)ostLr Banlbara \\'laoLrtlé


l)osrc dr i -ére


' I )os tc i l c Fo i t : t


i . r DTI i - 3 l ' ,SI t
.3 PI)S


,l l) I I.a S l r r l r r ( i i r , ' \\ : l \\ ( r r l ! ( j


l ' j r r . . l ! \\ \\ . i - i l l i i 1 I . l ) . ( ( , I


: , , t : : . ' t i r : , r I . . t r i r t i


: ) r ) . , i f r i a . r ( r l \\ )!
a f 1 1 l ç 1 l . t , . r ,


S I ( c r c l c r l e l l r r t t t , .


t l ) s t r .


I t , s l { P ( ) \\ l f ( j - ' 1 l n t r ) I r s l i i r L




188 188

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I I ' i ' , S
l - P , r s 1 , . c l . ' ; . i 1 ; 1 . ' , . ,


1 i . .4 Cclc lc d ' . . \\nst rn- ! to I I D lR l - I )ostc labbézarrga


I l 'SI t j - Su, , l . Ansoneo ( iao \\ . lénaka


I I l 'PS l - I 'osrc t .é l iho*
'


8 . . 5 Ce lc l c dc \\ l enaka I PJ , \\ l - l t , ' s1ç 6y 4 , ,6n raboukanc


I X . R E G I O N D E K I D A L


9 .1 V i l l e de K ida l


9.2 Cercle de Kidal


9.2 Cer-clc de
. l


essal i t


2 I )TI i . .1 PPS


I D l l { | So r t i c K i da l Gao
- Sort ie Kidal -- l ' inzaoutène


I P I ' \\ l - Pos te de Ane f i s


2 PPS I Poste d'Aguel-Hoc
- [ )oste de In Khal i l


I Total: 134 D I ' t t : 49 t,SR : 39 ppS : 46
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I
I


MINISTERE DE L'ECONOMIE
ET DES FINANCES


SECRETARIAT GENERAL


rl i.A,A) ,.
\\u v _\\,â , \\ 7


h, V"jrn KIRRÊTB N. oz
' ' o { X *z / -- Fixant le régime f iscal et douanier


Sector iel des Transports du Mal i
Canadien.


1 6 5 * , i -UNE FOI


2 2 4 I l
/ M E F - S G d u


appl icable aux marchés et contrats yelat i fs au projet
sur f inancement IDA AFD BOAD- Jaoonais _


I
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I
t


LB MINISTRE DE L'BCONOMIE ET DES FINANCES


Vu la Constitution ;
Vu Le Code des Douanes;
Vu le Code Général des Inipôts ;
Vu I 'accord e créi l i t rP2617lMLl s igné le 08 Jui l let 1994 enrre la Républ iquc du Mal i et


l'Association internationale de Développement (IDA) ;
Vu les convenrions n"s cML I I79 0l B et cML l l79 -o2 cr lu l6 Fér,r ier l99g entre Ia


Régie du Chemin de Fer du Mali et la Caisse Française de Développement ;
Vu la I-oi n"94-53lAN-RM du l " Décembre I 994 autorisant Ia ratification de l,Accord de


crêdit n"2617 IMLI, signé le 08 Juillet 1994 washingron enrre la République du Mali er
I'Association lntemationale de Développement, pour le financement du projet Sectoriel
des Transports ;


Vu I 'Accord de prêt n" PR ML 99 I 2 00 du 3 I Août 1999 enrre la Régie clu Chcnrin de Fer du
Mali et la Banque Ouest Alricaine de Développemenr (BOAD) ;


vu la lettre n"2444/MF - SG du 29 Septembrc 199g accordant une subventlon de
US$ 2 310 252,74 à la RCFM sur le fonds de contrepartie japonais ;


vu le Décret n'94-442/P-RM du26 Decembre 1994 portant ratification de l,Accord de crédit
no26l7 /MLL signé le 08 Juillet 1994 entre la République du Mali er |Associarion
Iltemationale de Développerrrent, pcrrr le finanqc:ne::i du pfoiet Sertoriel des
Transpons ;


vu la convent ion de f inancement N" cML 1209 0lv du l9 Jui l let 2002 entre I 'AFD et la
Républ ique du Mal i :


Vu le décret N'1S4/PG-RM DU 27 Novembre 1974 f ixant les condit ions d,appl icat ionde
I 'admission temporaire au Mal i ;


Vu le Décret n"02-343/P-RM du l4 Juin 2002 portant nonr inat ion des membres du
Gouvernement rectifié par le n"02-347lp-RMdu 2 Juillet 2002;


I
I


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I
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I


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I


ARRETB


4rt ic le tc ' : Le régime f iscal douanier appl icable aux contrats et
foumilures et services rclatifs à I'exécution du projet Sectoriel des
f ixé ainsi qu' i l sui t par le présent anêté:


marchés de t ravaux, dc
Transpons dLr Mal i est


I


ÛËCEEIAEIÀT EEr[eAI


cu ÊouvERNE..Eltl


AEP _ A'<-


DIRECTION ATIO&I,, I
DE ,Rt t lo2r ,l


ATrfYac t....tWlltlWl
rshn',9.9.$J..r.l




190 190

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1 6 6 .- f .1 2 \\ . I
I
I


ar r r . h t57 iF!^À^^ i i ii-i; i : ui(ui i s iT TA;{is AU ccilj)oli DCUAI{IER


Section I : Dispositions applicables aux marchandises à l,importation


Article 2: Les matériaux, les fournitures, les matemels d'équipements et res matérierstechniques destines à être incorporés intégrarement et à titre a"ns rà ou*"g", a".J"rir". o"n,Ie cadre du projet sectoriel des tiansports sont exonérés des droits et taxes suivants :- Droit de Douanes (DD) ;
- Redevance Statistique (RS) ;
- Taxe à la Valeur Ajoutée (TVA) ; r
- Prélèvement Comnrunautaire de Solidarité (pCS) ;- Prélèvement Communautaire (pC) ;


Article 3 : Cette exonération ne s,appJique pas aux :
- Carburants et lubrifiants ;
- foumitures de bureaux ;
- proi lu i tsal imentaires;
- mobiliers et matériels électroménagers ;
- pièces détachées et outils d'entretien des véhicules de tourisme:
- produits courants de lonctionnement ;
- autres biens non repris à I'article précédent.


Article 4: Iæs matériels d'equipements non incorporés à titre définitifdans res ouvrages, res
matériels des travaux publics, les mâtériels profeisionnels, les véhicules utilitaires iriport".
par.les entreprises adjudicataires des marchés et contrats passés dans le cadre des travaux du
prolet sectoriel de transports, les véhicules importés par la direction du projet, bénéficient du
régime de I'admission temporaire d'appricabre de Iadmission temporaire auMali.


Les droits et taxes liquidés sont exonérés.


Article 5: lrs véhicules du tourisme utilisés comme véhicules de liaison impo(és pour les
besoins de I'assistance technique sont pracés sous le régime de l'importation teàporaià.


Article É: L'applicrliolr des dispositions des articres 2,3,4, et 5 est subordonnée à Ia
communication à la Direction Générale des douanes de la listà exhaustivé et qualifiée des
matér iels,matér iauxetéquipementsimporterdanSlecadreduProjet .


Cette liste établie par les entreprises adjudicataires en reration avec re Directeur du projer.
peut être modifiée de commun accord entre les parties intéressées en cas d'ultime nécessite.


Sligh-l
:. Pour chaque opération d'admrssion Gmporaire. ir devra être présenté à ra


Direction des Douanes une attestation visée par le Coordinateur du projet sectorier ccs
Transports après avii du Directeur concemé certifiant que le maténel admii temporairenrent
est exclusivement et entièrement destinés aux travaux du projet Sectoriel des Transports.


cette atrestation devra préciser les travaux auxquels e rapporte redit nratériel.


I
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191 191

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1 6 7 - 1 - 1
I Â r r i a t ^ a - ^ l ' - - - i - ^ r i ^ - . t ^ . , 1 . 4 1 ^ : . , r ' ^ , r - ; - . : a - 1 l : . - : : : l : : i - ^ ^ ' l r : - ' - ^ i ^ ' ; ^ " ' ^ ' _ ' - ^ " ^ : _ ^ _ _- - : : . - : . - . -


à la fin des travaux, le matériel admis temporairement devra recevoir un régime douanier
définitif (re-exportation ou mise à la consommation avec autorisation préalable du Directeur
Général de la Douane).


En cas de mise à la consommation, la valeur du matériel sera déterminée suivant la
réglementation en vigueur.


Sect ion I I : Disposi t ions appl icables aux biens du personnel expatr ié af fecté à I 'exécut ion
du projet sector iel des transports du mal i .


Article 9 : I-es effets et objets personnels (à I'exclusion des véhicules automobiles) importés
par les expatriés chargés de I'exécution des dilferents contrats et marchés ainsi que ceux des
membres de leur famille les accompagnant ou venant les rejoindre et devant partager lgur
résidence, sont exonérés de tous drôits et taxes y compris le Prélèvement Communautaire de
Solidarité (PCS) e1 le Prélèvenrent Communautaire (PC) sous réserve que ces effets et objets
soient en cours d'usage depuis au nroins ix (6) mois ou qrre leur Inrpor lal ion i : r lervienne dans
un délais de six (6) mois après leur prise de fonction au Mali. Toute fois, la Redevance
Statistique (RS) reste due.


CHAPITRE II : DROITS, TAXES ET II\\{POTS INTEzuEURS


Article I0 : Les entreprises adjudicataires des contrats et marchés des travaux, de foumitures
ou de services visés à I'article l" ainsi que leur sous traitants sont exonérés des impôts,
droits et taxes ci - après :


- Taxe sur la Valeur Ajoutée (TVA) ;
- Droit d'Enregistrement sur ntarcltés et contrats ;
- Taxe sur les Contrats d'Assurances ;
- Pâtente sur marchés et ou contrats.


Les autres impôts, droits et taxes non expressémenl visés sont dus dans les conditions de droit
commun.


I
I
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I
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I
I


CHAPITRE LII : DISPO.STTIONS DI\\/ERSES


Article ll : Les entreprises visées à I'articie précédent sont
I'Acompte sur Divers Impôts èt Taxes (ADIT) instttué par la
Mars 1997 modif iée par la lo i N'02 004 du l0janvier 2002..


soumises au prélèventent de
loi n"97-013/AN-RM du 07


I
I


Article l2 : Les entreprises bénéficiaires dcs exonérations prévues par le présent arrêté sont
tenues de déposer dans les condi t ions de dro i t cornmun les déclarat ions et documents re lat i fs
aux impôts, dro i t e t taxes de toutes naturcs dont e l les sont exemptées.
Nonobstant cet te exonérat ion, le défaut ou le rcrard de déclarat ion entraîne l 'appl icat ion dc
pénal i tés péci f iques prévues par le Codc Général des ln . rpôts et le Code des Douanes.t


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I
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192 192

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1 6 8 - ! ,-!


Aiiiclc l3 : E.: -, i;c i'c;i;ic;i- lc;:i c,:;:i;ôlc, lcs a;;;iis J; l: Dii.ccli;i, C,j.iJ.,.i. 1." L,,p,li",
ceux de la Direction Nationale du commerce et de la concurfencd ainsi que ceux àe Ia
Direction Générale des Douanes ont, à tout moment, accès aux chantiers et aux bureaux du
projet, des entreprises adjudicataires et de leurs sous - traitants.


Ils peuvent exiger notamment la communication de tous documents nécessaires aux
opérations de contrôle ou susceptibles d'en faciliter le dérouiement.


4:rticle l4 : Læs dispositions du présent arrêté sont valabres jusqu'au 3Q juin 2006 date
d'achèvement du pro-jet.


Article 15 : Le présent anêté qui abroge et remprace l'Arrêré N"00- l 297,MEF-SG du
4 Mai 2000, prend effet à compter de sa date de signature et sera enregistré, publié et
communiqué partout où besoin sera./.


Bamako, r" 3 | \\cT ?rliJ?


\\ l
I


AMPLIATIONS:


Or ig ina1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I
P-RM, SGG, AN, CS, CC, CESC..I
Primature ettous Ministères... . . . . . .2 I
Tous Gouvemora ts . . - - , . . . . . . . . . . . . . - . . . . . .9
Ttes Directions Na/M8F... . . . . . . . . . .12
Ttes Direct ion Rég. Douanes.. . . . . . . . .6
Ttes Direct ion Rég. hnpôrs. . . . . . . . . , . . .8
P S T . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
4 r c h i v e s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
Joumal Off i c ieI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .__.. . . . . . . . I


LE MINISTRE DE L'ECONOMIE
ET DES FINANCES I


I


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I
I
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I
I


I
I
I
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,OURNAL


. ' . . - ' . . ' . ,
Koslofg- k 12 octoù<È 20fi


Lc edid..rt d€ L ncputrtllue.
Âtohe Oumar KQNARE


DECRET N"OO.5O3/P.RM DU 16 OCTOBRE 2OOO


FTXANT LFS MODÂLITES D'APPLIC,ITION DE LA


LOt ir-" (Xt-0,13 DU 07 JUILLET 2(X)0 REGISSANT LA


PROF ESSION DE TRATiSPORTE(JR ROUTIER.


LE PRESIDENT DE LA REPUIJLIQUE,


Vu la Constiturioo :
Vu i Actc Uniiorme sur le DroiI Cotnmercial Cénéral :


Vu la Loi N"90-l02/AN-RM du ll octobre l99O partant


criation dc la Direction r.{ationale des Transports :


Vr-r la Loi N'99-004 dr.r O2 mars 1999 régissant la circula-


tion ro{rl ière :


Vu la Loi N"0rC443 du 0Tjuillet 2OO0 régissant la Profes-


siorl dc Tranrponeur Routi€r :


Vu le Décrcr N"96-030/P-RM du 25 janvicr I 996 fixant lcs


formâlirés administratives de c.éation d'cntreprises. modi-
té par le Décrct N"97-203/?-Rl'{ du 2? janvier 1997 :


Vu ic Décret N'99-134/P-RM du 16 rnai i999 fixant les


condirions dc I 'usagc des voics ou.crlcs à la circulation
publiquc cL de ia misc cn circulation del \\ 'éhiculcs :


Vu lc Di.rcr N"{XI-055/P-RM du l: février 2û)0 ponant
nomination du Premier mlnistre ;


Vu lc Dé.rcr N'OO{S7IP-RM du 2i févricr 2000 ponant
nominalion des membres du Couvcmcmcnt :


Vu ir DcLrct N"r,X]-O82/P-RM du 08 man l0O0 firant lcs
inrétrnrs dcs nrcrnbrts du Couvemcmcnr :


: . j . . . : . ' -


S'D{TU^NT EN CONSETL DES MINISTRES.


D E C R E I F : : . .


AltI lCi l , I i l r ' : t-c ptéscnt décrct f i rc lcs rrrulal i tés d'ap-


pl icarroo dr ' l : r loi régissant la pnrlcssion dc lrxnsfx)ncur


DE LA REPUBLIQUE DU MALI


I
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X


I
I
I
I
I


ARTICLE 3 : te dossic.l de denandc


prcnd:


Pour les prreoancs pâYsiqocs :


-unc rlemande timbréc :


cn tenant l teu :


-un ccniflcat dc nationalitc :
-un cxrrait dc casicrjudiciairc datant dc moins de trois ntois :
-une copic certif iée confonne du diPlôme d'cnscignelncnt


secondâire au nroins ou I 'attestalion dc capacité profession-


n c l l e .


-un rc r l i l i ca t dc résrdcncc :
-u!i ce i l lcat d'inscription au registrc dc'1 transponcurs rou-


t i e | s :


-une listc détail lée du matériel roulant,


Pour les pcrsonnes mor_ales :


-rrnc demande rimbrée :


-les copies authentiques dcs statuts ct procès-verbal de I 'as-


scmbiéc onstiturive e( la l iste dcs administrateuts lorsque
Ia nature .l u rrdique de l cntreprise l exigc .


-les exrraits de I 'acre de naissance t du casier judiciairc


datant dc moins de trois mois. ainsi quc la copie cenifiée
conformc du diplôme d'cnscignemcnt sccondaire lu moins
ou l attestation dc capacité profcsslonncllc du responsablc
d i r i g c : r n t .


-un cenil lcat d inscription au rcgrstrc dcs lrÂnsPoncurs r{)Ll_
ticrs ;


-unc l istc dérail lée du maréricl roulan!.


CHAPTTRE I I : I .A CAPACITE PROFESSION-
rFl.LE


ARTICLE J : Lô cirpâcité txotc5sLonr|!i lr cs! ,!nsti ltcc
oar unc arlcstÂrioh d,.{l ivric Dat lc H:ru;.Commissarrc de lu
Région ou du Drstrict de Bamako. .rprès avis d ûrrc Corn-
nùssion Rlgionale dcs


'Iianspçns
Rou t icrs cr&c trar.arrêti


conioint du Ministrc chané 9cs lianspons cr du Mioistrc


"1..gé
d. l 'Admi"iyff i


l 'cuvcnl t lcnélicicrdc l 'atlcstiuion privuc a I 'ali ldu pr-e:c[-
d c | l t :


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-l?8e--.--'\\
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u 3O Novembre 20OO


I-les personnes titulaircs d'au moins du Diplôme d'Etudes
Fondanrcntaies (DEF). du Cenificat d'Aptitudc Profession-
ncllc (CAP) ou d'un diplômc équivalenr figuranr sur unc
lislc dresséc par arrêté coojoint du Ministre chargé dcs
Transpons ct du Ministrc chargé dc I'Enscignemcnt Secon-
oa l re :


-les personnes qui onl sâtisfir it alx épreuves d'un exâmen
sanctionnant un contrôle dc connaissances du postulant dans
dcs condiuons fixécs par arrêré du Minisrre chargé des
Transpons:


-les personncs qui ont exercé prendant au moins trois an-
nécs consécutives des fonctions d'cncadremenl dans une
enlreprise dc transnofl routicr pour autrui ou pour compte
propre- inscritc au rcgistre de commerce.


ARTICLE -i : L atlestarion dc capaciré prolessionnelle
permct d'cxerccr lcs activités dc transponeurs pour compte
proprc ou poul aulrui.


Les modalités d'application du présent afl icle sonl f ixées
par arrêté du Ministrc char-gé des Transpons.


ARTICLE 6 . Lorsquc la personnc physrque {itularrc de
ion de capacité professionnelle décède ou est dans


l incapacité légalc de gérer I 'cntreprise. le Haut-Commis-
ra i re de la Rée ion ou du D is r r i c r de Bamako peur ma inren i r
l- inscription de l 'entreprise au registre des transporteurs
routienr. sans qu'i l soir jusrif ié de I 'aptirude d'une autre
pcrsonne. pendant une période d'un an à compterde la date
de décès ou dc I ' incapacité. Ce délai peut, à titre excep-
lionn€1. ê(re prorogé de six mois par décision motivée du
Haut-Commissaire.


CHAPITRE III: DU REGISTRE DES TRANSPOR-
TEURS ROUTIERS


.{RTICLE 7 : Le regisrre des rransponeurs est renu au ni-
veau dc chaquc Dirccrion Régionale des Transports. Les
inseriotions sont distinctes suivant oue I 'aclivité dc trans-
p ln t cs l ù \\c r (éc pour comptc p ropre ou pour aur ru i .


Lc rcg is t rc men( ionne pour chaque Dostu l i tn r les d i f fé ren ls
Lr lnh l i ssùmcnts \\cùondJr rcs . i l en (x is tc .


ÂRTICLE 8 : L i nsc r i p t i on l u r eg i s r re des r ranspo r r cu rs
routiers csl plononcic par le Haut-Commisslr ial dù Dis-


. ( r i ( l ou dc l l R ig i on ou l c r r ouve son s rôÊe e t donne l l cu à
l a r l c l i v ranec L l ' un . c ru l i ca r d i nsc r i p r i on .


ARTICLE 9 : Pour ôtrc inscrit au registrc dc transDor-
rcurs.our iers_ lcm


_fg!.!s! :


- é t re de na l i ona l i t i r n r r l i cnnc ou r csso r l i s san t d un pa r s ac -
( o r d u n l l n r , : ù i l r t { \\ ' I | . . ] u \\ V a l r c n s :


- l us t l l i c r d l l c i l p t r l L r ( j r p ro f css ionnc l l c .


ARTICLE lO : Le dossier d'insctiption au registrc dcs
transpo|rlcuas comPrend :


-un cenifical de nationalité : .,
-unc copic ccnifiée de l 'âllestation dc canacilé prolèsslin-


nellc du rcsponsablg dirigeant.


ARTICLE ll : La radiarion du rcgistrc dcs tmnsponcurs
routiers csr prononcée par le Haul-Commissaire. après avis
de la Commission Régionale des Transporls visée à l Atti-
cle 4 ci-dcssus. lorsque le transponcur. pour queique molil
que cc soit. cesse i 'activité de transpon dans la régron.


CHAPITRE TV: DE LA CARTE PROFESSION-
NELLE DE TRANSPORTEUR


ARTICLE I2 : Toute personne moralc ou physique agtéée
pour l 'excrcice de la profession de transpofleur routicr e{t
tcnue d'avoir une carte professionnelle en vue de sqn iden-
tif icâtion auprès des services dc contrôle et des panenai-
res-


ARTICLE l3: Lacani professionnelle estdélivrée par lc
Directeur National des Transpons après production par lc
requiranr des pièces suivantes :


Pour les personnes physiques :


-unc demande tirnbrée :
-deux (2 ) pho(os d ' iden t i té :
-le reçu de la somme de cinq mil)e (5,0ft0) Irancs représen-
tant le prix dc Ia cane :


-unc copie ccnifiée conforme de I 'agrémcnr :
-un quitus fiscal ou Ie reçu de paiement de la taxe sur Ie
transPort roulrer:


-une attestation d'immaùiculalion au regisrre du commerce
et du c réd i r :


-unc attesrarion d' identif i cation fi scale.


2. Pour les personnes morâles :


-unc dcmande t imbrée ;
-deux (2) photos d'identité du rcsponsablc dirigeanr :
-lc rcçu de la somme de cinq mille (5.000) francs représcn,
t.tnt lc pd,\\ dc la canc :


-unr : cop ie L ics r r ! tu ls de la Srx ic rc .
-un qur rus l i sca l :
-unc cop ie ccn i f iéc de l 'ns r imcnt :
-une a t lcs tâ t ron d i lnmal r i cu lx t ion i lu rc , l t suc du ao ,n t r ) r rcc
e t du c réd i t I


-unc i l l l c \\ t i l t t ( )n r l i i l cn t r l l c i t t r t rn l i sce le


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demande timbrée sùr un formulairc dont le mo<tèle st


fixé par arrêté du Ministrc chargé dcs Transpons :




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I , r290 rouRNAL ooor.ru. ol J luruu.roûe 'ou r,,rnlr
. i ' , . . : , t t ; ' ; a t i t t : . ( : i


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I


ARTICLE t4 : Tour manqucnrcnr grrue o,r réf;ri; ia
rfglemcnration dcs ralsports au codc dc cornrnercc. au dodc
dcrs douancs ou au cde dc la route peu( entraancr la radia,
rrondu rcgistre dcs transporrcurs par lc Haut-Comm isslire .
aprùs avis de Ia Comnrission Régionalc dcs Transnons vi_
sic' i l 'Anicle 4 ci-dcssus. Lâ .adiarion du , cf rrrrc dc* rrans.
potrcut:, c'ntruinc d'oli lcc lc rc ait tJc l.agrcrncnr.


CHAPTTRE vt : DISpOSTTIONS TRANSITOT RF-S ET
FINALES


ARTICLE I5 : Toutc pcrs r rnnc phys tquc ou nrora lc xer_
çanr la profcssion dc transporlcur avant la darc rJ,enrrie n
vrgueur du préscn( décrct doit. dans un délai t l,un an à como_
tcr dc la datc dc signature du préscnt décrct. ,. .nnf.rnrre.
aux dispositions ci-dcssus.


ARTICLE 16 : Lc nrinisrrc de i. lndusrflc. du Conrrncrcc
cl dcs Transpons. le ntinistrc dc I 'Adnrinistra(ion Tcr.iro_
rrale et des Collectivités Localcs et lc nrinistrc tlc l,Êcono_
nrrc et dcs Finances sont chargés. ctracun en cc qul tc con-
ccrnc ._dc l 'exécut ion du pr iscnr décrc r qu i sera cnrcg is t ré
et publié JU Jor:rnal officiel.


Vu lc Décrcr N'96-346Æ,RM du cléccmbrc 199à iixlnl
I t r rgun isar ion c t l cs n roda l i tés dc lbnc t iunncnrenr dc la D i -
rccrion Nationalc dc I 'Anréùagcnrcnr cr clc l.Equipcnrcnr
R u r r l ;


Vu lc Dcercr N.OO-055/p-RM tju l5 fcvrrer 2O0O porrrnr
nonr in : r t ion du Prc rn ie r n r in is r rc :


Vu lc Dccrcr N"OO.05?/p-RM du 2t fr:vrrcr 2000 ponrnr
norn i ta l ion des n tcmbrcs du Cout ,e rncmcnt :


S ] }TUANT EN CONSETL DES MINISTRËS,


DECRETE ;


TITRE I : DISPOSITIONS GENERALES :


ÂRTtCLE I rn : Lc p r isen t d ic rc r I i xc I .o lsanr ,3 t to l c (
lr- 's modalités dr' lbnclionnemcnl cJu pr-o-qranln:e de Misc
(n VJ icu l Jcs P l i , rnes du Mr_rycn Ban i


-.{R'fICLE ? : Lc pro-gra,nrnc clc Misc cn Valcur <ie s Plai-
nes du NrJ( )_vcn Ban i es t p l rc ic sous la tu te l l c du nr rn js t l c
ch l - !c du Dévc loppcmen r Ruf l l .


TI I 'RE II: DD L'.\\ Di\\I INISTIiA.||ON DT D!- t_Â .I.U-
TELLE


CHAPITRE I : DES ORGANIS D,ADIUINISTR.. \\ _
TION ET DI ] GESTION


A RT ICLE I : Lcs o r ganc . d A . i n rn rs r l u ron i l L r p r L r -u r J r r r r ( .
dc N l r j c en Va leu r dcs pJa incs du l v l o ; , cn Ban i son t :,Jc Cooserl dc Survci l lance .
- l a D i r ec r i on .
- l c Comi l c 1èchn iquc c l t Coo rc i t n : r r r r r r r .


Scc ( i on I : Du Co r r s t i t dc Su r r c i l l a r r c r


A l l l ' lCL l : I : [ _c Consc r j dc Su ryc i l l an (e c i u I , r . g r ; r n r r ' c
dc À,lr:c cn Vl lcur dcs pi:rrnc: t iu i \\ ,1o_vcn Banr csi ch;:r v..
, i c :


- r pP rouvc r l c - s p rog ra r l n t ç5 cL budgc t annuc l dÈ l 3 D i r ca
I t ( ) n


r , l , r l r l c r t r . , i t ; t ( \\ l i n r r r r , . , r , - r : . , : r l l . , , r . r , t . i i - . r : \\ r t ( . \\ , . l . r l . ,
r i ! f J r l . r i J r rù : l l ( l n .


^ I t 1 ' IC t_E 5 : Lc Consc i i Cc Su rvc r l ancc du l ) r o ! r l , nn r , :
( i c N l r sc cn Va l cu r dcs I r l l r ncs t i L r l \\ 1ovcn I l an i c s t c . i t r n1 t , ; 51 :


I
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ï::":,,::,::;:,:"
Alpha Ounrar KONAl l l l


Lc Ilrcmier minislrc.
1 ' landé SI DI I IE


Le niinistre du Dér,eloppcmcnt Rrrra[,
I t inistrc de l,Industrie, du Comnrcrcc
€t dcs'frÀ.rsports par intérinr,
.{ hnrrd Et Madani DIAt_I_O


Lc nrinistre de | ,Adnr in istration T erritoriale
Et des Coltectvites Localcs.
Or:snrane Sy


l-r nrinistrit dc I 'E onomie
r l dcs F inances .
Ilaca ri KONII


DECRET N"OO.5O4IP.RÀ, I DU I6 OCTOBRI ' 2OOO
ITTTANT L 'ORGANIST\\TION I 'T LES MODAI- ITTS
OE FONC' I ' IONNEI \\ { ENl ' DU PROCRAÀ{À1I ] DC}.{I.SE EN !âLEUR DES I'LAINES DU N,OY['N IIANI.


I , I ' PRI ]S IDENT Dt ] t -A ITEPUBI- IQUI ] ,


Vr r J :L ( ons t r tL l ion :
Vu l r t -o j N '9 .1 -009 du . l l n r : r rs I99a por ran l p rncrpcs lùn, l , r r r r e r r r . r , r . r i i t i r c r t . : r r r r . r , , r . . l . , , r g ; r r r i s . r t r , , r r . J c l r ; r r . r , , r r , rù u i r ' l r r { , l r , J c \\ \\ c r v i L r \\ l l h l r c \\




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44I]\\IISTERE DE L'TNIDUSTRTE, DU CO}{MERCE


ET DF.S TRANSPORTS


- 7 )
' r- trePuBLlQtrE DU MAII


Un PeuPle - Un But - Une Foi


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SECRETARTAT GENERAL


ARRETE N" 02


[,TXAI.I-I' LES ]\\{OD,{ LIII'S DE


I,'ATT]DSTATION DI' CAPACITE


l ,s.tz o 7 ^nrcr-sc du.........


DEI-TVR{NCE DE
PROFI'SSIONDIELLE


I


I-e nrirristre dc I'Industric, du Colruuercc et des Trâllspods,


Vu la Const i tu t ion ;
vu la Loi n. 00,043 du 07 jui l ler 2000 régissart la profèssion de transponeur routter


vu le Décret n" 00-503/P RM du l6 0ctobre 2000 t lxanr Ies modal i tés d 'appl icat ion de
la


I 'o j n" o0-043 du 07 jui l let 2000 régissanr la protèssion de transponeur out icr ;


vu Ie Décret n" 02,135/P-RM du l9 mars 2002 portant nomlnat ion des membres du


Gouvernement modihé par les Décrets n" 02-160/P-RM du 30 mars 2002 et


n" O2-21I /P-RM du 25 avr i l 2002 :


A R I T E ' I ' I i :


I Art ic=le 1": [ , .e présenr arrêté t lxc ]es mocial i tés r ie ciél ivrance r le I 'attestatton dc capacité


professionnelle,


Af i ic le 2: L 'act iv i té de t ra, rspor teur rout ier pour compte propre ou pour auln l l i ls t


subordonnée à la déi ivrance de l a t testat ion de capaci té protess ionnel le


Ar t ic le 3: La capaci té profess ionnel ic esr co l rs tatée par une at testat ion dél ivrée par les


IJauts Comrnissai res de Région ou c lu Dis t r ic t de l lan iako après av is de la Contn l lsston


Régionaie des t ranspor teurs roLl rcTs


A n i c l c 4 : P ù u v e n t b é n é l l c i c r c i r l ? . t l c s t a t r o r l p t é r ' L r e : t l a r t i t l e p r é c é d e n t .


' Ies pcrsonnes r i tu la i res a. l nro i r rs du Dip lôrr lc r i ' [ : tude Fondarnenta]e ( l ) [ i l ] ) du


C e r t i f i c a r c l ' A p r i t u d e I ) r o f e s s i o n n c l i c ( C - A I ) ) o u d u n d i p l ô n r e é q u i v a l e n t l t g u r a n t s u ; - L l n c


l is te dressée par arrêté con- io tnt du \\ ' l i r r is t rc chargé des ' i ' ranspor ts er du N4inrst rc charee


d c l ' l l d u c a r i o n ,


. l c s p e r s o n n e s q u i o n t s a t i s t e i t a u r t i 1 ) T c u v c s r l L n r c x a n t c n s t c L I o t t t l a l l I u t t r u l l t r ô l c d c


c o n n a i s s a n c e s g é n é r a l c s d a n : l c s t j o r l t : t t t l c s c l - 3 1 ) r ù s


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..| ..\\


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- la mécanique du véhicule.
- ie Code de la route.
- Ia compmbi l i té des per i tes et n)oyenn(.s enrrepr ises.


. les personnes qui onr exercé pendarr au moins trois Mnées consécutrves des îoncr ions
d'encadrement dans une entrepr isc de trarspon rout ier pour autrui ou pour conlptc
propre inscr i t au Registre du conrmerce r du crédi t mobi i ier .


Art ic le 5 : Lorsque Ja personne plrysique t i ru laire dc I 'anestat ion de capaci té professionncl le
décède ou est dans I ' incapaci tc Iégalc t1e gércr l 'cntrc lrr isc, le I laut Conrnr issairc de la
région ou du Drstr ict de Ba-nrako pcr.rr ntâintenir l inscr ipt iort de Ientrepr ise au registre dcs
trânsporteurs outrers. sans qu' i l soi t lusr i l ré de lapt i tude d'une autre personne pcndanr une
période d'une année à compter de la darc de décès ou de l ' incapaci té. Ce délai peur à r t t re
except ionnel être prorogé de six nrois par décis ion du l - laut Comntissaire.


I
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t


Article 6: Le Directeur
arrêté qui sera enregistré.


Nat iorral des 1'rarsports est chargé de I 'appl icat ion du présent
publ ié et conlûluniqué partout où besoin sera.


I
Bamako, te 0 6 JUil{ zr;,, i


Le nfnistre de l'Industrie, du Conrmercc
et des Transports,


I
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I


AmpliatioN :


O r i g r n a l . . . . . .
- PRM-AN SGG CS CESC-CC. .


P r im Tous M in r s tè rcs . . . .
Tous [{auts Contmissaire : , . . .
Tou tes Direcr ions Rég Tprrs


- JOR\\, I
A r i l t i v e :


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9
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MINISTERE DE L'INDUSTRIE DU


CON{N{ERCE F,T DES TRANSPORTS
* i. * ,* :i< :i< :8 * **


SECRETAI{IAT GENERAT,
, * * * * , t + * ' * ' t , *


ARRETE N" 02


REPI'BLIQUE DU IUALI
Un Peuple - Un But - Une Foi


* * , 1 . * ' * * * * *


1 7 4


E r 1 2 6 8 1
/ N { I C T - S G d u . , , . . . . , . . .


FIXANT LES N,IODALITES D'EXERCICI, DES ACTIçITES


DE TRANSPORT'EUR ROUTIER


Le ministre de l ' Industrie, du Commerce et des Transports,


Vu Ia Const i tut ion' ;


vu la l-oi n" 00-043 du 07 juillet 2000 régissant la profession de transporteur routier I


Vu le Décrer n"00-503 / p-RM du l6 octobre 2000 l lxant les modal i tés d 'appl icat ion de la l -oi


00-043 du 07 jui l let 2000 régissant la prolèssion de transporteur rout icr ;


Vu le Décrer n" 02-t35 / P Rlr'l tiu 19 mars 2002, poltant nonrination des menrbres du


Gouvernement, rnodi l ié par les Décrers n" 02- 160 / P- RM clu 30 rrars 2002 et n ' 02- 7l I
I


P RM du 25 avrtl 2002.


ARRETE :


44ic,E I : Le présent arrêté f l re les ntodal i tés d 'exetcice
des act iv i tés de transporteul r , tut ict


C", uat iu i tes peuVs,r t 6, .a exercécs poul sol l coûlpte proprt ou poul le cot l lpte d 'aulrui


Ar l ic le 2 : Est consiciéré conlme rranspoft ] louf cornptc l ) fopfe tout t la l lspoft dt persotnes ou


de-marchandises effectué par une p.rsonne morale ou pirysique pour son proprc conlple.


Art ic le 3 : Un transport pour compie propre r lo i t sat isfaire aux condit ions pr incipales uivantc ' r


l e r , é h i c u i e d o i r a p p a r t c n i i : r l t n r i c n r j s c i r u a v t t i r é t é l t r i s c n l o c a t i o t i a u p t è s d t t n c s o c i é l é c t


l , ' u a r , e J . r ' ' l l t L t t l e . l : l t r , : I I :




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T


1 7 5 1 I . 1


Article 1l : I-e Directeur National des Transports est chargé de I'application du présenr arrêté


qui sera enregistré, publié et cornmuniqué partout où besoin sera.


Bamako, le 0 6 JUIIJ Z0ûZ


LE I\\{INISTRE DE L'INDUSTRIE, DU CON{I\\{ERCE
ET DES TRANSPORTS


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MINISTERE DE L'INDUSTRIE DU


COMMERCE PT DES TRANSPORTS
* * * * * * * * * *


SECRETARJAT GENERAL


I O REPUBLIQUEDUMALI
Un PeuPIe - Un But - Une Foi


* * * * * * * * * , ,


T
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* * * * * * * * * * *


ARRETE N'02


. ! r


l E 1 2


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REGISSANT LA PROFESSION DE LOUEURS ET DE LOCA{AIRES
DE VEHICULE DE TRANSPORT ROUTIER


Le ministre de l'lndustrie. du Commerce et des Transports,


Vu la Constitution,; ,.--)
Vu la Loi n" 00-043 du 07 juiller 2000 régis;{ril{ profession de transporteur outier ;


Vu le Décrer n"00-50j / P-RM du 16 otrcb6.2000 fixant les modalités d'application de Ia Loi


00-043 du 07 j uillet 2000 régissant la profession de transporteur routrer ;
Vu le Décret n"02- l 35 / P-RM du 19 nrars 2002, portant nomination des membres du


Gouvemement, modifié par les Décrets n"02-160 / P- RM du 3Û mars 2002 et n" 02- 2ll / P-RM


du 25 avril 2002.


ARRBTE :


- l
t . /


Artiçlg f : Le présent 4gê4é réglemente la profession de loueurs et de locataires de véhicule de
- i t ) t


transDort routrer. t v///,. '/
/ /


,/
CHAPITRF,y': DE LA PROFESSION DE LOUEURS DE VEHICULE


Ll


Articte 2 : Est considérée comnre loueur de véhicule toute personne physique ou morale dùment


agréée qui dispose d'un parc de véhicules en bon état et qui les met à Ia disposi t ion d'un t iers


contre rémunération, avec ou sans chauffeur. pour des prestationi dont il n'est pas garant


Art ic le 3 : Le loueur de véhicule doi t rempl i r les trois (3) condit ions pr incipales uivantes :


- être inscrit au registre des loueurs ouvert dans les Directions Régionales des Transports ;


I - jusr i f ier de Ia propr iété d 'un ou de plusieurs véhicules de transpon routrcr :


I
- obtenir des auror isaf ions de locar ion, tenant l ieu de t i t re d 'exploi lat ion de véhicule, auprès des


r Direct ions Régionales des Transports pour chaque véhicule de son parc.


t
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I




204 204

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177
' * ' qù i l


Article 4 : Les personnes physiques ou morales désireuses d'exercer la profession de loueur de
véhicule de transport routier doivent se conformer aux obligations du Code de commerce et du


' crédit mobilier-


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Article 5 : Les ;sociétés inscrites au registre des loueurs et rempfissant les conditions
d'inscription au registre des trarsporteurs disposent d'une faculté d'option en faveur du transporl
public.


CHAPITRE I I : DE LA PROFESSION DE LOCATAIRE DE VEH;CULE


Article 6 : Est considérée conrme locataire de véhicule toute personne physique ou morale qui
prend en location des véhicules auprès d'un loueur dûment agréé pour effectuer soit un transport
pour compte propre soit un transport public de personnes ou de marchandises dont il est
entièrement garant.


Article 7_: Peuvent bénéficier de I'agrément de locataire :


. les personnes titulaires au moins du Diplôme d'Etudes Fondamentales (DEF), du Certificat
d'Aptitude Professionnelle (CAP) ou d'un diplôme équivalent figuiant sur une liste dressée
par Arrêté conjoint du Ministre chargé des Transports et du Ministre chargé de I'Education;


' . les personnes qui ont satisfait aux épreuves d'un examen de contrôle de connaissances
générales dans les conditions fixées par Arrêté du Ministre chargé des Transports dans les
domaines ci-après:


- la mécanique du véhicule,


- le Code de la route,


- la comptabilité des petites et movennes entreprises.


. les personnes qui ont exercé pendant au moins trois (3) années consécutives des
activités de location de véhicules ou de transporteurs routiers.


Article 8 : Les locataires de vehicule sont inscrits au registre des transporteurs routiers.


Article 9 : Les locataires de véhicule doi,,ent s'acquitter des obligations du Code de commerce et
du crédi t nrobi l ier .


Article l0: Les transporteurs routiers agreés et les entreprises ,.yant Ie transport comme activité
auxiliaire peuvent prendre des véhicules en Iocation sans aucune obligation supplémentaire.


CI{APITRE I I I : DE LA LOCATION DE VEHICULE


Art ic le l I : La iocat ion est I 'opérat ion par laquel le un loueur niet à la disposi t ion d'un locataire
qui I'accepte, contre rémunération, un ou plusieurs véhicules pour des prestations dont il n'est
pas garant.




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juridique du transpprt.


Article 13 : La location donne lieu à une lacturation établie par le loueur distinguant la mise à


disposition du véhicule, le kilométrage effectué et la mise â disposition du personnel de conduite


s ' i l y ' a l i eu -


I ln cas d' interrupt ion du service in)putable au loueur, lc pr ix dc locat ion est rédui t au prorata de


l r du rcc dc cc l t c i n te rn l | t i o t ) .


Ar( ic lc l4 : Lorsquc lc contrat de loca{ ion cst établ i avec chauffeur, i l doi t obl igato i renrent
conlporter des clauses précisanl les o[r l igat ions respcct ivcs des part ics dans les cortdi t ions
d'emploi du conducteur.


Ar(iclc 15 : Le loueur ne répond que des seuls domnrâges, que peuvent subir les personnes et les
marchandises transportées, occasionnés par une nrauvaise préparation technique du véhicule loué
ou par la faute du chauffeur, lorsque celui-ci est son préposé.


Art ic le 16: La responsabi l i te dcs in l iact ions â la réglerrentat ion du transpot l i t . tcotnbe au
locataire.


Par contre, le loucur répond des conséqucnces des infractions rux prescriptions du Code de la


I route du la i t du personnel de conduite ou inrputables à l létat du véhicule, sauf s i ces infract ions


I résul tcnt des inslruct ions donrrées par Je locatai lc ou ses préposés.


t CI' IAPI l ' ILtr IV : I IES DISPOSITIONS FINALOS
Art ic lc i7 : Le présent arrêté scra cnregist fe, publ i i er cornmuniqué partout où besoin sera.


1 7 8 R ' , j t -


Article 12 : Pour toute opération de location, une feùille de location dont le modèle est joiirt en


annexe doit être établie et signée afin de permettre aux agents de contrôle de déterminer la nature


I l l r u a l < o , l c 0 0 JUilt 2002


LE MINISTI] .8 DD L' INDUSTRID, DU COMMI'RCE
I'T DI iS TITANSPORl'S


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- A r n p l i a t i o n s :


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t - i;;'l,l::'"%:-',iii,î;;,";, ?,'- I - o u l c s D i r c c t i o n s R é g . T p r l s . . . . . . . . . . . . . . 9
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ôôINISTERE DE L'INDUSTRIE' DU COMMN.CE
ET DES TRANSPORTS


DDINISTM,E DE L'ADMINISTRATION
TERRIRORIAI-E ET DES COI.T.ç'CTTVTI'ES TOCALES


ARRETE INTERMINISTERIEL N'
3 0 6


/À,IICT-I\\{ATCL-SG dU


REPUBLIQTJE DU MALT
Un Peuple - Un But - fJne Foi


t ^


I


Art ic le 2 : l -a Corrnr ission Régionale des Transports Rout iers a pour at tr ibut ion de donner
des avis rechniques pour la dél ivrance de l 'at testat ion de capacrté prolèssionnel le par le Haut
Comnrissaire de Répion ou du Distr ict de Banako.


Art ic le I : I -a ( lorrrnr ission Régionale des Tralsporrs Rout icrs cst conrpuscr ùonrnrc
su, t i


L President : - l -e Haut Comnrissaire dc Région ou du Distr ict de I lamalo ou son
Rcprésenran r :


2 . IUembres :


Le Directeur Régional des Transports ou son Représentant.
Le Directeur de l Acadérnie d 'Enseignement ou son Représentant.
L-e Directeur Régional de la Pol ice ou son Rcprésentant.
[ -e Conrnrandant du Groupentent de la Gcndarnrer ie ou son Rcprésctt tant.


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fu:/".
F/4


PORTANT CREATION DE LA COMMISSION REGIONALE
DES TRANSPORTS ROI.ITIERS


t Iæ nriniclls de t'Iudustrie, du Conrr,rerce et des Trarrports,
Le ministre de l'Adnrinistratiorr Territoriale et des Collectivités I-ocales,


Vu la Const i tut ion ;
Vu la t-oi n" 00 043 du 07 juillet 2000 régissant la prof-ession de transpofteur outrcr ,
Vu le Décret n '00-503/P-RM du l6 octobre 2000 f ixant les modal i tés d 'appl icat ion de


I-oi n" 00-043 du 07 jui l ter 2000 régissant la protêssion de transporteur rout ier '
Vu le Décret n" 02-135/P-RM du l9 nrars 2002 portant nominat ion des nlenlbres du


Gouvernenrenl nrodi f ié par les Décrets n ' 02-160/P-RM du 30 mars 2002
n" 02-211 /P-RM du 25 avr i l 2002 ;


A R R E T E N T :


k Article 1" :
chaque rég ion


Il est créé une Commission Régionale des Transports Routiers au niveau de
et du distr ict de Bamako.




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I
1 8 1 I


I
Article 5 : La Commission peut s'adjoindre roure personne physique ou morale en raison
de sa compérence oaniculière. I
Article 6 : Læ secrérariar de la Commission
par la Direcrion Régionale des Transporrs qui
p ro tèssionnel le.


Régionale des Transpons Rouriers est assuré
reçoit les deniandes d'artestation de capacité t


Ar(icle 7 : L-e Directeur National des Transporrs er Ies Hauts commissaires sonr chargés
chacun en ce qur le conceme de I 'appi icat ion du présent arrêré qui sera enregisrré. publ ié et
communrqué panout où besoin sera.


O 1 JUIil 2AO?,


I


Bamako, le


I-e rninistre de I'Indtrstrie, du Conrmerce
et des Tralsports,


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I-e nrinidps de I'Ad-rninistration


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Ampliatious : I
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Territoria lc et des




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I : MrN.rsritREDEL'rNDUsrnre, ffiLlei,6DfMALt


LrU \\-rJl \\ l l t l l ' tÇj,pl l rD!) I r \\â.r \\ùr ! .rr\\ ^.r . i Qt
rrrrr\\ i Paç- v


I ++- l [ t *****+*** a A t - +t**++***+*+r l r
I ,l , SECREdARIAT GENERAL


- - ' - . * + + i â t * * t t + * + * - -
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i rnnrrp N" oz / MICT - SG du. . . i . . . . . . . . . - .


D COMI\\IF ieE ET DEs TRANSPORTS r ..) /) Un Pçi i;]e- Un But - Une Foi'


FIXANT L.E MODELE. DE FORMULAIRE DE LA NEMANDE- D'INSCRIPTION
: au RpcrstRn DES TRANSpORTEURS RoLiriERS'


Le ministre de I'Industrie, du Commerce t des Transports,


Vu la Constirution :
Vu la [.oi n" O0-043 du 07 juillet 2000 régissant la profession de tr4nspÔneur routier ;
Vu le Décret n"0f-503 / P-RM du 16 octobre 2000 fixant les modalitesp'âpplication de la t-oi
00-043 du 07 juiUet 2000 régissant la profession de transporteur outier ;
Vu le Décret n" ,n2- 343 / P-RM du 14 juin 2002 portant norhinatjon des membres du
Gouvernement. rectifié par le Dêcret n" 02- 347 / P- RM du 02 iuillet 20O2.


ARRETE :


Article 1 : k présent Arrêté fixe le modèle de formulaire de la demande d'inscription au
Registre des Transporteurs Routiers.


Article 2 : k modèle de formulaire de la demande d'inscription au Registre des transporteurs
routiers est joint en annexe.


A.ticlç=3 : I-e présent Arrêté sera engistré, publié et communiqué partout où besoin sera.


Bamako, le 4 .çti. Z00Z


Le ministre dei'Industrie, du Commerce


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1 8 3


Annexe à t,Arrêté ior
tT I 8 tr 1 / Mrcr- sc du......0.4..S88.. 200?...


FIXANT LE MODELE DE FORMTJLAIRE DE LA DEMANDE D'INSCRIPTION AU
REGISTRE DES TRANSPORTEIJRS ROUTIERS,


MIMSTERE DE L'INDUSTRIE,
DU çOMMERCE ET DES TRANSPORTS


* * * * * * * * * * * *


DIRECTION NATIONALE DES TRANSPORTS
** :Ë**: f* ' **** t


DIRECTION REGIONALE DES TRANSPORTS
D E . . . . . . . . . . . . . . . .


* * * * * * : * * *+ f * *


REPTJBLIQTIE DU MALI
Un Peuple- Un But- Une Foi


*************


DEMANDE D'INSCRIPTION AU REGISTRE
ROUTIERS


TRANSPORTEI-]RS


Je soussigné M.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Né (e ) 1e . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . à . . . . . . . . . . . . . . .
F i l s ou f i l l e de . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . - . . . . . . . . . . e t de . . . . . . . . . . . . . .


sollicite mon inscription au registre des transporteurs routiers.


Je joins à ma demande :


- un certificat de nationalité malienne ou d'un pays accordant la réciprocité


- une copie de l'attestation de capacité professionnelle


SIGNATURE


DES




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213 213

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MINISTERE DE L'INDUSTRIE,
DU COMMERCE ET DES TRANSPORTS


SECRETARIAT GENERAL
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I ARRETE N" 02
/ MICT- SG du


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FIXANTLEsCONDITIONSDEPASSAGEAUxEPRETIVESD'EXAMENPOURLA


DELI\\TRANCEDEL'ATTESTATI0NDELACAPACITEPROFESSIoNNELLEA
L'EXERCICE DE LA PROFESSION DE TRANSPORTEUR ROUTIER


Le ministre de I'Industrie' du Commerce et des Transports,


Vu la constitution ;
Vu la Loi n"00-043 du 07 juiller 2000 régissant la profession de fransporteur outier ;


Vu le Décret n'00-503/ P-RM du l6 octobre 2000 fixant les modalités d'application de la Loi


n' 0043 du 07 juillet 2000 régissant la profession de Transporteur Routier ;


Vu le Décret n"02-343 I P-RM du 14 juin 2002 portant nomination des membres du


Gouvernement rectifié par Ie Décret n" 07- 347 / P- RM du 02 juillet 2002'


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ARRETE:


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Article l;" : L'examen en vue <le la délivrance de I'attestation de capacité professionnelle à


ttx"t.i.. ae la profession de transporteur ou(ier est organisé par les Commissions Régionales


des Transports Routiers.


Articte 2 : Peuvent bénéfrcier de I'anestation de capacité professiormelle, en vue d'exercer Ia


llrofession de transporteur outier, les personnes qui ont satisfait aux épreuves d'un contrôle de


connaissances générales dans les domaines uivants:


- l'initiation à la maintenance automobile :
- le Code de la route ;


la gest ion des entrepr ises de transport rout ier.


Art ic le 3: Les part ic ipants aux épreuves de l 'examen doivent être capables de :


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I


- effectuer I'entretien courant du r'éhicule;


- conduire selon les règles du Code de la route .


savoir définir les fonctions nécessaires à toutes entreprises de transport routter'T
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II I 8 5 _ n_ îArricle 4 : Læ Directeur Narionar des Transports esr chargé de l'apprication du présenr arrêréqui sera enregistré, publié et communiqué panout où besoin sera.


Bamako, le
& 5 Stii. ZûûZ


Ampliations :
O r i g i n a l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
PR-SGG-CS-AN-CESC-CC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
PRIM e r t ous m in i s tè res . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1
Tous Hau ts Commissa r ia t s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
Toutes Direcr. Nles / MICT_. __.. . . . . . . . . . . . . j
Tou tes D i rec t . N les / ME. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Toures Direct. Nles et Erat Major/MSpC...5
4 r c h i v e s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I
Journal Off ic ie l . . . . . . . . . . . . I




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e - ' 1 8
ANNEXE A L'ARRETE N" 02


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F 5 SEPI 2002
/ M I C T - S G d u . . . . . . . . . . . . . . . . . - . .


8 6
8 2


FIXANT LES CONDITIONS DE PASSAGE AT]X EPREI.IVES D'EXAMEN POTJR
DELIVRANCE DE L'ATTT,STATION DE LA CAPACITE PROFESSIONNELLE


A L'EXERCICE DE LA PROFESSION DE TRANSPORTEUR ROUTIER


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Les modules de formation :


1- Mécanique :


- Ie châssis ;
- le fonctionnement d'un moteur diesel ;


les différents circuits ;
- les ralentisseurs ;
- le nrrboconpresseur ,
- les pneumatiques ;
- les filtres ;
- le diagnostic des pannes simples.


2. Signalisation :


- horizontale ;
- verticale ;
- spécifique.


3. Tenue de route :


- alcool et médicaments ;
- chargement et surcharge ;
- angles morts ;
- vitesse et dépassement ;
- slatronnement ;
- pollution ;
- f reinage, ect . . .


4. Normes techniques des véhicules :


- longueur :
- largeur :


poids.


5. Assurance :


- déf in i t ion de I 'assurance ;
- mécanisme de l 'assurance.


a ) Différentes catégories d'assurance :


- assurânce auto :




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1 8 7
- assurance vol du véhicule ;- condition de garantie ;
- assurance tlerce ou assurances dommages ou tous risques ;- déclaration du sinistre.


b ) Sécurité rourière ( Code er Sécunté routière)


6. Comptabi l i té ;


- fonction administrative ( prévoir, organiser, conrrôler, comntander )- fonction financière et comptable ( chircher er gérer les capitaux ) ;- fonction commerciale ( prospecter et anâlyser le marché etc.) ;- fonction technique ( concevoir, fabriquer, transformer, échanger ) ;- fonction personnel ( gérer, protéger làs personnes et les biens ).


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, 3 8I \\TINISTERE DE L' INDUSTRIE, DU COII] \\ IENCE I C
ET DES TRANSPORTS


_ :- ; - :_ : - :_ : - : - :_ :_ :_ : -
ÀIINISTERE DE LA SECURITE ET DE


LA PROTECTION CI\\TLE
- ; - : - : - : - : - : - ; - : - : -


MINISTERE DE L'ECONOÀ{IE ET DES FINANCES


À{INISTERE DE L'EQUIPEI}'ENT, DE L'AMENAGE]UENT
DU TERRITOIRE, DE L'EN\\TIRONNEI\\{ENT


ET DE L'URSANISI\\{E


I\\IINISTERE DE L'ADI\\IINISTRATION TERRITORIALE
ET DES COLLECTIVITES LOCALES


rticle l" :
rbains.


{ Ée lunr. rqur DU Àr.{Lr
Uu l ' tup le - Un IJu( - Une Foi


- : - : - : - : - : - : - : - : -
. SECRETARIATSGENERATIX


'C-I\\{E F-I\\,I EÂTEU- 1\\1A TCL-SG
Déterminant les modalités p.atiqu"t a" t'i-plantation et du fonctionnement


des postes de contrôle, des carrefours de circulation et
des carrefours de fluidité dans les périmètres urbains


-LE MINISTRE DE L'INDUSTRIE, DU COMMERCE ET DES TRANSPORTS.


LE MINISTRE DE LA SECURITE ET DE LA PROTECTION CIVILE,


LE MINISTRE DE L'ECONOI\\{IE ET DES FINANCES,


LE MINISTRE DE L'EQUIPEI\\ , IENT, DE L'AMENACEÀ{ENT DU TERIi ITOIRE, DE
L'ENVIRONNEI\\{ENT ET DE L'URI]ANIS]\\{E.


LE I \\ { INISTRE DE L'ADI\\ I INISTRATION TERRITORIALE ET DES COLLECTIVITES
LOCALES,


AI I I IETENT:


CI{APITIt l i IEII : I)U CIIAT\\{p D'Appt.rC^] ' tON


Les tcrntcs du présent arrt:té sont applicables en nratiôrc de circulation clans les périmètres


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1 Vu la Const i tur ion ;
I Vu la Loi n"63-4ilAN-Rtr4 du I I nrars l96i portant code des Douancs ,


Vu la Loi n"8l-5O/AN-RN4 dtt 27 ntars i 98 I f ixant Ie régime des peines appl icables à cenaines
I infract iorrs en lnar ière de circulat ion ,
I Vu la Loi n"84-25/AN-RÀ4 du 03 jui l ler l9E4 portant créat jon de la Direct ion Narionale des Impôrs ;


Vu la Loi n '004 du 02 mars 1999 régissant la c irculat ion rout ière;


lVu le Décret n" l j4Æ-RM du 26 mai f ixant les condit ions de I 'usage des voies ouvertes à la c irculat io;r
I publ iquc et de mise en circulat ion des véhicules ;


Vu le Décret n"02-13S/P-RM du l9 mars 2OO2 poftanr nomination des menrbres du Gouvernemenr
modifié par le Décrer n'02- 100Æ-RÀ4 du i0 nrars 2002.t


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3.


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Cl {APITRE I I : DES DEI " l i \\ IT IONS


A r t i c l e 2 :


l . Contrôle rout ier:


Le contrôle routier est I'acte par lequel les agents autorisés à cet effet, procèdent aux vérifications
portant sur l'état physique du véhicule, Ies pièces afférentes à la circulation et à ia conduite
conformément aux dispositions législatives et réglementaires notamment le Code de [a Route, le
Code Général des Impôts et le Code des Douanes.


Le nosle de contrôle rout ier:


Un poste de contrôle routier est un lieu où momentanément les véhicules doivent observer un
temps d'arrêt pour être soumis à des contrôles.


Le carrefour de circulat ion :


Le carrefour de circulation est un lieu où s'exercent les missions de préventions d'accidents;
toutefois les agents en poste relèvent, constatent et répriment les infractions apparentes
conformément au Code de la Route-


Le carrefour de fluidité :


Le carrelour de fluidité est un lieu où s'exercent les missions de régulation de la circulation
routière en I'absence des feux tricolores et de I'insufïsance de Danneaux de circulation. A ces
carrefours les contrôles sont interdits.


CI{APITRE tr I : D[S OBLIGATIONS


Article 3 : les agents chargés du contrôle routier exercent leurs nrissions conlormément aur
compétences des services qu'ils représentent au poste de contrôle.


Article 4 : Les services impliqués dans le contrôle routier sont .


- La Direct ion Nat ionale des Transports;
- la Direction Nationale des Impôts ,
- Ia Direction Générale de Ia Gendarmerie Narionale ;
- Ia Directron Générale de Ia Pol ice Nat ionale ;
- la Direction Générale des Douanes ;
- la direction Nationale de la Conservation de Ia Nature.


CIIAPITRE I \\ / : DES INTERDICTIONS


Article 5: Le contrôle systématique par les agents des forces de I'ordre chargés de qérer la circulation
rout ière st str ictenrrnt interdir


Cependant, dans le cadre du transport urbain, des contrôles inopinés et dir igés peuvent êlrc ct lèctues
par les forces de l'ordre en rapport avec les adnr in istrat ions concernécs


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CIIAPITRE \\ / : DES SANCTIO.\\S


.'{,rticle 6 : Les infractions sont celles définies par le Code de la Roure, le Code Générai des Impôrs, le
Code des Douanes, le Code Forestier- Elles sont réprimées confornrément à la régiementàire en
vigueur.


Article 7: Les infractions relevant du domaine contrarentionnel font I'objet d'amendes forfaitaires
versées entre les mains de I'agent verbalisateur. Les infractions délictuelles quant à elles font l,objet, le
cas échéant, de procès-verbauf transmis à I'autorité judiciaire.


CHAPITRE \\rI : DISpOSITIONS FIN.A,LES


Article 8: Le Haut Commissaire du District de Bamako et les Hauts Commissaires des régions
déterminent les carrefours de fluidité dans leurs périmètres urbains respectifs.


Article 9: Le Directeur National des Transports, le Directeur National des Impôts, le Directeur
Général de la Gendarmerie Nationale, le Directeur Général de Ia police Nationale, lebirecteur Général
des Douanes et le Directeur Nationar des conservation de Ia Nature sont chargés,


"hr"un "r,
ce qui leconcerne, de I'application du présent arrêté qui sera enregistré et publié au jourial ofliciel ./.


Bamako ,b lT AVR.2002


TERRI TOR IA L E


A r n n l i a t i o n s :
Or ig inal . . . . . . . - . . . . .
P.RM _ AN-CS-CESC.CC SGC , .
P r i r n + J 9 u 5 M i n i s t c r c s . . . . .
Tous Hauts Conrnr isser i r ts
C C I I \\ 1 . . . . . . . . . . . . .
A r c h i v c s . . - . . . . . . .
Joumal Of f ic ic l . . .


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LE MINISTRE DE L'INDUSTRIE,
ET DES TRANSPOR


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i\\tl\\.S'[ER-E DE L'EQ Ul l'Ett hN'lL *f tr - c,"'.- +-LI'UIJLIQUE DU l\\tALl
ET DES TRÂ^'SPORTS ]-ôl---..--'*r,9l3ruptc


- un But - une Foi
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I\\{INISTERE DE L'ECONOMIE ET DES FINANCES .T"*


nn,nrff i i iTiTil-st,c"
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I\\{INISTERE DE LA SECURITE IIT"TERIEURE I


ET DE LA PROTECTION CIWLE


ARRETE INTERIUINISTERIEL N" 02 -


v 1
/ I\\,1 ET.I\\{ EF.]\\'I J.I\\{ S I PC


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FIXANT LES TAUX DES AI\\,IENDES FORFAITAIRES
EN i\\,lATIERE DE CIRCULATION ROLITIERE


LE I\\{INISTRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS,


LE IUINISTRE DE L'ECONOMIE ET DES FINANCES,


LE MINISTRE DE LA JUSTICE, GARDE DES SCEAUX,


LE MINISTRE DE LA SECURITE INTERIEURE ET DE LA PROTECTION CIVILE.


Vu la Constitution :
Vu la toi n'96-061 du 04 novembre 1996 portant principes fondamentaux de Ia coniptabilité


pub l i que ;
Vu la [.oi n"99-O04 du 02 mars 1999 régissant la circulation routière ;
Vu la L,oi n"01479 du 20 août 2001 portant code pénal ;
Vu Ia l,oi n"01-080 du 20 août 2001 portant code de procédure pénale ;
Vu le Décret n"97-192|P-RM du 09 juin 1997 portant règlement général de Ia comptabi)ité


pub l i que ;
Vu le Décret n"99-134/P-RM du 26 mai 1999 f ixant les condit ions de I 'usage des voies


. ouvertes à la circulation publique et de la mise en circulation des véhicules ;
Vrr lq nécr,-t n"02-4of/P-RM rllr lf n11çrl16 2002 nortant nn'nirraiion d3s meôhre".l,'


a-- ,ie. i3:.-ic;ii, r.iùi,iii 1;ar i" Décrct rr"02- S05iP-Â.lvi dJ I i nuvernLr- )AîtL ,


ARRETENT:


Arl ic le l " : Læ présent arrêté déternr inc ia c lassi f icat ion des contravent ions et f ixe le taux des
amendes forfai ta ires en nrat ière de circulat ion rout ière.


Art ic le 2 : Læs contravent ions en mat ière de circulat ion rout ière sont c lassées en trois (3)
catégories:


- les contravent ions de l ' ' ' c lasse ,


- les contravent ions de 2'" 'c lasse ;


- les contravcnt ions dc 3t" 'c lasse ;


SECAETAPIÂ1EEfrEN
ou Gouv.R,.tErlt: l .rT




222 222

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Article f : Les taux des anrendes ibrfaitaires


- contravenlion de l"'classe:


contrâ\\'ention de 2t"" clâssc:


contrâventioll rJe 3""' classc:


PR-SCC-CS-AN'CESC -CC I lCC. . -=--:=:.
P R I N 4 e t t o u s n r i n i s t è r e s . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1


T o u s l l a u r s C o n r n r i s s a r i a t s . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
T o u t c s D i r e c t . N l e s / N i E ' l - . . . . . . . . . . . . . . . . 7
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D i rcc r . N lcs / i \\11- -F . . 1


T o u t c s D r r c c t . N l c s / I 1 . l . . . 5
- l 'ourcs


I ) i rcc t . N lcs c t [ - - - t r r t i l u . j r r r l lS l l 'C . . . -5


A r c l r i v c s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1


sont f ixés conrr l le sui t :


300 F pour les cycles et cyclomoteurs :
500 F pour les autres véhicules :


2 500 F pour les véhicqfes légers :
3 000 F pour les r'éhicules poids Iourds :


6 000 F pour les véhiculcs légers :
6 500 F pour lcs véhicules poids lourds


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Art ic lc . l : Lt préscnt Arrêté :rbrose les disposi t ions de l 'Arrèté [ntcrnt in isrér ' ie l


t t "OO-ZU SZINa tCT-M EF-MJ -MS PC-SG du I 3 Octobrc 2000 fixant les litr'tx tlcs antcttdes


l i r r fa i ta ires cn mat ière de circulat ion rout ière.


Art ic le -5 : [ -e Directeur Nat ional <jes Transports, le Directcur Nat ional du Trésor e( dc la


Cornpt.nni t i tA Publ ique. lcs Procureurs Généraux. les Procureurs de la Républ ique. le Directeur


Général de la Gendarnrer ic Nat ionale. le Directeur Général de la Pol ice Nat ionale sonl


chargés- chacun en cc qui le concerne. de I 'appl icat ion du présent arrêté qui sera euregistrc.


publié et corlrmuniqué pârtout oil besoin sera.
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MINISTERE DE L'EQUIPEMENT
DES TRANSPORTS


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Relative aux procédures de recouvrement et de mise à la disposit ion de
I 'Autori té Routière du produit de la redevance d'usage routier sur la charge à


l 'ess ieu des véh icu les admis à la c i rcu la t ion


l . Ob ie t


En application des disposit ions des art icles 4, 5, '10 et 13 du Décret N. 02 -3241p-
RM du 05 juin 2OO2 inst i tuant les redevances d'usage routier sur la charge, ra
présente Instruct ion Interministériel le a pour objet de f ixer :


- Les modali tés de recouvrement e de perception de la redevance d'usage
sur la charge par les services du Trésor et de la Direction Nationale des
Transports;


- Les procédures de mise à disposition des fonds recouvrés ou perçus sur
les comptes de I'Autorité Routière.


l l . Champ d'appl icat ion :


I A r'(ê'!e\\,â?',.\\ê d usage fcutier= sur la charge à ltossie'-l des .éhlcules adi:lis à le-_
: i ic; iat io;r èst 'perçre si jr {es-vËir;ùule3 drant ; i , puricis içtai e, i ciraige,éEai ori
supérieur à six (6) tonnes.


Les taux de cette redevance sont f ixés par I 'Arrêté intermin istériel
N' 02 - 2673 /MET-MEF du 31 décembre 2002.


Le paiement de ra redevance d'usage sur ra charge à r 'essieu des véhicules
est une condit ion préalable de la dél ivrance de la carte de transoort. Toutefois.
sa perception se fait par tranches tr imeslr iel les.


La redevance d'usage routier sur ra charge à r 'essieu des véhicures est
annuelle et la val idité de chaque feui l let qui matérial ise sa dél ivrance est
trime.strielle. La prorogation ou le renouvellement de la cane de transport est
condit ionné au paiement intégral de la redevance annuelle due.


th*trrr
REPUBLIQUE DU MALI


T]N PEUTLE.TA' BUT.UNE FOI


I\\,lINISTERE DE L'ECONOl\\{I E
ET DES FINANCES


INSTRUCTION INTERIVIINISTERIELI-EN"03- O O ( l I


2 .


2 5 t{Affi 2003
/J\\IET- I\\,IEF




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1 9 9 - n '^I


Les formalités de perception de la redevance sont accomplies au niveau de la
Direction des Transports du District de Bamako, des Directions Régionales et
des Secteurs de Transport par des Régisseurs de recettes du Trésor.


La redevance d'usage routier sur la charge à I 'essieu esl perçue sur un
quittancier du Trésor sur présentation du feui l let de carnet de redevance dont
le modèle est joint en annexe. Le carnet de redevance contient cinquante
l iasses de deux feui l lets dont:


- Le premier feui l let de couleur blanche est destiné au propriétaire aux
fins de contrôle routier ;


- Le deuxième feui l let de couleur iaune ou bleue consti tue la souche.


5. Le Régisseur reporte sur les feui l lets les mentions du numéro de la quit tance,
la date de sa signature et son cachet et transmet le dossier au Directeur
Régional ou au Chef du Secteur des Transports.


6. La Direction Nationale des Transports transmet mensuellement à l 'Autori té
Routière les carnets de redevances épuisés contenant les souches.


7. Les carnets de redevances sont fournis à la Direction Nationale des
Transports par l'Autorité Routière.


lV. Liquidation :


La redevance d'usage routier sur la charge des véhicules admis à la
circulation est liquidée par les Directeurs Régionaux des Transports, le Directeur des
Transports du District de Bamako et les chefs des secteurs des rransports, chacun
en ce qui le concerne, et transmise aux Régisseurs de Recettes pour perception.


À


Pour proroger ou renouveler la carte de transport, le redevable s'acquitte
tr imestr iel lement de la total i té du montant du feui l let émis et siqné Dar le Directeur
Régional des Transports ou par le Directeur des Transports du Districi de Bamako ou
par le chef de secteur des Transports auprès du Régisseur nommé à cet effet au
niveau de chacune de ces local i tés.


ces redevances ont perçues par le Régisseur de Recettes sur dél ivrance de
quittance extraite d'un quittancier à souche dél ivré par les services du Trésor sur
présentation du feuillet provenant du carnet de redevances détenu oar re
responsable des services des transports de la localité.




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a). Traitement des encaissements par le Réqisseur:


Les droits et taxes encaissés sont enregistrés dans la comptabi l i té du Régisseur
par nature et par colonne dans Ie registre de développement des recettes.
Le total de chaque colonne donne à tout moment le montant par nature des droits


et taxes encaissés dont la redevance.


Le Régisseur du service des transports, à la f in de chaque journée ou selon
une périodicité convenue, procède au versement, selon le cas, de la total i té de son
encaisse y compris le montant perçu au t i tre de la redevance au Receveur Général
du Distr ict, au Trésorier Payeur Régional ou au Receveur Percepteur. Ce versement
est accompagné d'un état nominati f .


té Routi
sommes encatssees


1 ' ) Au n iveau du D is t r i c t de Bamako :


Hebdomadairement, le Receveur Général du Distr ict récapitule les montants perçus
et procède à leur versement dans le compte bancaire de I 'Autori té Routière.


l l transmet à I 'Agent Comptable de I 'Autori té Routière copie des ordres de virement
ou de toute pièce just i f icat ive appuyée d'un état récapitulat i f .


Mensuellement, la Drrection des Transports du District de Bamako et la Recette
Générale du Distr ict ransmettent chacune à I 'Agent Comptabie de I 'Autori té Routière
un état nominati f récapitulant la total i té des redevances l iquidées et un état nominati f
des recouvrements.


A la réception de ces deux états nominatifs, I'Agent Comptable de I'Autorité Routière
procède à des pointages contradictoires avec :


montant versé dans Ie compte bancaire de l ,Autori té Routière;
- la Direct ion Régionale des Transports du Distr ict pour les montants


l iquidés par rapport au recouvrement.


Mensuellement, après intégration des opérations des Receveurs perceoteurs dans
ses écri tures, chaque Trésorier payeur Régional procède au viàment des
redevances encaissées au. niveau de sa circonscript ion f inancière dans le compte
bancaire de I 'Autori té Routière à Bamako.


. l l transmet ensuite à I 'Agent comptabre de |Autori té Routière une copie des ordres
de virement ou de toute pièce just i f icat ive appuyée d'un état récapitulat i f par
Régisseur.


Mensuellement pour les besoins de rapprochement:


2"1 Au niveau des Trésoreries Réqionales:




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- chaque Direction Régionale des Transports transmet à I'Agent Comptable de
I'Autorité Routière un état nominatif par localité récapitulant la totaiité des redevances
l iquidées


- chaque Trésorier Payeur Régional transmet à l'Agent complable de I'Autorité
Routière un état nominatif des redevances recouvrées.


A la réception de ces états nominatifs, I'Agent comptable de I'Autorité Routière
procède à des pointages contradictoires à partir: r


- des états nominatifs des redevances recouvrées fournis par les Trésorrers
Payeurs Régionaux pour les montants recouvrés par rapport au monrant
versé dans le compte bancaire de I'Autorité Routière ;- des états nominati fs des redevances fournis par les Directions Régionares
des Transports pour les montants l iquidés par rapport au recouvrement.


En cas de non-concordance à la suite du rapprochement, I 'Agent Comptable de
I'Autorité Routière peut procéder à un pointage sur place et sur pièces avec les
administrat ions concernées


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LE MINISTRE
ET DES


DE L 'ECONOMIE LE MINISTRE DE
ET


Commandeu
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de National


L'EQUIPE


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P R I M A T U R E


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REPUBLIQUE DUMALI


Un:rPquple - Un But - Une Foi


SECRETARIAT GENERAL
DU GOUVERNEMENT


ORDONNANCE N'02- 0 2 6 / P - R M D U 0 7 F E V ' 2 0 0 2


AUTORISANT L'ADHESION DE LA REPUBLIQUE DU MALI A LA
CONVENTION POUR LA REPR.ESSION D'ACTES ILLICITES CONTRE LA


SECURITE DE LA NAVIGATION MAzuTIME, CONCLUE A ROME LE IO


MARS 1988.


LE PRESIDENT DE LA REPUBLIQUE,


la Constitution ;
la Loi N"0l- l l3 du 2l décembre 2001 autor isant le Gouvemement à prendre certaines


mesures par ordonnances ;
le Décret N'00-055/P-RM du l5 fevrier 2000 portant nomination du Premier ministre ;
le Décret N'01-276/P-RM du 23 juin 2001 ponant nominat ion des membres du


Gouvernement. nrodifié par le Décret N'02-004/P-RM du 07 janvier 2002 I
le Décret N'01 -326/P-RM du 03 août 2001 f ixant les intér ims des membres du


Gouvernement:


La Cour Suprênre cl l t t l tdue :


STATTIANT EN CONSEIL DES MIN ISTRES,


ORDONNE:


ARTICLE IER : Esl autor isée l aclhésion de la Républ ique du Mal i à la Convent ion pour la
répression d'actes i l l ic i tes conrrc la sécur i té de la navigat ion rnar i t ime, conclue à Rome le l0
mars 198E.


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Vu
Vu


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ARTICLE 2 : La présente ordonnance sera enregistrée t publiée au Joumal officiel- I


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Le Premier ministre,


Le ministre de la Just ice, Gardc
des Sceaux, \\


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Abdoulave O. POUDIOUGOU


Le ministre de I ' lndustr ie, du
Commerce et des Transports,


Le ministre de I'Administration
Territoriale et des Collectivités Locales.


Le ministre de la Sécuri té et dc
la Protect ion Civi le.


Bamako, l " 07 FEV.2002


Général Tiécoura DOUMBIA


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Républ ique




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U 4 - ttlir PeuPle - Un But - Une Foi


P R I M A T U R E 2
SECRETAzuAT GENERAL


DU GOUVERNEMENT


AUTORISANT L'ADHESION DE LA REPUBLIQUE DU MALI AU


PROTOCOLE POUR LA REPRESSION D'ACTES ILLICITES CONTRE LA


SECURITE DES PLATES-FORMES FIXES SITUEES SUR LE PLATEAU


CONTINENTAL, ADOPTE A ROME LE 1O MARS 1988.


Vu
Vu


Vu
Vu


LE PRESIDENT DE LA REPUBLIQUE'


la Constitution ;
la Loi N.0l-113 du 21 décembre 2001 autolisant le Gouvernement à prendre certalnes


mesures par ordonnances :
le Décrei N.00-05s/P-RM du 15 février 2000 portant nomination du Premier ministre ;


le Décret N"0l-276/P-RM du 23 juin 2001 ponant nominat ion des membres du


Gouvernernent, modifié par Ie Décret N'02-004/P-RM du 07 janvier 2002 ;


Ie Décrer N"0l-326/P-RM du 03 août 2001 fixant les intérims des membres du


Gouvernement:


La Cour Suprêtne ntendue :


STATUANT EN CONSETL DES MINISTRES'


O R D O N N E :


ARTICLE l urr : Esr auror isée l 'adhésion de la Républ ique du lv{al i au Protocole pour [a


.épr"rai"" d ' rct"s i l l ic i tes contre la sécur i té des plates-forrnes l lxes si tuées sur Ie plateau


cont i r lental , adopté à Rome le l0 mars 1988.


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ORDONNANCE NOO2- (t21 /p-RM DU 0 7 FEV. 2002


, DIRECTJSN Nâli0Nâtf
i DEc rP.rlisFcRr's
! Arti"é" lo..Âri* ! 9.?.
l louclen'. . .cJ+33,. ' .
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2 0 5 - ' 1
ARTICLE 2 : La présente ordonnance sera enregistrée t publiée au Joumal officiel.


Bamako, b A7 FFU ?nnz


Lc Président d


Lc Premier ministrc.


Le ministre de la Just ice, Garde
dcs Sceaux, t |


UDIOUGOU


Le m in i s t re de I ' l ndus t r i c , du
Commerce et des Transports,


(--=fde!3 lcmar xqNABE


Le ministre de I'Administration


Le ministre dc la Sécuri té et de
la P ro tect io n Civi le,


---'------ { - -
----1


Général Tiécoura DOUMBIA


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Abdoulave O. P()


Territoriale et des Collectivités Locales.
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Ministre des Affai


Mmc Touré A l ima ta TRAORE


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r,TQI'E.DU.MâI,I:


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PORTANT.CREATION.]DU


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LEPRESIDENTDELAREPUBLTQUE,


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I Vu ;:'i::::,K$:;ËË-"fi;du r3 seprembre eT porla.ntnonrinarion d,u r,remiert m i " i " r . . .
Vu le Décret NosT-282æ-zu\\4 du l6 septembre 1997 porranr.omination des memores ôu


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Gour,..n.-"nt;


a La Corrr Suprôme entendue ;


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I STATUANT EN CoNSEIL DES MIMsTRES,


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ORDONNE:


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CIIAPITRE I : CREATION E]- I{ISSToNS


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Artr ICLI t I 11R : I l est créé un Etabl isscnrcnr I )ub l ic Nat ional â caractèrc profcss io*c l , < ioré


I &TJffi:';:#JË];::."
I'autonomic nrancièrc, dénornmé c-o,seir Marien dcs


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[ r Consci l l r4a] icn des Charge urs a soo s iep_c : r , l )amako


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â n a -Uir Pcuple - Un Bu( - Uae Foi
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ARTTCIJE 4 : lrrsque te conseir Marien des charggy5ist conlurté par res pouvoirs pubrics'ônformémenr
à r'arricre 2 ci-dessus, il doit se pronËnôr dans ur aerai ae ,r"ll 1:o; ;or.r. c"


....#:-li:t*t
être ramené â quinze (t5) jours lorsque la -q-u-gstion, revêt 'n caracrère a'Çn"".


.: F...Ëq;,i;::i. : _ ji.=:=::-r..- - = : : - . : : : : l - - a i ; . l - i : -


j:.i:-:_r:.- r';?':-::':


,avis â la demandc des pouvoirs .dç9 suggestions de.Sa propre


chargcurs


CHAPITRE N


ARTICLE 5 : Les ressources du conseir Marien des chargeurs sont cons(ituées Dâr:


- res cotlsatlons dont les laux sont fixés par le règle_m-ent intérieur ;


- les centimes additiorurels ;


- Ies produits de la location des immeubles ;


- les redevances et produits des prestations diverses ;


- les subvent ions de I 'Etat .


- Ies dons et legs ;


- lcs rcccûes d ivcrses.


, rriiry:




239 239

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le mode


: Ir Conseil Malien des CharEeû-i4; la tu te l lc du nr in is t re chargé
des Transports.


ARTICLE I : Sonl soumis â autorisation préalable les actes ci-après :


- Ies emprunts à plus d'un ar: ;


Ies dons ct legs assortis de conditions et cllarges ;


- les aliénations des biens immeubles faisant partie du patrimoine.


' ' :
Son( soumis à approbation expresse les actes suivants :


- I'aliénation des biens meubles acquis stu la subvention de I'Etat ;


-
'


le règlemenr inrérieur du Conseil Matien des Chargeurs.


ARTICLE 9 : l -orsque le ministre chargé des at tr ibut ions dc rurcl le cst sais i aux f ins
d'excr l ice des pouvoirs préms à r 'ar t icrc 8 ci-dessw, i r d isposc d'un délai de quinzc (r5)
jours pour accorder ou refuser I'autorisation.


j ) a s s é c c d é l a i , l c s a c ( e s s o n t , s e l o n l e c a s , c o n s i d é r é s c o n r n r c a u t o r j s é s o u a p p r o r r . ' i s


A R T I C L E l 0 : L ' a u t o r i s a t i o n p r æ l a b l e o u l ' a p p r o b a r i o n c x p r c s s c c s r d e m a n d é c o a r , . , o i e d c
requôtc du Prés ident du Conse i l Ma l icn des Chargeurs .


' . 1 . 1 .


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Le Prcmie r ministre,


Le - in is t . " dcs Travaux Publ ics et des
Trausports,


Ibra him SIBY


liee au Iournal ofticiel.


Boubacar K'EITA




241 241

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LE PRESIDENT DE LA REP{JBLTQI'E'
. . . I


, . , j


la Coristitution ;
la I.i N"94-009 du 22 mars 1994 portant principes fondamentalx de la crâtion, de


I'organisation, de la gestion'et du contrôle des serviccs publics ;
la toi N.gg-olz dù 12 juii 1.996 po(ant statut général des Etablissements Publics à


caractère Professionnel; T


I'Ordonriance N"99-036Æ-RM du 23 septembre 1999 portant créatiôn du Conseil


Maliên dis Chargeurs ;
le Décret N'97-263/?-RM du l3 sep(embre 199? portant nomination d'un Premier


ministre; ' i )
te Décret No97-282Æ-RM du l6 septembre 199? portant nomination deslmenfbres du


Gouvemement ;


STATUANT EN CONSEIL DES MINISTRES,


, ,


TITRE I : DES DISPOSITION.S GENERALES


ARTf CLE tEP. : Le présent <Jécret f lxe I 'organisat ion et les modal i tés de foncl ionnement du


Conse i l Mal ien des Chargcurs


ARTICLE 2 : Sont ressortissants du Conseil Malien des Chargeurs, les importateurs'


expor tâteurs et t ransi (a i res agréés au N' fa l i , propr ié ta i res ou non de la marchandise, qui so l l t '


chargés de I 'expédi t ion mar i t ime dc cel le-c i .




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: , ; . j : . . i , : , : j
. 21 1


'-"{tq


CTIAPITRE I:: DE L'ASSEMBLEE CONST,LAIRE


SEC[ION-I::. DES AT:fRIBUTIONS'


ARTICLE 3 :,L'Assemblée Consulaire est I'orgairede déliberation du Conseil Malien des


Ct
"ry"rrr.


Elle se prononce sur toutes les questioris intéressant la gestion, I'administration et


de faion générale sur toutcs les questions relatives à I'objet du Conseil'


Elle est notamment chargéc de :


- élire les membres du Bueau ; i '
- adopter et modifier le règlement intérieur ;
- aPprouver le budget ;
- examiner, approuver ou modi{icr les comptes et lcs rappons cie gestroti


Présentés Par leDureau.


ARTICLE 4 : En cas de besoin, i'Asscmblée consulaire peu('constituer en son sein des


*Gittio* t"chniques chargées d'étudier les questions spécifiques' Ces commissions


peuvent faire appel à toute perqqnne reconnue pour sa compétence'


SECTIO-N II : DE LA.COMPOSITION


ARTICLE 5 : L'Assemblée Consulaire du Conseil Malien des Chargeurs est composée de


.n"mbres titulaires et de membres uppléants élus pour un mandat de cinq (5) ans


renouvelable.


[,e nombre de menrbres uppléants doit être égal au nombre de membres titulaires.


SECTION III : DU REGIME ELECTORAL


ARTICLE 6 : Sont électeurs, ceux dcs ressor(issants du Conseil Malien des Chargeurs
à.1our


dans le paiernent dc leurs cotisations el des impô(s et taxes'


ARTICLE 7 : pour êt rc é lectcurs, les ressor f iss: rnts du Consci l Mal icn des Chargcurs doiVcnt


rcmpl i r les condi t ions c i -après '


- ê t rc de nat io l ra l i té nra l ienne ot r rcssonissant d 'un Etat accordant la


réc iproc i t i ,
- ê t r e â g é d e d i x - l r t r i t ( l E ) a n s a r r r n o i n s ;
- ne pas ê l re sous lc coLr ; ; d 'ur tc Incapaci té ou d 'une décl téance ;


- ê t rc imnratr icu lé au regis t rc r jLr co l l tn tercc c t ident i f ie au sen ' icc dc la


sta l is t iquc à t i t re Pèrso:rnc l


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ander' de'llannéè:dcs{lcctios,. . .
dcs articles 6 ct.7 cidcssus.


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élections.
I
I ARTICLE 1.0 : Lorsqu'en application des lois et.lèglements, une persorne vient à être


- ,ft ppu drincapacité ou de deché:rncc, plte perd sa iualité.d'étcôteur et d'éligi6le au.Conseil .


I
Malien'des Chargeurs.


- ' , ' . . . , - 1 . . . . - ' - l i ' : i ' ' ' ' ' ' : ' l ' :
I'Assernblée Consulaire, le ministre-de tutelle prend un arrêté orgânisant les élections et lixant
lejour ainsi que les heures d'ouvertiue et de clôture du scrutin.


I


T
I ARTICIEI2 : [æs listes électorales sont tenues.à Ia mairie de chaque cheÊlieu de région.- ' ' Elles sont établies par une commission présidée par un magistrat et comprenant un


I représentant du Haut-Commissaire, un représentant du Maire de Ia commune et un


t représentant de I'administration fiscale.


ARTICLE l3 : Dès la publication de I'anêté organisant les élections, toutes les personnes
remplissant les conditions pour être étecteurs doivent s'assurer qu'elles figurent sur la liste
électorale de leur circonscriotion-


f ARTICLE l4 : Après la publication de l'arrêté fixant Ia date des élections, Ies personnes
désireuses d'être membres de I'Assemblée Consulaire peuvent faire, à titre individuel, acte de


I
candidature.


Dans chaque région, les candidatures ont reçues par la commiss ion v isée à I 'ar t ic le I2


I
ci-dessus


ARTICLE I5 : La l is te é lectora le a ins i que Ics I is tes dc candidatures sont arrêtées un ( l ) mois


I
avant lcs é lec( ions par la commiss ion v isée à I 'ar t ic le l2 c i -dessus.


- Cet tc commiss ion pourra ra1,er de la l is tc les nonts dcs personnes y f igurant


I
i r ré e. r : I ièrc nren l .


I ARTICLE I6 : L : l is te é lectora le a ins i ar rêtée de mênrc quc le procès-verbal de la réunion de


I Ia commiss ion doivent êt re immédiatement conuruniqués au nr in is t re de tute l le .


1 ; C c l u i - c i p r o c é d e r a u n e s e n r a i n c a u p l u s t a r d â l a p u b ) i c a r i o n d e l a d i t c l i s t e p a r v o i c


I d ' i n s c r t i o n d a n s l c s j o u m a u x c t b u i l e t i n s p a r a i s s a n t a u l ' ' l : l i a i n s i q u e p â r t o u t c a u t r c v o i c d c
prcssc a ppropr iée


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. 2 3 , - -^n!


- Nul ne peut voter ou être élu s'ir n'cst régurièremcnt inscrit sur une riste électorare ous'il n'a fait acte de candidature. --l


AhTrcLE 18 : Iæ scrutin se déroureun jour non àuvrabiè et ehtre I5 jours ei un mois.avantI'expiration du màdat des -"-tr" au éoni;i;;;Ë.;-s chaque chcf{ieu de région est
iffiï:,i:*"au


de vore compr"*nt,
"or-" prJrfa_irr" _æ,strar ayanr présidé ta


ARTICLE 19 : Les élections ont lieu au r"-tin unnôrninal â un tour.


Après Ia clôture du scru.tio, le bureau procèd"
"u


dépouilt"."nt des bulletins de vote,en dresse procès-verbal et proclame t* .""rr,lir.
--" -" ""t


exemptaire du procès-verbar visé à r,arinéa p.g*r'.nt
"rt


adressé au ministre de(utelle par l,intermédiaire àu ffrut_Co_^irr-ui."


-----.--.:-=-__-:ARTICLE 20 : Sont élus les candidats âyant obtenu le plus de suffrages:


-.----r.---.-:-
:


ARTICLE 2I : L€s résultats du scrutin sont afl..affichés dans tôus les bureaux de vote ei publiési:1"ï:""1"'.ï'.:f ::::l:'ï j::ï:ï:1" jHF;;;:;"*"iiÏï#ili;:;;gt1,tIiJ:l:"::::r:2':.:P;::1::,i:il*rôliÏ;I''#:'"ï:iÏ'iïï,T:::",T:ïiiou cârdidar peur con(esrer Ia "ariaire'du scàiiri â;r,"rËffi;iii;:r::ï:
celui-ci se prononce dans res huit (g) jours de sa saisine. En cas d,a'urarion, ir sera


l,llidé 1*:
les q.uinze (15)jours qui suiveni, à de nouvelles élecions dans lescrrconscriptions oir le scrutin a été contesté.


' ' '-- -' -":


ARTICLE 22 : Lorsqu'une c


,ffi'ïil:,i;."::;liÏÏH;i|:;ff:î:::ff:'[:îÏj.il:ff''"j:?ïï'
Jusqu'à ccnc inslal lat ion, i . ; rnciennc Asscmbléc restc en foncl ion.


ARTICLE 2l : Si re nonrbrc dcs ncnrbrcs r i ruraires dc'Assenrbrée Consurairc r , ierrr âdiminuer de plus de la moirié


:::i:_: r. "̂ .*,; ;";, *;;: : : ï,' i J'r'#,i iï 3: ',",î,iï,' :::[1:,; j"" :::::îr ;,..orn)rnurror , â des érecr ions parr icrcs .n . , re de ; " ; ; ; ; ; i ; ; : l *es vacanrs
l l n ' ; a u r a p a s d ' é r c c t i o r . J r : r r l r c r c s r o r s q u c r c r c r r o u v e i r c n r c n r d c l 0 u l c r . Â s : ; c r : r r , l r , cd o r t n o n n a l c m c n l i n t c n , c n i r d a n . r : : d r r l t r i a . . o ; r s i , u n ' o n '


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' CH*PIr'RE,II : Dqsu@U:jr,:i


sÈcrloN:i.:


À cetitre, il :


.,-. --.-:^;;!À^;t,.^n ltÉc.i l-ARçemDlee tl)nsulanrc. lquoic 'cxp-çs,sé..de.nt'cpnfi es à I' ssemblee Consulaire' Ic'


etendirÉÀ.ruatièrc'de gestion sans préjudicc des intérêts
: S ous réservc des,Pouvofs .9 P-!P ,s€tqç'-+!iç-'Jr'r'eJ


o' i'dv''r-i*,'-"i;
l* ;r-* r..a"ÉÀ.matièrc'de scaridispose des powôirs les pltls ét ndusln-lrlëtrçrç sç Ëçr


;;;ilil tiicoilsel prriÎiiiï aes châiferrrs'::':.:. 't
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missions dévolues au Conseil'


ARTICLE 25 : I-es fonctions des membreS du Bureau sont gratuites. Elles
ne peuvent donner


il"u qula d", remboursements de fuais engagés j I'occasion de l'exercice
de cês fonctions'


SECIION II : DE LA CC'MPOSITION DU BI'REAU


ARTICLE26:Aprèslesélect ionsetavantSoninstal lat ionsolerurel le, lanouvel le
a*.rnUte" Co.rsulaire élit parmi ses membres titulaires son bureau pour


un mandat de cinq


(5) ans renouvelable.


Ce bureau comprend :


diriei tes actiorls -du Çonseil, ôdfprmément aux dispositions des textes ' '


ôinidJ a;;tui*i.inii id'aux directives
et orientàtions ile


t'Assembléc Consulaire ; .
présente le projet ile bqdbet à I'Assembjée.Consulaire ; . ,
iient ou faiitenir les comptes du Conseit eiles présente à I'Assemblée


Consulaire ;
: . .


veirrè â i'irilor ia:-ioil, â la tonlralion et â la seriiibilisation des ressodissants


du Consei l ;
-


donne suite à iout avis demandé par les pôuviirs publics dans le cadre des


- un Président ;
- deux vice-Présidents ;
- r:n trésorier général ;
- un trésorier général adjoint ;


un secrétaire aux relations extérieures ;
- un secrétaire à la Communication'


\\ o T l / - r F ) ? I . - n - ; : , . . j ' 4 ' ' r ' r ) , - ' .
- ' l ^ n ' r ' ; r r ' . l


ARTICLE 28 : Les at t r ibut ions dcs mentbres du Bureau sont détemr inécs par
le règlemcnt


in tér ieur .




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"21 5 ' " - * t, ) \\


le plus.âgé de Ia nouvcllc Asscmblê Coasulaire assisté corirmc sc-crétake; par ti membrc Ie
plusJelrne.


' : : ' _ : . _ _


ÀRTreL'830 : lis mcmbtes dqBurcau soni élus ati scniiiri àeciæt bar t'ensemble des .
' '.


membres de I'Assemblee Consulairc. La candi<tature est individuelle.


I
ARTICLE 3I : Est déclaré lu â un poste donné le dandidat qui rggucille [e plus grand
nombrc de suffrages. .


En cas de partage des voix, l'élcction est acquise.au.benéfice de la nationalité malienne
cll ou de I'âge.


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t . .


. . l . -


ks membres suppléânts prennent part au vote. ., .


ARTICLE 32 : Les résultats du scrutin et le nombre de suffrages obtenus par chaque candidat
sont consignés au procès- verbal do la séance.


ARTICLE 33 : En cas'de decès ou de démissiôn d'un ou de p.lusieurs membres du Bureau
dans I'ihtervalle des élections consulaires, il est procédé à leur iemplacement conformément
aux dispositions des articles 29,30 et 3l ciiessus.


CHAPITRE IV: DU SECRETARI.{T GENERAI


ARTiCLE 34 : [,e Secrétaire Général, sous I'autorité du'Président du Conseil,-dirige,
coordonne et anime I'ensemble des services du Conseil Maliens des Chargeurs et centralise
Ieurs ac(ivités.


Il assure le secrétariat de séances, prépare les réunions du Bureau, des commissions et
sessions du Conseil. II redige les procès-vcrbaux ainsi quc les comptes rendus des débats.


II prépare ei exécute le budget du Conseil.


ARTICLE 3i : Le Secrétaire Général propose au Bureau un règlemenl administratif sur
I'organisation et les modalités de fonctionnement des scrvices du Secrétariat Générat. Il gère
le personnel. j !


ARTICLE 16 : l-e Secrétaire Général du Conseil est nomnré par décret pris en Conseil des
lr{ in istrcs sur proposi t ion du Ministre dc tutel le après avis consulrat i f du Président du Consei l -




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TTTRE III : DU FONCTIONNEMEN"I,


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Le ministre des T vaux Publ ics
rts,


I - c o r i n i s ( r c d c I ' A d m i n i s t r a t i o n


( ,tL,UlL S:11,, .l4lra Xl._


#TIÎIJE+
: I-e Conseit Malien des Chargeurs établir sondétail des modalités de .*.o.""",".r,^^ -t )^ -^, r .i , règlement intérieur qui fixe le


^RTrcLE 40


Bamako, '" 2 I OEC. lggg


Le Premier ministre,


Le nr in is ( re dcs F i na n ces,


.S r-r ri nr a ila C.ISSE




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Vu laCo'nstitutiqn,
fi rd;"pt ù;99 -036J?-RM d1123 S-çæntç1999 porta4t création du


Côni*il.Malien des Chdrgeuri"
V"i" dé;;""s9- +26l.p-"Rf au js péc€mtiçlggt'fixâff ror$ûisatidn et


Ies modalité3 de fonctionnement du Conseil lvlalifi des Chargeurs'


Vulcdécretn900{57Æ.RMdu2lFévrier2000inrtantnominationdes-".
membres du Gouvernemenf i


!


,|
' Æ-ETE-:


]trTREJ-: DE LA COMPOSTIION DU CONSEIL MALIEN DES CEARGEIJRS


I


Article l": Læ Conseil Malien des chargeurs
.est composé de 133 membres titulaires et


membres suppléants repartis comme suit : '


a) Section imoortation : t 07 titulaires et I07 suppléans
b) Section exPoriatioà : 14 tio:laires et 14 suppléants
c) Section transit : 12 titùlsires et 12 suppléants-


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Articte 2: Le nombre de menibres tin:laires et de membres suppléants pour le District de


Bamako et pow chaque délégation régi.onale st fixé ainsi qu'il suit :


District Bamâko : 69 titulaires et 69 suppléants :


a) Section importation : 59 tiùlaires et 59 suppléanls ;
b) Sectiôn exportation : 06 litulaires et 06 suppléants;


. c) Section transit :04 titulaires et 04 suppleants ;


Délésation Réejonale.de Kavcs : 08 titulâires et 08 supplézuits


a) Section lmportation : 06 titulaires et 06 suppléarrts -
b) Sect ion exponat ion : 0 l t i tu laire t 0 t suppléant
c) Sect ion l ransi t :01 t i tu laire ct 0l suppléar l t .


I




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Délésation Résionale de Séegu : l0 titr.rlaires a i 0 suppléants :


a) Sétion importation.:.08 titulaires et 0g suppléanrs ;
b) Section p;coortaiion : ]0 t titulaire et0t supjHant;
c) Sectiqn Îr-â+sit,. ::01 titukiire et,ol supptéa"-1 ;


: 07 titutaires et 07 suppléants :


a) Section imoortation :05 tirulaùes et 05 supplé:nrs :
b) Secton exJ4rt_ation :_O I rirulaire et 0 t sujjleant ;
c) Section translt : 0l titulaire et 0l supptéants ;


a) . Sectiôn imoortation : 06 titulaires et 06 suppléants ;
b) Section exoortation :01 titulairc et 0t suppléant;
c) Sectipn transit : 0l titulaire er 0l suppléant ;


Déléeatioi,Résionale de Gao : 07 titulaires et 07 suppléanrs :


a) Section imoortation : 05 titulaires et 05 suppléanrs ;
b) Sec{ion exoortation : 0l titulaire et 0l suppléant :
c) Section transit : 0l rirulaires er 0l suppléanrs .


Déléeat ion Résionale de Kidal : 07 r i rulaires er 0? suppléarr:


a) Section imoortarion : 05 tirulaires et 05 suppléarrs .
b) Section exoortarion : 0l tirulaire er 0t sujjtéant :
c) Sect ion transir : 0 l r i tu lairc er 0î suppteanr .


4.r t ic leJ: l 'ou-s lcs Opérateurs Economiqucs qui rcmpl isserr t lc: r , ; j . : : r r , , i ) \\ r jéf in jes aur art jc l , :s6. 7, 8, 9 du décrrr N"9C . J26,T-R\\4 du 29 déccnrhrc 1999 sus , r : r .


I
I
I
'l


a) . D€cû-gn'importation : 07 tirulaires ct 07 suppléants ;
b) Sçctiqq:xpciri:ation : 0l titulaire et 0i suppléant ;
c) Sectiqns ûarSit :01 titulairc et 0l suppléanr; I


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2 1 9 .. r .t


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I


TTIRE tr : DES ELECTIONS AU CONSEIL
MÂLIE"N DES CEARGEURS


Arficle 4 : Les membres titutair€s et supl'leaats
sont .


élù conformément aux dispositions de


t,"rti.l" 15 du décret Noss4ffæ]RM dîâtàecemtretgg
fixant l'organisationet les modalités


de fonctionnement du conJeï
-uÀ"o


4", chargeurs par- un collège électoral distinct
pour


iiuil;;-";ts sections : importatioo exportation
etlransit'


Article 5: [,es personnes physiques étrangèresl et les
représentants des


ffi;tË;;;'"î".iâii"r'i' ne sont élisibles que si la résidence


;;;;;; t; t-uvJ uu Mali depuis cinq (5)
qns au moins'


Article 6 :-Les lhtes électorales ont tenues à la mairie de chaque
chef lieu de région' Elles sont


établies pâr une com*lssioJJesj*o o- re H.aq foalmssaire'
Cette Cornrnissioo est présidée


par un magistrat
",


*-pr",,i iiË;;;*"J du Haut Commissaire' un repésentant
de chacune


des sections de la détégaioi-- JËiooa" désignée par le
président du conseil.Malien des


Chargeurs, un représentant ;; M;; de la Cômmune et un
repésentant de l'adminisbation


fiscale.
Article ?:Dès l,ouverture des listes electomles, les personnes


desirant prendre palt au scrutln
'-;;;i"s dites listes' Nul ne peut être éIecteur à plus d'une section


Ï"ilï'":::i:ï:'"'i,l'"i'oJ";;.u"sactivitésd*,a"ui-oupt*i".^branches.reIevantde
sections différentes aoir"nt prl"iro par écrit la section à la quelle


elles désirent être électeurs'


Article 8 : Les listes électorales comPortent les.indications suivantes
: Nom' Prénoms' Age'


Lieu de naissance, Nationatitel R;r;;";;, Profession, Qualité
pour laquelle I'électeur est inscrit'


Article 9 : La Commission reçoit également les listes de candidatures
qui doivent être présentées


il]Efit". comportalt "hu"r-"
un"nomb.e de candidats qui ne saurait être supérieur au nombre


de sièges.


une liste de candidats, pour être recevable, doit recueillir la signature d'au moins
dix électeurs


,.,*.. q.r" les candidats figurant sur ladite liste- Une même personne ne peul domer
sa caution à


d.ux ou plusieurs listes totalisanr qn nombre de candidats supérieur à celui des sièges
à pourvoir


Articte l0 : Chaque liste de candidature est affectée d'une lettre alphabétique suivant
I'ordre


ô-ËGffi.'.,"nt. Chaque liste doir être accompag'ée de la déclararion de candidature
de


chacurl des candidats.


cene déclarat ion compone les mêntcs indicat ions que cei les prévues à l 'anic le 8 ci-dessus ' : t


precise le numéro sous ieqr,el le candidat est inscr i t srrr Ia l iste électorale.


A r t i c l € l l : Dans l e s 15 - j i : u r s , t u r su i ven t l a pub l i ca t ron des l i s tes . l e s cand ida i s pc r - t t c t r t


. r d r c s s c t C e s r d c l a t n a t i , ' n s p a t i c t i : i r : . l ' l c \\ : ' i ' : l : ' i c i a t . ' n t n l r s s i o n


. . 1 r t i c l e I 2 : l - o r s q u - u n e r é c l a r ' n 3 r r , - r r r i l c r , ) l ' i a . i c L r : r o l l i i c l i t ( ' o t l l t l r i s s r ( ) r l ( ' s l i l ( ' i : 1 r c ( :


:e ( lu ( i l l i n l a t an t les é I ( :c l l r ' r l l s


personncs morales à
ou'le siège desdites


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à i i j s u l t r r t l c l a t a . l i l t t t , t t t d t : : 1 , ' l l . : r : t . , t : ' , i . j l t l . l r l . L ' i l \\ 1 ( ' l ( e a l r d l d a l u l ( ( { ) l l l i \\ r r i ( r l


C a r t r l t < i a t S i n J ë f i C U t e t C l t r r t l , i . : : t r , , r 1 t { r i ( . i l ( ' l l ( : ( l : r ( \\ l l l \\ ( l l t . i l s t ' : l t c i c t t t a t t l i i t l t t t r '


i l \\ . t ) ( . i t l c i l l l 1 i ( ) t ] n c i i r ' t : t : I c I t , I ; I ' L , 1 .
r , . I ; , , r | | ] r ' ( . : i . t : ( l n ( r l l \\ r l l ( ; r L l l l ( l ) ( r \\ . i ' l r '




252 252

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zio _ . { - r l l


Article 13 : Les burearx de voæ sont composés de trois membres dont un représentant du Maire
assisté du plus jermc et du plus âgé des électeurs.


Arttcte 14: I-c scrutir est owtrt â 8 heures et clos le même jour à f t rcures.
Le vote est secret ct chaque vototrt doit émargcr la fiste électorale.
Il y aurâ une ume par section dans chaquc bureau de voê. t


Articte 15 : Les électeun de chaque section choisissent rme des listes de candidats qui leur sont


I
I
I


présentées.
hrsqu'uoe liste comporte moins de candidats que de siègcs
élecæurs choisis.sent uue deuxième ftsûs intégralem€nt ou en
nombre de siêges à pouwoir.


à pourvoir dars la section, Ies
panig jusqu'â concurrence du


I
I
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I
I


I


Ariiclc 16 : Les élccteurs hsclits qui De sont pas domiciliés au chef lieu de région ou qui sont
absents le jour du scnrtin per.went envoyer leur bulletin au président du burcau de vote.
Darx ce i:as le bulletio de vote doit ête placé sous double enveloppe intérieure, cachetée ne
portant aucun signe ni inclication susceptible de faire connaître l'électeur et I'enveloppe
extérieure cachetée, portant lladresse du président du bureau de vote, le nom et la signature de
I'électeur,l'indication de la section à laquelle il appartient.


Le président du bureau de vote, après avoir ouvert I'enveloppe extérieure émarge la liste
électorale pour le compte du volant et met I'enveloppe inærieure dans I'ume.


Article 17 : Les votes par conespondance peuvent être reçus par le président du bureau de vote
jusqu'à la clôture du scrutin.


De ce fait, le l{aut Commissaire pcut autoriser I'ouverture du scrutin danq les localités éloignées
du siège du bureau de vote 48 heures avant la date et I'heure fxée à I'article l4 ci{essus.


Des bureaux de vol€ peuvent être ouverts dans les chefs lieux de cercle où le nombre des
électeurs inscrits le justifie.


Arficle l8 : Dès la clôture du scrutin, le bureau procède au dépouillement des bulletins de vote
après s'être assuré de Ia concordalce enûe le nombre des électeurs ayant émargé sur les listes
éleclorales et celui des bulletins trouvés dans les umes.


Le résultal du dépouillement est proclamé par le présrdent et consigné dans les procès-verbaux
qui relatent les opérations électorales et qui esr signé du président et des assesseurs.


Le procès verbal mentionne la date du scrutin. le nombre des électeurs inscrits. celui des voranrs
d'après l'émargement de la liste, le nonrbre de bulletins trour'és dans les umes. le nomfrre de
r oix obtenues par liste de candidars.


Art ic lc l9: Dans chaque sect ion, le,s sreres sont at t r i t rués cl 'abord aux menrbrcs t i rs laircs
ensui le aur mentbres suppléants. dals : ' : r rc j rc Jécrorssa:t t r lu rrornbre de voix recurr l l r ( \\ r r , l r
c hac un


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2 2 1 ''" \\ t!


Article 22 : Iæ présent ariiltéc sera enrcgistré, publié au Joumal Officicl,/. i


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Bamako, t" .3 t li,ij]$ ,:iil;


Ampliations :
Or ig ina l . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . I
P-RM.AN-CC-CS-CESC-SGC... 6
Prim + Tous ministères... . . . . . . . .21
Tous Hauts Commissariats.. . . .. g
Toutes D i rec t . N les . . . . . . . . . . . . . . . . 7
A r c h i v e s . . . . . _ . . . . _ . . . . . . . 1 . . . . . . . . . . I
Joumal Of i i c ie l . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . f


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I DEL'INDUSTRTE,




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rutrutsrÈne DE L'INDUSTRIE' --- 2 2 2
ou cô'ri,rii'dn-èiÈr oes TRANSPoRTS


- '- -
r*$r**rtt**l--*É


secRÉrRRnr cÉruÉnnl
a**tH**lr**l


rt- e I ' .


DECISION N' 01-
rix -:--1ë-IM|CT-SG


Fixantla ottros;"" lL r" o"* o";ro*'" a""
li::î'îi="iffii:: *


de listés de candidatures en vu-e- d.es
I


con"ui"ii" du Conseil Malien des
chargeurs


La ministre de l'lndustrie' du Gommerce
et des Transports'


Vu La Constitution ;


VuL 'Ordonnancen"gg-036/P-RMdu23septembre lgggpor tantcréat ionduConsei l
Malien des Chargeurs ;


VuLeDéc re tn "99 -426 /P -RMdu29dé . cembre1999 f i xan t l ' o rgan i sa t i one t l es
modalités de fonctrorinement du Conseil


Malien des Chargeurs ;


Vu L'Arrêté n" 01-0592/MICT-SG du
3q *9F 2001 fixant la composition


du Conseil


Malien des cnt'g""J'Lî fiËà'nË"n1l"t
élections de membres du Conseil ;


Vu La Décision n" 01_31/Mtcr-sG
du 1-9 juin 2001 fixant res dates d'ouverture


et de


clôture des listes "nji"'àlàJ
J91p19" q" *nJiàài""s en vue des élections


à


l'Assemblée Consuta;rre du Conseil
Malien des Chargeurs ;


Vu La Décision n" 01-44/M|CÏ-SG
du,.09


"ît^.'oot
les dates d'ouverture et de


clôture des ristes eretioiaËt "1
c"' listes de "J'iÀd"t""t


en vue des élections à


I'Assemblée consutarre du Conseil
Malien des Chargeurs ;


vû Le retard accusé dans la mise en
place des commissions Electorales du


District


de Bamako
"t


d"" R;g;;;;"'gj;; d" |'étab|iisement
des listes électora|es et


RÉPUBLIOUE DU MALI
ti;UtËtb - un But ' une Foi


' rfl*t*fÈ'r:"!**-i*


de candidatures ;


Vu Le Décret n" 01-276/P-RM
Gouvernement,


du 23 juin 2001 podant nomination
des membres du


D E C I D E :


Artic!;e; J-qr. 1".'"X'îi"î""'tj';""f'ï
';:Ë""!""":"fffin:l':'J";fl1"i:5:":i


élections à I'Assembtee t"


octobre 2001.


Article 2 : LËs listes électorales 9t
l"? l'.tl:: de candidatures sont arrêtées


par la


Commission le 3t octoore 2àôi' 'n
t" i ' *f11i1 àËJ"nt' "onrotrnetentà


l 'art icle 15


du décret n" ee-426rp-R^; ;;;à
-J"" *or.


rsss ritiiii"'s;Ài."tlon et l s modalités
de


iJ"Jti.""Lt""t du Conseil Malien des
Chargeurs'


Article 3 : La date des élections
est fixée au 02 décemb re 20O1 sur toute


I'étendue


du Territoire.


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223 '' t"!l
Article 4 : La présente décision qui annule toutes dispositjons antérieures


contraires, sera enregistrée, publiée et communiquée partout où besoin sera./.


2 0 s tP 2001


Ampliations:
- Original
- PRM-CESC
- AN-SGG-CS-CC... .
- PRIM-TS Ministères
- Tous Hauts Commissariats. . . . .
- Trib. th Inst. Ch.-L-R .
- Mairie-Ch-L-Rég . .
- Mairie District Bko
- A D M . F i s c . R é g . . . .
- ccrM


2'l
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1
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1 .


istre de l'lndustrie, du
et des Transports,




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MINISTRE DE L'INDUSTzuE, DU


COMMERCE ET DES TRANSPORTS
- : - : - : - : - ; - : - : - : - : - : -


SECRETAzuAT GENERAL


DECISION N"


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REPUBLIQUE DU MALI
UN PEUPLE-UN BUT.UNE FOI


- : - : - : - : - : - : - : - : - : - : - : - : -


I h T î i F t
/MICT-SGI


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Fixant la date des élect ions â I 'Assemblée
Consulaire du Conseil Malien des Chargeurs


LA MINISTRE DE L'INDUSTRIE, DU COMMERCE ET DES TRANSPORTS


Vu la constitution ;
Vu I'ordonnance n"99-036/P'RM du 23 septembre l999portant création du Conseil Malien


des Chargeurs ;
Vu le Décret n"99-426lP-RM du 29 décembre 1999 fixant I'organisation et les modalités de


fonctionnement du Conseil Malien des Chargeurs ;
Vu I'Arrêté n'01-0592/MICT-SG du 30 mars 2001 fixant la composition du Conseil Malien


des Chargeurs et organisant les élections des membres du Conseil ;
Vu la Décision n'01-5I/MICT-SG du 20 septembre 2001 fixant la prorogation de la date de


clôture des listes électorales et des listes de candidatures en vue des <élections à
I'Assemblée Consulaire du Conseil Malien des Chargeurs ;


Vu la lettre n"0047/GCM/0S/01 du 05 novembre 2001 demandant le report de la date des
élections du Conseil Malien des Clrargeurs ;


Vu le Décret n"016276/P-RM du 23 iuin 2001 portant nomination des menrbres du
Gouvemement ;


, D E C I D E :


Article 1"' : La date des élections à I'Assemblée Consulaire du Conseil Malien des Chargeurs
est fixée au 30 décembre 2001 sur toute l'étendue du territoire.


Article 2 : La présente décision qui annule toutes dispositions antérieures contraires sera
enregistrée, publiée et communiquée partout ofi àesoin sera./.


Ampl iat ions :
O r i g i n a l . . . . . . . . . . I
P - R M - C E S C . . . . , .
AN-SCC-CS.CC. I
P R I M - T s M i n i s t è r e s - . . . . . . . I i
Tous l {auts Conrrn issar ia ts . . . 9
T r i b . l " ' I n s t . C h . l - R . . . . . . . . 9
Mair ie Ch.L-Rég. I
M a i r i e D i s t r i c t B k o . . . . I


Bamako, t" 3O l{OV 2001


LA MIN ISTRE DE L ' INDUSTRIE . DU


A DN4 F i<c Reo I


C C I M . . . I


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2 2 5


44TNTSTERE DE L'TNDUSTRIE, DU COI\\{MERCE
ET DES TRANSPORTS


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REPUI]LIQUE DU i\\ , IALI
Un Pcuplc - Un But - Unc Foi


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SECRETARIAT GENERAL


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INSTRUCTIONMINISTEIRIELLEN' /I\\{ICT-SG


RELATIVE A L'ORGANISATION DE L'EVACUATION
DES IVTARCIIANDISES MALIENNES EN TRANSIT DANS LI]S PORTS


I / - Obiet :


La présente instruction a pour objet de définir les règles d'organisation de l'évacuation
par Ia route des marchardises maliennes en transit maritime.


I I l - Modal i tèS de vent i lat ion de I ' informat ion sur. lcs cargaisons :


Les manifestes cargo sont collectés par les Entrepôts maliens auprès des autorités ou
services portuaires (consignataires, capitainerie du port, administrations des douanes dans les
pays de transit) et mis â la disposition du Conseil Malien des Chargeurs et des professionnels
suivarr ts:


- Le Représentant des transporteurs maliens;
- Le Représentant des transporteurs étrangers-


Les Entrepôts maliens transmettront ces documents immédiatement après les avoir reçus.


III/- Modalités d'organisation de l'évacuation :


Les informations reçues à partir des manifestes Cargo doivenl pernrettre :


I . Au Consei l I \\ {a l ien des Chargeurs :


- d 'assister â Ia récept ion. J 'organisat ion de I 'entreposale des nrarchandises, soi t dans
lcs nragasins accorr iers. soi t dans les nragasins Entrepôts nral icns. soi t dans les
rnagasins d'autres professionnels pr i r ,és ;


- de procéder à I'inforrnation de leurs adhérents de I'arrir,ée des nrarchandises :


- de prendre contact avec les représentanls des transponeurs (nral iens e( étrangers) pour
l'acquisition des véhicules suf1isants à l'évacuation des rnarchandises ;


. de procéder éventuellen.)ent au repérage des marchandises non r.nanilestées.




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2 26 _ r<! 2


transDortcurs étrâneers :


- de prçarer le parc de véhioles nécessaires à l'évacuation des tonnages manifestés ,
- de se coricerter avæ Ie Cqrceil Malien des Chargeurs en we de prendre les


dispositions necessaires en rmtÈre de tarif pour l'ér,acuarion des marchandises


IVl- Modalitê de suivi des évecrations ::


. Les listes des véhicules naliens ei étrangers, êtablis respec?ivemenr par la
Coordination des transporteurs nufiens et par les Groupements de transpor(eurs étrangers,
sont visées par le Conseil Malien des Chargeurs avec copie adressée aux Entrepôts mafiens
aux fins de la délivrance des avis de chargement.


[.cs lettres de voiture qui font foi des dispositions du contrat de transport sont signées
conjointement parle représentant du Fopriétaire de Ia marchandise et Ie transporteur.


V/- Rclations entre lcs Entrtoôts maliens. le Conseil À{elien des Chargeurs et les
transDorteurs:


Les Entrepôts maliens doivent entretenir des relations de concertations .permanentes
avec le C-onse-l Malien des Charganrs et les transporteurs. A cet égard ils doivent tenir à leur
disposition totrtes informations et tous documents qu'ils jugent nécessaires pour établir la
transparence dans l'évacuation des rnarchandises.


Le Conseil Malien des Chargarrs représente l'ensemble des chargeurs du Mali et est
I'interlocuteur prirdégié en matièrè d'organisation de I'évacuation des marchandises. A ce
titre les eûtrepôts doivent lui apporter aide et assistance administrative notamment dans ses
rapports avec les 2'{orités des pays de transit.


W- Dispoeitions finales :


II es strictement interdit à la Coordination des transporteurs routiers maliens de
percevoir des ristoumes ur les territoires des pays de transit.


La Direction Nationale des Transports est saisie pour tous cas de fraude, de
concurelrce délolale ou d'infractions er matière de transport et de transil conforméme-nt à la
réglementation en vigueur


La présente instruction abroge et remplace l'instruction ministérielle n' 000 I/MET du
I2 août 1994


0 I t l : ;r ' I 2i l02lJamal\\o. te ' -


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227
MINISTERE DE L'INDUSTRIE. DU COMÀ4ERCE


ET DES TRANSPORTS


SECRETARIAT GENERAL


INSTRUCTION MINISTERIELLE NO


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REPUBLIQUE DU MALI
Un Peuple-Un But-Une Foi


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5 2 i:t"g;1E
A,lICT-SG


RELATIVE A L'ORGANISATION DE L'EVACUATION
DES MARCHANDISES MALIENNES EN TRANSIT ,


DANS LES PORTS


I - OBJET :


La présente instruction a pour objet de définir les règles d'organisation de l'évacuation
par la route des marchandises maliennes en transit maritime


II-MODALITES DE VENTILLATION DE L'INFORMATION SUR LES
CARGAISONS:


Les manifestes cargo sont collectés par les Entrepôts maliens auprès des autorités ou
services portuâires (consignataires, capitainerie du port, administrations des douanes dans les
pays de transit) et mis à la disposition du Conseil Malien des Chargeurs et des professionnels
suivants :


- le Représentant des transporteurs maliens
- le Représentant des transporteurs étrangers.


Les Entrepôts maliens transmettront ces documents immédiatement après les 4voir reçus.


II I_MODALITES D'ORGANISATION DE L'EVACUATION :


Les informations reçues à partir des manifestes Cargo doivent permeître :


1. Au Conseil Malien des Charseurs:


- d'assister à la réception, I'organisation de I'entreposage d s marchandises, .soit dans les
niagasins acconiers, sôit dans les magasins Entrepôts maliens, soit dans les magasins
d'autres professionnels privés,


- de procéder à I'information de leurs adhérents de I'arrivée des marchandises,


- de prendre contact avec les représentants des transporteurs (maliens et étrangers) pour
I'acquisition des véhicules uffisants à l'évacuation des marchandises,


- de procéder éventuellenrent aurepérage des marchandises non manifestées.




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228 '.-"{a


- de préparer le parc de véhicules nécessaires à l'évacuation des tonnaqes manifestés.
- de se concerter avec le conseil Malien des chargeurs en vue de pàndre les dispositions


nécessaires en matière d€ tarif pour l,évaa:ation dis marchandises.


I V -


Les listes des véhicures maliens et étrangers, établis respectivement par ra
-csordination des'lransporteurs maliens et par les Grgupements de transporteurs étringers,
sont visées par le conseil Marien des chargeurs qui dérivre les avis de chariement.


. Les lettres de voiture qui font foi des dispositions du contrat de transport sont signées
conjointement par le représentant du propriétaire de la m,archandise et le transporteur.


- Les Entrepôts maliens doivent entretenir des relations de concertations permanentes
avec le Conseil Malien des Chargeurs et les transporteurs. A cet égard, ils doiveni tenir à leur
disposition toutes informations et tous documents qu'ils jugent nécessaires pour établir Ia
transparence dans ['évacuation des marchandises.


Le conseil Malien des chargeurs représente I'ensemble des chargeurs du Mali et est
responsable de I'organisation de l'évacuation des marchandises. A ce titre, les Entrepôts
doivert lui apporter aide et assistance administrative notamment dans ses rapports avec les
autorités des pays de transit.


VI _ DISPOSITIONS FINALES :


Il est strictement interdil à la Coordinarion des transporteurs routiers maliens de
percevoir des ristournes sur les territoires des pays de transit.


La Direction Nationale des Transports est saisie pour tous cas de fraude, de
:onculrence déloyale ou d'infractions en matière de transport et de transit conformément à la
réglementation en vigueur.


La présente instruction abroge toutes instructions antérieures contraires.


Dal lo




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W'nMrNrsrERE DE L'EeurpEMer'rr L.*iut =-Ei5
ET DES TRANSPORTS.


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Article 1er: sont et demeurent abrogées les dispositions de I'Arrêté n"o2-
0783/MICT-SG du 30 avril 2002 autorisant I'exploitation de services aériens réguliers
et non réguliers de transport public par la compagnie aérienne AtR MALI s.A.


ARRÊTE N" 03 - o 5 4
o'


MET-sc DU
poRTANT RErRArr oe I'nffitrATtoN oe seTViôEé


AERTENS REGULIERS ETNoN necdllteRs DE TRANspoRTfuBLlc pAR LA


UN PEUPLE _ UN BUT- UNE FOI2 2 9 - \\ n
SECRETARIAT GENERAL


COMPAGNIE AERIENNE AIR MALI S.A.


LE MINISTRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS.


VU la Constitution ;


,*r'
"|


VU la Loi n"61-1 1BIAN-RM du 18 août 1961 approuvant l,adhésion du Mali à la
Convention relative à l'Aviation Civile Intemationale, signée à Chicago le 07
décembre 1944 :


VU la Loi n"93-079 du 29 décembre 1993 portant code de l'Aviation civile,
modifiée par la Loi n"99-032 du 09 juittet 1999 ;


VU le Décret n'02-496/P-RM du '16 0ctobre 2002 moditié, portant nomination des
membres du Gouvememenr :


VU le Décret N"02-503/P-RM du 07 Novembre zoo2 fixant les intérims des
membres du Gouvememenr :


- Vu l'Arrêté n"98-1672/MTpr-sG du 1 s octobre 1 998 fixant le modèle de ra
demande d'autorisation ainsi que la forme de l'autorisation d'exploitation de
services aériens de transport public et de travail aérien :


, DIRECTION IYIn0I{AII I
Dtr gfTJYSFOX|I ll


^/,'livÛg'|',.i.yle,{rfilï
rrrsl r n' ?,*.1t"Y..;:.1
---r'


A B N E T E :




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2 3 0


AMPLIATIONS/
- Original
- P-RM-SGG-CS-AN-HCC-CESC-C
- Prim et Ts Ministères
- Ts Hauts Commissariats
- Ttes Directions/MET
- ASECNA
- Armée de l'Air
- ADM
. SAE.STA-NASAIR-AFRICAN.A
- lntéressé
- Archives
- JORM


Article 2: Le Directeur National de l'Aéronautique Civile est chargé de l'application
du présent anêté qui sera enregistré,àublié et communiqué partout où besoin sera.


2 T trtARS 2003
BAMÂKO, LE


P.t.


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1 0
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0 5 4 1 ,
MET.SG DU


PORTANT RETRAIT DE L'AUTORISATION D'EXPLOITATION DE SERVICES
AERIENS REGULIERS ET NON REGULiERS DE TRANSPORT PI.IEILIC PAR LA


MINISTERE DE L'EQUIPEMENT
ET DES TRANSPORTS.


SECRETARIAT GENERAL


ARRETE N" 03 -


UE DU MALI
2 3 1 UI{PçIJPLE - UN BUT- UNE FOI


COMPAGNIE AERIENNE ( NAS AIR S.A. ,)


A R , R E T E :


LE MINISTRE DE L'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS.


VU la Constitution :


VU la Loi n"61-1 1BIAN-RM du 1B août 1961 approuvant t 'adhésion du Mati à la
Convention relative à l'Aviation Civile Intemationale, signée à Chicago le 07
décembre 1944 ;


VU la Loi n"93-079 du 29 décembre 1993 portant Code de I'Aviation Civite.
modifiée par ta Loi n'99-032 du 09 iuillet i 999 :


- VU le Décret n"02-496/P-RM du 16 octobre 20O2 modifié, portant nomination des
membres du Gouvemement :


- VU le Décret N'02-503/P-RM du 07 Novembre 20O2 fixant les intérims des
membres du Gouvemement :


- Vu l'Arrêté n'98-167ZMTPT-SG du 15 octobre 1998 fixant le modèle de ta
qemande d'autorisation ainsi que la forme de l'autorisation d'exoloitation oe
services aériens de transport public et de travail aérien ;


W


otxrcttotl N,naÈtJJDr.E 'iloffitauLl' l
oE: ?RlHSPClt t


Arrivrâe LL7fî{2l(&11
sùcl l . t"ç,4k{2..-,1


Article 'l er : sont et demeurent abrogées les dispositions de I'Arrêté n"02-
0746/Mlcr-sc du 24 avril2002 autorisant l'exploitation de services aériens réguliers
et non réguliers de transport public par la compagnie aérienne ( NAS AIR S.A.;


I
I




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Arlicle 2: Le Directeur National de l'Aéronautique civile est chaçé de l,applic€tron
du présent arrêté qui sera enregistré, publié el communiqué partouioù OesoiÀ sera


2 3 2 ,.-5.,.|l


I r27 IIARS 2003
B A M A K d , L E


Le ministre détégué aux Transports,


AMPLIATIONSi
- Orioinal
- P-RM-SGG-CS-AN-HCC-CES€-CC
- Prim et Ts Ministères
- Ts Hauts Commissariats
- Ttes Directions/MET
- ASECNA
- Armée de l'Air
. ADM
. SAE-STA-AIR MALI SA-AFRICAN. A- Intéressé
- Archives
- JORM


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mln pement et des Transports p. l .


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MINISTERE DE L'EQUIPEMEN
ET DES TRANSPORTS.


- VU la Constitution ;


- VU la Loi n"61-1 18iAN-RM du 18 aoÛt
Convention relat ive à I 'Aviat ion Civi le
décembre 1944;


VU la Loi n"93-079 du 29 décembre
modifiée par la Loi n"99-032 du 09 juillet


ARRÊTE N" 03 --.------.-qEt!G_D_u_ _::=:-:=-
PoRTANTRETRA|TDEL'AUToR|SAT|oND,EXPLolTATloNDEsERVlcEs' -ÀÊnrer.rs


REGULTERS DE TRANSpoRT puBLtc pAR LA COMPAGNIE
( AFRICAN AIRLINES ) SARL i


L)1t-


SECRETARIAT GENERAL


E i ; O 5 4 2


LE MINISTRE DE L 'EQUIPEMENT ET DES TRANSPORTS,


233 UN€EU+E
- uN BUr- UNE FOI


1961 approuvant l 'adhésion du Mali à la
Internationale, signée à Chicago le 07


1 993 portant Code de l'Aviation Civile,
.r ooo .


FJ
. l


) 11/


VU le Décret n.o2-496iP-RM du 16 octobre 2OO2 modifiê, portant nomination des


membres du Gouvemement ;


- VU le Décret N"02-503/P-RM du 07 Novembé 2002 fixant les intérims des
membres du Gouvemement ;


"
Vu I'Arrêté n.9B-167ZMTPT-SG du 15 0ctobre 1998 fixant le modèle de la


demande d'âutorisation ainsi que la forme de l'autorisation d'exploitation de


seryices aériens de transport public et de travail aérien ;


A R R E T E :


Article 1êr : Sont et demeurent abrogées les dispositions de l'Arrêté n'01 -


1366/MICT-SG du 1B juin 2001 autorisant l'exploitation de services aériens réguliers
de transport public par la compagnie aérienne ( AFRICAN AIRLINES >.


I




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2 3 4 -.-:r!


Article 2: Le Directeur National oe t'néronautique civile est chargé de l'application
du présent anété qui sera enregistré, publié et communiqué partout où besoin sera.


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BAMAKO, LE
2i firns 2003


AMPLIATIONS/
- Original
- P-RM-SGG-CS_AN_HCC_CESC_CC
- Prim et Ts Ministères
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